edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.5.09
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As muralhas de Elvas ao serviço da industria hoteleira!? 

Assim não, por favor!!

3 comentários:

E o Burro, sou eu? disse...

Apesar de achar que o estacionamento, como espaço vital deveria ser o maior tesouro a ser preservado para manter Elvas como Cidade Viva e não como Centro Morto, neste caso particular acho que uma pequena parte dele deve ser entregue a quem cria emprego e ajudou a recuperar o Centro.

Escandaloso foi o que se passou em frente ao Hotel, a caminho da Cisterna, em que foram usurpados aos cidadãos umas largas dezenas de lugares.

E agora pergunto eu que sou burro?

Se a maior especialista do mundo em património (Françoise Choay)acha que os Centros Históricos devem ser usados e não sacralizados, por que razão nos usurparam os lugares a caminho da Cisterna(N.ª Sr.ª das Dores)?

É assim que querem manter o Centro Vivo?

Dina disse...

Escrito na muralha?
Não existe uma candidatura a património mundial que envolve as muralhas?
De quem foi a ideia e quem a autorizou?

Justiceiro Implacável disse...

O BURRO devia saber que quando o PSD governava o centro histórico estava abandonado, a Praça 25 de Abril tinha carros por todo o lado a tapar a fonte, a rua da cadeia tinha carros amontoados e desordenados e uma bomba de gasolina a poluir os monumentos e a degradar o património. Isto é qie era um centro vivo?

Enfim, tudo a condizer com os outdoors colocados dentro do mesmo Centro Histórico. Mudaram as pessoas nesses partidos, mas o tipo de cabecinha continua a mesma.

Ainda não viram que o actual Presidente não está a sacralizar o Centro Histórico, só está a tentar recuperar aquilo que os seus antecessores deixaram destruir (muralhas, monumentos, Jardim das Laranjeiras, por exemplo) e a tentar que as pessoas respeitem a memória dos seus antepassados.
Para os da má língua, isso é pedir demais! Só lhes interessa o carro estacionado de borla à frente da porta.

Há cidades onde até se defende que os carros nem deviam entrar. Já vi que para esta Câmara não é preciso tanto, porque tem actuado com muito bom senso.

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