edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 24.10.06
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Tem lugar nos próximos dias 24 e 25 de Novembro a Cimeira Ibérica desta vez na cidade vizinha de Badajoz, onde estarão presentes os chefes de governo de Portugal e Espanha acompanhados por todo o elenco governativo dos dois países.
Da agenda já conhecida desta cimeira destaque para o tema da imigração, esperando-se que seja ainda debatido o ensino das línguas de português e espanhol de um e outro lado da fronteira. Outro dos assuntos será a cooperação científica e tecnológica e a implementação do Centro Tecnológico Ibérico em Braga.

Do lado da Junta da Extremadura e da Alcaldia de Badajoz tentarão ver assumido pelos governos nacionais ibéricos a localização da Estação Internacional do Caia bem como a definição do modelo de gestão das plataformas de Elvas e Badajoz. Estes assuntos interessam também a Elvas e esperamos que as resoluções sejam assumidas numa óptica conjunta e de interesse às duas cidades.

Por questões idiológicas/partídarias o Regedor voltou costas a Badajoz! Ultrapassar os diferentes pontos de visão entre o Regedor e o Alcalde de Badajoz, e, assumir o papel que as duas cidades têm, e que terá que ser cada vez mais assumido por ambos, é também uma meta que espero ver alcançada por altura desta Cimeira Ibérica.

Recordemos ainda as palavras de ontem do Presidente da Junta da Extremadura durante a abertura dos Encontros Ágora, onde estiveram presentes Mário Soares e Felipe Gonçalez, para a proposta a Elvas para a criação da Eurocidade:

Ibarra propone que ciudades como Badajoz o Valencia de Alcántara creen 'euromunicipios' - Hoy 24/10/06

Una red de hermandad europea ( El Periódico Extremadura - 24/10/2006 )
http://blogs.hoy.es/Eurociudad/

8 comentários:

BALUARTE disse...

A postura autista da Câmara Municipal em relação à Eurocidade, bem como a definição de outras políticas estratégicas pode sair bem cara ao desenvolvimento futuro da cidade de Elvas. Num munto em profunda e constante mutação há matérias que não podem ser adiadas ou descuradas sobe pena de dificilmente se conseguirem posteriormente. O desenvolvimento de Elvas esteve sempre condicionado pelo facto de ser um território de fronteira. A existencia de barreiras alfandegárias que condicionavam a livre circulação de mercadorias entre os estados da Europa foi um dos factores que levou à dinamização comercial de Elvas legal e inlegal através do contrabando. O desaparecimento da mesma fronteira colocou em Elvas numa profunda crise já que a uniformização económica resultante da integração europeia permitiu a livre circulação de pessoas e bens. Mas de do primeiro impacto resultaram aspectos negadtivos, o aprofundamento sem precendentes no espaço económico europeu, da integração das duas economias ibéricas abre de facto grande oportunidades de desenvolvimento resiultantes de novas abordagens de interelações territoriais no âmbito da Europa das Regiões. Mais do que territórios cortados artificialmente por barreiras adnnistrativas, conotados com aspectos concorrencias e onde se multuiplicam investimentos e infra -estruturas, perdendo-se sinergias de escala, necessárias em regiões que tradicionalmente são periféricas em relação aos centros urbanos mais importantes dos respectivos países, com indices de desenvolvimento bastante baixos, os novos espaços limitrofes dos estados nacionais da União Europeia, deverão ser espaços de cooperação na busca de uma dimensão económica, infraestrutural e populacional que lhes permita afirmar-se numa Europa de Regiões em que a concorrencia é cada vez mais na procura de canalização de investimentos promotores do seu desenvolvimento.
É neste contexto que se torna importante discutir a formação de Eucrocidades como as de Elvas/Badajoz. Do lado Extremenho já se perceberam que consubstanciando-se uma área metropolitana com cerca de 250.000 habitantes Badajoz poderá afirmar-se na rede urbana espanhola procurando um lugar que ainda não conseguiu alcançar num quadro concorrencial com outras cidades médias espanholas como Salamanca, Burgos, Valladolid.
Do lado Português as entidades locais ainda não perceberam a importância de uma estratégia desta natureza. Por mais investimentos que consigamos canalizar para Elvas, por mais obra que se construa, Elvas isolada não conseguira ter um protagonismo teritorial necessário ao seu desenvolvimento nem no contexto nacional, nem no contexto regional cada vez mais adquirindo esse protagonismo adquirido por Évora. Sem este protagonismo territorial sem essa aquisição de uma dimensão média que permita comandar o desenvolvimento concelhio a regressão económica, social e demográfica continuará a ser uma realidade.
Para ambas as cidades é necessária e conveniente esta projecção de escala territorial e económica. Para tal há que pensar as duas cidades. Ter uma visão estratégica comum para as duas cidades, no contexto destas novas oportunidades que são as eurocidades.
Não interessa muultiplicar investimentos em infra-estruturas de um e outro lado destes espaços urbanos, interessa sim concertar, no âmbito dos programas comunitários o que construir, que caminho a seguir em área como as novas tecnologias da informação e comunicação, formação profissional (entre outras)por forma a que estes dois territórios consigam adquirir a competitividade necessária que garanta a atracção de investimentos estruturantes capazes de promoverem conjuntamente um desenvolvimento sustentável de toda a região promotor de uma coesão entre o económico, o social e o ambiente.

BALUARTE disse...

A postura autista da Câmara Municipal em relação à Euro cidade, bem como a definição de outras políticas estratégicas pode sair bem cara ao desenvolvimento futuro da cidade de Elvas.
Num mundo em profunda e constante mutação há matérias que não podem ser adiadas ou descuradas sobe pena de dificilmente se conseguirem posteriormente.
O desenvolvimento de Elvas esteve sempre condicionado pelo facto de ser um território de fronteira. A existência de barreiras alfandegárias que condicionavam a livre circulação de mercadorias entre os estados da Europa foi um dos factores que levou à dinamização comercial de Elvas, legal e ilegalmente, através do contrabando.
O desaparecimento da mesma fronteira colocou em Elvas numa profunda crise já que a uniformização económica resultante da integração europeia permitiu a livre circulação de pessoas e bens. Se do primeiro impacto resultaram aspectos negativos, o aprofundamento sem precedentes no espaço económico europeu, da integração das duas economias ibéricas, abriu grandes oportunidades de desenvolvimento resultantes de novas abordagens de inter elações territoriais no âmbito da Europa das Regiões.
Mais do que territórios cortados artificialmente por barreiras administrativas, conotados com aspectos concorrências e onde se multiplicam investimentos e infra -estruturas, e se perdem sinergias de escala, necessárias em regiões que tradicionalmente são periféricas em relação aos centros urbanos mais importantes dos respectivos países, com índices de desenvolvimento bastante baixos; os novos espaços limítrofes dos estados nacionais da União Europeia deverão ser áreas de cooperação na busca de uma dimensão económica, infraestrutural e populacional que lhes permita afirmar-se numa Europa de Regiões em que a concorrência é cada vez maior na procura de canalização de investimentos promotores do seu desenvolvimento.
É neste contexto que se torna importante discutir a formação de Eucrocidades como as de Elvas/Badajoz.
Do lado Extremenho já se perceberam que consubstanciando-se uma área metropolitana com cerca de 250.000 habitantes Badajoz poderá afirmar-se na rede urbana espanhola procurando um lugar que ainda não conseguiu alcançar num quadro concorrencial com outras cidades médias espanholas como Salamanca, Burgos, Valladolid.
É neste contexto que se torna importante discutir a formação de Eucrocidades como as de Elvas/Badajoz.
Do lado Extremenho já se perceberam que consubstanciando-se uma área metropolitana com cerca de 250.000 habitantes Badajoz poderá afirmar-se na rede urbana espanhola procurando um lugar que ainda não conseguiu alcançar num quadro concorrencial com outras cidades médias espanholas como Salamanca, Burgos, Valladolid.
Do lado Português as entidades locais ainda não perceberam a importância de uma estratégia desta natureza. Por mais investimentos que consigamos canalizar para Elvas, por mais obra que se construa, Elvas isolada não conseguira ter um protagonismo territorial necessário ao seu desenvolvimento nem no contexto nacional, nem no contexto regional cada vez mais adquirindo esse protagonismo adquirido por Évora.
Sem este protagonismo territorial sem a aquisição de uma dimensão média que permita comandar o desenvolvimento concelhio, a regressão económica, social e demográfica continuará a ser uma realidade.
Para ambas as cidades é necessária e conveniente esta projecção de escala territorial e económica.
Para tal há que pensar as duas cidades. Ter uma visão estratégica comum para as duas cidades, no contexto destas novas oportunidades que são as euro cidades.
Não interessa multiplicar investimentos em infra-estruturas de um e outro lado destes espaços urbanos, mas sim concertar, no âmbito dos programas comunitários, o que construir, que caminho a seguir em área como as novas tecnologias da informação e comunicação, formação profissional (entre outras) para que estes dois territórios consigam adquirir a competitividade necessária que garanta a atracção de investimentos estruturantes capazes de promoverem conjuntamente um desenvolvimento sustentável de toda a região, promotor de uma coesão entre o económico, o social e o ambiental.
(Nota: era de dificl leitura, e como foi escrito em 5 minutos havia acertos a fazer)

zedemilho disse...

Em Elvas temos por cá cada vez mais idiotas.
Pelos vistos os 29% que querem ser espanhóis estão entre nós. De há muito se diz que de Espanha nem bom vento nem bom casamento. Badajoz-Elvas? Por favor...
Nas mãos dos «simpáticos» espanhóis seríamos carne para canhão.
Quantas empresas portuguesas conseguem vingar em Espanha? E o inverso? Está na hora de abrir um pouco a pestana. O Governo de Madrid só apoiaria uma anexação (e atenção que não escrevo fusão) serviria para reclamar de Bruxelas mais uns milhões para investir no actual lado de lá da fronteira com a intenção de melhorar o território ibérico.

Cada vez que vou ao antigo Prica vejo a forma displicente e arrogante como nos tratam (por isso vou cada vez menos). Querem os nossos euros e a qualidade de serviço fica para prestar entre eles. Falta-me pouco para a reforma pelo que vou ficar aqui à espera do TGV, porque senão dava o salto para a Suiça, isso sim é um país a sério, ainda para mais sem idiotas.

PS 1 (tradução para o Noddy quer dizer post script): Muito interessante a reacção do «boneco animado», só lhe faltou ir atirar pedras para os cantos da carreira... um mimo!
PS 2: Como suspeitava, o teu amigo já encheu a semana passada o pasquim de anúncios do dono e tu vais cantar: Abram linhas... ups digo abram alas ao Noddy... para a tua rua! Por mim ficavas mudo para sempre, a rádio pimba conseguiu finalmente subir um milímetro na minha consideração, têm aquilo no sítio. O resto da consideração, só quando o vinagre sair do meu despertador e substituir pai e filho que bem podem ir fazer relatos do Varche e Benfica com o Sporting do Olho de Porco, na sala de estar lá de casa. Ámen

rosamaria disse...

Eurocidade/elvas badajoz = empregos + salários + direito a dupla nacionalidade e pagar menos impostos?
É isso que quer dizer??
O euro portugês passará a ter o mesmo valor que o euro espanhol?
Vamos acabar com as comemorações das batalhas das linhas de Elvas?
Esquecer a História?
Vamos ser todos diferentes e todos iguais?
Que bom... finalmente Portugal voltará a ser Espanhol...
Batam palmas
Eu não estou reformada, mas continuo num emprego sem trabalho por conta dum governo que simplesmente me impede de trabalhar à quatro meses.Mas ainda assim vou ficar, não à espera do TGV mas quero ver a EUROCIDADE...
ElVAS / BADAJOZ
ver as lindas Cidades unificadas e felizes para sempre....

BALUARTE disse...

Meu caro Zédemilho todos respeitando plenamente a sua opinião. Só não necessita de ser ofensivo. Quando estava a falar de idiotas de certo estava a falar da apotações de ideias que penso que sejam construtivas para melhorar o futuro de uma cidade cada vez mais arredada dos grandes ciclos de progresso e desenvolvimento.
Como idiota dei algumas ideias de futuro, gostaria que o senhor "zedemilho" fosse tanto ou mais idiota do que eu e nos aportasse ideias de futuro que é o principal objectivo deste BLOG, penso!
Sou tanto ou mais nacionalista do que o senhor, pelo que me integro, nos 73% dos portugueses que querem Portugal um país independente (já agora permita que o corrija não são 29% mas 27% os portugueses que referiram no semanário SOL que queriam essa integração), mas só que não me apoio em chavões e estereótipos que curiosamente foram criados num contexto ditatorial em que os dois paises ibéricos estiveram mergulhados durante aproximadamente quarenta anos, e que serviram propandisticamente para desenvolver faxismos nacionalistas que privaram de liberdade e isolaram Portugal e Espanha um dos principais factores que condicionaram durante décadas o desenvolvimento destes países.
Só daquelas pessoas que não tem medo da concorrência dos espanhóis, mas que pensa que devemos arregaçar as mãos e ser tão ou melhor do que eles, daqueles que pensa que devemos melhorar as nossas praticas, daqueles que vão a Espanha por trabalho ou em turismo e que não vai com sentido de inferioridade mas em paridade de igualdades, daqueles que sabe que Portugal é capaz do melhor mas que admira a capacidade de inovar e de se modernizar de um país que em pouca décadas se tornou uma das principais potencias mundiais.
Se o fizeram foi porque foram IDIOTAS, isto é, tiveram ideias, souberam negociar em Bruxelas e optimizar os fundos comunitários como ninguem. Não ficaram sentados sem nada aportarem a essa EUROPA SEM FRONTEIRAS, de modo imobilista com medo dos FRANCESES....
A ida para a SUIÇA é uma excelente ideia, já que o senhor "zédemilho" com ideias replectas de arcaismos vivencias adquiridos no tempo do senhor que caiu da cadeira, não encontra melhor sitio do que esse país, cujo progresso lhe advém de bancos cujos ingressos resultam das mais variadas malversações e onde os estrangeiros (incluindo os portugueses) são sujeitos a atitudes cada vez mais xenófebas, paralelas ás que o senhor tem em relação a Espanha.
Já agora respeite o meu amigo Tiago Abreu, nós vivemos num estado democrático e todos temos direito a expremir DE FORMA IDIOTA as nossas opiniões, o TIAGO pelo menos fala e denuncia situações, já que nem tudo é perfeito neste concelho por mais que propangada nos queira demonstrar o contrário.
O Linhas de Elvas também é IDIOTA e Rádio Elvas também, o que seria de nós e deste mundo sem os IDIOTAS foram eles que nos aportaram e aportam tudo o que existe de melhor.... na política, nas artes, nas letras...
É muito triste não ser IDIOTA não acha senhor Zédemilho.
Com o melhores cumprimentos o BALUARTE

PULGA disse...

Sr zé pipoca ainda que tivesse alguma potinha de razão a maneira como aborda as questões mais parece milho pipocado do que maçaroca.
Explico, é verdade que é muito mais fácil uma empreza Espanhola vingar em Portugal do que o contrário e se for lá fazer concorrencia fazem a vida negra aos empresários portugueses.
Um empresário portugues de panificação resolveu abrir um negocio de padaria em Badajoz quando já estava em plena laboração, os concorrentes espanhois não gostaram e o que fizeram! vieram dar, digo bem, dar o pão, junto das padarias que o empresário portugues tinha em Portugal, resultado o empresário fechou oa padaria em Badajoz.
Se o que pertende com o conceito de Euro cidades é haver conjugação de interesses que por EX, o empresário espanhol possa
vender pão fabricado em Portugal e vice versa então sr zé do milho é melhor começarmos a debater por caso contrario vai ficar a ver os comboios a passar e os seus filhos e netos também.Vou dar outro EX de como nós os portugueses somos mal governados, a facilidade com que um armazenista espanhol vende em Portugal e um portugues na maioria dos casos não o pode fazer tem a ver com o sistema fiscal.
Sabe que um pequeno retalhista não é sujeito passivo, quer isto dizer que não pode deduzir o valor do IVA nem o IVA das suas faturas são dedutiveis.
Agora vamos ao buzilis da questão, em Espanha pode-se optar por estar integrado no regime de pequeno retalhista com vendas até 250.000 euros quase todos os pequenos comerciantes escolhem este regime e assim não é possivel um armazenista portugues fazer negócio , em Portugal só se pode estar no regime de pequeno retalhista até uma faturação anual de 8.000 euros e assim poucos são os comerciantes portugueses que podem estar neste regime.
Conclusão os governos espanhol e portugues vivem num mercado aberto só que nós dado a inepcia dos nossos governantes estamos de porta escancarada e os espanhois deixam a porta aberta mas puseram um cadeado.
Baluarte e Zé de Mello CONTINUEM IDOTAS
Tiago não te intimides, nem sempre concordo contigo mas acho que tu tens tomates e não pipocas.

João Alves e Almeida disse...

gosto de ser idiota cada indiota tem uma indenia por dia, uma pulga salta e um baluarte mia ou será que mela? um balurte é uma pedra, o ze de melo tem uma estátua...de pedra. lady é miss, miss é buterfly. o Ze de melo é hemafrodita? será trasnsexual? e o milho é filho do melo? poças ZE já tou baralhado, começa mas é a preencher a bolinha no Anonymous porque senão fico cansado.

desta vez assino porque me apetece

o mesmo disse...

faltou-me acrescentar (não ponho PS porque o tiaguinho ainda aparece ai e pensa que uma condição para voltar a ter anuncios era também filiação, tinha era falta gasoleo no jipe) Vou me deitar que a festa tava o máximo, mas já está a nascer o sol.
Ou é do alcool ou tou viciado nesta tu procaria, o Ze

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