
Parece a este Velho Conselheiro que a partidarização duma fraqueza dos empresários locais não deve servir de arma no jogo político, nem deve ser uma associação que nasça do Palácio do Regedor. Cabe a este despertar os elvenses para o imperativo da sua existência, mas não se deve cair na tentação de manipular e exercer pressão sobre os mesmos. A nova associação comercial de Elvas deve ser uma estrutura independente e apartidária, que sirva realmente os interesses dos empreendedores locais, sem pretensões partidárias, megalómanas e centrada no que é essencial ao desenvolvimento económico do Concelho.
Ontem já é história. Elvas necessita hoje dessa associação para preparar o futuro.
O que falta a Elvas enquanto Cidade Comercial?
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