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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 21.10.09


A Ameixa de Elvas, é o fruto da cultivar Prunus domestica, da variedade “Rainha Cláudia Verde”.

Actualmente esta Denominação de Origem Protegida obriga a que a ameixa seja produzida de acordo com as regras estipuladas no caderno de especificações, o qual inclui, designadamente, as condições de produção, de condução dos pomares, de colheita dos frutos e de secagem ou de transformação e de acondicionamento do produto. A rotulagem deve cumprir os requisitos da legislação em vigor mencionando também a Denominação de Origem. A Ameixa de Elvas deve ostentar a marca de certificação aposta pela respectiva entidade certificadora.

Comercialmente só pode apresentar-se devidamente acondicionada em materiais próprios e préembalada, sob a forma de:
• Ameixas frescas - frutos frescos da categoria Extra ou I devidamente embalados e rotulados;
• Passas - ameixa seca ao sol ou em câmaras próprias, apresentada em embalagem de origem devidamente rotulada;
• Confitadas (escorrida, em calda ou com cobertura) - ameixa transformada segundo métodos tradicionais, apresentada em embalagem de origem, devidamente rotulada. Tradicionalmente estas embalagens eram redondas ou quadradas, muito bem decoradas e forradas de papel recortado.

Infelizmente para a economia do Concelho, a empresa certificadora está sediada em Estremoz.

Do ponto de vista histórico, a Ameixa d´Elvas, conhecida na região como abrunho, terá tido origem em França. O nome de Rainha Cláudia (1499-1524), foi-lhe dado em honra da filha de Ana da Bretanha e de Luís XII, a Duquesa da Britânia, que se tornou na primeira mulher do rei Francisco I de França.

A receita das Ameixas de Conserva fazia parte do receituário do Convento de Nossa Senhora da Consolação ou das Dominicanas, em Elvas. Fundado em 1528 foi extinguido em 1861.

A indústria da ameixa confitada teve o seu início em 1834 com José Guerra, com a fundação da Fábrica José da Conceição Guerra & Irmão, em Elvas.
A fábrica a vapor, um dos progressos do século XIX, produzia frutas em conserva de açúcar, especialmente ameixa, mas também se dedicava à preparação de azeitonas verdes.
Em 1894 fundou a fábrica a vapor de Sopa Juliana, a única então existente em Portugal.
A qualidade dos seus produtos era reconhecida no país e internacionalmente, o que lhes valeu 47 grands prix, 147 medalhas de ouro, para além de medalhas de prata, num total de cerca de 203 prémios. As ameixas eram comercializadas em caixa de cartão circulares, com um grafismo apurado, em que constavam as medalhas com que haviam sido agraciados, muito ao gosto do final do século XIX. Existiram várias outras fábricas, como dissemos no post anterior, mas a grande maioria já deixou de laborar.

As caixas de feitio oval, forradas manualmente a papel com um predomínio de temas alentejanos, continuam a ser produzidas pela empresa Pina & Martins, Lda..

A empresa "Frutas Doces", em Elvas, foi fundada em 1919 por Manuel Candeias e em 1970 a firma passou para o seu afilhado, Mário Renato da Conceição. Em 1999, foi o seu filho Luís Silveirinha da Conceição que tomou conta do negócio.

Também a APPACDM (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental), de Elvas, continua a fabricar as célebres Ameixas d’Elvas.

Normalmente as ameixas são comercializadas em caixas de cartão ou madeira, redondas e rectangulares. Para as ameixas em calda, usam-se boiões de vidro com tampas cobertas com arrendado de pano, ou, tampas metálicas correntes.

Já lá vai o tempo em que às caixas se associava a arte do papel recortado, que felizmente tem nos artesãos locais os dignos continuadores.

TODOS SOMOS ELVAS!!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.7.09
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Coze-se o bacalhau, deixa-se arrefecer, tiram-se as peles e as espinhas e desfia-se. Num tacho põe-se um pouco de óleo a cobrir o fundo, deita-se o bacalhau desfiado e deixa-se refogar, depois de refogado deita-se a batata palha e envolve-se muito bem, num recipiente à parte batem-se muito bem os ovos, que por fim vão mistura-se com a batata palha e o bacalhau, tempera-se com sal e pimenta a gosto.


TODOS SOMOS ELVAS!!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.8.08
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Ingredientes:
15 gemas de ovos
15 claras de ovos
600 gr açúcar
1 lt leite
150 gr farinha s/fermento
1 pau de canela
1 casca de limão
canela moída q.b.
Confecção:
Bater as gemas com o açúcar até obter um creme fofo. Dissolva á parte 150gr de farinha com o leite previamente fervido com o pau de canela e casca de limão, junte ao leite o creme de gemas e açúcar mexendo sempre e bem.Leve a lume brando a engrossar mexendo para não pegar, deixe engrossar até ver o fundo do tacho. Bata as claras em castelo juntando-as ao preparado acima referido com cuidado; deixe esfriar um pouco. Num prato de barro deite o doce em porções desencontradas, polvilhe com canela em pó, leve a coser em forno muito quente; ao coser o doce deverá abrir gretas .

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.3.08
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Ingredientes:

1.5 de borrego (parte da perna)
Batatas (qb)
2 Cebolas
3 Dentes de alho
Noz-moscada
Vinho branco Alentejano
Salsa
2 Folhas de louro
Cravinho
Pimenta
Sal
Azeite Alentejano
Pimentão de Flor


Modo de Preparação:

Num recipiente de barro, coloca-se o azeite e umas rodelas de cebola (no fundo). Coloca-se a perna do borrego, as batatas (inteiras) e sal (qb). Por cima pica-se os dentes de alho, a cebola às rodelas, a salsa inteira, pimenta, cravinho, noz-moscada, as folhas de louro, pimentão de flor e pedaços de margarina. Rega-se com vinho branco e um pouco de água para fazer o molho. Vai ao forno a assar.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.12.07
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6 pessoas: 2 kg de cação (12 postas) 6 dentes de alho,1 folha de louro, 2 dl de azeite, 2 colheres de sopa de farinha, 1 colher de sopa de pimentão, colorau, 2 colheres de sopa de vinagre, 1 molho de coentros, sal e pimenta, água a ferver.

Preparação
Pica-se o alho muito miudinho e frita-se rapidamente no azeite com o louro e um molhinho de coentros. Junta-se o peixe previamente arranjado e temperado com sal grosso, e deixa-se dourar de ambos os lados em lume forte. Numa tigela, mistura-se o colorau com o vinagre, a farinha, a pimenta e um copinho de água. Rega-se o cação com esta mistura e volta a lume brando, sacudindo levemente o tacho, para cozer a farinha. Acrescenta-se água a ferver (cerca de 1 litro) e coentros picados. Deixa-se ferver tudo durante 3 minutos e serve-se imediatamente sobre fatias finas de pão duro.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.8.07
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Ingredientes:








  • 500g de feijão verde


Para o polme:









  • 100g de farinha




  • 1 ovo




  • 1 colher de sopa de cebola picada




  • Sal e pimenta


Preparação:





Retiram-se as pontas e os fios ao feijão verde e coze-se em água temperada com sal. Deita-se a farinha num recipiente e dissolve-se com água suficiente para obter um polme nem muito líquido nem muito espesso. Adiciona-se o ovo e a cebola muito bem picada e tempera-se com sal e pimenta. Passam-se as vagens de feijão, duas a duas, pelo polme, e fritam-se em óleo bem quente, até estarem douradas. Escorrem-se sobre papel absorvente.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 13.7.07
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Ingredientes:




  • 3 dentes de alho

  • 1 colher e meia de sopa de sal grosso

  • 3 colheres de sopa de azeite

  • 4 colheres de sopa de vinagre

  • 2 tomates maduros

  • 1/2 pepino

  • 1/2 pimento

  • óregãos

  • 200 g de pão duro

  • pimenta


Confecção:
Num almofariz pise os dentes de alho com o sal de modo a obter uma pasta.Coloque esta no fundo de uma terrina, regue com o azeite e o vinagre e tempere com pimenta.Reduza um tomate a puré e junte-o à mistura anterior.Corte o tomate e o pepino restante em quadradinhos e o pimento em tirinhas e deite na terrina.Regue com litro e meio de água gelada.Polvilhe com óregãos e rectifique o sal.Por fim junte o pão cortado em quadradinhos e sirva 15 minutos depois.Acompanhe o gaspacho com peixe frito, fatias de presunto ou rodelas de paio.

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