

"Já há muito tempo que o Alentejo devia ter pugnado pela regionalização, ‘batendo-se’ mais por todas as questões e princípios que levem á regionalização. Mas, o que, infelizmente, ainda domina é a cultura da divisão que provem, talvez, das divisões territoriais em freguesias, concelhos e distritos. Daí que uns defendam um bocadinho do Baixo Alentejo, outros do Norte Alentejano, etc.. Ou seja, mesmo pensando em regionalização, o alentejano sente ainda alguma dificuldade em se rever em todo o Alentejo, quando a expressão que o define e identifica não é alentejano do Alentejo Central ou do Baixo Alentejo. É alentejano!"
2010 ANO DA EUROCIDADE![]()

2010 ANO DA EUROCIDADE

Entretanto o portal Tudoben.com, "made in Elvas", apresenta uma nova imagem, mais fresca, "clean" e contemporânea.

Eis que a Rádio Elvas apresentou no fim de semana de 19/20 Dez'09 a sua nova casa móvel.
Este novo estúdio móvel está preparado para as grandes reportagens que esta rádio nos tem acostumado.
Espera agora este Velho Conselheiro que desde a sua redação no Centro Histórico ou desde este novo estúdio possam começar a facultar informação de pesquisa e neutralidade que muito necessita o Concelho.
Parabéns a todos os que fazem a rádio todos os dias, aos sócios da SER e aos ouvintes que assim terão um melhor serviço desta empresa.
TODOS SOMOS ELVAS!!
Pois é, mais uma vez o nosso concelho volta às bocas do mundo. Se neste verão tivemos dois programas televisivos emitidos em direto desde a praça da República, também temos sido notícias por razões menos amáveis.

É com particular alegria que desde este espaço saudamos o regresso da edição online do semanário elvense.

Comemora-se hoje o 8º aniversário da Rádio Elvas.
Desde este espaço da blogosfera Elvense, enviamos a todos os colaboradores desta emissora local, ao seu Director e à SER, os votos de que sigam apaixonados pela rádio.
Este ano para comemorarem com os seus ouvintes o seu oitavo aniversário vão celebrar uma Gala no Coliseu Cidade de Elvas, com receitas a favor da APPACDM de Elvas, com a participação de Paco Bandeira, Bianca, Jorge Goes, Roncas de Elvas, Raquel Guerra, Soraya Branco, Carla Isabel, Olinda Moriano, Brigada 14 de Janeiro, Grupo Alto Espirito, Grupo da APPACDM.
Recordemos que o site da RE recebeu em 2005 o Prémio Zé de Mello, e continua a ser uma fonte de consulta para saber o que se passa por Elvas, pelo Concelho e pela região.
"Corpo, Densidade e Limite", apontamento sobre a nova exposição do MACE, no Público (http://lazer.publico.clix.pt/artigo.asp?id=220577)
"CME e PSOE defendem EuroCidade", socialistas dos dois lados da raia em uníssono, na Rádio Elvas e na imprensa vária de Badajoz. (http://www.radioelvas.com/regional.html) (http://www.europapress.es/extremadura/badajoz-00380/noticia-celestino-vegas-presidente-camara-municipal-elvas-acuerdan-celebracion-encuentro-socialistas-20090113190816.html)
"centro de investigación sobre energías renovables", no Caia com direcção lusa mas do lado espanhol, no Hoy (http://www.hoy.es/20090115/regional/proponen-centro-renovables-este-20090115.html)
"Fortificações portuguesas poderão ser Património da Unesco", declaraçoes de Elsa Grilo, anunciando que afinal é neste 2009. (http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20090112115034) (http://www.agencialusa.com.br/index.php?iden=21655)
"Extremeños sobre hielo", o êxito da Pista de Patinagem sobre Gelo no Coliseu Cidade de Elvas, num dos mais prestigiados diários de Espanha (http://www.abc.es/20090114/nacional-nacional/extremenos-sobre-hielo-20090114.html)
"El Faro del Guadiana", assim se chamará o aqui já apresentado novo Centro Comercial além Caia (http://www.hoy.es/20090115/local/badajoz/rodamco-pone-largo-proyecto-200901151359.html)
O 14 de Janeiro nos medias espanhois e extremenhos (http://www.hoy.es/20090114/badajoz/elvas-vuelve-1659-20090114.html), (http://www.hoy.es/20090115/badajoz/juegos-guerra-elvas-20090115.html) e na televisão regional (http://tv.canalextremadura.es/tv-a-la-carta/videos/extremadura2030-14-de-enero)-minuto 30'
No programa da inauguração constou ainda um passeio em viaturra todo o terreno por algumas das paisagens do Concelho de Elvas.

"Estamos em Santa Eulália, uma das sete freguesias rurais do concelho de Elvas. Como as restantes (11 no total, contando as da cidade), a aldeia guarda em pedra o périplo de inaugurações do presidente da autarquia. Já lá vão muitos anos - 14 - que o socialista José António Rondão de Almeida lidera a câmara elvense. O que é o mesmo que dizer que já lá vão muitas inaugurações. E neste concelho alentejano isso é sinónimo de placa evocativa. Os habitantes falam em dezenas. O próprio Rondão de Almeida não faz por menos e fala em centenas. Com orgulho e sem ver razão para que alguém se admire: "É muito bom sinal haver placas por todo o lado com o meu nome, como entidade que o fez. É porque há obra. E qual é a obra que não tem uma placa a marcar a inauguração?!".
Nem toda a gente concorda. "Elvas bem podia deixar de se chamar Elvas", diz João Picado, militar reformado: "Não sou a favor nem contra o presidente. Ele tem feito muitas coisas, mas é a obrigação dele, é a obrigação de qualquer autarca."
Vasco Pulido Valente, numa crónica no Público, chamou-lhe em tempos a Rondónia. É que, placas de inauguração à parte, Rondão de Almeida também faz parte da toponímia - dá nome à avenida de Santa Eulália e a uma das urbanizações da freguesia -, e a alguns equipamentos do concelho. Um lar em Vila Fernando, um parque subterrâneo no centro histórico de Elvas e o mais monumental dos novos edifícios da cidade: o coliseu Rondão de Almeida. "Deviam era homenagear pessoas da história de Elvas", concordam Sandra Silva e Elizabete Maurício, duas jovens elvenses. "Não acho nem bem nem mal, isso vai do critério dele", diz por sua vez Francisco Valentim.
Rondão de Almeida diz que não, que não foi e não é do seu critério. Que durante três mandatos, e apesar dos pedidos, não consentiu que se pusesse o seu nome onde quer que fosse. Depois, abriu um precedente. "Em Santa Eulália pediram para pôr o meu nome numa avenida, dizendo que tinham a tradição de pôr nomes de presidentes. Pensei: 'não deixa de ter algum jeito'. Abriu-se assim o precedente. Depois, Vila Fernando também pediu". Argumenta que já não podia dizer que não: "Entre as aldeias do concelho há uma grande rivalidade."
Um "rondosismo completo"
Um "pecadilho" será a forma de resumir como os elvenses, mesmo os mais críticos, olham para tanta profusão de citações do nome do presidente da câmara. A avaliação da acção do autarca parece roçar o unanimismo. "Tem sido um presidente que tem auxiliado as pessoas", diz Paula Garriapa, 41 anos, habitante de Santa Eulália. "Antes estava tudo escavacado, agora as ruas estão arranjadinhas", corrobora Francisco José Badalo, 72 anos, de Vila Fernando, que diz votar em Rondão de Almeida "desde sempre". "A cidade melhorou bastante", "nota-se muito a diferença", sublinham também Sandra e Elizabete.
Ouça-se então a oposição elvense, pela voz de Eurico Candeias, do PSD, vereador sem pelouro no município: "Fez coisas que mais nenhum Executivo fez. É um trabalhador nato e quando pensa executar uma obra, faz. É um homem com coragem política." Um discurso muito diferente das guerras de comunicados e conferências de imprensa que em tempos manteve com o presidente da câmara. O social-democrata faz um resignado encolher de ombros - "O povo gosta dele, dá-lhe uma grande maioria, até demais, a oposição fica sem voz... Até a direita vota nele... Isto é um rondosismo completo".
Que se explica como? A resposta do próprio Rondão de Almeida é um desfilar de obras e programas: "Hoje, o concelho de Elvas tem 16 polidesportivos, estádios de futebol e de atletismo, piscinas, museus, lares e centros de dia em todas as freguesias, é um concelho que ocupa todos os jovens que estão desempregados, que tem o cartão da Idade de Ouro" para os mais velhos. E excursões patrocinadas pela câmara a Fátima, à Batalha e a Braga. E jantares anuais, mais o jantar de Natal para maiores de 60. Rondão de Almeida usa a expressão "as minhas obras", invoca-as como a razão para votações na ordem dos 60 a 70% que tem registado em sucessivas eleições autárquicas. Mas garante que não gosta de unanimismos: "Fico satisfeito por, de quando em quando, encontrar uma pessoa que me olha de lado."
"Não têm aqui um presidente, mas um colega"

"Vaidoso, eu?! Só se for porque gosto de vestir um casaco amarelo de vez em quando!" O presidente da Câmara de Elvas não gosta do tema de dar o nome a equipamentos e marcar cada inauguração com uma placa. Diz que é coisa "dos de Lisboa" e dos media. Que registar as inaugurações é "normal" e faz-se em todo o País. E já quanto a dar título a obras, afirma que não o consentiu durante três mandatos, até ter aberto um precedente que depois se repetiu. Sempre a pedido - "Não fui eu que quis dar o meu nome aos equipamentos."
No PS é tido como um autarca- -modelo, Vasco Pulido Valente apontou-o como um exemplo de narcisismo no poder local. Responde que não lhe cabe comentar a primeira. Da segunda, que lhe rendeu "uns votos", "as pessoas daqui não gostaram". Ao que acrescenta um decidido "nós é que sabemos."
José António Rondão de Almeida nasceu em Elvas há 64 anos. Ainda muito jovem sofreu um acidente grave. Diz que lhe deu resistência: "Quem atura dois anos numa cama, engessado, atura muita coisa. Tenho uma capa de gesso grande em cima de mim."
Com o 12.º ano, fez carreira na administração pública. Reformou--se no início dos anos 90, voltou a Elvas e candidatou-se à câmara, ganhando a autarquia ao PSD. Primeira tarefa: resolver a dívida da autarquia. A oposição sustenta que o conseguiu. "Em termos de gestão financeira é uma pessoa que controla muito bem os dinheiros públicos e que aproveitou bem os fundos europeus. Elvas deve ser das poucas câmaras do País que têm dinheiro a prazo, está nas actas, uns cinco milhões de euros", diz Eurico Candeias, vereador do PSD.
Em Elvas há quem não queira falar ou dar o nome, argumentando que ali "quem não está com o presidente está contra ele". Rondão de Almeida rejeita. "Os munícipes não têm aqui um presidente, têm aqui um colega" - e tira do bolso um pequeno bloco de notas, onde vai apontando pedidos e sugestões dos eleitores que se lhe dirigem na rua."Simpático" ou "afável" são adjectivos que se repetem entre os habitantes da cidade. Quem já se cruzou com ele como adversário político destaca outra faceta: "Quem entre em guerra política com ele tem de ser para 'matar'. Se ele ficar só 'ferido', entra a 'matar' de volta."
Susete Francisco in Diário de Notícias .

(Em primeiro lugar as desculpas pelo largo édito de hoje, mas há dias em que Elvas polula de temas.)
depois de repetidamente exposta no blogue Câmara dos Comuns (link), foi a denúncia da (pseudo) lixeira que se criou junto à Rua Domingos Lavadinho na Cidade Jardim. O CDS-PP faz uma conferência de imprensa, denúncia o caso e expõe o crime ambiental (talvez até de invasão de propriedade privada) do qual o Palácio do Regedor é o principal culpado, pois ali deposita, ainda que provisoriamente, os restos da "poda" que realiza naquela zona. A Rádio Elvas procura então ouvir os responsáveis municipais, e, ao oscultar o Vereador Vintém este começa atacando politicamente o CDS-PP e acaba reconhecendo a responsabilidade do caso. Está de parabéns o CDS-PP Elvense, pois acredito que rapidamente esta situação será solucionada, mas teme este Velho Conselheiro que estejamos perante o recomeçar da guerra de comunicados, papeletas e acusações ocas.
Ouro da Cidade a Rui Nabeiro. Já este Velho Conselheiro propôs repetidamente que sejam tiradas do armário as condecorações municipais e entregues a várias figuras públicas. Quanto ao Comendador, e, parafraseando o Regedor, todos os Elvenses o sentem como cidadão de Elvas e lhe reconhecem o muito que este tem feito por Elvas. Recordo que em 2005, no início desta aventura blogosférica, e numa das primeiras excursões fora das muralhas, o Zé de Mello visitou Campo Maior e dedicou um édito ao empresário campomaiorense, que mereceu a aprovação do mesmo, e em que solicitava a rápida clonagem do mesmo. (ver aqui).Para aqueles que duvidam da realidade desta Eurocidade, ficam estes dois registos.
Também o Jornal Expresso deste sábado tem como destaque nas páginas centrais do 1º caderno a relação dos Elvenses com Badajoz, onde se regista ainda uma mini entrevista a Luis de la Mancorra sobre a Eurocidade e a opinião de João Alves e Almeida onde este faz uma retrospectiva histórica destas relações no último século, rematando com: "Hoje, Espanha evoluiu econ´nomica e socialmente de tal forma que, numa Europa sem fronteiras, estamos desejosos que «nuestros hermanos» nos "invadam" diariamente com os seus imponentes charutos cubanos e montados nos seus carros descapotáveis.»
Este Velho Conselheiro saúda a nova fonte de informação e deseja os maiores êxitos a este novo projecto.
É esta uma das chamadas de 1ª página no diário de Badajoz, Hoy (link), de hoje.
Elvas, una visita a 'Rondao-City'
Mientras Portugal vuelve a sumirse en una histórica angustia existencial, la villa fronteriza vive un periodo de optimismo liderado por su alcalde
J. R. ALONSO DE LA TORRE/HOY
Portugal crece con lentitud. Tras la Expo y el Europeo de fútbol, el país parece haber recobrado su estado favorito: la angustia existencial: «Sabemos quiénes somos y de dónde venimos, ¿pero adónde vamos?» La saudade política retoma su espacio tradicional en el imaginario colectivo luso. Tras el rey Don Sebastián y los grandes conquistadores, ahora le toca el turno al dictador Antonio de Oliveira Salazar.

El fundador del llamado Estado Novo es el protagonista de cuatro de los diez libros más vendidos en el país. Su figura dictatorial lidera un concurso televisivo de la RTP llamado 'Os grandes portugueses', donde el otro político más votado es el histórico líder comunista Álvaro Cunhal, de nuevo el padre enérgico, duro, casi tirano.
Hay sin embargo una isla en este panorama de ambiente crítico e hipotermia colectiva. Y está ahí, en La Frontera, a un paso de Badajoz, justo tras cruzar el paso de Caia, el más transitado de la Raya (8.669 vehículos diarios en 2004). Se trata de Elvas, ciudad a la que no sería descabellado llamar Rondao-City.
El párking y la Pantoja
Cuando uno llega a Elvas se percata de que José Rondao debe de ser un personaje de cierta importancia. Vas conduciendo y las señales te orientan hacia el párking subterráneo José Rondao. En los paneles callejeros se anuncian las actuaciones de Dulce Pontes, de la Pantoja, de Carreira, cantante portugués de primera fila... Todos ellos actúan en el Coliseo José Rondao.
¿Pero quién es este personaje de La Frontera en cuya memoria se construyen los más modernos equipamientos urbanos de Elvas? Pues es su alcalde, José Rondao, un tipo especial, carismático, de melena blanca tupida y sedosa y personalidad acusada, que preside la Cámara Municipal de Elvas desde 1993.
José Antonio Rondao Almeida es hijo de campesinos alentejanos y se caracteriza por una cojera elegante que se produjo a los 20 años, jugando en el Barreiros, equipo de la Primera División portuguesa. Ha sido varias veces el alcalde más votado de Portugal (más del 70% de los sufragios) y su despacho oficial es un laberinto de siete puertas por donde entran y salen secretarias, un escenario perfecto para un vodevil francés.
A los 17 años asombraba a su pueblo al ser fichado por un equipo de campanillas y al regresar a casa volvía a asombrar ganando las lecciones municipales.
Rondao supo entender que aquella Elvas que vivía fundamentalmente de la agricultura se acababa con la entrada en la Unión Europea. El sector servicios creció y dio empleo al 45% de la población activa. Pero al desaparecer la frontera, hubo un bajón en los servicios y Elvas se abrió al sector industrial sin descuidar el comercio, donde Rondao se convirtió en el último mohicano que hace frente a las grandes superficies comerciales, que pugnan por instalarse en Elvas, pero Quijote Rondao sólo deja abrir supermercados del tipo Pagapouco o Lidl.
Plaza fuerte
Elvas es el típico ejemplo de ciudad que le debe lo mejor y lo peor a La Frontera. Las asechanzas del enemigo español fueron la causa de sus penas, pero también la convirtieron en una plaza fuerte de primera magnitud, y las hordas compradoras extremeñas propulsaron su despegue económico. Paseando por Elvas se palpa un leve bajón comercial, contrarrestado por un auge del ocio: noches juveniles atrayentes, nuevos hoteles de lujo, magnífico coliseo...
Rondao-City mantiene también su tirón gastronómico. Sigue especializada en el marisco, ostentando desde hace años el honorífico título de ciudad de interior con más marisquerías de Portugal. Aunque su encanto fundamental a la hora de comer sigue siendo encontrar restaurantes poco famosos donde sólo almuercen portugueses como el Sao Domingos, en la parte baja del casco viejo, con sus sabrosas raciones para tres, sus sopas caseras por poco más de un euro y sus precios de antes.
Obviamente são os Directores destas emissoras que decidem aquilo que os ouvintes recebem nos seus receptores ou através das suas emissões online.
Porque é que a Rádio Elvas, líder de audiências no concelho, nos seus noticiários ou no seu sitio electrónico não efectuou qualquer referência à última Assembleia Municipal realizada na última segunda-feira?Porque é que a Renascença Elvas, após a sessão pública, ouviu o Regedor e não o Presidente da Mesa da Assembleia que é o autarca responsável por aquele organismo, que, digo-o mais uma vez, está mal tratado devido à lei eleitoral?








