edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.2.09
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Ele há coisas que nos surpreendem!

Recentemente, e depois de alguma polémica sobre a recolha de assinaturas entre menores e dentro de um estabelecimento oficial de ensino local, foi apresentada o movimento de apoio à candidatura de Rondão Almeida, liderado pelos socialistas Elsa Grilo e Nuno Mocinha, seguidos por 5000 assinaturas.

Nesse mesmo dia, e para grande surpresa deste Velho Conselheiro, e entrando em contradição com declarações à imprensa escrita local, em que se declarou pronto para mais um combate eleitoral, eis que o actual Regedor declara, aos microfones da Rádio Elvas, que ainda não é tempo para se apresentar como candidato socialista ao munícipio Elvense.
Criou-se assim o tabu de Rondão Almeida, e, com expectativa, esperamos para ver se também o outro já anunciado candidato da direita dá um passo atrás nas suas declarações, deixando em aberto caminho para um candidato fruto das movimentações de outros cidadãos!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 10.2.09
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Comemora-se hoje o 8º aniversário da Rádio Elvas.

Desde este espaço da blogosfera Elvense, enviamos a todos os colaboradores desta emissora local, ao seu Director e à SER, os votos de que sigam apaixonados pela rádio.

Este ano para comemorarem com os seus ouvintes o seu oitavo aniversário vão celebrar uma Gala no Coliseu Cidade de Elvas, com receitas a favor da APPACDM de Elvas, com a participação de Paco Bandeira, Bianca, Jorge Goes, Roncas de Elvas, Raquel Guerra, Soraya Branco, Carla Isabel, Olinda Moriano, Brigada 14 de Janeiro, Grupo Alto Espirito, Grupo da APPACDM.

Recordemos que o site da RE recebeu em 2005 o Prémio Zé de Mello, e continua a ser uma fonte de consulta para saber o que se passa por Elvas, pelo Concelho e pela regi
ão.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.2.09
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"As relações com Portugal são estratégicas para nós. É estratégico para a Extremadura a abertura social, económica e cultural com Portugal", vincou.

A região transfronteiriça, com cerca de milhão e meio de habitantes, "deve partilhar serviços e não duplicar". "É verdade que sendo Badajoz uma cidade tão grande (150 mil habitantes) e Elvas mais pequena (12 mil) dá a impressão que é Badajoz que assegura os serviços. O exemplo é dado pela maternidade que havia em Elvas e que fechou", disse.

"Mas Elvas tem equipamentos, como o Coliseu (antiga praça de touros), que oferecem condições de realização de espectáculos que não existem em Badajoz. Pode parecer uma relação assimétrica mas não é. O importante é partilhar serviços".

Ignacio Sánchez Amor, ex-vice presidente da Junta da Extremadura espanhola em entrevista à Lusa.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.2.09


Já começaram no coração do Centro Histórico do burgo as obras de remodelação e modernização do Jardim das Laranjeiras.

Este espaço único na malha das fortificações, que permitiu ao longo da última metade do sec. XX o usufruto do espaço dos fossos seiscentistas encontra-se num processo que o voltará a abrir às populações com "a cara lavada".

Num processo liderado pelo Palácio do Regedor, aproveitando programas estatais, o tradicional Jardim em breve estará à disposição dos Elvenses e forasteiros para de novo se constituir como parte integrante da Cidade e reforço da nova cara de Elvas face ao século XXI. Este será também uma mais valia no processo de alcançar o objectivo da classificação das muralhas de Elvas e suas obras militares como Património da Humanidade, dado ser essencial que o sitio a classificar seja de fruição pública.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.2.09
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Em delarações ao Linhas de Elvas, Rondão Almeida declara que estão a "desenvolver o processo de candidatura, o qual será apresentado à UNESCO na primeira quinzena de Março, depois de ser apresentado publicamente no Concelho"

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.2.09

Que alegria ver que a 4 anos das Comemoração dos 500 anos da atribuição do título de Cidade por este monarca o Palácio presta homenagem digna a El-Rei que mais fez por Elvas, criando um prémio cientifico e de investigação com o seu nome. Deixo-vos mais uma memoria do blogue, desta vez de 2005 e que versava sobre D. Manuel I e Elvas.

D. MANUEL I E AS OBRAS NA CIDADE

edição: Zé de Mello | 21.10.05 |

Continua "on line" a sondagem do blogue sobre qual deverá ser o nome que deverá envergar a antiga praça de toiros de Elvas agora em adaptação a pavilhão multiusos. Esta semana o cronista Ventura Trindade na sua "Intervenção", publicada no Semánario Linhas de Elvas, aponta como baptismo para esta estrutura o nome de El-Rei D. Manuel I, que também este vosso Conselheiro tem disponível na dita sondagem.

Foi pelas armas de D. Afonso Henriques que Elvas conheceu, depois da ocupação islâmica, a cristianização trazida pelo reino de Portugal, mas só volvidos alguns anos, pelas mãos de seu bisneto, D. Sancho II, esta cidade entrou definitivamente para esta nova nação europeia. Ora esta figura histórica esta homenageada numa estátua numa das nossas praças e no nome da Escola Secundária rendendo assim a devida homenagem a esta figura.

Depois dos Borgonhas e da sua obra em prol da re-fundação, colonização, cristianização e fortificação da Vila de Elvas vai ser durante o reinado de El-Rei D. Manuel I que Elvas é elevada a cidade, que é reformada a Igreja da Praça e se iniciam os contactos diplomáticos para se estabelecer uma Sede Episcopal, reforça-se a estrutura do castelo, e claro, reformula o foral, dando-lhe nova leitura. É também este rei que autoriza a cobrança do "Real de Água" que vai ser o preço que os Elvenses terão que pagar para a construção do Aqueduto da Amoreira.

Já durante a regência de Rondão Almeida foi atribuído o nome de dito monarca a uma arteria nos novos bairros da cidade, mas parece-me que El-Rei Venturoso, "Pai da Elvas Moderna", merece uma homenagem de maior porte pelos filhos desta cidade que ele teve em boa conta no seu reinado.

Transcrevo a ideia do Sr. Ventura Trindade, publicada no LE, de forma a ser mais um contributo para esta discussão sobre o nome que esta grande estrutura que o Palácio do Regedor sonhou e construiu, e que será uma grande marca no urbanismo da cidade e esperamos uma referência no futuro tauromáquico e de eventos no Alentejo.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.2.09


Hoje escreve este Velho Conselheiro cheio de vergonha e raiva. Raiva porque sabe que existem profissionais ao serviço do Palácio do Regedor que sabem fazer melhor que o que apresentam como imagem do promoção do Carnaval Internacional de Elvas.

Sabemos já que em breve o Boletim e a Agenda de Actividades do Concelho terão nova cara, coisa que desde aqui vimos solicitando desde 2006, o que nunca esperámos foi que o segundo maior evento do Concelho chega-se a ser promovido com a imagem que anexamos e que parece saída de uma aula de iniciação ao PaintBrush. Vergonhoso!

Uma actividade com este valor social, económico e turístico merecia uma abordagem mais profisional e contemporânea. Sentimos que o Palácio e seus mandatários ainda não entendam que a forma de promoção da Cidade passa pela imagem, sendo urgente, mais uma vez o dizemos, criar uma imagem de marca, um logotipo, que exprima a imagem da Cidade que somos hoje, e que de forma global seja utilizada na promoção dos eventos locais, na promoção turística, uma imagem que os comerciantes e demais empresários sintam como sua e lhes sirva de avançada na promoção dos seus negócios e que no fundamental os Elvenses associem e reconheçam a desenvolvimento e a transmitam a todos os que os rodeiam.

Sentimos ainda, e batalhamos desde o principio para que o site oficial do Município seja mais que uma ferramenta promocional e se transforme numa plataforma de e-governação. Que os mini-sites do MACE e do Serviço de Turismo local tenham dignidade e utilidade.

Terminando este édito, dizer-vos que a raiva e a vergonha com que iniciamos se transforma agora em esperança e confiança que estas linhas não caiam em "saco-roto" e que num futuro estes conselhos sejam uma realidade.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 30.1.09
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A riqueza patrimonial de Elvas, que é indubitavelmente imensa, corre perigo de ficar amputada de um dos seus espaços barrocos, e um dos mais tradicionais da Cidade. A Igreja de N. Sra. das Dores, de onde saí tradicionalmente a Procissão dos Pendões e que dava vida à "da Mulinha" (que belas recordações nos traz), está neste momento em perigo de ver como os seus tectos e abobadas se derrubam, pondo em perigo, inclusivé, os trabalhos de gesso do "Santinho", que, apesar de não serem de excepcional valor, são uma marca do barroco no Concelho de Elvas. São urgentes trabalhos nas coberturas daquele templo de forma a travar um cenário que este Inverno parece estar a acelerar, e que pode levar à derrucada daquele edifício.

Fica também o pedido ao Palácio do Regedor para que classifique o imóvel como valor artistico municipal, possibilitando assim obras que cabem ao proprietário (Arquidiocese?) mas ao qual o Município se deve associar!

Faltam menos de 8 meses para os P
endões e provavelmente este templo já não permita que daí saiam os Pendões. Recordemos que este espaço está contiguo ao Cemitério da Madalena, primeiro campo santo da Cidade ligado à Misericordia Elvense.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 28.1.09
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Em declarações ao Jornal "Crónica de Badajoz", Rondão Almeida diz acreditar que a futura Estação Internacional do TGV e a Plataforma Logística possam "sensibilizar o meu amigo Celdrán, Alcalde de Badajoz, e toda a sua equipa, para avançar no projecto da Eurocidade."

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 27.1.09
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Um dos candeeiros de iluminação pública no Centro Histórico de Elvas apresenta-se como um perigo para os transeuntes e automobilistas.

Trata-se do equipamento situado na Praça 25 de Abril, na principal entrada no burgo, localizado na esquina do Hotel S. João de Deus com o Viaduto das Portas de Évora, que se apresenta em perigo de caida na via pública.

Antes que aconteça algum acidente fica a chamada de atenção ao Vereador responsável pelos Serviços Urbanos do Palácio.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 26.1.09


Ao longo de mais de três anos várias têm sido as aportações que este Velho Conselheiro tem aqui expressado sobre o desenvolvimento de Elvas enquanto Cidade e pólo urbano raiano.
Algumas das sugestões e conselhos aqui deixados são comungados pelo Palácio do Regedor, outras ou estão em estudo ou em fase de projecto, havendo outras que ainda são consideradas absurdas.
A mais publicitada e esplanada tem sido a Eurocidade Elvas / Badajoz, seguindo os passos de Chaves e Verín, e de outras cidades europeias que desta forma, para além de garantirem financiamentos europeus apartir de 2013, seria a forma de afirmar a malha urbana transfronteiriça elvense no coração do eixo Madrid - Lisboa.

Também nesse eixo ibérico a reestruturação urbana do Caia no coração da Eurocidade e nas proximidades da Plataforma Logistica, como pólo central do espaço transfronteiriço alentejano e extremenho. A falta de empenho pela autarquia, o abandono a que está votado, a inoperância da junta de freguesia, e a não existência de um projecto de futuro para aquele espaço só pode significar cegueira. O Caia é uma questão complexa porque num pequeno espaço existem diversas jurisdições, que isoladas entulham o desenvolvimento daquele que se deveria transformar num pólo residencial de excelência. Em conjunto e de forma concertada deveria existir no Caia habitação social e de prestigio em co-existência, conjuntamente com um núcleo hoteleiro que deveria concorrer directamente com o outro lado da fronteira. O local ideal para colocar a futura sede do organismo conjunto da Eurocidade, num edificio desenhado para o efeito e marca territorial unida a um corredor verde entre o lado norte e sul do Caia.

Uma Elvas de conhecimento, uma Cidade capital nos estudos ibéricos com a criação de um Gabinete, formado pelas Universidades lusas e espanholas; uma cidade de investigação ponteira a nível mundial (que já o foi) em materias agronómicas; uma cidade em que já existem condiçoes de acolhimento de grandes eventos cientificos e que deve promocionar-se junto das comunidades cientificas ibéricas de forma a atrair mais eventos e a localização de empresas de "research" ponteiros na UE.

A nível da região Alentejo, Elvas pode e deve empreender desde já um caminho que a situe como a segunda cidade da região, atraindo investimentos, acima mencionados, e aproveitando a sua posição estratégica, tirar o maior usufruto quer da linha TGV de passageiros quer da ligação ferroviária a Sines e ao seu porto, a linha de fronteira deve ser uma valor vendível a nível estratégico para as empresas, impulsionando uma estreita ligação a Évora, futura capital regional. Também urge uma nova ligação viária a Campo Maior, pois a existente já demonstrou ter um traçado perigoso, para além da reclamada circunvalação sul entre o Morgadinho e Sitio do Paraíso.

No contexto histórico e patrimonial é necessário um plano de estratégia global integrado também na vertente de usufruto e aproveitamento turístico, que torne o Centro Histórico num espaço de vivência quotidiana das populações e não apenas um espaço museologico. A criação de condições, iniciada pelo Palácio do Regedor nos últimos anos, deve ser reforçada, quer criando medidas fiscais de incentivo à fixação de jovens famílias, reforçando os espaços de fruíção pública, contrariando o fluxo de saída de população do Centro do burgo. Os circuitos pedonais e interpretativos da monumentalidade das Fortificaçoes Elvenses, entre as Portas de Olivença e da Esquina, o já anunciado Centro Interpretativo de Elvas, a abertura ao público da Torre Fernandina, a circulação real do comboio turístico, e a sua articulação com os pontos cruciais de monumentalidade da Cidade são objectivos que o Regedor deve contemplar no seu plano de acção.

No plano social muito se tem feito nos últimos anos pelo Palácio mas falta ainda tornar Elvas numa Cidade e num Concelho atractivo para os mais jovens e isso só se consegue tornando Elvas atractiva para as empresas.

São tempos de reagir e elevar mais alto o nosso orgulho raiano e Elvense, pois todos somos chamados a co-ajudar na ardua tarefa de tornar Elvas numa Cidade do século XXI.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.1.09
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"São projectos para executar nos próximos quatro anos. Assim, repito o que tenho dito ultimamente: quem reside no Concelho de Elvas tem razões fortes para acreditar com convicção que o futuro dos próximos anos vai ser melhor que a realidade do presente.", Rondão Almeida, referindo-se ao TGV e Plataforma Logística, conferência de imprensa no Palácio do Regedor, 23 Janeiro.

Hoje e depois de ler o que Miguel Celdran diz ao jornal "Hoy", há que se tirar o chapéu e reverênciar a grande agilidade política e de visão estratégica que o Regedor teve ao deixar instalar a Estação de Passageiros em Espanha e apoderar-se do terminal de mercadorias misto que liga Lisboa e Sines a Madrid, potenciando assim o lado económico e empresarial do Concelho. Genial! Pessoalmente este Velho Conselheiro mantinha a calada convicção que o terminal de mercadorias seria em Elvas e confirma-se tal facto. Genial! Apesar de não concordar em algumas coisas com a acção governativa de Rondão Almeida, há outras em que este Velho Conselheiro confia cegamente e mais uma vez não se desiludiu. Genial! Agora vamos olhar para o Caia e dignificá-lo. A centralidade do Caia no panorama ibérico e futura porta TGV de Portugal merece que se melhore e amplie o existente naquela povoação.

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