edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.8.08
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Hoje por primeira vez, desde que tem a seu cargo pelouros, dirige-se este Velho Conselheiro ao Vereador independente Eurico Candeias, para lhe fazer o primeiro reparo. Obviamente que a sua acção politica à frente do Coliseu Cidade de Elvas, do CNT ou do pelouro do turismo ainda não deixaram nenhuma marca digna de nota, contudo à um assunto que hoje lhe queremos brindar.


Em Outubro'05 chamámos aqui a atenção para o estado em que se encontrava uma bandeira nacional hasteada na Torre Fernandina, objecto da nossa devoção e ao qual voltaremos em breve. Na ocasião foi rapidamente solucionado o problema, e é por isso que hoje retomamos algo parecido.


Pois bem, caro Vereador, no Centro de Negócios Transfronteiriços encontra-se hasteado um farrapo que em tempos foi uma bandeira nacional!! Como V. Exa. saberá esta é um símbolo nacional ao qual todos devemos respeito, principalmente as instituições. Deixamos-lhe a indicação que o Decreto-Lei 150/87 regula as regras gerais de como a mesma deve ser utilizada, bem como a forma de estar sempre hasteada com orgulho e não como um farrapo, o qual constituí crime.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.8.08
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Recebemos este mail de um cidadão identificado e que partilhamos com todos.




"Passei 3 meses e 12 dias da minha vida no interior do Forte da Graça,em 1970. Há poucos dias passei por lá volvidos 38 anos e apesar do tempo que vivi lá não me ter deixado saudades,fiquei triste por ver o estado de abondono a que foi votado.




Porque razão não o abrem ao publico,porque razão não colhem os testemunhos de quem lá esteve, de quem viveu as idas constantes ao "marechal" nome dado ao chafariz onde os militares reclusos no Depósito disciplinar íam buscar água?





Façam dessa história um circuito e dêem a conhecer parte do que foi o tratamento dado aos militares que não concordavam com o antigo regime.




Eu estou disposto a prestar testemunho e tenho a certeza que como eu muitos mais estarão interessados em fazê-lo. Mas se não estiverem dispostos a isso,ao menos salvem o monumento que é uma das mais belas e bem conseguidas fortificações Portuguesas.



N.G. do R."

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.8.08
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Se ontem falavamos na Circular Urbana de Elvas, nomeadamente nas obras que se iniciam neste momento para a execução do troço entre o Bairro da Boa Fé e o Aqueduto da Amoreira, vamos hoje olhar para o futuro e propor aos senhores eleitos municipais que pensem na hipotese da construção a breve prazo da Variante Sul ao nucleo urbano.


Com esta nova variante seria mais facil circular para e do interior dos novos aglomerados urbanos a sul da circular urbana. Fica a proposta!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 7.8.08
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Depois de ter recebido alguns email alertando para algumas curiosidades sobre a Circular à Cidade, eis que hoje vamos falar sobre algumas dessas questões, numa altura em que se prepara o inicio da construção da 2ª fase, ligando o Bairro da Boa-Fé ao Aqueduto.
Quanto à necessidade desta via penso que nada nem ninguém poderão negar a urgência da mesma, dada a precaria situação viária em que esta se encontra, cheia de buracos, remendos e com um tráfego cada vez maior. A entrada na Cidade pela estrada de Portalegre é um perigo, principalmente o entroncamento desta com a ligação à Boa-Fé e a entrada na Belhó Raposeira.
O processo passou por diversos atrasos pela necessidade de ocupar zona de protecção das Muralhas de Elvas, tendo sido necessário esperar pela autorização do Conselho de Ministros, que curiosamente aconteceu um ano antes das próximas eleições locais.
Conforme o projecto apresentado pelo Palácio do Regedor, o trânsito efectuar-se-á em 4 faixas separadas por separador central e disnivel dada a orografia do terreno.
Quanto ao facto de ser necessário "comer" parte da colina do castelo para a construção, parece a este Velho Conselheiro justificavel e assim também o entendeu o IGESPAR que autorizou o mesmo. Elvas com todo o seu património tem que ter uma politica de modernidade em consonancia com o progresso e este é um claro exemplo disso.

Aguardemos pelo concluir das obras, em 2009, para apreciar mais uma obra do edil.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.8.08


TEXTO ENVIADO POR ENDOVELICO BRONCONCIOS


Errar é próprio do ser humano, todos nós erramos todos os dias, no entanto existem certos erros que ....
Tive este fim-de-semana oportunidade de ler a carta que o vereador responsável pelo turismo e de mais eventos lúdicos enviou á população, e a muitos comerciantes do burgo.
Quando me facultaram a missiva, a mesma encontrava-se dentro do envelope enviado desde o Palácio do Município, olhei para o endereço e espantei-me porque o mesmo era manuscrito, acreditando eu que toda a missiva também o seria.
Enganei-me, a carta é dactilografada. Porém mais espantado fiquei, porque afinal a carta é uma fotocópia em que alguém foi transcrevendo por punho e letra as direcções que tinha que transcrever, e assim fez. Deve ter sido tudo "corrido" a "Exm. Sr. ", pois a carta que li, e da qual me facultaram uma fotocópia que também vos faculto onde foi oculto o endereço por todos os motivos e mais um, era dirigida a uma empresária.
Mas continuemos, a carta em causa que podem ler e reler, pois a mesma faz parte deste artigo de opinião, começa por nem sequer respeitar o alinhamento do conteúdo do assunto com a palavra "Assunto". Continuando a ler verifica-se que a carta foi redigida no singular, no entanto quando o vereador se despede, despede-se no plural.
Mas será admissível que uma carta enviada desde o Palácio do Município venha com tantos erros, é claro que não.
"GRESTÃO", palavra nova não é, portanto é erro ortográfico.
Não vou tecer mais comentários, porque de certeza se o vereador voltasse à escola, de certeza que a sua professora de instrução primária lhe iria dar com vontade um bom par de reguadas, e que bem dadas eram.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.8.08
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Depois do édito sobre as piscinas à noite fica a denúncia de um elvense que realizou uma reportagem fotográfica sobre algumas dificiências que as mesmas instalações apresentam! O mesmo informa ainda no mail que nos fez chegar que enviou as mesmas fotos para o Vereador Mocinha e para a ASAE.

Parece que falta manutenção além das sombras que tanto aqui já pedimos!
Mais fotos aqui

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.8.08
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A proposta de hoje deste Velho Conselheiro já demonstrou noutras latitudes ser em serviço muito apreciado pelas populações.
A abertura das Piscinas Municipais em horário nocturno até à meia noite na Cidade de Elvas, pode, além de ser um modo inovador a nível regional de colmatar as altas temperaturas que se registam também durante as noites estivais, constituir-se também como um aliciante para que as populações vizinhas nos escolham para passar os serões e daí poderem os bares e pubs da Cidade colher proveitos destes potenciais clientes.
Um mergulho nocturno em Elvas é refrescante e pode ser lucrativo para a restauração do Concelho. Fica a ideia!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.8.08
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Segundo o próprio Regedor, os trabalhos que desenvolve a Comissão Cientifica e o dossier de Candidatura das Fortificações de Elvas seria apresentado em finais de 2007. Foi adiada, conforme publicitou a Vereadora do Pelouro, Elsa Grilo, para finais da Primavera de 2008.



Sabemos que os trabalhos científicos e académicos podem encadear-se e prosseguir direcções diferentes e mais aprofundadas que uma primeira apreciação pode-se prever, mas deve o Regedor e a Vereadora uma explicação à população.



Afinal, Elvas tem ou não condições para apresentar a sua Candidatura à Unesco individualmente? Se as tem porque não foi ainda apresentada o trabalho da Comissão? Ou será que este tipo de candidaturas não interessa já à Unesco, e não somos capazes de criar a Rede Peninsular de Fortalezas Transfronteiriças para potenciar uma candidatura transnacional? Será que as novas linhas orientadoras da Unesco aprovadas em Janeiro'08 restringem a oportunidade das Fortificações Elvenses de conseguir tal galardão?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 1.8.08
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O portal alentejano, Tudoben.com, sediado na nossa Cidade de Elvas, e, que já recebeu por parte dos visitantes do nosso blogue o Prémio Zé de Mello, na categoria de internet em 2005, aproveitou a passagem do terceiro aniversário deste blogue para nos brindar com a honra de lhe dedicar uma pequena entrevista que podem encontrar aqui reproduzida:

- Que diferença entre os blogues de hoje e os de há 3 anos atrás?
O aumento exponencial do aparecimento de blogues é demonstrativo da atractividade que este meio electrónico possibilita aos cidadãos. Existem blogues para todos os tipos de público e cada dia surgem blogues que tratam de assuntos mais variados. O maior leque de blogues a nível local é notório mas certamente há espaço para todos e para ainda mais.

- O que o/a motivou para entrar neste mundo dos blogues?
O blogue surge numa altura em que o Município utiliza um método pouco democrático e transparente, utilizando abusivamente do seu eleitorado para a atribuição do nome de Rondão Almeida ao parque de estacionamento subterrâneo. O blogue possibilitou-nos expressar livremente o nosso descontentamento pelo facto.

- O Blog "Zé de Mello" é a revista ou o jornal que gostava de ter tido?
Apesar de o blogue ter uma periodicidade, uma linha editorial e compartir com a comunidade informações e até algumas entrevistas inéditas nos orgãos de comunicação social locais, é sobretudo um bloco de apontamentos, pensamentos, opiniões e conselhos a quem nos lê.

- O que mais o/a atrai nos Blogues?
A liberdade, na sua definição mais pura e democrática, e a possibilidade de partilhar opiniões com aqueles que as quiserem ler.

- Acredita que os políticos que usam este meio de comunicar com o publico, poderão ter maior sucesso em resultados eleitorais.
As populações, passados 30 anos da Revolução, estão algo cansadas dos tradicionais partidos políticos. Uma das armas que estes e suas equipas utilizam hoje em dia para se aproximar das pessoas, ou de alguns sectores dela, são os blogues. Os efeitos eleitorais desta ferramenta só serão medíveis num futuro a médio prazo.

- Numa recente entrevista concedida à Antena 1 Pacheco Pereira editor de um dos blogues mais lidos a nível nacional "Abrupto" referiu: " é muito fácil saber qual vai ser o tratamento jornalístico de uma determinada matéria lendo os blogs dois ou três dias antes". Concorda?
Sim. As opiniões dos bloggers são lidas por todos os sectores de decisão, incluídos os "media", que podem extrapolar delas a opinião pública mais alargada.

Em algum momento se apercebeu que foram tomadas decisões pelos responsáveis políticos locais (Concelho de Elvas) influenciados pelo que escreve no "Zé de Mello"?
Sim. É esse o motivo pelo que continuamos a alertar todos os que passam pelo blogue para a situação escandalosa do órgão oitocentista da Antiga Sé elvense.


- Se um dia sair do anonimato e todos ficarmos a saber quem é o "Zé de Mello" que poderá mudar?
O anonimato tem o seu encanto e charme. É nele que o Zé de Mello tem sentido, certamente o estilo de um blogue de autor seria outro. Convém lembrar que este anonimato não reflecte uma forma de criticar pessoalmente ninguém, escondendo-se no pseudónimo.

- Por quanto tempo mais vamos poder ler os textos do "Zé de Mello"?
Começámos sem ambições de nada, apercebemo-nos que reforçámos a participação cidadã através da internet, que muitos nos consideram elo de ligação à sua Elvas natal, e que somos lidos assiduamente pelos decisores e pelos cidadãos que amam o seu Concelho, pelo que o futuro será sempre o post, ou como dizemos nós, o édito, do dia seguinte.

Que pergunta faltou fazer-lhe?
Existem ambições pessoais detrás do Zé de Mello? O protagonismo que porventura o Zé de Mello possa ter, será sempre medido pela expressão das suas opiniões no blogue, tendo em mente que este é apenas um personagem nascido e que será sepultado dentro da blogosfera.
Fica aqui o agradecimento ao Luís Damiao e toda a sua equipa, bem como a todos aqueles que nos enviaram felicitações.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 31.7.08
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Por Luis Fernando de la Macorra ( Professor da Universidad de Extremadura)




El Ayuntamiento de Badajoz defiende su euroregión (mejor llamarla eurocomarca o eurozona) argumentando que, «como quien hace lo grande, hace lo pequeño», la eurociudad está incluida en la euroregión. Discrepamos.




Si «quien hace lo grande, hace lo pequeño», si tenemos Diputación de Badajoz, que comprende a la provincia de Badajoz, ¿para qué tener Ayuntamiento en Badajoz? O si se tiene Junta, ¿para qué tener Diputación de Badajoz, de Cáceres y casi 400 ayuntamientos en Extremadura? En orden transfronterizo deben aplicarse las mismas reglas. Han de desarrollarse, de manera complementaria, coordinada, pero diferenciada, tanto euroregiones, como eurocomarcas y eurociudades, en una arquitectura institucional completa y lógica.




No es lo mismo que el centro neurálgico del Suroeste Ibérico sea Badajoz, a que lo sea la eurociudad Elvas-Badajoz. En términos de marketing territorial, en Lisboa, 'vende' lógicamente más el conjunto. Y, en Madrid, también. Y, en el resto del mundo, tanto o más. En un caso se vende una ciudad española intermedia y, en el otro, una eurociudad ibérica, entre dos países comunitarios.




Es necesario construir también una eurocomarca, que el alcalde denomina mal como euroregión, pero diseñada con lógica, no con distancias geográficas de casi 1 hora de viaje. Y donde algunos municipios a 1 hora de viaje están y otros no están. 30 ó 40 minutos es un tiempo máximo aproximado para las isocronas que nos facilitan incorporar o no un municipio a una eurocomarca.




La financiación que, por el momento, ha solicitado Badajoz, con la 'euroregión' es de 50.000 euros. Y esto si la UE lo concede, porque no vea que el diseño es incompleto e incorrecto. Si hubiésemos iniciado la eurociudad, habríamos podido solicitar 980.000 euros, en esta primera convocatoria, sólo para el conjunto de Elvas y Badajoz, con el objetivo de desarrollar proyectos variados, claros y perfectamente auditables. Y, además, tarde o temprano, también podríamos haber solicitado muchísimo más con una eurocomarca bien diseñada.




Insistiremos, no para que este Ejecutivo local comprenda, sino para que la ciudadanía valore, aprecie y sepa que es lo que se podría hacer y todo lo poco y limitado que se hace.




La eurociudad Elvas-Badajoz sólo está demorada en su institucionalización y su mayor impulso y desarrollo vital, por parte del Ayuntamiento de Badajoz. Pero, de hecho, cada vez hay más relación societaria y ciudadana. Y el resto de instituciones públicas y privadas hacen y harán tanta o más cooperación transfronteriza en estos dos municipios. Deberemos esperar al futuro inmediato, donde caben pocos escenarios y muchos de ellos favorables. Los escenarios son:






  • El PSOE gana las elecciones de 2011 e impulsa la eurociudad, siempre que desde la alcaldía de Elvas y el gobierno de Portugal siga habiendo sintonía.


  • El PP gana las elecciones de 2011 con otro ejecutivo y se da cuenta por fin de que al empresariado y a la ciudadanía le conviene y le permite captar muchísimos fondos comunitarios y termina también por impulsarla.


  • Que este ejecutivo consintiera en impulsarla, antes de 2011, después o al tiempo de haber puesto en funcionamiento su 'euroregión', si es que resulta aprobada. Es un escenario muy dudoso.


  • Que siguiera gobernando en Badajoz un ejecutivo desconocedor de las posibilidades de la eurociudad. Y/o que Elvas, no fuese proclive. Debería ser impensable después de nuestra labor pedagógica y después del decurso de las relaciones sociales, económicas e institucionales.






De cualquier forma, antes de 4 años, casi con toda seguridad, se iniciará la eurociudad Elvas-Badajoz. Y como dice el proverbio, nunca es tarde si la dicha es buena.





La Eurociudad Elvas-Badajoz es un proyecto de futuro y con futuro. Lo haremos.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 30.7.08



edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.7.08

As primeiras orações deste édito de celebração quero dirigi-las a todos aqueles que lêem este blogue, aos que aqui procuram saber das opiniões deste humilde Conselheiro, aos que desde a primeira hora perceberam que aqui se iniciava um trajecto novo e inédito na história recente do Concelho de Elvas, a todos eles o agradecimento por nos continuarem a ler.
Em segundo lugar, um agradecimento àqueles que se movimentaram para silenciar este blogue, foram eles, e os seus intentos, que deram razão de ser ao Zé de Mello.
Foram os 3 primeiros anos deste projecto de opinião e de cidadania que aos poucos tem feito despertar opiniões e discussões, fez com que os poderes sociais e políticos passassem a ler a blogosfera, entretanto germinada no Concelho. Não sei se amanhã ou daqui a meses se calará esta voz, mas todo o caminho percorrido não será melhor que o vindouro. Foi trabalhoso, trabalhado mas sobretudo proveitoso e aliciante.
Germinou este blogue em torno da toponímia do parque subterrâneo da Praça da Republica, e desde aí mais de 1000 éditos foram produzidos. Crítica e opinião, sugestões, humor e sarcasmo são os ingredientes que fazem este espaço ser linkado por inúmeros blogues, e aos quais o Zé de Mello agradece a referência.
Trabalhar apenas com um tema, Elvas e a sua envolvente, é por vezes redutor para um blogue, e várias foram as ocasiões em que houve a tentação de escrever sobre outros assuntos, mas esta característica é aquela que tipifica o Zé de Mello, e, que é intenção manter.
Celebrar 3 anos dum blogue como este é um sucesso e deve-se a todos vós! Obrigado! Todos Somos Elvas!

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