edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.4.06
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Já todos os partidos políticos na oposição ao Governo da Nação visitaram a Maternidade Mariana Martins numa demonstração de preocupação pelos anseios de parte da população elvense ou simplesmente aproveitando a onda para utiliza-la como arma de arremesso contra o Primeiro Ministro.
Após as várias mudanças de estratégia verificadas ao longo do tempo por parte do Partido Socialista local, e obviamente do Regedor, foi pela voz do candidato à presidência da Federação Distrital do PS, Taveira Pinto, que alguém deste quadrante defende a manutenção deste serviço de saúde no concelho.
Os Movimentos Pró-Maternidade unidos vão levar a efeito uma vigília frente a este serviço na noite de dia 24 para 25 de Abril, noite que recorda as importante mudanças que tiveram lugar nessa data em 1974.
Porque nunca é tarde para lutar pela justiça, pelos valores e ideais que julgamos serem os acertados, desde este espaço, lanço o desafio aos co-conselheiros, anónimos e leitores do blogue para que passem pela Maternidade nessa noite na esperança que na aurora de uma manhã vindoura se ouça a música que há-de permitir aos elvenses nascer no seu torrão natal.
Todos somos Elvas!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 18.4.06
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Até este dia ainda não consegui perceber quais são os contornos do contrato/protocolo que o Palácio do Regedor quer estabelecer com "empresa reconhecida do ramo" da morte.
Por quanto tempo é celebrado dito contrato? etc e tal...
Quem me explica?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 17.4.06
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Neste dia dedicado a Sto. Aniceto quero deixar alguns destaques de aqui e ali:

Da Caixa postal:
«Já deve fazer quase dois meses que escrevi sobre o tema em "assunto". Foi dada alguma publicidade ao tema, não só aí, como no Linhas de Elvas. O assunto mereceu alguma atenção. Mas já alguém fez alguma coisa para a pretendida publicidade na auto-estrada? Já a Câmara, o Turismo (de Portalegre), fez alguma diligência junto da Brisa? ( se é que é a Brisa?).
Há uns que não querem que se faça propaganda de Elvas e outros, os de cá, que não se importam!!!...

Manuel Guerra» (relativo ao édito de 25 de Janeiro - "Vê-los Passar"

Dos Comentários deixados no blogue:
«Anônimo disse...
Ó Elvas ò ElvasBadajoz à vista....VEXA não quer querer que neste post há razões que a sua razão desconhece.
Sábado, Abril 01, 2006 1:48:32 AM »

Uma imagem de Elvas:

Da internet:

«Há anos, confesso, que vou em trabalho - contrariado - ao Parlamento, felizmente apenas por altura do Orçamento de Estado. E há anos que deixei de respeitar a larga maioria dos deputados, cujo nível de qualificação tem baixado de legislatura para legislatura, porque, além de duvidar da eficácia e qualidade do seu alegado trabalho de gabinete, no plenário as intervenções são de uma pobreza atroz, já para nem falar da má-criação para com os sucessivos governos e a falta de respeito entre eles próprios.» Luís Ferreira Lopes - Editor de Economia da SIC - leia mais

Blogosfera Elvense:

A Conselheira Xanu reestreia blogue: http://lugar-encantado.blogspot.com/

Também o conselheiro Sabino traz à blogosfera os seus escritos: http://londelakayno.blogspot.com/
Outro estreante é o Agrupamento de Escolas nº 1 de Elvas que já tem um blogue: http://assimsecresce.blogspot.com/
http://paroquiaselvas.no.sapo.pt/index.htm é o espaço internet das Paróquias de Elvas

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 13.4.06
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Que interesse partidário, ou outro, tem o Regedor para negar-se a colaborar na defesa da cidade conjuntamente com o Movimento Pró-Maternidade?

Orgulhosamente só no Palácio ou Movimentos autístas?
Que pensam os Elvenses?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.4.06
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A comunidade dominicana feminina estabeleceu-se em Elvas cerca de 1528, construindo aí um convento, próximo do centro dos poderes político, administrativo e religioso.
Apesar de funcionar desde a década de 20, só foi incorporada na Província em 1540, como atesta o Capítulo de Lisboa. Nesse mesmo ano deverá ter sido demolida a Ermida da Madalena (originalmente Templária). Em seu lugar julga-se ter sido construída, em 1543, a actual igreja de Nossa Senhora da Consolação, cujas obras terminaram cerca de 1557.

Em 1599 foi comprada uma parcela do terreno para a ampliação da Capela-mor da Sé.
Mais tarde, nos anos de 1659 e 1676 foram feitas obras na igreja – azulejo e pintura de brutesco, respectivamente.
Em 1722 dourou-se a capela do lado do Evangelho, conforme está na inscrição que nele se encontra.
Após a extinção das ordens religiosas, o convento foi deixado à acção do tempo e demolido em 1888, por questões urbanísticas.
Já no século XX foi classificada Monumento Nacional e sofreu, no decorrer do século, inúmeras intervenções por parte da DGEMN.
Destaca-se o portal da fachada principal, que se assemelha a outros portais do primeiro renascimento português, no Sul do país; de mármore, com arco de volta perfeita, enquadrado por um par de pilastras que suportam o entablamento, subrepojado por medalhão circular, com uma cruz florenciada de Avis (que pretendia representar o escudo das armas dominicanas). Nos cantos, dois bustos masculinos, com a representação do “Velho e do Novo”.
A simetria do edifício é descaracterizada pelos anexos e volumes irregulares que compõem as fachadas, fruto de consecutivas demolições que sofreu o convento no decorrer do século XIX.
Na cobertura, sobre o zimbório, destaca-se, no topo, o lanternim, centrado em relação à planta da igreja.
A sua planta é centralizada octogonal. O espaço interior é dividido em duas partes: o corpo central ou cruzeiro e o deambulatório, separados por oito colunas, uma em cada canto do octógono. Sobre o cruzeiro eleva-se o zimbório com cúpula imponente, de oito gomos e com entrada de luz zenital.
A galeria lateral – deambulatório – é coberta por abóbada de berço, que está a um nível inferior da do corpo central. As capelas encontram-se embutidas em três lados do octógono, formando uma cabeceira tripartida.
A capela-mor, a poente, é de planta rectangular e ligeiramente maior que as capelas que a ladeiam. As suas paredes são lisas, revestidas a azulejos azuis e amarelos de “tapete”; ao centro, um panejamento adamascado e, sobre a mesa do altar, a imagem do Senhor dos Aflitos e de um Pajem de S. Jorge. A cobertura é semi-esférica, dividida em cinco gomos, com decoração renascentista em estuque.
As duas capelas laterais são, de certa forma, idênticas: de planta reentrante e semi-cúpula dividida em cinco gomos. Em cada uma das capelas encontramos um retábulo em talha dourada, cujas especificidades, como os motivos auriculares e concheados e as colunas torsas, os enquadram no Barroco Final, ou seja, nos primeiros 20 anos do século XVIII. Apesar de estas não serem as invocações originais, temos no lado do Evangelho Nossa Senhora da Consolação e, no lado da Epístola, S. Tomás de Aquino.

Das oito colunas, três são diferenciadas: duas com a pia de água benta, em mármore, e outra com o púlpito em ferro forjado, do século XVII.
A pintura de brutesco está presente nas colunas e capitéis com rótulos, fitas e grinaldas e. Na arquitrave acrescenta figurações zoomórifcas, querubins e cartelas com cenas da Bíblia, onde se destaca o Cordeiro Místico.
Os azulejos são de tapete, com laçarias e rosas dispostas de formas diferentes. Na cúpula encontramos um painel com as armas da Ordem de São Domingos.
Como podemos constatar, a igreja que hoje conhecemos não é a original, de pedra e cal. É, isso sim, fruto das várias fases de adaptação de gosto e das concepções tipológicas e eucarísticas, no decorrer dos séculos XVI, XVII e XVIII.
São estas especificidades que tornam esta Igreja de Elvas um caso exemplar, onde vários “tempos” artísticos se mesclam de forma quase perfeita, onde as partes fazem parte de um todo que lhe confere um carácter místico e celeste e que leva, por sua vez, a que seja considerada numa das mais belas jóias da Península Ibérica.
Texto enviado por Rita Vivas.
Veja aqui o filme resultado deste trabalho académico

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.4.06
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Na placa que identifica a obra em curso no antigo Hospital da Misericórdia, em pleno centro da cidade, pode ler-se "Museu de Arte Contemporania"!

É certo que até este Velho Conselheiro tem aqui escritu alguns erros de bom português, mas que uma placa ofecial da responsabelidade do Menistério da Cultura e do Paláceo do Rigedor apresente este erro parace-me bem mais grave!

Fica aqui a chamada de atenção a quem de direito desta situação que nos foi relatada pelo nosso Conselheiro Helder Sabino.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 10.4.06
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Durante um mês perguntamos aos visitantes deste blogue:
"Como classifica o exercicio das forças politicas na oposição no Palácio do Regedor e na Assembleia Municipal?"
As respostas dadas registaram o seguinte resultado:
Resta uma pergunta a este Velho Conselheiro: De quem é a culpa?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 7.4.06
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A noticia: http://www.cm-elvas.pt/noticias/combatentes.htm

Definições:

Segundo o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora:

  • substantivo masculino; extensão de terreno, em geral com muro ou grades à volta, onde se cultivam plantas de adorno e que se localiza num espaço público ou privado, podendo estar dependente ou não de uma habitação; região fértil e de culturas variadas;

Segundo o Palácio do Regedor:

  • Campo de terra batida, com canteiros de betão armado e passadeira em betão para em cerimónias anuais não se sujarem sapatos.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.4.06
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Com o fim à vista das Regiões de Turismo, agrada a este Velho Conselheiro ver a sua cidade no novo sitio electrónico do Instituto do Turismo (também ele a extinguir em breve!) e da Associação Nacional de Regiões de Turismo!

Fica o registo e o orgulho de ver Elvas promovido a nivel nacional!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.4.06
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Uma das áreas estratégicas do Palácio do Regedor é a cultura, em que para além da Candidatura das Fortificações a Património Mundial está a levar a cabo um investimento financeiro na construção e museolização de várias áreas: Arte Moderna, Ruralidade e Arqueologia.
Ora nestes últimas semanas descobriu este Velho Conselheiro que Elvas poderia ter tido um museu único dedicado em exclusivo aos Cordofones Portugueses.

A Colecção de 407 instrumentos de corda exclusivamente portugueses, representativo de toda a geografia nacional, bem como todo os outros materiais anexos foram rejeitados pelo Palácio do Regedor, aquando da apresentação da proposta de dotar Elvas de um museu vivo e dinamico, em que os instrumentos não seriam peças de aparato mas sim disponibilizadas aos tocadores e músicos o seu contacto com peças únicas. O projecto complementava-se com uma escola de construção de "guitarras", Escola de Música, Fonoteca com discos de 78rpm, vinis, bobines varias, minidiscs, etc..
Segundo o Cor. José Lucio Ribeiro de Almeida, que chegou a leccionar em Elvas, e em cujo curriculum constam 4 livros editados sobre o tema, 5 discos e vários programas de rádio e TV, tentou por várias vezes chegar a concensos com os poderes locais mas tal nunca foi possível.
Fica o registo de uma hipotese cultural que nos passou frente ao nariz e a qual enxotamos!
Mais informações em: www.jose-lucio.com ou www.museu-joselucio.8m.net

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.4.06
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Através do blogue RRElvas, sabemos que estão neste momento a melhorar as condições das instalações locais do emissor regional da Rádio Renascença Elvas, será por solidariedade que o sitio electrónico da mesma está em manutenção desde Janeiro?

A segunda duvida prende-se com as opiniões expressas naquele blogue. São elas opiniões pessoais do autor do blogue ou reflectem a a linha editorial da Renascença Elvas?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.4.06
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Situado junto à Igreja da Ordem Terceira de S. Domingos, foi um dos principais conventos de Elvas, tendo sido fundado em 1526 apartir da doação de D. Margarida Pereira e D. Joana de Brito e entregue às Freiras Xabregas de Sta. Clara, entrando em ruína no sec. XIX até que é entregue pela Arquiocese de Évora à Madre Isabel da SS. Trindade, fundadora das Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres. O edifício conventual sofreu durante o séc. XX várias obras para adaptação ao recolhimento da congregação, bem como para as dependências da sua escola infantil.
Contudo a Igreja de N. Sra. Da Conceição permanece quase intocada. O exterior de aspecto simples é ramatado por frontão decorado com painel da pietá encimado por cruz de ferro forjado e dois pináculos. A entrada faz-se por duas portas com ombreiras de mármore rematadas por frontão interrompido com cruz e pináculos laterais. Estas portas laterais do templo são uma das características dos templos das Clarissas. Existe, em corpo anexo outra porta que corresponde à portaria conventual.
No interior da igreja, de traçado arquetectónico simples e de uma só nave, encontramos as paredes cobertas de azulejos policromos de 1630/40. A capela mor também com revestimento azulejar, de padrão tapete com 4 paineis de albarradas com as armas dos Farias e Britos, padroeiros desta obra, em no interior do qual estão os seus panteões. O retábulo em talha dourada, também do séc. XVII, com pinturas sobre madeira representando a Adoração de S. Francisco e Sta. Clara N. Senhora. Existe outro altar marmóreo. Ao fundo os coros encerrados por grades, sendo que o baixo se encontra também revestido por azulejos tipo padrão do séc. XVII e ainda no corpo da igreja o pulpito de marmore.

No espaço conventual merece ainda destaque o Antigo Refeitório com restos de várias pinturas murais e a portaria.

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