edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.11.05
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Neste dia dedicado ao S. Martinho quero deixar alguns destaques de aqui e ali:

dos comentários feitos no blogue:
Aos poucos a minha cidade vai morrendo. Falta-nos um loby junto do Poder para recordar as promessas que durante 30 anos se fizeram.`Era necessário desenvolver o interior para reter as populações e evitar a sua desartificação. Lembram-se destas frases pomposas proferidas pelos políticos em tempo de eleições? Não se falava até em ir deslocando os quartéis sediados nas zonas urbanas de Lisboa e Porto para zonas mais desfavorecidas? Claro que os interesses prevaleceram.Saberão o que representa para uma Cidade do interior a existência de um quartel? O seu contributo para a economia local, a fixação de alguns dos militares e familiares nessas povoações, assim como a mais valia que é conseguida com a presença dessas Unidades?E depois, quais carpideiras , lamentam-se do excesso populacional do litoral ...Hipócritas, incompetentes, mentirosos é o mínimo que neste momento posso chamar aos desgovernantes deste País. (Comentário de Fitas Custódio : Sábado, Novembro 05, 2005 5:38:28 PM )


De outros blogues:
Central de Camionagem às moscas do blogue
Coisa Simples e Pequenas


Uma imagem da cidade:



Uma crónica:

A cidade Das Avestruzes

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 10.11.05
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Não tendo este vosso Conselheiro acesso previligiado aos orgão de poder, lancei ontem um édito que versava o mês de Novembro como o mês dedicado ao Teatro no concelho de Elvas.
Acontece que ainda ontem em reunião do executivo municipal foi aprovado o programa.
Assim, fica sem efeito o folhetim de propaganda antes divulgado e deixamos o verdadeiro calendário de actividades teatrais do mês de Novembro!
Mais vale tarde que nunca!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 10.11.05
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Voltamos por terceira vez a ter a Torre "Fernandina" por mote para mais um édito.
Durante os últimos dias em que aproveito para tomar sol debaixo da arborização da Rua da Cadeia, deparei com o mais grave ultraje aos símbolos nacionais, embora que republicanos, que pude observar nos últimos tempos! Algures no tempo houve alguém que hasteou a bandeira nacional na Torre e até hoje não se lembrou de a retirar ou então de a manter em bom estado.
Basta caros co-Conselheiros passar pela Rua da Cadeia e atentamente mirar a torre e ver em que estado está a bandeira da nação! Relembro que a falta de respeito pelos símbolos da nação é punido criminalmente pelo que deixo o apelo ao Palácio do Regedor para que urgentemente reponha uma nova bandeira ou recolha o "trapo" que tem hasteado no alto da Torre e deste modo honre um dos simbolos nacionais!
Para o caso de não haver quem saiba como usar a bandeira nacional no Palácio fica a indicação que o Decreto-Lei 150/87 regula as suas regras gerais. (Assinada pelos então PM Cavaco Silva e pelo PR Mário Soares!).

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.11.05




edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.11.05


"Elvas terá um museu militar

O número das unidades militares a extinguir já está definido e entre elas surgem as referidas na edição de ontem pelo JN, Santarém, Elvas, Figueira da Foz e Trafaria. No entanto, o Exército e o Ministério da Defesa estão a tentar minorar o impacto que o desaparecimento das unidades vai ter nas populações. Aliás, já ontem o presidente da Câmara de Elvas renovou, através da agência Lusa, os protestos veiculadas pelo JN pelo encerramento do regimento, referindo que ia ter uma reunião com o ministro da Defesa. No entanto, segundo fontes do Exército, o quartel de Elvas não vai desaparecer e irá receber um museu militar de grandes dimensões, que irá acolher todo o material pesado com interesse museológico mas que se encontra disperso por vários quartéis e em particular em Santa Margarida. Com efeito, é sabido que o Museu Militar de Lisboa já não tem condições para crescer."

in Jornal de Noticias, edição de 8/11/2005

Não terão os senhores de Lisboa, que nem ministros são!, percebido que o Museu Militar de Lisboa já ajudou o municipio de Elvas a montar um museu militar aproveitando o Forte de Santa Luzia!!!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.11.05
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Tenho hoje que agradecer ao Conselheiro Fitas Custódio que deixou a sua opinião no meu édito de dia 3, bem como elevou a sua voz a nível nacional, levando a que o blogue O Jumento destaca-se a sua angustia, criando um enlace para o nosso blogue, no dia 6 p.p.! É bom que a protestemos e gritemos que as situações de esquecimento e marginalização não se passam só por terras da fraternidade e igualdade, também o Estado ao tomar decisões destas lança cidades como Elvas para o gueto da interioridade e do esquecimento.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 7.11.05

Durante o período eleitoral fiquei surpreso por ver como por parte do Regedor e da sua equipa não saiu uma única proposta válida para o sector do turismo, com excepção daquilo que já se faz no âmbito da possibilidade de classificação das nossas Fortalezas como Património Cultural da Humanidade.
Foi com esta gestão que Elvas abandonou a sua Comissão Municipal de Turismo e se agregou à Região de Turismo de S. Mamede - Norte Alentejano, deixando assim de receber do orçamento de estado os fundos referentes às dormidas no concelho, passando estas a reverter para a entidade regional.
Com esta adesão à RTSM, Elvas abandonou também a sua promoção entregando-a por completo a esta estrutura. Qual é, no momento, o resultado? Ouvi algumas coisas durante a campanha que me pareceram interessantes, outras que não acreditava estar a ouvi-las.
::Quem são os turistas que saiem de férias durante 21 dias, como se disse?
::Não é o Alentejo vendido como um todo, quer pela Agência Regional de Turismo do Alentejo quer pelo Instituto do Turismo Português?
::Não será necessário um investimento maior do Palácio do Regedor nesta área?
Espera-se que a RTSM, cumprindo o plano de acção deste ano instale a sinalética turística, que publique um folheto sobre Elvas, um sobre os nossos monumentos megalíticos, um sobre as Fortalezas e ainda o CD ROM sobre Elvas, conforme se pode ler no seu sitio electrónico!
Quanto à possibilidade de uma estrura transfronteiriça parece-me uma ideia interessante, apesar de inexequível, dado ser a Junta da Extremadura a responsável pelo turismo regional, mas é um ponto de partida para uma forte campanha publicitária junto do nosso maís próximo mercado que é a Extremadura, com 1 milhão de habitantes!
Já me apercebi que estes vêm até cá pela nossa gastronomia, incluíndo nela os mariscos, ou outros ainda pelos atoalhados. Não será este já um isco que deveria ser aprofundado e explorado?
Não deveria ser feito uma aposta municipal neste mercado que é nosso e não dum Norte Alentejano que para os extremenhos não é nada!
Como faze-lo?
Que tal aproveitar as várias feiras temáticas do IFEBA para uma presença digna e não o que se tem feito até aqui?
Que tal aproveitar aproveitar as várias feiras regionais e locais (Feira de Zafra, Festa do Touro de Olivença, Feira de S. Miguel em Cáceres, etc) para levar o nome de Elvas até aos povoados da Extremadura?
Que tal aproveitar os meios de comunicação da Extremadura (jornais, rádios e televisões locais) para promover Elvas como "Cidade Gastrónomica"?
Que tal aproveitar a Feira de Turismo de Almendralejo para divulgar a cidade?
Não me parece que o Regedor seja alguém que espere pelos outros para agir. Então para que esperar por Portalegre, quando há trabalho a nível local a ser desenvolvido?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.11.05
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Se hoje existe Elvas, e permitam-me, um Portugal independente, temos que agradecer a todos os militares que ao longo dos séculos passaram pelas várias instituições militares da cidade. - OBRIGADO!
A Infantaria em Elvas data de 1641 do Terço de Elvas. O Dec. de 24 de Novembro de 1707 vem levantar o Regimento de Infantaria de Elvas. Em 1762, o Regimento é subdividido no 1º Regimento de Infantaria de Elvas e no 2º Regimento de Infantaria de Elvas.
Importa percorrer a História do 2º Regimento de Infantaria de Elvas, pelo motivo da actual Unidade ser a sua percursora. O 2º Regimento de Infantaria de Elvas passou por inúmeras convulsões entre a sua organização, extinção e reorganização, senão vejamos: passados 44 anos da sua denominação passa a designar-se, Dec. de 19 de Maio de 1806, por Regimento de Infantaria N.º 17. Reorganizado em Elvas – Edital de 30 de Setembro de 1808, no Quartel em Montemor-o-Novo, conforme Ordem de 21 de Outubro de 1816, é extinto por Dec. de 5 de Agosto de 1826 e determinado organizar, Ordem de 9 de Abril de 1828, passando a designar-se por 2º Regimento de Infantaria de Elvas, Dec. de 15 de Abril de 1831. Aquartelado em Elvas, por Dec. de 20 de Fevereiro de 1834, retoma a denominação de Regimento de Infantaria N.º 17, para voltar a ser extinto na Convenção de Évora-Monte em 26 de Maio de 1834.
No período de 1840-1842 denomina-se Batalhão de Infantaria N.º 20, para no período de 1842-1899 subir ao escalão de Regimento de Infantaria N.º 4, conforme OE N.º 25 de 1864.
Entre 1899 e 1902 passa a designar-se por Regimento de Caçadores N.º 4, para voltar a descer de escalão, Batalhão de Caçadores N.º 4, até 1911.
Através da OE N.º 12 - 1ª Série – de 1926, é organizado em Elvas o Batalhão de Caçadores N.º 8. Esta Unidade é formada com os 2º e 3º Batalhões do Regimento de Infantaria Nº 22, 2º Batalhão do Regimento de Infantaria Nº 17 e material do 4º Grupo de Metralhadoras.
O Regimento de Infantaria de Elvas, criado a 21 de Março de 1975, é o continuador das tradições e honrosa história do Batalhão de Caçadores Nº 8.
Em 1 de Maio de 1975 recebeu o desactivado Batalhão de Caçadores N.º 1 com a designação de Destacamento de Portalegre do Regimento de Infantaria de Elvas, que em 1 de Janeiro de 1977 foi transformado em Batalhão de Infantaria de Portalegre. Este batalhão é extinto em 30 de Abril de 1979 ficando o Regimento de Infantaria de Elvas fiel depositário do seu património.
Em 14 de Julho de 1993, o Regimento de Infantaria de Elvas passou a designar-se Regimento de Infantaria n.º 8, por despacho do Ministro da Defesa Nacional 72/93, de 30 de Junho de 1993, promulgado no Diário da República 163 2ª Série, de 14 de Julho de 1993.
Serve de Centro de Instrução Nacional e/ou Regional de Condução Auto.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.11.05
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"(...)
O sul do país será também perdedor na reestruturação das unidades territoriais, pois deverá perder três quartéis, em Santarém, Elvas e Trafaria (Almada), enquanto as alterações previstas para as unidades de Estremoz, Abrantes e Carregueira (Queluz) - que será o futuro centro de instrução para o sul do país - vão ficar dependentes da disponibilidade de financiamento, uma questão algo delicado, tendo em conta as restrições orçamentais. Também Beja verá a sua importância minorizada, com a redução da sua componente operacional, enquanto no Norte e Centro do País apenas o quartel da Figueira da Foz deverá ser extinto, passando parte das suas forças para a Póvoa de Varzim.
(...)
Em contrapartida, a transferência do Centro de Instrução de Condução Auto (CICA), em Elvas, para Estremoz, também suscita dúvidas. É que o quartel de Estremoz, onde está instalada uma unidade de Cavalaria, não tem infra-estruturas para instrução auto, o que já não acontece com Elvas, onde estão montados todos os elementos para este tipo de instrução."
Afinal era algo que já se esperava mas em que os elvenses não pensavam. Tal qual a morte: existe mas não se fala nela!
Obviamente no Palácio do Regedor já se saberia de algo pois recordemos as palavras de Rondão Almeida na tomada de posse em que adverte para o adeus a pilares da "personalidade" da cidade: Militares, Maternidade, Polícia, etc...

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.11.05
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Este sindroma que me parece estar chegando ao nosso concelho deixa-me preocupado, precisamente porque acontece poucos dias depois da tomada de posse do Regedor para o seu quarto mandato à frente do municipio, e parecendo este o mais afectado por este sindroma P. Santana L..

Vejamos pois os últimos casos:

Maternidade - durante a campanha ouvi da voz do próprio Regedor que se Elvas ficasse sem este equipamento ele renunciaria ao mandato. Depois das eleições, e como se antecipa pela restruturação dos bens hospitalares, o próprio Regedor vem às radios locais desmentir-se e dar o dito pelo não dito!!!
Este é um sintoma Pedro S. L..!
(não advogo que se demita, tem obra a completar, mas tenha atenção ao que diz. Se tivesse oposição de jeito seria por ai que o iriam atacar!)

Pelouros - Entre as confusões do PSD-PP, ora és vereador ora já não és, ora quem manda aqui sou eu e quero cargo, o Regedor, em entrevista ao Linhas de Elvas, diz ter dois pelouros para a oposição, se for um será a Economia, se for outro será os Cemitérios. Acontece que com o Sindroma P.S. Lopes, afinal não distribui pelouros à oposição!

Pode parecer insignificante mas a politíca faz-se de actos e pelos vistos as palavras leva-as o vento. O segundo sintoma será ver o Regedor com as suas rondonetes passeando pela 24 de Julho elvense. Estarei atento não se vá o Sindroma PSL alargar a outros politicos locais.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.11.05
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Decorridos 250 anos sobre o terramoto de Lisboa, eis que a obra de El-Rey D. José I se prepara para receber o selo da UNESCO. Senão vejamos:
"Segundo o exigido pela Comissão Nacional da
UNESCO, a inclusão na Lista Indicativa Nacional, obedece ao preenchimento de um formulário estabelecido pelo Centro Mundial do Património e exige a justificação sintética, por parte da entidade que propõe a candidatura, do Valor Universal Excepcional do bem a classificar. Este documento, a elaborar em inglês ou em francês, deve apresentar o bem relativamente à sua situação geográfica em coordenadas UTM, à observação dos critérios exigidos pela Convenção Mundial do Património, à análise comparativa com outros bens similares e às garantias de Autenticidade e de Integridade.
No dia 14 de Maio de 2004 foi oficialmente anunciada, na abertura do I Encontro Ibérico sobre a Gestão do Património Mundial, a proposta de inclusão da Baixa Pombalina na Lista Indicativa Nacional, destinada a candidaturas para além de 2006. Esta proposta, elaborada e aprovada por unanimidade por uma comissão interministerial constituída para o efeito pela Comissão Nacional da UNESCO, requer a homologação do Governo. A comissão foi composta por representantes do Instituto Português do Património Arquitectónico, Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, Museu Nacional de Arqueologia, Ordem dos Arquitectos, Comissão Nacional do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios, Comissão Nacional do Conselho Internacional de Museus, Instituto de Conservação da Natureza, Direcção-Geral dos Recursos Florestais, Quercus, Liga para a Protecção da Natureza, Associação Nacional de Municípios Portugueses, Presidência da Câmara Municipal de Évora e pela própria Comissão Nacional da UNESCO.
No dia 16 de Maio de 2004 foi apresentada em Reunião da Câmara Municipal de Lisboa a proposta n.352/2004 pelo Sr. Presidente Dr. Pedro Santana Lopes e pela Sra. Vereadora Maria Eduarda Napoleão. Pretendia-se com esta proposta aprovar o teor do texto do Pedido de Inclusão da Baixa Pombalina na Lista Indicativa Nacional. A proposta foi aprovada por unanimidade em reunião da Câmara em 26 de Maio de 2004. Nessa data, este texto foi tambem denominado de “pré-candidatura” como sinónimo de Pedido de Inclusão Na Lista Indicativa Nacional.
O referido documento foi oficialmente entregue nas versões portuguesa e inglesa, à Comissão Nacional da UNESCO no dia 27 de Maio de 2004.
Ficou assim formalizada, de forma detalhada e articulada segundo os seis critérios de excepcionalidade exigidos para a classificação de bens culturais, o Pedido de Inclusão da Baixa Pombalina na Lista Indicativa Nacional por parte da entidade que promove a candidatura, neste caso a Câmara Municipal de Lisboa.
Em Outubro de 2004 foi formado um Conselho Científico que juntamente com o Coordenador Técnico e um Grupo de Redacção acompanhou a elaboração do dossier final.
O dossier final da Candidatura, na versão em português, foi aprovado por unanimidade em Reunião de Câmara Municipal de Lisboa (Deliberação/Proposta nº 371/2005) no dia 6 de Julho.
No dia 28 de Setembro, a Câmara Municipal de Lisboa, através da Vereação dos Pelouros do Licenciamento Urbanístico e da Reabilitação Urbana, entregou o dossier final em inglês na Comissão Nacional da UNESCO.
Caberá agora a esta Comissão proceder à instrução do processo de candidatura e decidir da oportunidade do registo da sua submissão ao Comité Mundial do Património.
Se este registo for efectuado até 31 de Janeiro de 2006, a decisão final sobre a atribuição desta distinção poderá ocorrer durante o ano de 2007."
Assim decorreu o processo da candidatura de Lisboa e pelo que pude ver até ao momento o seu Dossier de Candidatura está impecavelmente elaborado, em comparação com outros já apresentados à Comissão Nacional da Unesco.
Coimbra também já tem um "rascunho" do seu dossier!
E Elvas?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 1.11.05
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