edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 13.2.08
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Arbustos nas muralhas destroem a pedra que compõe a sua estrutura.
Não é preciso procurar muito para encontrar os arbustos, as fotos são tiradas com a Pousada nas costas. O herbicida pelos vistos nunca foi utilizado aqui, com os resultados à vista (mesmo nas costas do hospital novo).

Cumprimentos do seu conselheiro, António Silva.

4 comentários:

canal241 disse...

Os funcionários da camara aqui tem a sua culpa, pois que preocupam-se mais em abanar o rabinho ao dono que no trabalho e esses, os que mais abanam o rabinho nem são controlados e podem fazer as asneiras que quiserem...
Se houvesse pessoas competentes na camara nada disto se passava, mas cada um tá preocupado com o final de mês ou com o posto ou com a proxima vez que o rondão lhe pode dar uma palmadinha nas costas...

Ze de Mello disse...

Deixo aqui um mail recebido:

O que eu disse foi nos parapeitos das muralhas, que são de terra e na generalidade não têm arbustos.
E se os houver é presisamente consequência da aplicação dos herbicidas. Como são mais resitentes que as ervas anuais, não morrem e desenvolvem-se mais rapidamente uma vez que deixam de ter concorrência.
Nas parades, onde realmente fazem mal, não lhe fazem nada, nem no sítio da fotografia, (contraguarda em frente do baluarte de Olivença), nem no resto das muralhas onde praticamente não existem. Mas não pode ser com herbicidas devido à altura em que se situam. Têm que ser arrancados, com andaimes,como foi feito, acho que pelo IPAAR, nalguns troços há 4 ou 5 anos.
Mas insisto, é perguntar a quem sabe. Comecem pela Escola Superior Agrária. Existem espécies muito resitentes à secura que estão verdes quase todo o ano que podiam ser semeadas. Elas próprias não deixariam crescer os tais arbustos.

MG

António Silva disse...

A fotografia não reflecte a quantidade de arbustos que há precisamente no parapeito.
É o baluarte que se vê de carro entre a rotunda da Pousada e as portas de Olivença, que aponta para a Pousada

E os herbicidas, ao contrário do referido no mail, destroem tudo o que é verde, árvores incluídas, depende do tipo de herbicida e como é aplicado.

Quem mandou o mail ou não sabe nada do assunto ou mente descaradamente para não "dar o braço a torcer".

Os arbustos, se a aplicação do herbicida for feita regularmente são queimados à nascença, por exemplo com herbicida de contacto. Depois de crescidos é muito mais difícil, mas ainda assim se podem inviabilizar com herbicida sistémico.

É que os arbustos antes de crescerem tiveram o tamanho da erva anual, por isso se recomenda o herbicida de contacto.

Então e os arbustos que tão facilmente se eliminariam à nascença, não causam danos à estrutura quando as raízes ainda que mortas forem arrancadas?

E não deixam buracos nos sítios das raízes?

A Verdade contra o Mundo disse...

Aproveite-se e contrate-se alguem perito ou "esperto" em espaços verdes oriundo da ESAE.... assim se ajudara a escola a nao sair do mapa

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