Variadas vezes tem este Velho Conselheiro referido aqui no blogue, bem como em outros, as necessidades viárias que num futuro não muito longinquo, serão primordiais para acompanhar o desenvolvimento social e económico do Concelho.

Se há um sector em que o governo socialista da autarquia elvense se tem esforçado é do apoio social. E há que reconhece-lo.
- Entrega de livros, mochilas e material escolar a alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico;
- Férias Activas nos estabelecimentos escolares do 1.º Ciclo;
- Campo de Férias em Sines;
- Ocupação Municipal de Tempos Livres;
- Ocupação Municipal Temporária de Jovens;
- Câmara Mão Amiga;
- Cartão da Idade de Ouro;
- Cartão Jovem Municipal;
- redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (0,4%);
- diminuição para metade da Derrama (0,75%);
- isenção do pagamento da tarifa da água, no escalão até três metros cúbicos, aos utentes do Cartão da Idade de Ouro;
- programa Usado Vira Novo.
Esta é a obra a decorrer no Concelho que mais atraso regista e que segundo informações recentes do Palácio do Regedor terá solução para Novembro deste ano.
Como já tinha revelado o blogue Elvas Cidade Viva, foi ontem apresentado o novo Plano de Marketing e Comunicação do Palácio, num investimento total de 200 mil euros.

Implantado numa zona raiana, vocacionada desde sempre, para a defesa e protecção do reino, o Castelo de Elvas data do reinado de D. Sancho II, embora sofresse ampliações importantes no reinado seguinte. Assenta sobre uma estrutura muçulmana, da qual ainda se conservam duas cinturas de muralhas. O castelo foi reedificado e concluído em 1228.
Foi esta dupla função castelo/residência que melhor caracterizou o conjunto até à grande reforma militar de meados do século XVII, época em que o Castelo de Elvas passará a ser um dos mais notáveis conjuntos abaluartados da Europa, devido à premência da defesa em pleno ciclo de guerras de fronteira (1641-1668). A obra de fortificação coube ao engenheiro Padre Cosmander e a outros mestres, para o efeito chamados à corte portuguesa por D. João IV e D. Afonso VI. Destaca-se, desta campanha, o complexo sistema de muralhas, revelins, fossos, bem como duas fortalezas secundárias, as de Santa Luzia e da Graça.
Apesar das grandes transformações sofridas ao longo da História, o Castelo de Elvas mantém a sua estrutura militar medieval e é reconhecidamente um dos mais importantes casos de sobreposição de funções e de evolução das concepções estratégico-militares ao longo da História portuguesa.
Hoje, sexta-feira, no Pavilhão Multiusos de Vila Boim, animação musical, dedicada aos anos 70 e 80.
Amanhã, sábado, pelas 21 horas, Procissão de recolha da imagem do Imaculado Coração de Maria à Igreja Matriz. Às 22 horas, Inauguração, no Pavilhão Multiusos de uma exposição de pintura de artistas vila-boinense, seguido pelo 2.º Encontro de Grupos de Dança.
Domingo pela manhã, Eucaristia na Igreja Matriz, seguida de procissão com a imagem do Imaculado Coração de Maria; e, finalmente, um almoço de convívio, oferecido pela Junta de Freguesia de Vila Boim.
VILA BOIM
edição: Ze de Mello | 26.3.07 | FREGUESIAS |Vila Boim tem vestigios de povoamento desde a época pré-histórica como comprovam algumas antas descobertos na freguesia. No século II a.C., chegaram os romanos a Vila Boim.
O início da história documentada de Vila Boim, dá-se com a chegada dos muçulmanos. Os muçulmanos baptizaram Vila Boim de Moçarava. Em 1226 D. Sancho II expulsa os muçulmanos de Elvas. Supõe-se assim que esse tenha sido o mesmo ano em que os muçulmanos tenham sido expulsos de Vila Boim.Já no reinado de D. Afonso II, Vila Boim foi doada a D. João de Aboim, deixando a designação de Moçarava, para adoptar numa primeira fase o nome de Vila Aboim e posteriormente a nomenclatura de Vila de Boim. Ao longo da segunda metade do século XII, D. João de Aboim foi adquirindo mais terras, até que em data incerteza e quando Elvas delimitou por padrões as possessões senhoriais, surgiu o Concelho de Vila Boim.
Desde 1305, o Concelho de Vila Boim andou na posse da coroa, até que em 23 de Janeiro de 1374, D. Fernando extinguiu o Concelho de Vila Boim e o integrou no Concelho de Elvas. Mas a 14 de Julho de 1374, D. Fernandovoltou a restituir o Concelho de Vila Boim e a sua autonomia.
Em 1451, Fernando de Abreu vendeu Vila Boim a Fernando I de Bragança, fazendo Vila Boim parte do Ducado de Bragança até 1876. Em 1505 iniciou-se a construção do Castelo de Vila Boim, que foi destruido na Guerra da Restauração.
Os principais monumentos de Vila Boim já não existem. A lembrar: Castelo de Vila Boim, Paço dos Duques de Bragança e o Pelourinho. Resta apenas a Igreja de São João Baptista do século XVIII. A 1 de Julho de 1518 Vila Boim recebeu foral manuelino.
Em 1836 aquando das reformas administrativas o Concelho de Vila Boim foi definitivamente extinto e integrado no Concelho de Elvas.
Dos temas abordados destaque para os números apresentados pelos responsavéis ministeriais, apresentando que a primeira convocatória do Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça aprovou um total de 172,8 milhões de euros de investimentos, a concretizar maioritariamente em 2009 e 2010, num investimento total de cerca de 354 milhões de euros, no período 2007-2013.
A Conferência que decorreu a 4 e 5 de Fevereiro no Centro Cultural Vila Flor, e em que várioas temas foram abordados, com destaque para os paineis ssobre o Futuro da Política de Cooperação Transfronteiriça, Apresentação do Estudo sobre o Impacto dos Programas de Cooperação Luso-Espanhola, Painel dos AECT’s: Um Instrumento Legislativo pela Cooperação e obviamente o Painel das Eurocidades Ibéricas: Um Modelo de Cooperação de Segunda Geração, composto pelos autarcas de Chaves e Verín, João Gonçalves Martins Baptista e Juan Manuel Jiménez Morán e o exemplo de Elvas/Badajoz apresentado por Miguel Ángel Celdrán Matute, Alcalde de Badajoz.
Se os primeiros apresentaram um trabalho de cooperação transfronteriça de excelência e exemplar no âmbito da chamada Eurocidade da Água, e que em breve iremos apresentar no blogue, o Alcalde pacense admitiu por primeira vez publicamente que há espaço para a constituição da Eurocidade Ibérica: "Además, razones de equilibrio territorial, de influencia y de población nos han llevado a ampliar el marco de trabajo, de la Eurociudad al de Euro Región. Es un marco que nos permite trabajar en conjunto, pero no excluye el desarrollo de proyectos específicos entre dos de sus miembros", declara, mantendo a convicção que a Eurocidade não lhe convém.
Há a reter que a denominada, erróneamente, Euroregião ExtremAlentejo, que deveria ser aprovada pela União Europeia, não está a colher aprovação de vários organismos europeus, recordando estes que as Euroregiões a constituir entre Portugal e Espanha, constituidas como áreas de cooperação são Norte-Galiza; Norte-Castela e Leão; Centro-Castela e Leão; Centro e Alentejo-Extremadura; Algarve e Alentejo-Andaluzia.
Esperemos pois que num futuro próximo Rondão e Celdran, apesar das ideiologias politicas contrárias, empreendam o caminho para alcançar o objectivo que desde sempre aqui temos difundido.







