
Ter Badajoz como vizinho tem as suas vantagens, mas também enormes prejuízos atendendo à dimensão das duas cidades. Durante muitos anos o comércio em Elvas foi alimentado pelas compras que os cidadãos espanhóis aqui realizavam, assim como o sector dos serviços devido à existência de fronteiras e consequentes impostos aduaneiros. Este último morreu completamente com a abolição das fronteiras no espaço europeu, apesar disso a restauração e o comércio têm conseguido sobreviver. No entanto a abolição das fronteiras permitiu à economia espanhola dinamizar-se e tornar-se competitiva ao ponto de se tornar a oitava economia mundial, e é aqui que a “porca torce o rabo” já que em Portugal fomos incapazes de acompanhar esse desenvolvimento. Hoje Badajoz tem cerca de 150.000 habitantes, uma economia pujante nos últimos anos (a Extremadura Espanhola foi a região que mais cresceu até a crise financeira surgir) enquanto Elvas com os seus parcos 25.000 habitantes resume-se quanto muito a um bairro residencial, com muito pouco para oferecer e menos ainda para competir, fruto da conjuntura em que está inserida e de políticas que delapidaram serviços públicos como a EDP, PT, Maternidade, Centro de Reclusão, GAT, etc, assim como um grande número de empresas privadas. Os resultados que saltam à vista são os milhares de elvenses que todas as semanas atravessam a fronteira para trabalhar ou simplesmente fazer compras, sendo que este último aspecto é o mais prejudicial à economia local, pois provoca uma enorme fuga de capital. Elvas nunca conseguirá competir com a variedade e diversidade de produtos disponíveis no outro lado da fronteira, muito menos quando esses produtos são mais baratos que no lado de cá, derivado, entre outras coisas, de uma carga fiscal menor. Por isso captar investimento para Elvas é também tarefa ingrata fruto desse mesmo desequilíbrio fiscal, o que no entanto pode, e deve, ser atenuado com políticas locais de facilitação e incentivo, que infelizmente não existem.
Neste momento deve-se fazer uma profunda reflexão sobre o que temos a oferecer e onde nos podemos diferenciar, seja nos produtos locais, exploração dos recursos naturais, turismo ou no facto de sermos a porta de entrada para Portugal. Nestas três áreas há muito para oferecer, mas muito pouco tem sido feito, principalmente no que toca à divulgação da cidade em si. Basta, para isso, ver como a nível turístico temos muito mais para mostrar que Évora e no entanto continuamos orgulhosamente sós, desconhecidos por tudo e todos."
2010 ANO DA EUROCIDADE

"O Executivo camarário deliberou que Elvas vai ter um Plano de Promoção e Imagem do Concelho. A finalidade é criar a imagem do Município, criar a Marca Elvas e promover o Concelho de Elvas através de logótipos em táxis e autocarros, colocação de outdoors e painéis, distribuídos por Portugal e Espanha e ainda a criação de spots nas televisões, renovação dos sites municipais na internet, entre outros meios promocionais." in Palágio Digital
2010 ANO DA EUROCIDADE
"A Câmara Municipal de Marco de Canaveses aprovou por unanimidade, e estando apenas ausentes os Vereadores do Marco Confiante com Ferreira Torres, em reunião do passado dia 10 de Dezembro, a proposta de alteração do nome do “Estádio Avelino Ferreira Torres” para “Estádio Municipal do Marco de Canaveses.”
A Comissão Municipal de Toponímia e a Junta de Freguesia de Fornos, de acordo com o Regulamento da Toponímia, emitiram parecer favorável à respectiva alteração da denominação do Estádio." in A Verdade
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Depois de esgotado o 1º número da revista satírica "Caras Elvense", lançamos neste Carnaval o nº 2. O melhor da sociedade de Elvas em revista.
A Ministra da Cultura Gabriela Canavilhas, apresentou em Dezembro passado as linhas mestras do seu ministério, nas quais estavam incluidos um conjunto de projetos de recuperação patrimonial, designadamente as muralhas de Almeida, o Mosteiro de Lorvão, as sés de Évora, Elvas, Portalegre e Beja, no âmbito da "Rota das Catedrais", já aqui abordado anteriormente.

Entretanto o portal Tudoben.com, "made in Elvas", apresenta uma nova imagem, mais fresca, "clean" e contemporânea.
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"Senhor Zé de Mello:
Aqui vão as fotografias de duas intervenções feitas em escadas de Elvas:
- No Arco do Bispo os as vetustas e acastanhadas lajes antigas de bordos arredondados pelo tempo foram substituídas por angulosas lajes modernas e a calçada de pedra irregular substituída por calçada de paralelepípedos cúbicos;
- As escadas do terreno militar, junto ao quiosque do Aqueduto, parcialmente cobertas com cimento.
Em ambos os casos as intervenções me parecem pouco conseguidas, adulterando o nosso ancestral Património!
Todos Somos Elvas.
Cumprimentos A. E."
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Como em anos anteriores voltamos a olhar para o Orçamento de Estado e tentamos ler o que o Governo da Nação guarda do seu mealheiro para o Concelho.
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O deputado social-democrata, Cristovão Crespo, em declarações ao jornal Fonte Nova, disse que "existe uma estratégia que visa retirar importância aos Hospitais Distritais do Alentejo". No Distrito de Portalegre "ela passa por promover o Hospital de Elvas e não deixar desenvolver o Hospital de Portalegre, o que conduzirá ao aniquilamento dos dois hospitais", acrescenta o deputado, salientando que "a nossa dúvida é se essa estratégia é definida pelo Ministério da Saúde em Lisboa ou pela Administração Regional de Saúde do Alentejo (ARSA), em Évora".




