
Na semana passada o Regedor, o seu Vice e a Vereadora da Cultura e Turismo estiveram na capital da Nação reunidos com o Ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, analisando a situação do património militar que pertence a este organismo em Elvas.

"Já há muito tempo que o Alentejo devia ter pugnado pela regionalização, ‘batendo-se’ mais por todas as questões e princípios que levem á regionalização. Mas, o que, infelizmente, ainda domina é a cultura da divisão que provem, talvez, das divisões territoriais em freguesias, concelhos e distritos. Daí que uns defendam um bocadinho do Baixo Alentejo, outros do Norte Alentejano, etc.. Ou seja, mesmo pensando em regionalização, o alentejano sente ainda alguma dificuldade em se rever em todo o Alentejo, quando a expressão que o define e identifica não é alentejano do Alentejo Central ou do Baixo Alentejo. É alentejano!"
2010 ANO DA EUROCIDADE![]()
2010 ANO DA EUROCIDADE![]()
Vantagens duma ligação em metro ligeiro de superficie (MLS) entre Elvas, Estação do Caia e Badajoz:
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Na última corrida à cadeira doPalácio do Regedor a direita conservadora apresentou uma proposta que rapidamente a esquerda maioritária fez cair em ridículo, a construção de um metro ligeiro de superficie entre a Cidade e a futura estação do TGV, e daí ao centro de Badajoz. Uma iniciativa não inédita do PSD/CDS como veremos.

2010 ANO DA EUROCIDADE![]()
A baixa, ou Cidade Jardim, ganha cada dia novo impulso frente ao Centro Histórico.

Segundo as informações que este Velho Conselheiro conseguiu confirmar esta Capela que está abandonada, e à qual já falta parte do Calvário, pertence à paróquia de Sta. Luzia, pelo que cabe a esta velar pela sua conservação.

No último Conclave foi finalmente anunciado que a data de inauguração(26 Março), na Torre Fernandina, do polo museológico sobre a Interpretação das Fortificações de Elvas. Congratulamo-nos por esta iniciativa do Palácio do Regedor para uma pretensão que desde este blogue levamos alertando desde Agosto'08. Falta a sua iluminação ornamental!
edição do Velho Conselheiro Zé de Mello a 12.8.05
Vou continuar as minhas intervenções, não temendo a bloqueios, ameaças ou tentivas de manipulação de quem quer que seja. Sou um independente, um humanista (palavra que parece vai entrar no vocabulário tragico-cómico local), e um personagem atento ao que por este concelho se vai passando.
Mas não serei um velho do Restelo nem um utópico, tenho metas a atingir. Sei pela minha experiência que depois da tempestade há que examinar o assunto e preparar o terreno para o futuro. É assim que as marcas se deixam.
Nessa atitude quero queixar hoje aqui uma proposta ao Regedor Municipal, ou quem sabe aos candidatos ao lugar.
Uma das grandes aventuras que a cidade se prepara para enfrentar é a longa e trabalhosa tarefa de se preparar para a Candidatura a receber o selo da Unesco nas suas muralhas., trabalho que deverá passar também pela educação civica do povo para esta questão. Dessas Obras Monumentais, que são as cercas e obras complementares, aquela que mais directamente está no coração da urbe é a chamada Torre Fernandina, obra da 2ª Cerca, do periodo almóada posteriormente aproveitado pela reis portugueses.
A minha proposta deste dia é o seu aproveitamento para Miradouro.
Não sei quantos dos cibernautas já tiveram a oportunidade de subir até à esplanada desta torre, mas a vista desde lá é espectacular. Para além de se avistar todo o cerne da cidade e o Aqueduto permite ao "hipotético" visitante/turista perceber até onde chegava a cidade no domínio islâmico intra-muros.
Fácil, simples, barato e mais um trunfo para Elvas no plano turístico.
Até vou mais além, quais miradouros de outras paragens, proponho a colocação de uma placa pictórica que identifique ao visitante a identificação dos vários locais de interesse.
Pois têm razão isto significa um encargo financeiro para os cofres da autarquia, assim que não me oporei se à entrada, e aproveitando o guarda dos WC, for cobrada uma taxa de entrada na Torre de um valor que costei a colocação desta placa. Proponho meia moeda de euro. Que tal?
Espero que pelo menos me enviem uma entrada gratuíta pela ideia."

Devido ao temporal e à grande quantidade de chuva que se tem registado na Cidade, aliado a que as obras na Rua de S. Lourenço finalizaram recentemente, sem que tenha transcurrido o tempo necessário para o seu assentamento, o terreno tem aluído provocando buracos e pondo em perigo o trânsito de peões e viaturas.

