A criação da Região Administrativa do Alentejo, como "experiência piloto" ou "outro modelo entretanto consensualizado", para promover o desenvolvimento "activo dinâmico e objectivo" da região, foi uma das principais conclusões do 14º Congresso Alentejo XXI.
A "Declaração de Beja", o "documento síntese" aprovado no final do 14º Congresso Alentejo XXI, que decorreu em Beja, durante este fim-de-semana, reclama "medidas de discriminação positiva" para o Alentejo, "à semelhança do que tem sido a prática do relacionamento do Estado com as regiões autónomas" e aponta propostas para:
- "promover o desenvolvimento activo, dinâmico e objectivo" do Alentejo, que incluem a "melhoria da rede de acessibilidades", sobretudo através da "inter-mobilidade entre o transporte rodoviário, ferroviário, marítimo e aéreo" para "incrementar a mobilidade de pessoas e bens" e "facilitar" o acesso no e ao Alentejo;
- o "aproveitamento estratégico" dos fins múltiplos dos projectos considerados estruturantes para a região, como Alqueva, Porto de Sines e aeroporto de Beja, através do "reforço" de fileiras de sectores como o turismo, agricultura e agro-indústrias, transportes marítimo e aéreo, energia e indústria extractiva;
- o "reforço dos meios de apoio ao desenvolvimento", através da "aplicação racional" dos recursos financeiros previstos no QREN;
- promover "uma imagem forte" e acções de marketing sobre o Alentejo, reforçar a capacidade de atracção de investimento externo e a qualificação dos alentejanos, em "estreita articulação" entre os estabelecimentos de ensino, centros de formação e agentes económicos e sociais de acordo com as necessidades actuais e futuras";
uma estratégia de desenvolvimento "sustentável, integrado e inclusivo" do Alentejo, como a necessidade de - "uma estratégia de desenvolvimento plenamente assumida a nível regional, que mobilize e enquadre a população e os seus agentes económicos e sociais".
14.06.08 - LUIS FERNANDO DE LA MACORRA no Jornal HOY
La ciudad de Badajoz tiene muchas expectativas, proyectos y posibilidades, que va fraguando con tesón y ahínco, en diferentes mandatos partidarios, coordinándose con las administraciones, y organizando y priorizando financiaciones, para acometer sus diferentes funciones sociales y económicas, pero no debe olvidar, ni relegar por más tiempo su transformación y afirmación definitiva, junto con su 'hermana' y vecina Elvas, en un centro neurálgico del suroeste ibérico, en el eje Madrid-Lisboa.
Es necesario no perder más tiempo y solicitar a Interreg ya y montar ya la Agencia para la Eurociudad Elvas-Badajoz. El plazo de la solicitud a Interreg expirará el día 30 de este mes de junio.Estamos convencidos de que la mayoría de las instituciones con competencias en las ciudades de Elvas y de Badajoz estarían conformes: la Junta de Extremadura, la Comissao de Coordenacao da Regiao Alentejo, la Diputación de Badajoz y el Ayuntamiento de Elvas. Y así lo han manifestado en reuniones oficiales o incluso en declaraciones públicas.
Sólo resta la firma y el paso claro, decidido y afirmativo de la Alcaldía de Badajoz y del Ayuntamiento, a favor de esta transformación.Sus compañeros de partido del Partido Popular en la localidad gallega de Verín, en la provincia de Orense, han apostado ya, desde el ejecutivo local, por una eurociudad Chaves-Verín. Y entre Badajoz y Elvas, si la Alcaldía de Badajoz se decidiera, se podría poner en funcionamiento ya. Ni que decir tiene que la importancia poblacional, de actividad económica y de situación sería, sin menospreciar, ni mucho menos, aquella iniciativa, mucho mayor y mejor en nuestro caso.
No creemos que el señor alcalde Miguel Celdrán y su equipo de gobierno le quieran estar prestando el flaco favor a la ciudadanía de Badajoz de hacerla esperar hasta que el PSOE pueda tener un mandatario y un equipo de gobierno en este municipio para que la eurociudad Elvas Badajoz se pueda realizar; porque, como mínimo, estaría retrasando la transformación moderna y vanguardista y de progreso de esta localidad, junto con la de Elvas, hasta el año 2011. Y claro está, las eurociudades no son ni de derechas, ni de izquierdas, sino apuestas ciudadanas de los territorios. Y Badajoz y Elvas no se deben permitir estos retrasos puesto que otras ciudades, con el tiempo, no se estancan, ni se adormecen, sino que progresan, en función de sus potencialidades, de manera acelerada.
Queremos seguir confiando en la representación ciudadana, de todos los ciudadanos pacenses, del señor Celdrán y de su equipo de gobierno y de la alta conciencia cívica y ciudadana en su apuesta por la comprensión y la mejor ejecución para el progreso y desarrollo de la ciudad; y, en este caso, de la eurociudad. No se debe truncar la línea de progreso iniciada en el año 2003 cuando se pujó de forma valiente y abierta por una parada de AVE en Elvas-Badajoz, estación cuyos estudios se están realizando ahora. Es necesario continuarlas con una Plataforma Logística conjunta Elvas / Badajoz, con una reclamación de la línea férrea de alta velocidad entre Lisboa y Madrid para el año 2012 o para el 2013 y, sobre todo, con una eurociudad Elvas-Badajoz como centro neurálgico del suroeste ibérico.
Publicamos hoje um Comunicado de Imprensa do BE do Distrito, que fala novamente da sensibilidade ambiental que o Regedor demonstra. Será que os habitantes de Elvas querem ser vizinhos de uma refinaria, numa zona em que não existem abetardas?
Os nossos cordiais cumprimentos
URGÊNCIAS (HOSPITALARES?!?)
Depois de a ter aqui dado eco da decisão do Governo da Nação de redefinir a Rede de Urgências Hospitalares; depois de ter sido acusado de alarmista; depois das explicações do Regedor; depois de ter acesso à proposta de Requalificação da rede de urgencias do Ministério; está na hora de olhar para o futuro do "banco de urgências" do Hospital de Elvas.
Primeiramente há que ter em conta que o Hospital de Santa Luzia está neste momento englobado na Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, conjuntamente com todos os Centros de Saúde do distrito e o Hospital José Maria Grande de Portalegre, tendo assim uma gestão una e em rede.
O serviço de Urgências de Elvas não foi reconhecido em 2001 como serviço de referência de emergências.
Assim a presente proposta prevê que o Serviço de Urgências locais se equipare aos antigos SAP - Serviços de Atendimento Permanente, que existiam nos Centros de Saúde, passando a integrar o serviço básico de urgências, composto pelo minimo de dois médicos e dois enfermeiros.
Contudo há que ter em conta que o Ministério prevê para este tipo de serviço o mínimo de 150 doentes/dia e três intervenções cirurgicas/dia. Nenhum destes números é atingido pelo Hospital de Elvas. A justificação da manutensão de urgências em Elvas prende-se exclusivamente com o factor distância, também ele estudado pela Comissão que propõe agora esta revisão do organograma de urgências em Portugal. Elvas ficará a mais de 60 minutos da Urgência Medico-Cirurgica de Portalegre ou Évora, devendo dispor de uma ambulância de emergência. (Quanto ao Veículo de Emergência Médica o estudo refere uma para cada 250.000 habitantes. Será viável no Alentejo uma única para todo o teritório?)
Em resumo as urgências de Elvas passam a ser equiparadas às já existentes nos Centros de Saúde diminuindo o número de médicos ao serviços dos utentes e por tal diminuindo os cuidados médicos e aumentando o tempo de espera para o atendimento ou mesmo o translado para outros hospitais.
Chegar ao Centro Histórico, estacionar e procurar o posto de turismo, é uma aventura! Não existem indicações sobre a localização deste serviço. O atendimento e informações disponibilizados razoaveis e com o aviso de que a maioria dos monumentos estão encerrados: Castelo, Sé, Domínicas, Terceiros, S. Domingos, Museu Arte Sacra... enfim vamos tomar um café e um bolo para preparar-nos para ver os exteriores! Pastelarias, Cafeterias ou outros no Centyro do burgo só com uma procura exaustiva se encontram abertas... Resolvemos fazer uma excursão pela muralha, entre ervas e mais ervas lá conseguimos caminhar pelo caminho que une o viaduto e a Porta de Olivença.
Vamos até ao Centro de Negocios ver as motos. Mas onde fica?!? Onde estão as indicações? Para além fica o Complexo Funerário, mas o CNT?!? e o posto de turismos?!?!? e o Bairro da Piedade??!?! e a Urbanização do Revoltilho?!?!
Enfim... vale a pena ir ao Cemitério dos Ingleses. Vale a pena ver as Muralhas. Vale a pena vir?
Note-se que esta medida é a primeira resolução neste mandato no sector do turismo.
Entre os 19 concelhos analisados, distribuídos pelos distritos de Beja, Évora, Portalegre e Setúbal, o estudo aponta 11 concelhos como locais preferenciais para a instalação de negócios na fileira do turismo (oito para empreendimentos turísticos e três para actividades náuticas) e apenas três para a fileira agricultura/agro-indústrias.
Évora, Reguengos de Monsaraz, Elvas, Moura, Beja, Serpa, Grândola e Alcácer do Sal são os concelhos preferenciais para a instalação de empreendimentos turísticos e Reguengos de Monsaraz, Moura e Portel para actividades náuticas, sendo que o nosso concelho aparece como local preferencial para a instalação de dois empreendimentos desta natureza.
Ainda no que concerne a Elvas, o mesmo estudo indica que o reforço do abastecimento urbano de água "poderá limitar o desenvolvimento de negócios centrados no abastecimento de água para fins industriais ou golfe".
texto enviado pelo conselheiro Endovelico Broconcios
Para os lados do Palácio do Regedor sempre soubemos que a Lei do Silêncio impera. Fazem-se negócios, compra-se tudo e tudo se vende. Como em qualquer negócio, o importante é saber qual será a nossa margem de lucro, livre de impostos é claro.
TV Cabo versus Cabo Visão, eis aqui uma decisão salomónica, para uns fica a cidade intra muros, para os outros o resto.
Gás Natural, é natural que mais dia, menos dia, iria chegar, mas ainda não sabemos quais os reais benefícios de tal menestrel para a população
Chegámos ao cemitério, que agora se chama complexo funerário e tem sinalética espalhada por todo o burgo, não vá alguém perder-se. Parece que afinal o cenário se está a revelar algo Funesto, talvez para as águas se acalmarem o melhor seja "comprarem" a concorrência, e assim já não existem vozes dissonantes, uma falha do Regedor que não soube aplicar aqui o decisão salomónica das TV's.
Bem por último vem a água, e agora é que tem sido meter água. Fazem-se obras, para posteriormente se entregarem a quem ganhou o tão célebre concurso, que casualmente, foram os mesmos que fizeram o caderno com as especificações técnicas do que tinha que ser levado a concurso.
Mas parece que dois técnicos do Júri se demitiram, e até eram funcionários do Palácio, mas não estavam capacitados para decidirem, pois em palavras do Regedor "o processo era muito complexo", nada melhor que apanhar num "boy" do sistema e colocá-lo a dirigir a situação, enfim, a Carapuça só serve...............
Com tantos contratos feitos, porque é que nunca o Palácio do Regedor os torna públicos.
Porque é que não fazem a mesma coisa que os senhores da Inspecção-Geral da Administração Local e divulgam no site oficial do Palácio ou inclusivamente no pasquim quinzenal, todos os contratos já celebrados com as "Televisões", com a "Água" etc. Ou por acaso têm medo que a população venha a saber que tipos de cozinhados são feitos no Palácio do Regedor.
Mas têm medo porquê, e do quê!
Sempre ouvi dizer, " Quem não deve, não teme".









