edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.3.09

Variadas vezes tem este Velho Conselheiro referido aqui no blogue, bem como em outros, as necessidades viárias que num futuro não muito longinquo, serão primordiais para acompanhar o desenvolvimento social e económico do Concelho. 


Uma das ideias que já aqui apresentámos prende-se com a Variante Sul à Cidade, ligando o Morgadinho ao Paraiso, permitindo uma mais fácil circulação numa cada vez mais sobrecarregada Avenida de Badajoz, criando melhores vias de escoamento de trânsito em direcção ao Alandroal, Ajuda e obviamente o Caia.

Outras das necessidades urgentes ainda no interior do Concelho é a criação de variantes a S. Vicente e Sta. Eulália, situação que não compreendemos como se mantêm em pleno sec. XXI, levando para o centro destes aglomerados rurais o fluxo rodoviário que liga as duas principais cidades do norte alentejano. Com esta solução da variante seria também importante suprimir a passagem subnivelada sob o caminho de ferro que se localiza à entrada de Sta. Eulália.

No que se refere à ligação rodoviária EN373 que liga Elvas a Campo Maior, está repetidamente comprovado, e até com vitimas, que o traçado que esta apresenta não corresponde ao elevado número de trânsito que por ali circula, e que tenderá em aumentar com a futura plataforma logística do Caia. Neste caso concreto cabe às duas autarquias encontrar nova solução para este já ultrapassado traçado.

Fica mais uma vez a visão do Zé de Mello a bem de todos os Elvenses, e neste caso também dos Campomaiorenses, que esperamos não tenham que derramar mais sangue e vidas naquela via.

5 comentários:

Três horas da manhã disse...

Concordo que a Estrada que liga Campo Maior a Elvas, não é de facto a melhor, parece mais uma estrada qu liga duas aldeias.

Quanto ao facto da plataforma logística vir a trazer mais transito à N373, não concordo.Isto porque existe um projecto (faz uns belos anos), que pretende "tirar o trânsito" desta estrada(n373), pelo menos os veículos pesados. Essa estrada em projecto, liga Badajoz a Portalegre, passando por Campo Maior.

Será de facto uma ligação muito importante, principalmente para o trânsito que segue para norte.

Voltando ao cerne da questão, a N373 foi remodelada à "pouco tempo", não tendo sido respeitado o projecto inicial, que passava pelo alargamento da via. O que fizemos Campomaiorenses e Elvenses ao respeito? Nada.


Cumps

democracia século 21 disse...
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democracia século 21 disse...
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Xavier de Sousa disse...

Caro Zé de Mello

A ideia até pode ter os seus prós mas vejamos com atenção os contras!
Algumas localidades, logo à nascença já se encontram condenadas nem que seja pela interioridade quanto mais pela sua localização... se lhes tiram a meia dúzia de pessoas que pode eventualmente parar e exercer qualquer tipo de consumo é a sentença de morte! Sou apologista da melhoria de todas as infra-estruturas, sejam rodoviárias ou ferroviárias mas preferia que também noutros sectores (saúde e educação) a evolução acompanhasse as supra referidas! Chamar-lhe-ia eu, necessidades báscicas das populações!
Nota ainda para o facto de localidades como Vendas Novas e Montemor-o-Novo (após a abertura da AutoEstrada A6), S. Miguel de Machede (após remodelação da En373 Elvas -Évora), entre outros exemplos que poderia levar umas horas a apontar, sofreram impactos significativos a vários níveis e comprovados (basta dialogar com os locais)!
Não queremos mais números negros ao nível social do nosso concelho! Modernização sim, mas o respectivo acompanhamento dos benefícios das populações!

Cumprimentos

Gaiato alentejano disse...

Eu concordo completamente com as diferentes propostas. Acrescentaria mais uma até. A auto-estrada que devia ligar Elvas com a A 23 afinal vai ser feita por Estremoz. É uma vergonha que as cidades mais importantes do distrito tenham uma ligação que mais parece de duas aldeias. Portanto, acho que devia se fazer um lanço entre Elvas e Monforte, também de auto-estrada, de forma a evitar duplicações, por Barbacena, pois afinal a diferença não é lá muita. Escusariam de fazer as variantes de Sta. Eulália e S. Vicente, se bem que eu acho positivo fazê-las.

Quanto aos negócios, ninguém deixará de ir comer no "Pompílio", por exemplo, por haver lá uma variante. Ou então que se modernizem e metam cartazes anunciando o seu negócio. A quem interessar, olha, lá vai... A quem não, não tem de sofrer a passagem pelo meio das aldeias, ainda por cima a 40 km/h.

Outra opção é fazer como Mora: pedimos a mudança para a NUTS III do Alentejo Central, visto que estarmos com o Alto Alentejo(Portalegre) não reporta nenhum benefício. Afinal, fazer mais uns km. até Évora não ia supor grande coisa, se bem que para mim, a melhor ideia era a NUTS III do Alentejo Oriental, com capital em Elvas, abrangendo os concelhos vizinhos. Mas sei que isso é só um sonho que nunca virá ser concretizado.

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