edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.1.07
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Extraído do YouTube apresentamos a cantora ucraniana Domino

Desde 1974 Elvas passou a ser uma cidade de acolhimento. Primeiro foram os retornados que vieram das antigas colónias e hoje em dia são os brasileiros, caboverdianos e europeus de leste que escolhem a nossa cidade para se fixarem e assim contribuir para a economia local.
Através deste édito fica o agradecimento e o reconhecimento para este novos elvenses!
Deixa este Velho Conselheiro aqui também o desafio ao Palácio do Regedor para que num futuro próxima promova um convívio dedicado a estes elvenses que contribuem para o aumento da natalidade local fazendo de Elvas uma Cidade Aberta ao Mundo!
Todos Somos Elvas!
Dia 14 de Janeiro, Feriado Municipal, conheça os agraciados com os Prémios Zé de Mello'06.

3 comentários:

Anti-Reaccao disse...

Gostei. Parabéns. Excelente.

BALUARTE disse...

Em boa hora o nosso zé de melo se lembra de puxar para discussões novas realidades não só nacionais como locais.
Portugal que durante décadas foi um país de emigrantes, saindo largos milhares de regiões deprimidas económicamente, como o nosso Alentejo, tornou-se nas últimas décadas um país de imigrantes.
O alargamento das fronteiras periféricas da União Europeia, como resultado do acordo de Shegen, fez com que as periferias da União Europeia se tornassem as portas de entrada para milhões de imigrantes (legais e clandestinos).
Portugal depois de décadas ser a porta de entrada para população oriunda dos PALOP´s (mesmo quando a emigração era ainda significativa em Portugal) durante a década de noventa vê alterado o padrão de entrada da imigração, composto a para de brasileiros, por uma população oriunda dos países da Europa do Leste, cujo desmantelamento da sistema soviético em toda a sua área de influencia, teve um drástico impacto na economia desses países, o que provocou a saída de milhões de russos, ucranianos, bielorussos ou romenos.
Esses loiros que por estas ruas de Portugal, com semblante carregado, ar triste alteraram o padrão fisionómico da população residente em Portugal.
Mais recentemente começaram a surgir outras gentes, gente asática, sobretudo chineses e paquistaneses, que ao contrário da população eslava, que trabalha por conta de outra, instalaram os seus negócios patentes na chamadas "lojas para chineses".
Uma realidade, que nos é familiar à vista, mas distante na percepção ou preocupação que temos por essa gentes.
Gentes que poderão ter um papel muito importante do ponto de vista demográfico no rejuvenescimento da nossa população, cada vez mais envelhecida, contribuindo directamente para (com o seu grão de areia) poder salvar o sistema de segurança social de Portugal, e da maioria dos países da Europa.
Gentes, sobretudo do leste, que constitui uma mão de obra (no geral) altamente qualificada, adapatada a elevados níveis de exigência laboral, que poderão enriquecer a estrutura soócio profissional do país e introduzir uma nova cultura de exigência e de competitividade de que o país carece.
Gente que através da sua cultura, da sua língua das suas tradições poderão enriquecer ainda mais, culturalmente um país, cuja identidade se construíu durante séculos pelo constactos interculturais.
São essas gentes que tanto nos podem dar, que merecem o nosso respeito, a nossa atenção, e que merecem ser atendidos com a dignidade que um estado de direito deve dar aos seus considadãos.
Desta forma e transpondo estas ideias de ambito nacional, para o local, considero muito pertinente a abordagem deste tema, reiterando os parabens ao Zé de Melo.

Anónimo disse...

Nós Elvenses, fomos um povo emigrante o nosso destino também era a Europa e principalmente a Belgica, temos obrigação moral de saber acolher todos os que para cá vêm procurar melhor vida.

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