Mostrar mensagens com a etiqueta REGIÃO ALENTEJO. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta REGIÃO ALENTEJO. Mostrar todas as mensagens
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.11.10


A Entidade Regional de Turismo do Alentejo vai ser o único representante de Portugal a conquistar, nesta segunda-feira, 8, um Global Award na World Travel Market, em Londres, uma das maiores feiras mundiais do sector turístico.
O presidente da Turismo do Alentejo, António Ceia da Silva, disse que o galardão visa distinguir o Alentejo como "o melhor destino turístico interno", no que respeita a Portugal, e é entregue numa cerimónia na abertura do certame.
"Obviamente, sentimo-nos muito satisfeitos, porque há de facto uma retribuição pelo trabalho desenvolvido, mas, ao mesmo tempo, é também uma enorme responsabilidade para o futuro", congratulou-se Ceia da Silva.
Destacando que a World Travel Market (WTM), que decorre até quinta-feira, é "a maior e melhor feira de turismo do mundo", o responsável pela Entidade Regional de Turismo (ERT) afiançou que, através do Alentejo, Portugal "fica muito bem representado".
"É o único prémio que Portugal irá receber este ano. Sentimos muita honra em representar Portugal nesta atribuição. O Alentejo merece, os alentejanos merecem e aqueles que trabalham no turismo há muitos anos merecem esta distinção", frisou.


TODOS SOMOS ELVAS!!
2010 ANO DA EUROCIDADE
Share/Bookmark

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 27.7.10

Logo em 27 de Maio de 1992, quando na Ponte de Ajuda – Olivença se procedeu à assinatura do protocolo de colaboração entre a Extremadura e o Alentejo, os mais atentos puderam perceber que dificilmente teria eficácia uma parceria cujos parceiros não estavam em pé de igualdade.


De facto, quando o Presidente da CCDR Alentejo, então o Dr. Carmelo Aires, assinava o documento em representação do seu ministro, não lhe podia garantir a mesma dignidade que o então Presidente da Junta de Extremadura – Juan Carlos Ibarra ali colocava. O primeiro assumia-se como um funcionário às ordens do poder centralista de Lisboa, enquanto que o segundo falava em nome de todos os extremenhos, sustentado no facto de ser o presidente eleito do governo autonómico de uma região espanhola.

Era um tempo em que os responsáveis locais dos diferentes órgãos descentralizados do estado necessitavam de autorização superior para atravessarem a fronteira, o que originava sempre uma de três situações: os parceiros extremenhos deslocavam-se a Elvas, Portalegre ou Évora, não se concretizava o encontro necessário ou, o que era mais corrente, o funcionário atravessava a fronteira como se a deslocação fosse turística.

Ainda assim, fruto de inúmeras boas-vontades e do crescimento dos que viam no derrubar das fronteiras um desafio para os territórios para quem as ditaduras de Salazar e de Franco haviam destinado os mais baixos patamares de desenvolvimento dos respectivos países, a cooperação foi avançando.

Para quantos há muito haviam percebido que Badajoz, Cáceres, Mérida, Elvas, Portalegre e Évora estavam muito mais próximas entre si (e não falo só em quilometragens) do que cada uma delas com Madrid e/ou com Lisboa, para os que viam a Raia como uma oportunidade de atingirem os patamares de bem estar que sempre lhes foram negados, o tempo era de estreitar distâncias, de romper as fronteiras que se lhes foram colocando ao longo de séculos e que não eram, longe disso, apenas as fronteiras geopolíticas.

E assim fomos abrindo caminhos, como diz o poeta, caminhando. Em 1994 na Ponte de Alcântara era a CCDR do Centro a firmar protocolo idêntico com a Extremadura.

Os trabalhadores, os homens e mulheres da raia, já há muito haviam eleito a zona raiana como ponto de união e a fronteira como mero obstáculo imposto de longe e que era preciso contornar.
Fora assim nos tempos das ditaduras sempre que foi necessário esconder e apoiar as vítimas da guerra civil e os defensores da república espanhola, fora assim, sempre, quando a fome de um e outro lado da raia impunha a passagem sofrida por trilhos da noite com os carregamentos de café, de carnes e outros produtos, era agora assim, de novo, para quantos passavam a fronteira para procurarem no “Valle del Jerte” ou nas “Vegas del Guadiana” o trabalho que no Alentejo lhes fora negado com a destruição da Reforma Agrária.

A realidade nos campos, vilas e cidades do Alentejo e da Extremadura em articulação com a vontade dos organismos de cooperação internacional criados nos seio da União Europeia onde os dois estados se integraram foi tornando “mais natural” o fim das fronteiras políticas e, mesmo os organismos oficiais foram “fazendo caminho” sob as politicas desenvolvidas pela Associação das Regiões de Fronteira da Europa – a ARFE.

Constituíram-se Comunidades de Trabalho, criaram-se Gabinetes de Iniciativa Transfronteiriça, desenharam-se e executaram-se projectos comuns a duas ou mais regiões e no que ao Alentejo diz respeito estimulou-se uma estratégia de cooperação assente em três eixos principais: a cooperação territorial, a cooperação temática e a cooperação sectorial.
No âmbito das políticas europeias de coesão territorial aprendemos a conhecer-nos e a programar e executar politicas que rompiam as fronteiras (já não as fronteiras politicas) ainda existentes: as fronteiras culturais e linguísticas, as fronteiras do desenvolvimento desigual existente de cada um dos lados da raia.

Os trabalhadores e trabalhadoras e o seu movimento sindical estiveram sempre na linha de frente desse caminhar. Aos seminários e encontros temáticos oficiais (onde sempre participaram) juntavam o trabalho transfronteiriço na Extremadura e no Alentejo em defesa dos trabalhadores fronteiriços, prestavam apoio aos “temporeros” nos campos extremenhos e aos médicos e enfermeiros que vinham para Portugal, aos camionistas que utilizam as vias transfronteiriças, aos muitos outros que semanalmente se deslocam num caminhar entre o trabalho e a família.

Para que tal fosse possível foram assinados protocolos entre os sindicatos alentejanos e extremenhos através dos quais se garantia apoio sem restrições aos associados que passavam “a fronteira” para trabalhar e, depois constituída uma estrutura de direcção sindical transfronteiriça – O Conselho Sindical Inter Regional Alentejo/Extremadura que foi, durante anos, a única organização transfronteiriça legalmente existente.

Muitos dos Municípios do Alentejo e da Extremadura têm hoje projectos comuns. Termos como euro-região, euro-cidade, comunidade de trabalho e outros, fazem parte não apenas do nosso vocabulário nas do nosso quotidiano e, a 21 de Setembro último, na Casa das Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão, uma instalação que é um bom exemplo das politicas de cooperação transfronteiriça, foi assinado o protocolo de constituição da Euro Região Alentejo-Centro-Extremadura a EUROACE.

A constituição da EUROACE pressupõe um novo passo no caminho, sem barreiras, que se quer percorrer. Não tendo personalidade jurídica a EUROACE possui estrutura orgânica e será presidida rotativamente por cada um dos territórios que o integram sendo o seu primeiro presidente D. Guilhermo Vara, Presidente da Junta de Extremadura.

Tendo como objectivo fomentar a cooperação transfronteiriça e inter-regional entre as três Regiões que a compõem pretende actuar prioritariamente nas áreas que entende como fundamentais: agricultura, recursos naturais e ambiente; protecção civil, desenvolvimento local e ordenamento do território; competitividade regional, inovação e desenvolvimento tecnológico; energia, transportes e comunicações; património, cultura e turismo; educação, formação e emprego; juventude e desporto; saúde e serviços sociais.

Os trabalhadores e trabalhadoras de um e de outro lado da “fronteira” e os seus sindicatos estão, por tudo quanto fizeram, em perfeitas condições para assumirem uma postura de apoio à construção de novas formas de cooperação mas também, porque o trabalho feito lhes dá essa autoridade, para reivindicarem novos patamares de cooperação.

Como já o era em 1992, é agora absolutamente necessário que os diferentes parceiros não se situem em patamares de poder e representatividade muito diferentes.
Não é expectável um funcionamento e crescimento regulares se de um lado se sentar um poder real e legitimado pelo voto popular e do outro um corpo de funcionários de um poder distante que, por mais vontade e disponibilidade que possuam, nunca poderão sentir-se como iguais nesta parceria.
A criação da EUROACE junta-se assim às outras muitas razões que tornam imperioso dotar as diferentes regiões e em particular o Alentejo de uma estrutura de poder legitimado pelo voto e com competências próprias: a Região Administrativa ALENTEJO.

A hora é de mudança. São cada vez mais as razões que a justificam.

Diogo Serra em Alentejano do Norte

TODOS SOMOS ELVAS!!2010 ANO DA EUROCIDADEShare/Bookmark

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.6.10
Etiquetas:

Carlos Beato, Presidente do Município de Grândola foi eleito novo Presidente do Conselho da Região do Alentejo.

O Conselho Regional, órgão consultivo criado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA) é representativo dos vários interesses e entidades relevantes da Região.

De entre as competências do Conselho da Região destacam-se a emissão de pareceres sobre o plano de actividades, orçamento e relatório de actividades da CCDRA, dar opinião sobre os projectos de relevância nacional a instalar na região, bem como acompanhar todas as actividades da CCDR, pronunciando-se sobre elas quando considerar útil e oportuno.

Integram o Conselho Regional os Presidentes das Câmaras Municipais, representantes das Freguesias e representantes de diversas entidades regionais.

Desta lista vencedora, além de Carlos Beato, constam ainda como Vice-Presidente José Maria Figueira, Presidente do Município de Vendas Novas, como secretário Vítor Frutuoso, Presidente da Câmara de Marvão e dela fazem parte a Universidade de Évora, a Entidade Regional de Turismo do Alentejo, a Confederação da Indústria Portuguesa e a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses.

TODOS SOMOS ELVAS!!
2010 ANO DA EUROCIDADE
Share/Bookmark

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.5.10
Etiquetas:


A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, liderada pelo PSD, não demonstrou solidariedade pelo desenvolvimento, não de Elvas, mas do Norte Alentejano, pela construção da linha de Alta Velocidade.

Porque continuam os políticos, os Elvenses incluídos, a olhar para o desenvolvimento regional tendo em conta as suas próprias "quintinhas"!

Será que Campo Maior não terá repercussões com a chegada do TGV? Ou será que Portalegre a meia hora de Elvas não ganha com a estação internacional do Caia?

E porquê Elvas continua a chorar pela instalação em Portalegre da Escola de Hotelaria e Turismo? Não serve essa escola toda a região Alentejo e em especial o Norte Alentejano, onde estamos incluídos?

Este Velho Conselheiro, obviamente gostaria que todos os serviços públicos a criar num futuro no Alentejo viessem para Elvas, mas temos que aprender a olhar para uma região Alentejo e pensar que só unindo os esforços de todos poderá a região afirmar-se no contexto nacional. Sedes de serviços em Amareleja são bons para o Alentejo, instalação de campos de golfe no Alqueva ou nas Alpedreiras são bons para o Alentejo.

Há ainda que pensar que numa região quase desértica como a nossa, haverá localidades que se transformarão em aldeias, outras que serão pequenas cidades, e aí Elvas terá que se afirmar económica, cultural e socialmente como referência no Norte Alentejano, enquanto a futura capital, Évora, será sempre uma cidade de média dimensão europeia que afirmando-se nacional e internacionalmente promocionará o Alentejo.

TODOS SOMOS ELVAS!!
2010 ANO DA EUROCIDADE
Share/Bookmark

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.5.10


"Não tem lógica ter hoje uma linha de TGV que para no interior do Alentejo." - Miguel Relvas, porta-voz do PSD.


Obrigado ao Sr. Relvas por explicar a visão social democrata sobre a coesão e cooperação nacional numa visão centralista!

TODOS SOMOS ELVAS!!
2010 ANO DA EUROCIDADE
Share/Bookmark

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.3.10
Etiquetas: ,


Na edição da passada 2ª feira o Regedor foi entrevistado pelo Diário do Sul, sublinhando que a regionalizaç
ão é urgente para o desenvolvimento do Alentejo. De um único Alentejo!

"Já há muito tempo que o Alentejo devia ter pugnado pela regionalização, ‘batendo-se’ mais por todas as questões e princípios que levem á regionalização. Mas, o que, infelizmente, ainda domina é a cultura da divisão que provem, talvez, das divisões territoriais em freguesias, concelhos e distritos. Daí que uns defendam um bocadinho do Baixo Alentejo, outros do Norte Alentejano, etc.. Ou seja, mesmo pensando em regionalização, o alentejano sente ainda alguma dificuldade em se rever em todo o Alentejo, quando a expressão que o define e identifica não é alentejano do Alentejo Central ou do Baixo Alentejo. É alentejano!"

Quanto ao Concelho destacamos as seguintes passagens:

"Como sabe é ao poder central que cabem grande parte das competências nessa vertente, mas desde há 3 ou 4 anos que a legislação dá uma abertura ao Poder Local para ‘invadir’ a área social. Estou certo que a CME é também aqui uma referência pelo conjunto programas que tem implementado, mas, acima de tudo, pelo que considero ser o maior investimento que fizemos na vertente social - os equipamentos. Única e exclusivamente com o orçamento da CME, equipámos todos as freguesias rurais com creches, centros de dia, centros de convívio e lares. E, por outro lado, dentro da sede de concelho, estão a decorrer duas grandes obras: um lar para deficientes e um complexo que vai dispor de um centro para acamados, um lar e uma creche."

"A CME dá a todas as crianças do concelho um bónus de nascimento de 500 euros para o enxoval e um subsídio de aleitamento de 70 euros no decorrer do primeiro ano de vida. Por outro lado, entendemos que todas as crianças do concelho têm direito a passar 15 dias por ano na praia. Às crianças de famílias carenciadas, a Câmara proporciona essas férias num parque de campismo na Lagoa de Santo André, onde montou um conjunto de tendas-restaurante e um conjunto de tendas-atliê. Mais, os jovens á procura do 1º emprego são, em grande parte, os que ajudam a acompanhar estas crianças na praia e nas actividades de ocupação de tempos livres nas escolas do 1º ciclo que, neste concelho, nunca fecham durante os períodos de férias. Assim os pais, fora do período de aulas podem ir trabalhar descansados porque, embora não hajam actividades curriculares, as crianças estão integradas noutras actividades de ocupação de tempos livres."

"Quando assumi a presidência ‘herdei’ um quadro de pessoal com 400 pessoas. Hoje só temos 200 e poucos funcionários, o que, em 16 anos equivale a uma redução gradual e estruturada de 50 por cento. E isto só foi possível fazendo concessões de alguns serviços, que tinham muito pessoal, a operadores privados. Um exemplo disso é o cemitério, outro é a concessão da exploração da água em ‘alta’, estamos a fazer o mesmo no fornecimento da água em ‘baixa’ e, brevemente, pode vir a ser a gestão dos espaços verdes e a recolha e tratamento de resíduos sólidos."

Já antes o dissemos e voltamos a dizer Rond
ão Almeida seria um belíssimo Presidente da Regi
ão Administrativa do Alentejo!

TODOS SOMOS ELVAS!!
2010 ANO DA EUROCIDADE
Share/Bookmark

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.2.10

Surge um novo portal no Alentejo, O Povo do Sul, um projeto do estremocense Telmo Coelho, que aposta num em disponibilizar uma série de meios e informações sobre este povo a sul.




Entretanto o portal Tudoben.com, "made in Elvas", apresenta uma nova imagem, mais fresca, "clean" e contemporânea.

Mantêm as suas secções, mas nota-se uma aposta na informação online com destaque para o Alentejo.


TODOS SOMOS ELVAS!!
2010 ANO DA EUROCIDADE

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 16.12.09
Etiquetas:


Na continuação do édito de ontem, olhamos hoje para a futura realidade do aeroporto do Alentejo, em Beja, que segundo anunciou ontem a deputada Paula Vitorino, após a visita à estrutura aeroportuária, deverá começar a operar em Setembro'10.


Ainda em declarações ao Público, a mesma deputada e antiga secretaria de Estado dos Transportes, que visitou Elvas em multiplas ocasiões, disse "“A crise mundial que se vive e as consequências que a mesma tem tido nos três eixos de desenvolvimento previstos para o mesmo” realçou Ana Vitorino, referindo-se à componente turística potenciada por Alqueva – até ao momento não arrancou um único dos vários projectos previstos para a área envolvente da albufeira – a produção de produtos agrícolas frescos e a instalação de infraestruras de manutenção de aeronaves – onde também não são conhecidos quaisquer empreendimentos, nem de operadores interessados a utilizar o aeroporto de Beja.

A Ryanair empresa que opera na área de “low-cost” e da qual chegaram a circular informações que davam conta do seu interesse em instalar-se na capital baixo alentejana, está apostada em instalar-se no aeroporto de Badajoz, apesar das dificuldades de entendimento com a Junta Regional da Extremadura. A empresa irlandesa admite que com quatro voos semanais para cidades europeias, poderiam entrar, ao longo do ano, mais de 250.000 passageiros na província espanhola que faz fronteira com o Alentejo e até onde se estende a albufeira de Alqueva.

TODOS SOMOS ELVAS!!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.10.09


Elvas vai contar com uma extensão do Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo.

Foi entregue esta semana o projeto na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, resultando do consenso obtido entre diversos parceiros regionais relevantes no quadro do Sistema de Ciência e Tecnologia, nomeadamente agregando numa parceria bastante alargada, as instituições de Ensino Superior, nomeadamente a Universidade de Évora, o Instituto Politécnico de Beja, o Instituto Politécnico de Portalegre e o Instituto Politécnico de Santarém, Centros Tecnológicos de Investigação e Conhecimento, Laboratório Nacional de Energia e Geologia, a Agência de Desenvolvimento Regional, Autarquias e Empresas.

Segundo Alfredo Barroso, Presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, este projeto "pretende a criação de locais de implantação empresarial onde irão convergir os saberes mais especializados, a informação de mercado mais pertinente, um ambiente de negócios organizado potenciador da fixação de Recursos Humanos altamente qualificados, constituindo-se como Centro de Excelência em I&D e Inovação e agregando Incubadoras de Base Tecnológica e Incubadoras de Ideias, Espaços de interatividade entre empresas, ensino, investigação e desenvolvimento, e Espaços privilegiados de experimentação e demonstração".

Este Parque irá ficar sediado em Évora devido à sua centralidade regional e a localização da Universidade, onde se concentrarão as instalações (laboratórios/observatórios, salas e oficinas tecnológicas de apoio a estes laboratórios) e equipamentos mais pesados, de uso comum. No entanto, esta estrutura será complementada com a criação de pólos temáticos dispersos por outras cidades, em função das competências já existentes a nível local e/ou a desenvolver, sendo criados pólos em Beja, Portalegre e Santarém, com extensões muito específicas em Elvas, Nisa, Sines e Moura.

TODOS SOMOS ELVAS!!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.7.09


Outro concelho alentejano, suma-se a Elvas e a Évora, com a cobertura da sua Praça de Touros. O novo Coliseu de Redondo, com capacidade para 3000 pessoas, ocupa uma área de 2000m2 contando com uma cobertura não amovível.


O imovel, com mais de 50 anos, sofreu uma requalificação que custou 2,7 milhões de euros e reabriu no sábado passado com uma Gala de Fado.

TODOS SOMOS ELVAS!!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.5.09


Já aqui anteriormente este Velho Conselheiro se referiu à necessidade de encontrar uma toponimia para as 4 avenidas que conformam a Circular à Cidade.


Assim, entre a rotunda da Fonte Nova e a rotunda do Estádio de Atletismo, teremos um primeiro troço, seguindo-se outro até à Av. da Boa-Fé e Av. da Europa. Do lado norte da Cidade, entre o Parque da Fonte da Prata até à nova rotunda da Estrada de Portalegre teremos o 3º tramo, que apartir daí, e em direcção ao Aqueduto completa a Circular, constituíndo o 4º tramo. 

Em Outubro'08 lançámos aqui o tema da toponimia para estes troços e hoje queremos retomá-la com uma proposta que nos atrevemos a considerar poderia ser uma escolha acertada para um dos troços desta Circular a Elvas.

Dentro em breve, no nosso país, teremos uma região política e administrativa que pode significar uma mudança de actuação de políticas de estado, aproximando-as e fazendo-as proximas dos eleitores.

Uma avenida denominada do Alentejo é um signo de identidade e de pertença que certamente aos Elvenses não lhes levantaria oposição para uma destas artérias primordiais de circulação viária na Cidade.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.4.09


Em princípio, este agrupamento vai designar-se AECT-Guadiana Central e tem como objectivo facilitar e promover a cooperação transfronteiriça, cooperação transeuropeia e a cooperação inter-regional entre os seus membros, exclusivamente, no intuito de reforçar a coesão económica e social no território da União Europeia.

Olhando para o mapa da futura Euroregião Alentejo/Extremadura, a constituir entre a Junta da Extremadura e a CCDR Alentejo, passam a existir na zona três redes de cooperação transfronteiriça, faltando apenas que a capital desta Euroregião, a Eurocidade Elvas/Badajoz seja uma realidade, faltando, como é público, vontade política ao Alcalde de Badajoz para se criar este AECT.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.3.09

Foi no passado dia 22 de Fevereiro que a SIC retransmitiu o documentario da BBB "Cork: Forest in a Bottle" - Cortiça: a floresta numa garrafa.

Se perdeu esta peça fica a indicação do link para ver ou revê-la, para além da peça jornalistica que a SIC elaborou em Vila Boim e Vila Fernando sobre a dita reportagem britanica:


edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 26.1.09


Ao longo de mais de três anos várias têm sido as aportações que este Velho Conselheiro tem aqui expressado sobre o desenvolvimento de Elvas enquanto Cidade e pólo urbano raiano.
Algumas das sugestões e conselhos aqui deixados são comungados pelo Palácio do Regedor, outras ou estão em estudo ou em fase de projecto, havendo outras que ainda são consideradas absurdas.
A mais publicitada e esplanada tem sido a Eurocidade Elvas / Badajoz, seguindo os passos de Chaves e Verín, e de outras cidades europeias que desta forma, para além de garantirem financiamentos europeus apartir de 2013, seria a forma de afirmar a malha urbana transfronteiriça elvense no coração do eixo Madrid - Lisboa.

Também nesse eixo ibérico a reestruturação urbana do Caia no coração da Eurocidade e nas proximidades da Plataforma Logistica, como pólo central do espaço transfronteiriço alentejano e extremenho. A falta de empenho pela autarquia, o abandono a que está votado, a inoperância da junta de freguesia, e a não existência de um projecto de futuro para aquele espaço só pode significar cegueira. O Caia é uma questão complexa porque num pequeno espaço existem diversas jurisdições, que isoladas entulham o desenvolvimento daquele que se deveria transformar num pólo residencial de excelência. Em conjunto e de forma concertada deveria existir no Caia habitação social e de prestigio em co-existência, conjuntamente com um núcleo hoteleiro que deveria concorrer directamente com o outro lado da fronteira. O local ideal para colocar a futura sede do organismo conjunto da Eurocidade, num edificio desenhado para o efeito e marca territorial unida a um corredor verde entre o lado norte e sul do Caia.

Uma Elvas de conhecimento, uma Cidade capital nos estudos ibéricos com a criação de um Gabinete, formado pelas Universidades lusas e espanholas; uma cidade de investigação ponteira a nível mundial (que já o foi) em materias agronómicas; uma cidade em que já existem condiçoes de acolhimento de grandes eventos cientificos e que deve promocionar-se junto das comunidades cientificas ibéricas de forma a atrair mais eventos e a localização de empresas de "research" ponteiros na UE.

A nível da região Alentejo, Elvas pode e deve empreender desde já um caminho que a situe como a segunda cidade da região, atraindo investimentos, acima mencionados, e aproveitando a sua posição estratégica, tirar o maior usufruto quer da linha TGV de passageiros quer da ligação ferroviária a Sines e ao seu porto, a linha de fronteira deve ser uma valor vendível a nível estratégico para as empresas, impulsionando uma estreita ligação a Évora, futura capital regional. Também urge uma nova ligação viária a Campo Maior, pois a existente já demonstrou ter um traçado perigoso, para além da reclamada circunvalação sul entre o Morgadinho e Sitio do Paraíso.

No contexto histórico e patrimonial é necessário um plano de estratégia global integrado também na vertente de usufruto e aproveitamento turístico, que torne o Centro Histórico num espaço de vivência quotidiana das populações e não apenas um espaço museologico. A criação de condições, iniciada pelo Palácio do Regedor nos últimos anos, deve ser reforçada, quer criando medidas fiscais de incentivo à fixação de jovens famílias, reforçando os espaços de fruíção pública, contrariando o fluxo de saída de população do Centro do burgo. Os circuitos pedonais e interpretativos da monumentalidade das Fortificaçoes Elvenses, entre as Portas de Olivença e da Esquina, o já anunciado Centro Interpretativo de Elvas, a abertura ao público da Torre Fernandina, a circulação real do comboio turístico, e a sua articulação com os pontos cruciais de monumentalidade da Cidade são objectivos que o Regedor deve contemplar no seu plano de acção.

No plano social muito se tem feito nos últimos anos pelo Palácio mas falta ainda tornar Elvas numa Cidade e num Concelho atractivo para os mais jovens e isso só se consegue tornando Elvas atractiva para as empresas.

São tempos de reagir e elevar mais alto o nosso orgulho raiano e Elvense, pois todos somos chamados a co-ajudar na ardua tarefa de tornar Elvas numa Cidade do século XXI.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.1.09


Ora aqui uma notícia que orgulha todos os Elvenses, desde o Regedor ao mais humilde servidor: Elvas acolhe ao final deste ano a XXV Cimeira Luso-Espanhola! Recordemos que aqui ao lado em Badajoz já se realizou esta cimeira em Novembro de 2006, e que agora cabe a vez a este lado do Caia receber os Chefes de Governo de Portugal e Espanha.

Como cidade raiana e verdadeira Eurocidade ibérica para além de celebrar o anúncio de Elvas como local do próximo encontro temos que olhar para o que de Zamora saiu que diz respeito a Elvas.

O primeiro comentário vai para o investimento tranfronteiriço de 180 milhões de euros entre este ano e 2010, muito dinheiro para alguns projectos em que Elvas está já empenhada. Também a criação do Centro de Investigação de Energias Renováveis em Badajoz, cujo Presidente será o presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis, António Sá da Costa. O compromisso de continuar esta rede de centros de excelência, iniciado com a criação do Centro de Nanotecnologia de Braga, e anunciando que o próximo será localizado no Alentejo. E diz este Velho Conselheiro porque não em Elvas?!

Também o ensino das línguas patrias foi discutido,assindando o Ministério da Educação português e a Junta da Extremadura um memorando de entendimento para a introdução do Português como língua Estrangeira de opção curricular no sistema educativo daquela comunidade autónoma espanhola. Em Elvas quase todos os habitantes são bilingues e é agradavel ver que o esforço contrário começa a dar frutos. Como última nota, e como aqui anunciamos recentemente a Estação Internacional do TGV Elvas/Badajoz, localizada no Caia, terá o seu terminal de passageiros em território de Badajoz enquanto o terminal de cargas ficará terrenos de Elvas. Qualquer dos terminais será acessível dos dois lados do Caia e estará em funcionamento em 2013.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.12.08

4

Foi anunciado este semana a construção de um novo Centro de Hemodiálise no Norte do Alentejo, a ser construido em Portalegre, num acordo firmado entre a autarquia portalegrense e a Fundação Renal Portuguesa, num investimento de 2 milhões e 500 mil euros.


Com esta nova unidade de saúde os insuficientes renais que necessitem deste equipamento já não estarão sujeitos a constantes e incomodas deslocações até aos grandes centros urbanos do litoral luso.


Mais importante que o valor do investimento e a melhoria susbstancial que da qualidade de vida de muitos Elvenses.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.12.08


Tendo como pano de fundo a recém criada Região de Turismo do Alentejo, o deputado municipal e líder norte alentejano do Bloco de Esquerda, Luís Pedras, escreve uma crónica sobre as suas preocupações sobre o futuro do Alentejo e/ou sobre a regionalização de despacho que o Governo da Nação tem posto em practica nos últimos anos.


Pode ler-se: "O PS, do alto da sua maioria absoluta, está a montar uma reorganização territorial quase no segredo dos deuses. Porquê? Perguntamos nós! Tem isto alguma coisa a ver com a implantação do chamados Projectos de Interesse Nacional? Tem isto alguma coisa a ver com a redistribuição de lugares tenentes (não são meros tachos) de controlo económico e político do país? "


Todo a crónica aqui.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.11.08

Recentemente o Presidente da Junta da Extremadura reuniu-se com o Governo da Nação para apresentar a proposta da criação de uma Euroregião Extremadura / Alentejo / Centro.

Recordemos que um acordo internacional deste género já existe entre o Norte de Portugal e a Galiza, onde se incluí a Eurocidade Chaves / Verín, e que se prepara para usufruir de 97 milhões de euros.

É a hora de toda a região Alentejo e a Extremadura avançarem para esta realidade, e urge que Elvas e Badajoz se criem como Capital desta futura Euroregião, avançado em direcção à criação da Eurocidade.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.11.08


Várias e repetidas vezes já chamou este Velho Conselheiro a atenção para a urgência da criação e promoção nacional e além fronteiras da marca ELVAS.

Quem não tem visibilidade não existe. E Elvas, cidade, produtos, comércio e serviços não existem!

Um plano de marketing institucional, criando uma imagem forte, à qual se uniriam empresas e produtos locais, é à muito urgente para dar uma vida renovada à Cidade que cada vez tem menos empresários de sucesso, menos visitantes e imensas potencialidades!

Fica o conselho ao Palácio para esta urgência, recordada recentemente pelas novas associações empresariais.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 16.10.08

Foi apresentado esta semana, e em várias entregas, a proposta de lei do Orçamento de Estado para 2009, que seguirá agora para votação na Assembleia da República. Interessa pois analisar as verbas que o Governo da Nação se propõe distribuir pelo nosso concelho.

Directamente para os cofres do Palácio do Regedor entrarão 7 835 509€ provenientes do Fundo Equilibrio Financeiro destinados aos gastos com pessoal e despesa corrente, bem como para as atribuições delegadas nos municípios. Note-se que o concelho de Elvas té o segundo que mais recebe do distrito.

Das grandes opções da politica do Ministério das Obras Públicas encontramos que são atribuidas verbas à ligação ferroviária Sines/Caia bem como ao projecto de alta velocidade, embora estas últimas continuem adjudicadas mais um ano a estudos e projectos. Quanto à Plataforma Multimodal do Caia não encontrou este Velho Conselheiro uma única linha.

Quanto ao Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central, vulgo PIDDAC, para o ano de 2009 e para o concelho, este é contemplado com a Construção do Estabelecimento Prisional em Vila Fernando com 1 250 000€, prevendo-se para 2010/12 um investimento de 23 750 000€

No Alentejo destacamos ainda as obras de beneficiação na Escola da GNR em Portalegre que receberão 433 000€, a requalificação dos Parques Judiciários do Alentejo com uma quantia de 2 083 334€, Desenvolvimento da sociedade de Informação na região com um orçamento para 2009 de 36 000€, enquanto a Rede Comunitária do Distrito de Évora recebe 100 000€. O CCDR do Alentejo recebe para as obras nas suas instalações 70 000€, e a Adm. Hidrografica Regional receberá 250 000€ para a sua instalação no terreno. Já a nível de acções locais a cargos de autarquias destaque para a Recuperação e reabilitação do Centro Tradicional de Grandola contemplada com 100 000€, a Operação de Revitalização do Centro Histórico de Avis, com 18 240€. As obras no Colégio e Igreja de S. Sebastião em Portalegre com um orçamento de 95 360€ e para Alegrete, ainda naquele concelho, vão 23 794€ para o Plano de Acção daquela vila. A Capital da Região receberá, por vias do Polis, 300 000€ e a sua Univerdidade, na cosntrução do Polos dos Leões, 2 333 333€. No litoral alentejano o Plano de Ordenamento da Costa e praias contará com 175 000€e o Plano Litoral com 1 134 313€ e o Geopark com 75 000€, o Palno de Ordenamento do Território, 150 000€ e o Plano de Marketing Regional contará com 40 000€, que passarão a 253 250€ em 2010/12. A saúde na região verá nascer ou ser reabilitados os Centros de Saúde em Mourão, Arraiolos, Montemor-o-Novo, Redondo, Portel, Vila Viçosa, Sines, Para além deste valores referir que o QREN da região será brindada com 10 000 000€.

Para além destes números poderá o concelho receber outros investimentos estatais de acordo com os programas pontuais que os vários ministérios tenham previstos para Elvas, sendo os valores atrás apresentados aqueles que o Governo da Nação se propõe investir na nossa terra.

Fica a questão : Plataforma Multimodal - não há!?!?

Search