edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.8.10
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Se há algo que todos sabemos é que existem coisas que não depende de nós.
Muitos são aqueles, que não podendo controlar o intangível, recorrem às crenças, enquanto todos fazemos os possíveis para manipular ou adequar à nossa realidade o mundano.

Vem isto a próposito da impotência com que olhamos para o encerramento das escolas "primárias" no Concelho de Elvas.

Cada vez são menos os Elvenses, a falta de empregos, a pobre economia local e as novas apostas educativas fazem com que nos pequenos aglomerados existam cada vez menos famílias e consequentemente crianças.

Todos queremos que todas as crianças tenham uma educação de qualidade e não existam escolas rurais sem recursos enquanto os novos centros educativos do 1º ciclo são exemplos de tecnologias e recursos educativos.

Em Elvas Cidade, temos em construção neste momento o novo Centro Educativo do Centro Histórico, num acordo entre o Palácio do Regedor e o Exército, pelo que e breve as crianças rumarão até ao "velho quartel" para aprenderem a contar e ler...

Mas em contraponto, e compreendendo as preocupações dos encarregados de educação, temos já anunciado o encerramento da Escola de Malvar, mantendo-se o suspense em relação ao futuro de outras 3.

Já e 2006 este fantasma, agora concretizado, passou pelo Concelho, tendo o Regedor dito que não haveria encerramentos no Concelho, tendo inclusivé feito reuniões públicas para esclarecer a população.

Dos nossos desejos à realidade existe uma eternidade, e como já o provou repetidamente, nem sempre o que saí da boca do máximo representante do Concelho é verdade, por mais que ele tente que o seja, e o nosso coração o deseje também.

Prometer o que não está nas nossas mãos é um risco, e têm sido precisamente estas promessas que têm deixado o Regedor de calças na mão.

"Se a maternidade encerrar, demito-me"

Para finalizar esta crónica deixar claro que no caso do encerramento da Maternidade mantivemos uma posição contra o encerramento, até quase o final do processo, quando claramente percebemos que com o seu encerramento quem ganharia seriam as parturientes que poderiam recorrer a Badajoz. Quanto ao fecho de escolas primárias concordamos com a política de concentração escolar em Centros Escolares.


TODOS SOMOS ELVAS!!
2010 ANO DA EUROCIDADE
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 16.8.10
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A utilização da blogosfera é largamente aceite pelos poderes como uma ferramenta que pode ser utilizada na promoção e divulgação de eventos, marcas e pessoas.

Ao longo dos últimos 5 anos o Zé de Mello partilhou com os seus leitores as suas observações sobre os acontecimentos do nosso Concelho, numa perspectiva positiva e procurando uma ser uma "outra" voz.

Todas as ferramentas são boas, aquilo que se faz da sua utilização é outro tema.

Durante as férias a surpresa surge com a referência à blogosfera Elvense pelos piores motivos. Será apenas um apontamento ou haverá que fazer uma releitura dos blogues?
TODOS SOMOS ELVAS!!
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.7.10
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São 5 anos com e por Elvas. Pelos Elvenses criámos este blogue onde todos e todas sempre tiveram voz.

O intuíto original foi gritar publicamente o nefasto e repetitivo toponímio: José António Rondão Almeida.

Creia-me, Sr. Regedor, que nunca houve, e poderá comporvar-se, qualquer forma de ataque pessoal a V. Exa. ou sua família. Teria sido muito fácil fazê-lo. Preferimos ir pelo humor sarcástico e pseudo-inteligente, forçando o sorriso nos leitores e levando-os a questionar-se sobre os éditos diários ao longo destes 5 anos.

Muita chuva passou, muitas luas iluminaram a escrita deste Velho Conselheiro, que agradece a todos aqueles que concordando ou não com os escritos, aqui acorrem a diário para uma breve leitura. Áqueles que julgam que o nosso objectivo é opor-nos a este ou aquele enganam-se e enganam quem não nos segue a miúde.

Quissemos ao longo destes 1363 éditos o melhor para Elvas, e quem sabe se assim continuaremos...

Aos companheiros bloggers um agradecimento especial, aos muitos que já o não são por histórias várias, e aos que permanecem um alento de bom trabalho.

Encerramos para férias!

TODOS SOMOS ELVAS!! 2010 ANO DA EUROCIDADE
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 28.7.10
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A Villae Romana da Quinta das Longas, escavada ao longo dos últimos anos pelo arqueólogo António Carvalho, voltam mais um verão a não ser alvo de trabalhos por falta de financiamento!

Senhor Regedor pode explicar o porquê?


TODOS SOMOS ELVAS!!
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 27.7.10

Logo em 27 de Maio de 1992, quando na Ponte de Ajuda – Olivença se procedeu à assinatura do protocolo de colaboração entre a Extremadura e o Alentejo, os mais atentos puderam perceber que dificilmente teria eficácia uma parceria cujos parceiros não estavam em pé de igualdade.


De facto, quando o Presidente da CCDR Alentejo, então o Dr. Carmelo Aires, assinava o documento em representação do seu ministro, não lhe podia garantir a mesma dignidade que o então Presidente da Junta de Extremadura – Juan Carlos Ibarra ali colocava. O primeiro assumia-se como um funcionário às ordens do poder centralista de Lisboa, enquanto que o segundo falava em nome de todos os extremenhos, sustentado no facto de ser o presidente eleito do governo autonómico de uma região espanhola.

Era um tempo em que os responsáveis locais dos diferentes órgãos descentralizados do estado necessitavam de autorização superior para atravessarem a fronteira, o que originava sempre uma de três situações: os parceiros extremenhos deslocavam-se a Elvas, Portalegre ou Évora, não se concretizava o encontro necessário ou, o que era mais corrente, o funcionário atravessava a fronteira como se a deslocação fosse turística.

Ainda assim, fruto de inúmeras boas-vontades e do crescimento dos que viam no derrubar das fronteiras um desafio para os territórios para quem as ditaduras de Salazar e de Franco haviam destinado os mais baixos patamares de desenvolvimento dos respectivos países, a cooperação foi avançando.

Para quantos há muito haviam percebido que Badajoz, Cáceres, Mérida, Elvas, Portalegre e Évora estavam muito mais próximas entre si (e não falo só em quilometragens) do que cada uma delas com Madrid e/ou com Lisboa, para os que viam a Raia como uma oportunidade de atingirem os patamares de bem estar que sempre lhes foram negados, o tempo era de estreitar distâncias, de romper as fronteiras que se lhes foram colocando ao longo de séculos e que não eram, longe disso, apenas as fronteiras geopolíticas.

E assim fomos abrindo caminhos, como diz o poeta, caminhando. Em 1994 na Ponte de Alcântara era a CCDR do Centro a firmar protocolo idêntico com a Extremadura.

Os trabalhadores, os homens e mulheres da raia, já há muito haviam eleito a zona raiana como ponto de união e a fronteira como mero obstáculo imposto de longe e que era preciso contornar.
Fora assim nos tempos das ditaduras sempre que foi necessário esconder e apoiar as vítimas da guerra civil e os defensores da república espanhola, fora assim, sempre, quando a fome de um e outro lado da raia impunha a passagem sofrida por trilhos da noite com os carregamentos de café, de carnes e outros produtos, era agora assim, de novo, para quantos passavam a fronteira para procurarem no “Valle del Jerte” ou nas “Vegas del Guadiana” o trabalho que no Alentejo lhes fora negado com a destruição da Reforma Agrária.

A realidade nos campos, vilas e cidades do Alentejo e da Extremadura em articulação com a vontade dos organismos de cooperação internacional criados nos seio da União Europeia onde os dois estados se integraram foi tornando “mais natural” o fim das fronteiras políticas e, mesmo os organismos oficiais foram “fazendo caminho” sob as politicas desenvolvidas pela Associação das Regiões de Fronteira da Europa – a ARFE.

Constituíram-se Comunidades de Trabalho, criaram-se Gabinetes de Iniciativa Transfronteiriça, desenharam-se e executaram-se projectos comuns a duas ou mais regiões e no que ao Alentejo diz respeito estimulou-se uma estratégia de cooperação assente em três eixos principais: a cooperação territorial, a cooperação temática e a cooperação sectorial.
No âmbito das políticas europeias de coesão territorial aprendemos a conhecer-nos e a programar e executar politicas que rompiam as fronteiras (já não as fronteiras politicas) ainda existentes: as fronteiras culturais e linguísticas, as fronteiras do desenvolvimento desigual existente de cada um dos lados da raia.

Os trabalhadores e trabalhadoras e o seu movimento sindical estiveram sempre na linha de frente desse caminhar. Aos seminários e encontros temáticos oficiais (onde sempre participaram) juntavam o trabalho transfronteiriço na Extremadura e no Alentejo em defesa dos trabalhadores fronteiriços, prestavam apoio aos “temporeros” nos campos extremenhos e aos médicos e enfermeiros que vinham para Portugal, aos camionistas que utilizam as vias transfronteiriças, aos muitos outros que semanalmente se deslocam num caminhar entre o trabalho e a família.

Para que tal fosse possível foram assinados protocolos entre os sindicatos alentejanos e extremenhos através dos quais se garantia apoio sem restrições aos associados que passavam “a fronteira” para trabalhar e, depois constituída uma estrutura de direcção sindical transfronteiriça – O Conselho Sindical Inter Regional Alentejo/Extremadura que foi, durante anos, a única organização transfronteiriça legalmente existente.

Muitos dos Municípios do Alentejo e da Extremadura têm hoje projectos comuns. Termos como euro-região, euro-cidade, comunidade de trabalho e outros, fazem parte não apenas do nosso vocabulário nas do nosso quotidiano e, a 21 de Setembro último, na Casa das Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão, uma instalação que é um bom exemplo das politicas de cooperação transfronteiriça, foi assinado o protocolo de constituição da Euro Região Alentejo-Centro-Extremadura a EUROACE.

A constituição da EUROACE pressupõe um novo passo no caminho, sem barreiras, que se quer percorrer. Não tendo personalidade jurídica a EUROACE possui estrutura orgânica e será presidida rotativamente por cada um dos territórios que o integram sendo o seu primeiro presidente D. Guilhermo Vara, Presidente da Junta de Extremadura.

Tendo como objectivo fomentar a cooperação transfronteiriça e inter-regional entre as três Regiões que a compõem pretende actuar prioritariamente nas áreas que entende como fundamentais: agricultura, recursos naturais e ambiente; protecção civil, desenvolvimento local e ordenamento do território; competitividade regional, inovação e desenvolvimento tecnológico; energia, transportes e comunicações; património, cultura e turismo; educação, formação e emprego; juventude e desporto; saúde e serviços sociais.

Os trabalhadores e trabalhadoras de um e de outro lado da “fronteira” e os seus sindicatos estão, por tudo quanto fizeram, em perfeitas condições para assumirem uma postura de apoio à construção de novas formas de cooperação mas também, porque o trabalho feito lhes dá essa autoridade, para reivindicarem novos patamares de cooperação.

Como já o era em 1992, é agora absolutamente necessário que os diferentes parceiros não se situem em patamares de poder e representatividade muito diferentes.
Não é expectável um funcionamento e crescimento regulares se de um lado se sentar um poder real e legitimado pelo voto popular e do outro um corpo de funcionários de um poder distante que, por mais vontade e disponibilidade que possuam, nunca poderão sentir-se como iguais nesta parceria.
A criação da EUROACE junta-se assim às outras muitas razões que tornam imperioso dotar as diferentes regiões e em particular o Alentejo de uma estrutura de poder legitimado pelo voto e com competências próprias: a Região Administrativa ALENTEJO.

A hora é de mudança. São cada vez mais as razões que a justificam.

Diogo Serra em Alentejano do Norte

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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 26.7.10


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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.7.10
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Foram já assinados os Estatutos da futura Associação Eurocidade Elvas / Badajoz.


Segundo informação disponibilizada pelo principal promotor da iniciativa, Luis Fernando Macorra, os mesmos foram rectificados por 2 Elvenses e 2 Badajoenses, o que permite agora apresentá-los para registo e a devida certificação junto dos orgãos respetivos.

Em breve serão aceites propostas de associados para esta nova associação que pretende fomentar a partilha e comunhão entre os habitantes dos dois lados do Caia.

Agora cabe aos cidadãos da Eurocidade os designios desta nova realidade! Façam-se sócios/as!

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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.7.10
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Elvas e Badajoz, duas cidades unidas pela história, pela cultura e pela proximidade, onde homens e mulheres se tratam como irmãos.

A constituição da Eurocidade Elvas/Badajoz é um desafio que deve ser alcançado o mais breve possível, contribuindo para o desenvolvimento económico e social da nossa região.
A Eurocidade é um termo que se designa por Agrupamento Europeu de cooperação Territorial (AECT), e foi publicado em 31/07/2006, no Jornal Oficial da EU, através do Regulamento n.º 1082/2006 do Parlamento Europeu.

Tem no seu conteúdo como um dos principais objectivos a eliminação de obstáculos a uma cooperação territorial, reforçando a coesão económica e social das regiões.
Se nos dias de hoje já existe cooperação ao nível da saúde, com a prestação de serviços médicos no outro lado da raia, cooperação ao nível da educação (UNEX/IPP), realização de eventos desportivos em conjunto, realização de actos culturais…..etc.

Desta forma, podemos afirmar se a cooperação existe, porque não oficializa-la com a constituição da Eurocidade Elvas/Badajoz, e alargar a cooperação transfronteiriça a todas as áreas possíveis.
Com o recente anúncio da construção do TGV e Plataforma Logística, que beneficiará as duas localidades, está lançada a oportunidade de favorecer e incrementar as relações de cooperação transfronteiriça, de forma, a incrementar as relações comerciais e captar novos investimentos, nas zonas de ligação da fronteira, visto ser uma localização privilegiada, estando no centro logístico da Península Ibérica e no eixo das duas grandes capitais Lisboa e Madrid.

Contando, com uma aliança estratégica entre as duas cidades, podemos dizer que estamos perante um desenvolvimento sócio económico de grande escala.

Sendo novato nesta matéria, já que só agora iniciei o meu estudo e investigação no tema da Eurocidade, achei que este local seria o sítio ideal para dar a conhecer a minha opinião, e a de outras pessoas sobre o tema em questão.

Eurocidade Elvas/Badajoz, o futuro de todos nós!!!
ver o blogue

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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 21.7.10
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"Essa obra tem um único objectivo, que é salvaguardar a segurança humana, e gostaria de manifestar publicamente o meu apoio ao comportamento do Exército nesta questão, porque tem sido absolutamente exemplar na forma como tem respeitado escrupulosamente as determinações, quer oriundas da área ambiental, quer oriundas da área cultural”, assim se pronunciou Augusto Santos Silva, ministro da Defesa questionado pelo jornal Público sobre a demolição da Igreja de S. Paulo em Elvas.


Continuou ainda afirmando “Nós fazemos as coisas de forma a que as obras que temos de fazer tenham o mínimo risco e prejuízo possível em termos ambientais ou em termos de património cultural, agora, gostaria de salientar publicamente a importância que concedo à preocupação do Exército, que é uma preocupação não só de assegurar os critérios ambientais e culturais, mas também de olhar para a vida humana, para a segurança das populações”... “ao menos o Exército, coloca também a pessoa na equação que é preciso considerar”.

“Gostaria que todos os intervenientes fizessem o mesmo”, concluiu.


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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 20.7.10
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Foi ontem publicado no Diário Oficial do Reino de Espanha que Elvas reabre o Consulado Honorário em Elvas.

Segundo o despacho ministerial "las relaciones económicas y comerciales hispano-lusas son especialmente importantes en esta zona estratégica del Centro y el Alentejo portugués para la comunicación y modernización de las relaciones entre los dos países, con mención especial a la línea de alta velocidad entre Madrid y Lisboa que pasará por esta región."

O cargo será exercido por um cidadão português aguardando-se a sua nomeação.

Recordemos ainda que o Embaixador luso em Madrid anunciou em novembro que também o Consulado de Portugal em Badajoz seria reativado em breve, aquando da sua visita a Badajoz.

A Eurocidade afirma-se nas relações entre Espanha e Portugal.
Hoje a RTP dedica o dia a Mérida enquanto Elvas aguarda a realização da Cimeira Ibérica em setembro.


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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 20.7.10


O Ministério da Cultura suspendeu a ordem de demolição do Ministério da Defesa.

“O Ministério da Defesa preparava-se para proceder à demolição da igreja, sem requerer junto da Direção Regional de Cultura um parecer sobre o projeto. Assim que soubemos desta irregularidade, no passado dia 07 de julho, procedemos logo à suspensão da intervenção”, explicou Aurora Carapinha, diretora Regional de Cultura do Alentejo.

Fica o agradecimento público deste Velho Conselheiro a todos os que assinaram a petição que subscreveram mais de 2000 pessoas. Fica mais uma vez demonstrado a necessidade de existir em Elvas uma associação cívica que além do património esteja atenta ao ambiente, cultura e economia social, livre de interesses partidários. Hoje, mais que nunca, Todos Somos Elvas.

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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.7.10
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Entre os dias 25 de Julho e 3 de Agosto tem lugar em Brasilia, Cidade Património da Humanidade, a 34ª sessão da Comissão de Património Mundial da UNESCO para deliberar sobre as novas candidaturas e o estado de conservação e de risco dos bens já declarados Património da Humanidade.


Este ano Portugal apresenta duas candidaturas em conjunto com Espanha. Como bem natural é apresentada as Pegadas de Dinossauro na Península Ibérica, enquanto como bem Cultural é pedido o alargamento da área do bem pré-histórico das Gravuras Rupestres de Vale do Côa a Siega Verde, tornando assim este bem transnacional.

Recordemos que a inclusão no restrito clube de Património Mundial é cada vez mais complicado e uma vez mais a Comissão dará preferência a paises sem este tipo de reconhecimento, como são o Tajaquistão, as Ilhas Marshall e Kiribati, bem como às nomeações transnacionais.

Recordemos que as Fortificações de Elvas, integrante da lista nominativa desde 2004, têm já o dossier entregue a esta Comissão, enquanto as Fortificações Abaluartadas da Raia o estão desde 1998, sem que o mesmo esteja em curso. Como nota final a inclusão recente de Plasencia / Trujillo e Monfragüe requerida pela Junta da Extremadura, como bem misto.

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