edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.5.09
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«La eurociudad no es un asunto de carácter político, sino un proyecto que une a las fuerzas», declaraçoes de Rondao Almeida ao HOY

Los secretarios generales del Partido Socialista de España y Portugal, José Luis Rodríguez Zapatero y José Sócrates Carvalho, participarán el próximo 3 de junio en un mitin internacional en el polideportivo de La Granadilla.
El acto fue anunciado ayer tras la primera reunión que socialistas de Elvas y Badajoz mantuvieron en la capital pacense. En este encuentro, en el que participó la Delegada del Gobierno Carmen Pereira, los políticos abordaron distintos temas de interés común para ambas ciudades con la finalidad de trabajar conjuntamente para resolverlos y favorecer así a los ciudadanos de ambos lados de la Raya.
Tras esta primera reunión se han establecido equipos de trabajo en distintas materias, como sanidad, prevención de incendios, infraestructuras o cultura. El proyecto de ciudades abaluartadas ha tenido un especial interés, así como lo referente a la plataforma logística y el AVE. Estos equipos de trabajo aportarán conclusiones de cara a la Cumbre Ibérica entre España y Portugal que se desarrollará en Elvas a finales de octubre.
El proyecto de eurociudad estuvo también muy presente en el encuentro. Tanto el secretario general de los socialistas pacenses Celestino Vegas, como José Antonio Rondão, alcalde de Elvas, coincidieron en que la eurociudad la hacen cada día los ciudadanos de ambas localidades. «Son muchos los pacenses que viven en Elvas o que van a los restaurantes portugueses, así como los elvenses que compran en Badajoz o que estudian en la ciudad», señaló Rondão, quien apuntó que son más los aspectos que unen a ambos ciudadanos que los que los separan.
Según subrayó Vegas, «las personas están haciendo lo que pretenden los políticos, lo que pasa es que aún no se le ha dado una forma jurídica a esto».
Rondão, que lleva 17 años como alcalde de Elvas, comentó que le gustaría ver ambas ciudades con un estatuto único en términos políticos y jurídicos antes de dejar la alcaldía. «Los políticos deben obviar las siglas de los partidos y mirar por las personas. La eurociudad no es un asunto político sino un proyecto que une a todas las fuerzas partidarias», comentó el alcalde luso.
El próximo encuentro entre socialistas tendrá lugar el próximo 4 de julio en Elvas. Para entonces, se prevé que se propongan aspectos prácticos con respecto a los asuntos tratados.

5 comentários:

André Miguel disse...

Num momento em que Elvas precisa de Badajoz como de pão para a boca, este assunto tem a máxima urgência. A ver vamos...

Elvascidade disse...

Realmente nunca foi tão importante esta aproximação como agora. É o caminho a seguir sem dúvida nenhuma.

JUMENTO DO DIA disse...

Parabéns pela observação Caro André Miguel.
Afinal a proximidade de Badajoz é o único factor de desenvolvimento que nos distingue de Arronches, Monforte ou Avis. A auto-estrada e os comboios vêm por acréscimo.

De facto Portalegre, há 80 anos tinha menos população que Elvas e hoje mercê das discrinações governamentais com fixação de Escolas s Serviços é bem maior que Elvas, veja-se o Cidad'elvas:

http://cidadelvas.blogspot.com/2009/04/elvas-em-1930.html

Esse factor Badajoz tem sido infelizmente contrariado por Rondão Almeida de 2 maneiras:

- Ao dificultar o acesso ao centro, converteu uma cidade viva numa cidade fantasma;
- Ao teimosamente atrasar a reclassificação e os primeiros estudos de infra-estruturação do Caia, impede que a Grande Nova Elvas aí possa crescer.

É pois bom que abramos os olhos, pois aparentemente a gestão concelhia é feita numa lógica de adaptação de prazos a interesses pessoais e nunca a pensar no futuro de Elvas.
Sem população Elvas não pode ter hospital nem outros Serviços Públicos.

O nosso único argumento contra Portalegre é o nosso crescimento à custa de Badajoz, como bem refere o André Miguel!!!

MEDITEMOS!!!

André Miguel disse...

O problema maior até nem é o crescimento feito à custa de Badajoz, mas o esperar sentado à espera que esta faça os nossos trabalhos de casa. Não deve ser Espanha a responsável pelo nosso crescimento, cabe sim a Elvas trabalhar para aproveitar essa proximidade, com todas a oportunidades que isso pode trazer.
De que vale estarmos próximos de Badajoz se existe um fosso enorme entre as duas realidades? Enquanto Elvas não for mais competitiva limitar-se-à a ser um bairro residencial, onde os pacenses vão almoçar os fins de semana.
A pergunta a fazer é: o que Elvas pode oferecer a Badajoz? Pois o inverso já nos sabemos.

JUMENTO DO DIA disse...

Por que não um dormitório de Badajoz? Percebo a caraga depreciativa da palavra.

A margem sul do Tejo também começou por ser um dormitório de Lisboa, depois todos os serviços vêm por acréscimo!

Trata-se pois, de usar as armas de que se pode dispor e quem sabe sou um visionário(com a carga de burrice que a palavra visionário também acarreta) ao pensar hoje na Elvas só realizável no século XXII.

Aos governantes locais deveria caber não só a função de gerir as suas vidas, mas também ser, ainda que com frustração, os intérpretes do que Elvas será no futuro.

Poderíamos ganhar 2 ou 3 gerações!!!

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