edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 21.5.10
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Até amanhã ainda estão a tempo os Elvenses de participar neste evento dedicado aos estudantes e jovens do Concelho.

Destaque hoje para o concerto de The Lengendary Tigerman e amanhã para os GNR, dois nomes de dimensão nacional que se junta às bandas de Elvas que têm actuado com sucesso no palco do Rossio de S. Francisco, tendo aí uma oportunidade para demonstrar o seu valor.

Um evento que até ao momento tem sido um êxito, numa aposta forte do Palácio do Regedor, com a colaboração das associações juvenis do Concelho.

Aproveitando esta semana fica aqui o desafio ao Regedor para que crie em Elvas uma Fábrica de Artes Jovens, onde estas bandas possam ter espaços de ensaio, dotando este espaço de salas polivalentes para que nelas os jovens talentos artísticos nas áreas das belas artes, música e outros possam usufruir de condições para desenvolver os seus dotes.

Porque não utilizar as instalações do antigo Conselho de Guerra para esta Fábrica de Artes Jovens!

TODOS SOMOS ELVAS!!
2010 ANO DA EUROCIDADE
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1 comentários:

Manuel Sobreiro disse...

A hipocrisia Camarária “promove” o Património por um lado, enquanto cinicamente o destroi a “lume brando” por outro. Quando todo o Nosso Património Histórico estiver em escombros ou entulhos, então o Pavilhão JARA brilhará em toda a sua plenitude.

E o que é que isto tem a ver com a semana da juventude e os Arcos das Amoreiras?

O Aqueduto foi produzido por um processo que sendo antiquado, apresenta ainda algumas qualidades. Os materiais em que foi construído são fundamentalmente a pedra e a argila como matéria agregante. Para que este tipo de construção se mantenha é fundamental a existência de humidade que lhe é fornecida pela água que passa sobre ele mais a humidade natural. Há construções deste tipo há centenas de anos e que se mantêm de pé. Só que quando foram feitas não existiam fenómenos que hoje existem. As fontes sonoras de elevadas amplitudes e variadas frequências.

Todos nós que já assistimos a algum concerto de música “moderna” sabemos que há determinados sons, que parecem ter a propriedade de nos fazer vibrar a barriga. São os sons graves, de grandes amplitudes e baixíssimas frequências que nos provocam essa sensação.

Como é que os materiais de que é feito o Aqueduto se comportam perante esses sons? E se o agregante (argila) começar a descolar da pedra? Presumo que ninguém queira tão pouco pensar nas consequências.

Este meu comentário foi escrito recorrendo à Autorizada Opinião de um Conselheiro Cultural de José Rondão Almeida e portanto acima de qualquer suspeita política.

O Conselheiro é injinheiro como José Sócrates e portanto acima de qualquer suspeita de incompetência tácnica.

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