edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.3.09

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.3.09

Variadas vezes tem este Velho Conselheiro referido aqui no blogue, bem como em outros, as necessidades viárias que num futuro não muito longinquo, serão primordiais para acompanhar o desenvolvimento social e económico do Concelho. 


Uma das ideias que já aqui apresentámos prende-se com a Variante Sul à Cidade, ligando o Morgadinho ao Paraiso, permitindo uma mais fácil circulação numa cada vez mais sobrecarregada Avenida de Badajoz, criando melhores vias de escoamento de trânsito em direcção ao Alandroal, Ajuda e obviamente o Caia.

Outras das necessidades urgentes ainda no interior do Concelho é a criação de variantes a S. Vicente e Sta. Eulália, situação que não compreendemos como se mantêm em pleno sec. XXI, levando para o centro destes aglomerados rurais o fluxo rodoviário que liga as duas principais cidades do norte alentejano. Com esta solução da variante seria também importante suprimir a passagem subnivelada sob o caminho de ferro que se localiza à entrada de Sta. Eulália.

No que se refere à ligação rodoviária EN373 que liga Elvas a Campo Maior, está repetidamente comprovado, e até com vitimas, que o traçado que esta apresenta não corresponde ao elevado número de trânsito que por ali circula, e que tenderá em aumentar com a futura plataforma logística do Caia. Neste caso concreto cabe às duas autarquias encontrar nova solução para este já ultrapassado traçado.

Fica mais uma vez a visão do Zé de Mello a bem de todos os Elvenses, e neste caso também dos Campomaiorenses, que esperamos não tenham que derramar mais sangue e vidas naquela via.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.3.09
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Se há um sector em que o governo socialista da autarquia elvense se tem esforçado é do apoio social. E há que reconhece-lo.


Depois de um vasto programa social posto já em práctica é agora difundida pelos medias locais, da intenção de lançar um programa de intervenção destinado a apoiar as famílias que, por situação de desemprego, recebendo estes um cheque-alimentos em troca de tarefas relacionadas com a conservação do património local. Enquanto aguarda autorização das autoridades pertinentes, o Regedor anunciou já que no biénio 2009/2010 esta medida pretende chegar a 400/500 familias elvenses, num investimento orçado de um milhão de euros.

Recordemos que entre as politicas sociais do Palácio do Regedor estão as seguintes:
  • Entrega de livros, mochilas e material escolar a alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico;
  • Férias Activas nos estabelecimentos escolares do 1.º Ciclo;
  • Campo de Férias em Sines;
  • Ocupação Municipal de Tempos Livres;
  • Ocupação Municipal Temporária de Jovens;
  • Câmara Mão Amiga;
  • Cartão da Idade de Ouro;
  • Cartão Jovem Municipal;
  • redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (0,4%);
  • diminuição para metade da Derrama (0,75%);
  • isenção do pagamento da tarifa da água, no escalão até três metros cúbicos, aos utentes do Cartão da Idade de Ouro;
  • programa Usado Vira Novo.
Assim, mais uma vez, o Regedor aproxima-se dos problemas dos seus eleitores prestando-lhe um apoio que em alguns casos é primordial para a sua sobrevivência.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.3.09
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A Assembleia Municipal de Elvas aprovou uma moção que se manifesta contra a instalação da refinaria Balboa, um projecto espanhol que fará descargas em afluentes do Guadiana. A iniciativa foi do deputado municipal do Bloco de Esquerda, que tem trabalhado em conjunto com as associações ecologistas do lado espanhol em defesa do Guadiana.

A moção foi aprovada por vinte votos a favor vindos de todas as bancadas. Seis socialistas votaram contra, mantendo-se fiéis ao apoio que deram à refinaria numa fase inicial. O deputado bloquista Luís Pedras diz-se "muito orgulhoso, porque fomos a primeira Assembleia Municipal a aprovar a reprovação deste projecto nocivo para o ambiente das duas regiões". O Bloco/Elvas tem estado em contacto com os ecologistas do outro lado da fronteira, que contestam igualmente este projecto da refinaria.

A moção diz que as descargas da refinaria seriam efectuadas para rios afluentes do Guadiana, "nomeadamente o Guadajira, afectando todo o projecto de regadio do Alqueva, podendo mesmo vir a contaminar as praias de Vila Real de Santo António, segundo estudos da Universidade da Extremadura". A mesma Universidade alerta também para o risco de contaminação do ozono troposférico lançado pelas chaminés, que se poderão propagar num raio de 140 quilómetros, atingindo algumas freguesias do concelho de Évora.

O anúncio da construção desta refinaria contou desde o início com a oposição dos empresários que pretendem apostar no Alqueva como destino turístico. José Roquette, que tem projectos na região no valor de 1500 milhões de euros, chegou mesmo a deslocar-se ao debate público para ali deixar claro que é incompatível o turismo de qualidade com uma refinaria a laborar a poucos quilómetros de distância. 

A moção da Assembleia de Elvas tem também em consideração "as posições públicas tomadas por muitos autarcas alentejanos, como os Presidentes de Câmara de Évora, Portel, Reguengos, Barrancos, Mértola", que manifestaram a sua oposição ao projecto da refinaria do grupo Empresarial Alfonso Gallardo. O próprio primeiro-ministro é citado na moção quando afirmou que  “os interesses Portugueses, que são a protecção e defesa dos valores e dos padrões ambientais desta zona serão sempre devidamente acautelados” dizendo também “a refinaria não deverá ser construída se puser em causa valores ambientais portugueses”.

Luís Pedras diz que o movimento social de oposição à refinaria deste lado da fronteira não vai parar por aqui. "Vamos fazer um debate com a participação das associações ecologistas envolvidas nesta luta, no dia 4 de Abril, no Auditório do Museu da Fotografia". O debate deverá contar com a presença do eurodeputado Miguel Portas.

in esquerda.net

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.3.09

Esta é a obra a decorrer no Concelho que mais atraso regista e que segundo informações recentes do Palácio do Regedor terá solução para Novembro deste ano.




edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 27.2.09

Como já tinha revelado o blogue Elvas Cidade Viva, foi ontem apresentado o novo Plano de Marketing e Comunicação do Palácio, num investimento total de 200 mil euros


Para além de nos recordar um édito que aqui publicamos na ressaca da reinauguração do edificio da Rua Isabel Maria Picão, em 18 Maio'05, apresenta-se nos curioso que apenas tenha sido apresentado pela Regedora-Adjunta e Vereadora de Informação e Propaganda, e não em conjunto com o Vereador responsável pelo Turismo!!! 

Alegra-nos por finalmente nos terem escutado e cumprirem assim uma promessa eleitoral, que fará coincidir a sua 2ª fase , curiosamente, com outro período eleitoral.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 26.2.09
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Chamo a atenção  dos co-Conselheiros que assiduamente nos visitam que votem nos Prémios do Carnaval de Elvas promovidos pelo blogue Cidad'Elvas, bem como deixem a sua opinião sobre esta edição e sobre o futuro de um dos principais cartazes turísticos e motor económico da Cidade.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 26.2.09
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Mais uma foto que aportamos para demonstrar que o programa do Palácio do Regedor "Elvas Cidade Branca" está a descaracterizar o Centro Histórico.

Os edificios nobres, incluindo o edificio sede do Municipio, apresentavam durante o final do sec. XIX e sec. XX cores pasteis e não o malvado branco!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 25.2.09
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Implantado numa zona raiana, vocacionada desde sempre, para a defesa e protecção do reino, o Castelo de Elvas data do reinado de D. Sancho II, embora sofresse ampliações importantes no reinado seguinte. Assenta sobre uma estrutura muçulmana, da qual ainda se conservam duas cinturas de muralhas. O castelo foi reedificado e concluído em 1228.

No reinado de D. Dinis introduziram-se algumas inovações ao nível das coberturas e outros elementos de apoio, como os torreões e os matacães. Nos séculos seguintes, D. João II e D. Manuel I adaptaram o castelo rumo a um novo sistema abaluartado, de gosto renascentista, ao mesmo tempo que todo o conjunto foi assumindo um carácter mais residencial, a cargo dos alcaides da cidade. Sobrepujando as portas de entrada deparamos com a pedra de armas de D. João II, datando essa campanha construtiva.

Foi esta dupla função castelo/residência que melhor caracterizou o conjunto até à grande reforma militar de meados do século XVII, época em que o Castelo de Elvas passará a ser um dos mais notáveis conjuntos abaluartados da Europa, devido à premência da defesa em pleno ciclo de guerras de fronteira (1641-1668). A obra de fortificação coube ao engenheiro Padre Cosmander e a outros mestres, para o efeito chamados à corte portuguesa por D. João IV e D. Afonso VI. Destaca-se, desta campanha, o complexo sistema de muralhas, revelins, fossos, bem como duas fortalezas secundárias, as de Santa Luzia e da Graça.

Apesar das grandes transformações sofridas ao longo da História, o Castelo de Elvas mantém a sua estrutura militar medieval e é reconhecidamente um dos mais importantes casos de sobreposição de funções e de evolução das concepções estratégico-militares ao longo da História portuguesa.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.2.09
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 20.2.09
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Comemora-se no domingo o aniversário desta freguesia. Num apontamento anterior já aqui lhe tinhamos dedicado o édito que abaixo reproduzimos.

O programa das Festas é o seguinte: 

Hoje, sexta-feira, no Pavilhão Multiusos de Vila Boim, animação musical, dedicada aos anos 70 e 80.

Amanhã, sábado, pelas 21 horas, Procissão de recolha da imagem do Imaculado Coração de Maria à Igreja Matriz.  Às 22 horas, Inauguração, no Pavilhão Multiusos de uma exposição de pintura de artistas vila-boinense, seguido pelo 2.º Encontro de Grupos de Dança.

Domingo pela manhã, Eucaristia na Igreja Matriz, seguida de procissão com a imagem do Imaculado Coração de Maria; e, finalmente, um almoço de convívio, oferecido pela Junta de Freguesia de Vila Boim.

Parabéns aos residentes e naturais desta freguesia rural do nosso Concelho, que não é de gente ruim!

VILA BOIM

edição: Ze de Mello | 26.3.07 |  | 

Vila Boim é uma freguesia do Concelho de Elvas e está limitada a norte pela freguesia de Vila Fernando, a sul pelo munícipio de Vila Viçosa, a oeste pela freguesia da Terrugem e a leste pela freguesia de S. Brás e S. Lourenço. Dista 10km de Elvas, 20km de Vila Viçoas, 16km de Borba. Tem com 25,54 km² de área e 1 331 habitantes (Censos 2001)e uma Densidade: 52,1 hab/km².
Vila Boim tem vestigios de povoamento desde a época pré-histórica como comprovam algumas antas
 descobertos na freguesia. No século II a.C., chegaram os romanos a Vila Boim.
O início da história documentada de Vila Boim, dá-se com a chegada dos muçulmanos
. Os muçulmanos baptizaram Vila Boim de Moçarava. Em 1226 D. Sancho II expulsa os muçulmanos de Elvas. Supõe-se assim que esse tenha sido o mesmo ano em que os muçulmanos tenham sido expulsos de Vila Boim.
Já no reinado de D. Afonso II
, Vila Boim foi doada a D. João de Aboim, deixando a designação de Moçarava, para adoptar numa primeira fase o nome de Vila Aboim e posteriormente a nomenclatura de Vila de Boim. Ao longo da segunda metade do século XII, D. João de Aboim foi adquirindo mais terras, até que em data incerteza e quando Elvas delimitou por padrões as possessões senhoriais, surgiu o Concelho de Vila Boim.
Desde 1305
, o Concelho de Vila Boim andou na posse da coroa, até que em 23 de Janeiro de 1374, D. Fernando extinguiu o Concelho de Vila Boim e o integrou no Concelho de Elvas. Mas a 14 de Julho de 1374, D. Fernandovoltou a restituir o Concelho de Vila Boim e a sua autonomia.
Em 1451
, Fernando de Abreu vendeu Vila Boim a Fernando I de Bragança, fazendo Vila Boim parte do Ducado de Bragança até 1876. Em 1505 iniciou-se a construção do Castelo de Vila Boim, que foi destruido na Guerra da Restauração.
Os principais monumentos de Vila Boim já não existem. A lembrar: Castelo de Vila Boim, Paço dos Duques de Bragança e o Pelourinho. Resta apenas a Igreja de São João Baptista do século XVIII. A 1 de Julho de 1518
 Vila Boim recebeu foral manuelino.
Em 1836
 aquando das reformas administrativas o Concelho de Vila Boim foi definitivamente extinto e integrado no Concelho de Elvas.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.2.09
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Realizou-se no principio deste mês na Cidade de Guimarães, a Conferência de Cooperação Transfronteriça de Segunda Geração. Nela estiveram presentes, abrindo os trabalhos o ministro português do Ambiente e Ordenamento do Território, Nunes Correia,e a ministra espanhola das Administrações Públicas, Elena Mendez, para além de um vasto leque de especialistas e entidades em que brilhou pela ausência a representação Elvense.

Dos temas abordados destaque para os números apresentados pelos responsavéis ministeriais, apresentando que a primeira convocatória do Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça aprovou um total de 172,8 milhões de euros de investimentos, a concretizar maioritariamente em 2009 e 2010, num investimento total de cerca de 354 milhões de euros, no período 2007-2013.


A Conferência que decorreu a 4 e 5 de Fevereiro no Centro Cultural Vila Flor, e em que várioas temas foram abordados, com destaque para os paineis ssobre o Futuro da Política de Cooperação Transfronteiriça, Apresentação do Estudo sobre o Impacto dos Programas de Cooperação Luso-Espanhola, Painel dos AECT’s: Um Instrumento Legislativo pela Cooperação e obviamente o Painel das Eurocidades Ibéricas: Um Modelo de Cooperação de Segunda Geração, composto pelos autarcas de Chaves e Verín, João Gonçalves Martins Baptista e Juan Manuel Jiménez Morán e o exemplo de Elvas/Badajoz apresentado por Miguel Ángel Celdrán Matute, Alcalde de Badajoz.

Se os primeiros apresentaram um trabalho de cooperação transfronteriça de excelência e exemplar no âmbito da chamada Eurocidade da Água, e que em breve iremos apresentar no blogue, o Alcalde pacense admitiu por primeira vez publicamente que há espaço para a constituição da Eurocidade Ibérica: "Además, razones de equilibrio territorial, de influencia y de
población nos han llevado a ampliar el marco de trabajo, de la Eurociudad al de Euro Región. Es un marco que nos permite trabajar en conjunto, pero no excluye el desarrollo de proyectos específicos entre dos de sus miembros", declara, mantendo a convicção que a Eurocidade não lhe convém.

Há a reter que a denominada, erróneamente, Euroregião ExtremAlentejo, que deveria ser aprovada pela União Europeia, não está a colher aprovação de vários organismos europeus, recordando estes que as Euroregiões a constituir entre Portugal e Espanha, constituidas como áreas de cooperação são Norte-Galiza; Norte-Castela e Leão; Centro-Castela e Leão; Centro e Alentejo-Extremadura; Algarve e Alentejo-Andaluzia.

Esperemos pois que num futuro próximo Rondão e Celdran, apesar das ideiologias politicas contrárias, empreendam o caminho para alcançar o objectivo que desde sempre aqui temos difundido.

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