edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 25.10.06
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Imagem recolhida num dos mais prestigiados blogues nacionais, o abrupto, referente ao boletim confidencial dactilografado da Direcção Geral dos Serviços de Censura à Imprensa - Boletim Diário de Registo e Justificação dos Cortes, secção "Questões de ordem moral", de 22 de Junho de 1935.
É um documento hístórico! Respeito e educação são valores de hoje, ainda! É nesta mistura delicada que nasceu este blogue. Aberto a todos. Até áqueles que se aproveitam do mesmo para ferir pessoas e instituições.
A discussão que se pretende quer-se elevada e construtiva para o bem da nossa Elvas. Muitos têm acusado esta figura de etérea existência virtual de fazer e estar em oposição com o Regedor. Eu prefiro dizer que exijo e desta forma colaboro com a governação municipal. Com isso outros têm também sido alvos, por tabela, do que aqui se edita. A eles as minhas desculpas. Se alguém se sente ofendido por algo que este Velho Conselheiro aqui escreve que o diga, pois, nesse caso, merece um pedido de desculpas formal. Mas não os haverá certamente.
Nem tudo são rosas no nosso regime, mas é educando e trazendo até ela aqueles que apenas têm a 4ª classe, misturando-os com doutores e engenheiros que se constroi a sociedade. A idade das trevas não pode voltar!
Aproveito para agradecer a todos aqueles que a diário aqui vêm. Jovens, muitos! "Doutores e engenheiros", muitos! Jornalistas, vários! Autarcas, alguns! Elvenses todos!

11 comentários:

BALUARTE disse...

Queria deixar aqui o meu agradecimento "Velho Conselheiro" Zé de Mello, guardiam altaneiro, não das portas de Elvas, mas da liberdade de expressão deste concelho.
O "Velho Conselheiro" criou um canal de comunicação em Elvas onde cada um pode exprimir livremente e democraticamente as suas opiniões, quando somos impedidos de tal (pela inexistencia de pluralidade informativa, por nesta cidade se considerar que não estar de acordo com algumas das políticas de desenvolvimento,ou melhor, com a ausência delas, é sinal de uma ofensa pessoal a alguem que se auto sacralizou,um benemérito que não pode ser questionado sobre as suas acções, sobe pena de quem questiona ser alvo de descredibilização pública.
Valorizo sobretudo no "Velho Conselheiro" Zé de Mello o importante trabalho de pesquisa de informação que nos presenteia quase a diário, e que coloca a debate.
Através dele os IDIOTAS desta cidade, aqueles que queremos pensar a cidade de uma forma construtiva temos a oportunidade de expressar e rebater ideias.
Tertúlias (virtuais é certo) que escasseiam nesta cidade, e que tão importantes foram no final do século XIX e inicio do XX em Elvas.
Um muito obrigado, O BALUARTE

baluarte disse...

Queria deixar aqui o meu agradecimento "Velho Conselheiro" Zé de Mello, guardião altaneiro, não das portas de Elvas, mas da liberdade de expressão deste concelho.
O "Velho Conselheiro" criou um canal de comunicação em Elvas onde cada um pode exprimir livremente e democraticamente as suas opiniões, quando somos impedidos de tal (pela inexistencia de pluralidade informativa, por nesta cidade se considerar que não estar de acordo com algumas das políticas de desenvolvimento,ou melhor, com a ausência delas, é sinal de uma ofensa pessoal a alguem que se auto sacralizou,um benemérito que não pode ser questionado sobre as suas acções, sobe pena de quem questiona ser alvo de descredibilização pública.
Valorizo sobretudo no "Velho Conselheiro" Zé de Mello o importante trabalho de pesquisa de informação que nos presenteia quase a diário, e que coloca a debate.
Através dele os IDIOTAS desta cidade, aqueles que queremos pensar a cidade de uma forma construtiva temos a oportunidade de expressar e rebater ideias.
Tertúlias (virtuais é certo) que escasseiam nesta cidade, e que tão importantes foram no final do século XIX e inicio do XX em Elvas.
Um muito obrigado, O BALUARTE

Anónimo disse...

O nosso Velho Conselheiro habituou-nos a uma variedade de notícias que nos cativa na sua grande maioria. Umas tocam-nos mais outros nem tanto, esta tocou-me profundamente.
Nada mais me custa do que a censura. Assuma ela a forma que lhe quisermos dar. Considero que não há má nem boa censura, nem positiva nem negativa. O termo "censura" já comporta per si toda a conotação prejurativa. Nada pior que a censura encoberta, encapotada e cobarde. A não confrontação de ideias de forma clara, honesta e descoberta provoca-nos um mau estar tal, que nos faz lembrar outros tempos. Idos são os tempos da censura e do medo. Quando dizer o que ia na alma era sinónimo de subversão. Pugnemos por esta vitória da revolução de Abril. Ditadores nunca mais.
Obrigado Zé de Mello por nos relembrar o insólito da censura.

Xanu disse...

É uma pena que algumas pessoas tenham deixado de dar valor a essa mesma liberdade... e tentem, por portas e travessas, calar quem apenas diz o que pensa e sente.
É por isso que acho este blogue fundamental, porque se estava a perder o hábito de debater os temas que dizem respeito a todos os elvenses.Vejo aqui o que não via à muito tempo...e claro também aquilo que não devia, ataques no escuro.

LADY disse...

MAIS UMA VEZ OS MEUS PARABENS!
Concordo plenamente com tudo o que acima está escrito.
UM ABRAÇO A TODOS

Anónimo disse...

A censura passo o plionasmo é sempre censuravel.
O que aqui temos que debater é o tipo de censura mais em voga, a economica, aquela que, ou dizes o que me agrada ou não tens anuncios, mas se me agradares e disseres só bem, terás tudo e poderás viver sem problemas económicos.
É lamentável que haja este tipo de pressão sobre os mideas, e é também ignobil quando por interesse se acomodam á situação.
É por isso que este blogue É IMPORTANTE aqui PODEMOS imitir as mais diversas opiniões.VIVA O ZÉ D& MELLO.

Anónimo disse...

Este blog parece ser interessante porque sem qualquer problema os autores colocam aqui os temas que querem, umas vezes interessantes outras talvez não.

Têm o mérito de estar todos os dias de semana a ser utilizado, tem ritmo.

Têm uma falta de mérito que é acolher comentários falsos a torto e direito, ou porque uma pessoa escreve um post e depois o vem comentar ela própria ou porque quem escreve não tem a mínima ideia sobre o que diz.

Onde está o rigor destas afirmações?
onde é que isso da censura acontece? quem é que faz censura?
quem é que vive desafogadamente?

Em Elvas infelizmente sempre se diz o que se quer sobre os outros, com ou sem fundamento. Uma opinião pessoal é transformada em facto indesmentível.

Este blog pode funcionar e deve continuar. Pode ou não ser rigoroso no que diz? Certamente

Se somos inteligentes só devemos pensar por nós. Alguém que se diz isento, só por dizê-lo já o é? Por outro lado, alguém que se diz que não é isento, já deve ser reconhecido como tal?

Se na sua rua as vizinhas começarem a dizer que voce é caloteiro(a) e não paga a conta da mercearia, voce passa imediatamente a ser caloteira toda a vida? Por amor de Deus...

Fernando Pessa d'Almeida e Castro disse...

Isto foi aqui escrito pelo Zé de Mello, pelo Baluarte ou pelo Zé de Millho ou pela Lady ou já não sabe que nome usar para a mesma pessoa e coloca anonimo?
Zezinho cara de feijão ou de melão (+ parecido c/ mello=melon=melão) gosto mais das tuas fotos do que das tuas letras, não te esqueças de quem porfi(ria)a sempre lu(i)z alcança.
Baluarte said «Queria deixar aqui o meu agradecimento "Velho Conselheiro" Zé de Mello, guardião altaneiro, não das portas de Elvas, mas da liberdade de expressão deste concelho.
O "Velho Conselheiro" criou um canal de comunicação em Elvas onde cada um pode exprimir livremente e democraticamente as suas opiniões, quando somos impedidos de tal (pela inexistencia de pluralidade informativa, por nesta cidade se considerar que não estar de acordo com algumas das políticas de desenvolvimento,ou melhor, com a ausência delas, é sinal de uma ofensa pessoal a alguem que se auto sacralizou,um benemérito que não pode ser questionado sobre as suas acções, sobe pena de quem questiona ser alvo de descredibilização pública.»
blá blá e mais blá

Anónimo disse...

Caro fernando pessa d´almeida e castro obrigado pela sua análise epistimológica. Refiro-me claro ao BLA BLA BLA, E MAIS BLA BLA BLA. Deveria o amigo saber que não é de todo correcto apoiar o seu texto na transcrição de vários parágrafos do Baluarte. Não fez mais do que dizer BLA BLA BLA. Aproveite e diga algo de útil.

Anónimo disse...

ok eu digo:
algo de útil.
Pronto já está, era isso não era?

Baluarte, tira Bal fica uarte. Bal é Bola. uarte é Duarte.

Duarte Bola? Não vou á bola com o duarte. Um abraço zezinho da bola.

É pena que o teu clube tenha empatado, sei que durmiste mal por isso. encosta a cabeça no sofá depois de almoço costuma valer a pena.

Movimento Cidadãos Elvas disse...

http://liberdadeexpressaoelvas.blogspot.pt/2014/03/criar-emprego-diz-nuno-mocinha.html#links

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