edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 16.6.09
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Chegou às casas do Concelho uma publicação, apresentada pela Comissão de Apoio à Recandidatura de Rondão Almeida às Autarquicas'09.


Curioso a não utilização da marca PS nesta comunicação aos eleitores, no momento em que se prepara para dia 20 o jantar em que Rondão Almeida será entronizado como oficial candidato, afastando-se assim da governação socialista do Governo da Nação que muitos contestam.

O título "Falar verdade aos Elvenses contra a mentira de alguns" serve de aperitivo para um texto de ataque à candidatura "bloco central" do MUDE, encabeçada por Simão das Dores, e, ao anterior panfleto que esta candidatura já anteriormente tinha feito distribuir pelo Concelho.

Na área Emprego e Social, esta Comissão relembra que durante os 16 anos de governação de Rondão Almeida foram criadas 500 novas empresas no Concelho, criando 3000 empregos, ou seja menos de 200 postos de trabalho por ano, alicersados na aposta da Economia Social, que levou à criação de inumeros serviços sociais pelo território de Elvas.

Na área de Património, apresenta uma listagem em que se misturam obras próprias da Autarquia com outras particulares e de outras instituições, baseando nelas o exito do comércio tradicional, e, apresentando Elvas como uma Cidade destino turístico!

Etc, etc, etc...

Juntando ambas as publicações: Comissão de Apoio a Rondão Almeida + MUDE, tem este Velho Conselheiro a percepção que a próxima campanha não vai trazer nada de novo à vida Elvense. Propostas nenhumas! Ataques pelo estado calamitoso dos Cofres Municipais em 1993! Ataques pela crise mundial e pelo desemprego! Listas de obras feitas!

Os Elvenses não são idiotas e querem propostas de futuro! Que caminho percorrerá Elvas no século XXI para se tornar numa Cidade e Concelho competitivo, com emprego, com educação de qualidade, com vida no Centro do burgo, com aldeias e vilas onde haja serviços básicos...

Os Elvenses precisam de políticos com ideias e não de ataques em que a descolonização seja a culpada do desemprego em 2009!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 15.6.09
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Hoje queremos deixar-vos uma sugestão de leitura que nos chega desde o outro lado do Caia.

Antonio García Candelas, que já tinha lançado outro livro sobre as Fortificações de Badajoz, de seu título "Badajoz, Plaza Fuerte" o qual aconselhamos, apresenta agora uma nova publicação.

Neste novo livro, publicado em Agosto'08, "Badajoz, as miradas perdidas", recreiam-se ou reconstroem os numerosos elementos já desaparecidos das fortificações medievais e modernas de Badajoz, recuperando, de alguma forma, o passado patrimonial para que possa ser admirado no futuro.

Outro projecto de Antonio García Candelas é "ELVAS, SENTINELA NA FRONTEIRA", que se encontra em espera de publicação, sobre a nossa Cidade, e que se apresenta como uma colaboração deste autor na busca de mais informações sobre as nossas muralhas.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.6.09
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As novidades em ano eleitoral aparecem em sucessivas noticias que, agradavelmente, vêm dar razão a este Velho Conselheiro.

Quantas vezes se recordam os visitantes e co-Conselheiros que desde aqui exigimos a digna iluminação de alguns monumentos e das Fortificações de Elvas. Conhece-se já qual vai ser a intervenção que finalmente o Regedor vai realizar numa primeira fase ainda antes do fim do verão, nomeadamente nas Portas e alguns troços da Muralha do sec. XVII, bem como do Castelo.

Deixamos aqui algumas imagens que fazem parte do projecto do Palácio do Regedor.



edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.6.09

Um dos locais no centro do burgo que desde há largo tempo precisava de intervenção, e para a qual desde aqui temos repetidamente solicitado, está finalmente reabilitado.


O Miradouro do Castelo, antigo espaço militar destinado ao posto de comunicações encerrado por alto muro é agora um dos locais que seguramente mais visitantes e turistas irão percorrer.

O agradecimento ao Regedor pela dignificação daquele espaço, sabendo este Velho Conselheiro que os Velhos do Restelo irão ditar as suas permisas. Falta o arranjo do restante Parado do Castelo, a iluminação do Castelo e já agora que algum empresário aceite o desafio do Regedor e abra um quiosque naquele espaço!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.6.09
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Desde há uns dias temos ao dispor dos visitantes e co-Conselheiros deste blogue um inquerito online que pretende auferir o sentimento dos Elvenses sobre a actuação de Rondão Almeida à frente do executivo municpal em Elvas.


Participe na coluna ao lado!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 7.6.09
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No Concelho de Elvas o PS foi o partido mais votado para o Parlamento Europeu, atingindo os 34,46%, seguido pelo PSD, com 23,18%; sendo que o Bloco de Esquerda sobe a terceira força partidaria atingindo 11,22%.

Ao igual do pais a abstenção foi a grande vencedora no Concelho com apenas 27,53% entre os 20471 votantes.

Se olharmos para os resultados do último acto eleitoral para as autarquias, vemos que o PS regista um grande descida, justificada por estas serem eleições europeias, não atractivas para o eleitorado local. Por outro lado o PSD e o CDS por separado obtêm agora mais votos que na coligação ADElvas de 2005. Registo também para o BE que passa dos 4,14% obtidos na corrida à Assembleia Municipal para os agora 11,22%.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.6.09
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A primeira palavra é de desculpas para os comerciantes de Elvas. Os nossos empresários da restauração, que ao longo dos anos têm conseguido fazer com que o nome da Cidade e do Concelho fosse conhecido aquém e além fronteiras como um município, e onde, a gastronomia para além de boa qualidade tem permitido criar riqueza e postos de trabalho nao merceciam ser tratados pelo Regedor e sua equipa desta forma.

Em boa hora a Associação Empresarial de Elvas e um dezena de restaurantes fizeram a VERDADEIRA festa do marisco de Elvas.
Não entende este Velho Conselheiro porque os empresários de Elvas e o Palácio têm que ser reféns de uma empresa extra-concelhia para fazer aquilo que também e dignamente aqui se faz a diário. Um festival deste género pode e deve ser organizado domesticamente.
Nota positiva para Rondão por criar o engodo que lhe permitirá descartar Eurico!
Nota negativa para Rondão que deve um pedido de desculpas formais aos empresários.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.6.09
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Situado em pleno Centro Histórico e comercial do burgo, no início da Rua de S. Francisco, esquinado com a Rua Tenente Passos Manuel é um edifício do sec. XVIII, composto por piso terreo e andar nobre, com sacada central e balcão saliente e grade de ferro forjado, acompanhado por outras 6 janelas guarnecidas de mármore.


Ao longo da cimalha, de mármore e alvenaria que remata o edifício, encontram-se gárgulas com carrancas, tendo ao centro um frontão com o brasão dos Melos, encimado por uma águia de asas estendidas. Ainda destaque para a esquina, para um medalhão em mármore com as letras A M e a data de 1760.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.6.09
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Elvas acolhe apartir de hoje o 1.º Festival Ibérico do Marisco, que decorre no Rossio de S. Francisco, junto ao Aqueduto da Amoreira, até dia 7 de Junho.

Sendo que a entrada no recinto tem um custo de 1,50€, com direito a uma bebida, e sendo que foi apresentado como um espaço no qual serão praticados preços "populares" destacamos que hoje, noite da abertura, terá a animação assegurada pelo projecto Abba Gold, naquela que é anunciada como a noite europeia, seguindo-se-lhe, nas noites posteriores,  o grupo “Flor de Lis” (que representou Portugal no Festival da Eurovisão deste ano), um grupo de sevilhanas e flamenco, e a banda “Canta Brasil”.

Anunciados ainda espectáculos pirotécnicos, dj set e animação para os mais novos.

Vale a pena ir até lá!


edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.6.09
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Atenção aos visitantes do Centro Histórico de Elvas!


Existem espalhados pelas ruas do burgo dois tipos de mupis, contendo, além dos mapas da Cidade, informação turistica variada e de locais recomendados pelos serviços de turismo do Palácio do Regedor. Para garantizar a adequada prestação deste serviço recomendamos a todos quantos nos visitam que apenas sigam as instruções do muppi aqui sinalizado com a letra A de "actualizado" em detrimento daquele identificado como AR, "a retirar".

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.6.09
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No transacto mês de Maio a revista "Focus" desenvolveu um trabalho ao qual foi posto o título de "Os grandes narcisistas portugueses", no qual foram estudados por duas eminências da psicanálise nacional, o Prof. Dr. Carlos Amaral e o Prof. Dr. Jaime Milheiro, 17 personalidades de Portugal e onde se dedicou atenção a Rondão Almeida, único autarca entre desportistas, empresários e outros politicos, a qual transcrevemos hoje.



Metáfora exagerada de muitos autarcas portugueses, José Rondão Almeida é o expoente máximo da publicitária frase: "Se eu não gostar de mim quem gostará?".
Presidente da Câmara de Elvas vai para 16 anos, tem o seu nome - através de placas que invoncam o momento da inauguração ou no próprio baptismo dos espaços - em variadíssimos equipamentos sociais e na toponímia daquele concelho da raia alentejana: ruas, avenidas, fontes, lares, parques subterrâneos e até no magno coliseu da cidade, a maior sala de espectáculos da região.

"É muito bom sinal haver placas por todo o lado com o meu nome, como entidade que o fez. É porque há obra", a transparente (talvés ingénua) explicação de Rondão Almeida ao DN, em 2007, acaba por dizer tudo: ele considera-se a entidade e o seu desejo é o de nunca ser esquecido. As pedras não morrem.

Verdadeiro caso de um narcisismo em espelho. Ao colocar o seu nome em vários equipamentos da cidade, revê-se como Narciso no rio. Provavelmente, o desespero de uma falha básica incrementa esta necessidade de self grandioso.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 1.6.09
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O povoamento do sitio de Barbacena, possivelmente desenvolvido sobre um castro pré-romano, fez-se a partir da doação de Barbacena a D. Estêvão Anes, Chanceler-Mor de D. Afonso III, casado com uma filha ilegítima do monarca, e senhor do Alvito, no ano de 1251. Em 1519, D. Manuel daria novo foral à vila, ordenando a reconstrução do seu castelo, que assim se pode supor em mau estado de conservação. 


Alguns anos mais tarde, em 1536, Barbacena é morgadio de D. Jorge Henriques, caçador-mor de D. João III, a quem se deve o arranque da construção do castelo, que fica por terminar aquando da morte do seu donatário, em 1572. Três anos mais tarde, a fortificação é comprada por Diogo de Castro do Rio, Cavaleiro da Ordem de Cristo e Fidalgo da Casa Real, e o primeiro a usar o título de senhor de Barbacena. O castelo então erguido, de planta quadrangular, não seria seguramente a primeira construção fortificada do local, onde deverá ter existido obra medieval. 

No século XVII, no contexto da Guerra da Restauração, a fortaleza sofreu obras de modernização, de forma a adequar-se às novas tácticas militares, que exigiam a construção de um baluarte moderno. A entrada principal que ainda hoje se pode ver, um portal de pedra formando frontão com dois coruchéus, é desta época. 
Em 1645, as tropas castelhanas assaltam o castelo, e em 1658 a guarnição é mesmo forçada a render-se ao Duque de Ossuna. Os ataques e as pilhagens, bem como a constante necessidade de modernização das defesas numa zona de tal importância estratégica, determinam a necessidade de novas obras de remodelação e fortificação, desta feita a cargo de Afonso Furtado de Mendonça, chanceler-mor do reino e primeiro Visconde de Barbacena.

Do castelo, de planta rectangular, conservam-se as paredes e a entrada principal, já citada, e ainda vestígios de um portal mais antigo, em arco redondo, entaipado. Da muralha da fortaleza, transformada no século XVII em planta estrelada, conservam-se vários troços e alguns elementos abaluartados, bem como torreões baixos (a Torre de Menagem foi derrubada no início do século XVII). Pode ainda ver-se a antiga Casa do Governador, edifício de alguma nobreza, com escadaria central dupla, e vestígios de uma capela no piso superior. 

Em 1896, há notícia da transacção do imóvel, vendido por Hermenegildo José Costa Campos a Alfredo de Andrade, de quem descenderia um dos últimos proprietários, José Luis Sommer de Andrade, vendedor do castelo em 2005, sendo o adquirente Mico da Câmara Pereira.

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