
A novela dos novos contentores de RSU no centro do burgo vive mais um episódio. E não será o último!




Entraram já em vigor dentro do Centro Histórico do burgo as novas regras de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos). Desde segunda-feira os moradores e comerciantes devem utilizar os novos contentores subterrâneos, deixando de colocar os seus resíduos à porta das suas casas e estabelecimentos comerciais e de restauração.
"Boas.
Venho por este meio fazer uma questão aos órgãos responsáveis por esta triste imagem.
Será que também é para criar raízes o banco "histórico" que destruíram juntamente com a antiquissima árvore e um dos símbolos da cidade?
Espero respostas, não só para mim, mas para todos os Elvenses."
TODOS SOMOS ELVAS!!
2010 ANO DA EUROCIDADE

A decisão de anular o traçado, previsto pela REFER, para o troço Sines-Grândola da linha ferroviária de mercadorias Sines-Elvas, foi hoje anunciado.
2010 ANO DA EUROCIDADE


Desde 1 de Maio, o Palácio deixou de prestar o serviço de abastecimento de água no Concelho de Elvas, passando este a ser assegurado pela empresa sedeada em Elvas, Aquelvas, participada da construtora espanhola FCC.
Com a inauguração nos finais de Julho da última fase de requalificação do Jardim do Rossio é agora a vez da requalificação ambiental e urbana do Jardim das Laranjeiras, com a recuperação das muralhas, tanques, fontes, uniformização de pavimentos, canteiros e canais de condução de água, com instalação de iluminação, num investimento do Palácio do Regedor que supera os 400 mil euros.
Publicamos hoje um Comunicado de Imprensa do BE do Distrito, que fala novamente da sensibilidade ambiental que o Regedor demonstra. Será que os habitantes de Elvas querem ser vizinhos de uma refinaria, numa zona em que não existem abetardas?
Os nossos cordiais cumprimentos
Esperamos para ver o que fará o Regedor com estas indicações.
Nesta reunião, foram apresentados os trabalhos e feito o ponto da situação da Agenda 21 Local de Elvas, apontando um plano de acção para o desenvolvimento sustentável do Concelho.

Arbustos nas muralhas destroem a pedra que compõe a sua estrutura.
Não é preciso procurar muito para encontrar os arbustos, as fotos são tiradas com a Pousada nas costas. O herbicida pelos vistos nunca foi utilizado aqui, com os resultados à vista (mesmo nas costas do hospital novo).
Cumprimentos do seu conselheiro, António Silva.
Os inteligentes da CME, como acham que metade do ano com ervas seca, amarelas, como proporciona o clima que temos, é pouco, aplicam herbicidas para as ervas estarem ressequidas o ano inteiro. É o que acontece agora que andam a matar as ervas dos parapeitos das muralhas. Podiam cortá-las como fazem à relva nas rotundas e separadores das circulares, mas não, queimam-nas para não ficarem verdes. Põem relva nuns sítios, cortam-na constantemente, regam-na o verão todo, noutros matam-na. O papel da relva ou erva, nestes casos é só dar um tom verde, portanto tanto faz ser erva como relva. Mas não entendem!
Para além disso a aplicação é feita com equipamento agrícola o mais inadequado que há para aplicações na via pública. Já alertei para este facto a Brigada do Ambiente da GNR, que me disse que iam contactar a Câmara, etc., etc.. Mas continuam a fazer aquilo que a sua teimosia e irracionalidade lhes dita.
Já se nota perfeitamente o efeito da aplicação de herbicidas nos parapeitos das muralhas. O tom verde que existia tornou-se amarelo, ressequido, como nos meses de Verão.
É assim que a Câmara gosta e acha que está bonito.
Mas estupidez da estupidez, é cortar as ervas depois de secas. Não seria mais inteligente cortá-las verdes e não aplicar herbicida para se manter o tom verde até ao verão?
E existe na Escola Superior Agrária um ramo de espaços verdes! Haverá lá quem tenha solução para estes e outros assuntos dentro desta área. Mas quem manda é que sabe!!!!
A reunião contou com a presença e participação de dezenas de participantes que foram divididos em cinco grupos de análise dos vectores considerados fundamentais para o desenvolvimento do Concelho, a referir:
- turismo e desenvolvimento de uma política activa;
- cidade património e inteligente, modernizar, reestruturar e reabilitar o edificado no Centro Histórico e sua envolvente;
- valorização dos produtos agrícolas, indústrias agro-alimentares e investigação agrária;
- dinamização empresarial, logística e infra-estruturas de apoio a empresas;
- educação e formação para a vida activa, o auto-emprego e o empreendedorismo activo.
No final dos trabalhos de grupo, os diversos grupos ficaram a par das propostas do plano de acção, com o debate entre os presentes e a recolha de sugestões e prioridades. Por fim, a reunião encerrou com a apresentação dos pontos considerados inovadores e prioritários por cada vector e das perspectivas da sua evolução futura.
De acordo com declarações prestadas pelo vereador Nuno Mocinha ao jornal regional “O Despertador”, este processo de criação da Agenda 21 Local “é um processo evolutivo. Tivemos o primeiro fórum, contámos com a participação das pessoas, que também contribuíram para a estratégia que hoje aqui vamos ver em termos das acções que vão ser preconizadas e hoje, estamos aqui, novamente, para ver se as pessoas também contribuem para estas acções, se as querem alterar, se têm alguma sugestão e no fundo para fazermos também alguma conclusão daquilo que se perspectiva que venha a ser a Agenda 21”.
Ainda segundo Nuno Mocinha, com a realização desta segunda reunião do fórum participativo da A21L de Elvas foram “apresentadas variadíssimas acções, distribuídas por cinco vectores estratégicos, que vão desde a área empresarial, ao património, à formação, ou seja é transversal no fundo a todos os sectores de actividade e aquilo que se pretende com a Agenda 21 é envolver, cada vez mais, as associações, quem é criativo, quem tem poder de decisão na sociedade, a participar também, de uma forma activa, no desenvolvimento do seu concelho”.
Além disso, segundo o vereador, esta “Agenda 21 encerra, não só aquilo que é a interacção entre os agentes locais, como também como é que o Concelho se deve relacionar com o exterior, também por aí passa muito do nosso desenvolvimento, como é que Elvas se vai relacionar com o exterior. Penso que temos um bom documento de partida, e é bom não esquecer que não estamos perante um documento estanque, aliás vão ser alvitrados durante esta sessão alguns indicadores depois de controlo da própria Agenda 21”.
A implementação da Agenda 21 Local de Elvas tem vindo a ser desenvolvido desde Julho de 2006, com base numa parceria do Palácio do Regedor com a Associação de Municípios do Norte Alentejano e da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, devendo esta última, entregar a Agenda 21 Local de Elvas, ao Regedor, até ao fim de Fevereiro de 2008. Em termos de participação pública, estavam previstas duas sessões públicas, as conclusões serão então reunidas e será apresentado publicamente o documento final.








