edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.6.09
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As novidades em ano eleitoral aparecem em sucessivas noticias que, agradavelmente, vêm dar razão a este Velho Conselheiro.

Quantas vezes se recordam os visitantes e co-Conselheiros que desde aqui exigimos a digna iluminação de alguns monumentos e das Fortificações de Elvas. Conhece-se já qual vai ser a intervenção que finalmente o Regedor vai realizar numa primeira fase ainda antes do fim do verão, nomeadamente nas Portas e alguns troços da Muralha do sec. XVII, bem como do Castelo.

Deixamos aqui algumas imagens que fazem parte do projecto do Palácio do Regedor.



edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.6.09

Um dos locais no centro do burgo que desde há largo tempo precisava de intervenção, e para a qual desde aqui temos repetidamente solicitado, está finalmente reabilitado.


O Miradouro do Castelo, antigo espaço militar destinado ao posto de comunicações encerrado por alto muro é agora um dos locais que seguramente mais visitantes e turistas irão percorrer.

O agradecimento ao Regedor pela dignificação daquele espaço, sabendo este Velho Conselheiro que os Velhos do Restelo irão ditar as suas permisas. Falta o arranjo do restante Parado do Castelo, a iluminação do Castelo e já agora que algum empresário aceite o desafio do Regedor e abra um quiosque naquele espaço!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.6.09
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Desde há uns dias temos ao dispor dos visitantes e co-Conselheiros deste blogue um inquerito online que pretende auferir o sentimento dos Elvenses sobre a actuação de Rondão Almeida à frente do executivo municpal em Elvas.


Participe na coluna ao lado!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 7.6.09
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No Concelho de Elvas o PS foi o partido mais votado para o Parlamento Europeu, atingindo os 34,46%, seguido pelo PSD, com 23,18%; sendo que o Bloco de Esquerda sobe a terceira força partidaria atingindo 11,22%.

Ao igual do pais a abstenção foi a grande vencedora no Concelho com apenas 27,53% entre os 20471 votantes.

Se olharmos para os resultados do último acto eleitoral para as autarquias, vemos que o PS regista um grande descida, justificada por estas serem eleições europeias, não atractivas para o eleitorado local. Por outro lado o PSD e o CDS por separado obtêm agora mais votos que na coligação ADElvas de 2005. Registo também para o BE que passa dos 4,14% obtidos na corrida à Assembleia Municipal para os agora 11,22%.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.6.09
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A primeira palavra é de desculpas para os comerciantes de Elvas. Os nossos empresários da restauração, que ao longo dos anos têm conseguido fazer com que o nome da Cidade e do Concelho fosse conhecido aquém e além fronteiras como um município, e onde, a gastronomia para além de boa qualidade tem permitido criar riqueza e postos de trabalho nao merceciam ser tratados pelo Regedor e sua equipa desta forma.

Em boa hora a Associação Empresarial de Elvas e um dezena de restaurantes fizeram a VERDADEIRA festa do marisco de Elvas.
Não entende este Velho Conselheiro porque os empresários de Elvas e o Palácio têm que ser reféns de uma empresa extra-concelhia para fazer aquilo que também e dignamente aqui se faz a diário. Um festival deste género pode e deve ser organizado domesticamente.
Nota positiva para Rondão por criar o engodo que lhe permitirá descartar Eurico!
Nota negativa para Rondão que deve um pedido de desculpas formais aos empresários.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.6.09
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Situado em pleno Centro Histórico e comercial do burgo, no início da Rua de S. Francisco, esquinado com a Rua Tenente Passos Manuel é um edifício do sec. XVIII, composto por piso terreo e andar nobre, com sacada central e balcão saliente e grade de ferro forjado, acompanhado por outras 6 janelas guarnecidas de mármore.


Ao longo da cimalha, de mármore e alvenaria que remata o edifício, encontram-se gárgulas com carrancas, tendo ao centro um frontão com o brasão dos Melos, encimado por uma águia de asas estendidas. Ainda destaque para a esquina, para um medalhão em mármore com as letras A M e a data de 1760.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.6.09
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Elvas acolhe apartir de hoje o 1.º Festival Ibérico do Marisco, que decorre no Rossio de S. Francisco, junto ao Aqueduto da Amoreira, até dia 7 de Junho.

Sendo que a entrada no recinto tem um custo de 1,50€, com direito a uma bebida, e sendo que foi apresentado como um espaço no qual serão praticados preços "populares" destacamos que hoje, noite da abertura, terá a animação assegurada pelo projecto Abba Gold, naquela que é anunciada como a noite europeia, seguindo-se-lhe, nas noites posteriores,  o grupo “Flor de Lis” (que representou Portugal no Festival da Eurovisão deste ano), um grupo de sevilhanas e flamenco, e a banda “Canta Brasil”.

Anunciados ainda espectáculos pirotécnicos, dj set e animação para os mais novos.

Vale a pena ir até lá!


edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.6.09
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Atenção aos visitantes do Centro Histórico de Elvas!


Existem espalhados pelas ruas do burgo dois tipos de mupis, contendo, além dos mapas da Cidade, informação turistica variada e de locais recomendados pelos serviços de turismo do Palácio do Regedor. Para garantizar a adequada prestação deste serviço recomendamos a todos quantos nos visitam que apenas sigam as instruções do muppi aqui sinalizado com a letra A de "actualizado" em detrimento daquele identificado como AR, "a retirar".

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.6.09
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No transacto mês de Maio a revista "Focus" desenvolveu um trabalho ao qual foi posto o título de "Os grandes narcisistas portugueses", no qual foram estudados por duas eminências da psicanálise nacional, o Prof. Dr. Carlos Amaral e o Prof. Dr. Jaime Milheiro, 17 personalidades de Portugal e onde se dedicou atenção a Rondão Almeida, único autarca entre desportistas, empresários e outros politicos, a qual transcrevemos hoje.



Metáfora exagerada de muitos autarcas portugueses, José Rondão Almeida é o expoente máximo da publicitária frase: "Se eu não gostar de mim quem gostará?".
Presidente da Câmara de Elvas vai para 16 anos, tem o seu nome - através de placas que invoncam o momento da inauguração ou no próprio baptismo dos espaços - em variadíssimos equipamentos sociais e na toponímia daquele concelho da raia alentejana: ruas, avenidas, fontes, lares, parques subterrâneos e até no magno coliseu da cidade, a maior sala de espectáculos da região.

"É muito bom sinal haver placas por todo o lado com o meu nome, como entidade que o fez. É porque há obra", a transparente (talvés ingénua) explicação de Rondão Almeida ao DN, em 2007, acaba por dizer tudo: ele considera-se a entidade e o seu desejo é o de nunca ser esquecido. As pedras não morrem.

Verdadeiro caso de um narcisismo em espelho. Ao colocar o seu nome em vários equipamentos da cidade, revê-se como Narciso no rio. Provavelmente, o desespero de uma falha básica incrementa esta necessidade de self grandioso.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 1.6.09
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O povoamento do sitio de Barbacena, possivelmente desenvolvido sobre um castro pré-romano, fez-se a partir da doação de Barbacena a D. Estêvão Anes, Chanceler-Mor de D. Afonso III, casado com uma filha ilegítima do monarca, e senhor do Alvito, no ano de 1251. Em 1519, D. Manuel daria novo foral à vila, ordenando a reconstrução do seu castelo, que assim se pode supor em mau estado de conservação. 


Alguns anos mais tarde, em 1536, Barbacena é morgadio de D. Jorge Henriques, caçador-mor de D. João III, a quem se deve o arranque da construção do castelo, que fica por terminar aquando da morte do seu donatário, em 1572. Três anos mais tarde, a fortificação é comprada por Diogo de Castro do Rio, Cavaleiro da Ordem de Cristo e Fidalgo da Casa Real, e o primeiro a usar o título de senhor de Barbacena. O castelo então erguido, de planta quadrangular, não seria seguramente a primeira construção fortificada do local, onde deverá ter existido obra medieval. 

No século XVII, no contexto da Guerra da Restauração, a fortaleza sofreu obras de modernização, de forma a adequar-se às novas tácticas militares, que exigiam a construção de um baluarte moderno. A entrada principal que ainda hoje se pode ver, um portal de pedra formando frontão com dois coruchéus, é desta época. 
Em 1645, as tropas castelhanas assaltam o castelo, e em 1658 a guarnição é mesmo forçada a render-se ao Duque de Ossuna. Os ataques e as pilhagens, bem como a constante necessidade de modernização das defesas numa zona de tal importância estratégica, determinam a necessidade de novas obras de remodelação e fortificação, desta feita a cargo de Afonso Furtado de Mendonça, chanceler-mor do reino e primeiro Visconde de Barbacena.

Do castelo, de planta rectangular, conservam-se as paredes e a entrada principal, já citada, e ainda vestígios de um portal mais antigo, em arco redondo, entaipado. Da muralha da fortaleza, transformada no século XVII em planta estrelada, conservam-se vários troços e alguns elementos abaluartados, bem como torreões baixos (a Torre de Menagem foi derrubada no início do século XVII). Pode ainda ver-se a antiga Casa do Governador, edifício de alguma nobreza, com escadaria central dupla, e vestígios de uma capela no piso superior. 

Em 1896, há notícia da transacção do imóvel, vendido por Hermenegildo José Costa Campos a Alfredo de Andrade, de quem descenderia um dos últimos proprietários, José Luis Sommer de Andrade, vendedor do castelo em 2005, sendo o adquirente Mico da Câmara Pereira.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.5.09
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As muralhas de Elvas ao serviço da industria hoteleira!? 

Assim não, por favor!!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 28.5.09

Depois de vários meios terem dado eco do tema ao qual este Velho Conselheiro hoje se juntou, o Palácio do Regedor tomou medidas de forma a retirar aqueles outdoors da entrada principal do burgo e que além da poluição visual ocultam a Fonte da Misericórdia.

À Rádio Elvas, o autarca afirmou que "em 16 anos que levo de presidência da Câmara, jamais algum partido político tinha instalado outdoors no centro histórico. Para Rondão, "não é nada agradável que uma cidade que se encontra em pleno processo de candidatura a Património Mundial tenha o seu centro histórico «invadido» por este tipo de estruturas”.

Desde este espaço da blogosfera agradece-se a rapida resolução deste "crime".

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