edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.5.08
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Exmo. Senhor Presidente da Secção de Elvas do Partido Social Democarata,
Exmo. Senhor Dirigente do Núcleo de Elvas do Bloco de Esquerda
Exmo. Senhor Presidente da Concelhia do Partido Socialista de Elvas
Exmo. Senhor Presidente da Concelhia do CDS-Partido Poular de Elvas
Exmo. Senhor Presidente da Comissão Concelhia do Partido Comunista Português

Como saberão o blogue
http://www.zedemello.blogspot.com/ tem ao longo de quase 3 anos oferecido na internet o mais variado tema de debates, informações e opiniões.

Como este Velho Conselheiro se quer o mais abrangente possível, solicitamos que nos façam chegar todo o tipo de informações, comunicados e nota à imprensa, bem como actividades que se desenvolvam no seio da vossa organização partidária ao nosso email zedemelo@gmail.com

Contem com este espaço ao vosso dispor!
Bem Hajam!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.5.08
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O Bloco de Esquerda emitiu ontem um comunicado em que comenta o caso da desclassificação e perda de valências do Hospital de Santa Luzia de Elvas dizendo que esta "vai traduzir-se numa incomensurável perda de cuidados básicos de saúde às populações limítrofes do concelho de Elvas. (...) A política economicista de saúde deste governo reflecte-se nos números e assimetrias implementadas”.
Mais adiante, o comunicado refere que "o anúncio de novas contratações de especialistas para o Hospital de Santa Luzia de Elvas é atirar areia para os olhos dos elvenses, porque quem dá com uma mão e tira com outra não merece respeito nem consideração de ninguém.
O Núcleo de Elvas do Bloco de Esquerda considera ainda que o Presidente da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, Luís Ribeiro, "não tem capacidade e competência para desempenhar as funções que lhe foram atribuídas”, pedindo a sua exoneração ou demissão, alegando que esta será a forma de retomar a "credibilização e normal funcionamento deste serviço público”.
Em relação ao abaixo-assinado promovido pelo PSD Elvas dizem: "existem outros mecanismos para pedir explicações e esclarecimentos ao Parlamento”, anunciando ainda que o deputado bloquista João Semedo levará esta questão à Assembleia da República.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 13.5.08
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Há uns tempos atrás ousou este Velho Conselheiro lançar, no blogue Fotografos de Elvas, a sugestão de que os belissimos trabalhos que os fotografos, quer profissionais quer amadores ali expõe, fossem mais abrangentemente exibidos à população. A sugestão parece que com o tempo tomou forma e fez-se realidade.
É bom saber que aos poucos as iniciativas saiem da blogosfera elvense e tomam corpo físico, com esta e com a campanha pelo nosso hospital, esta semana estão de parabéns todos os bloggers da Cidade de Elvas, e em especial a "gerência" do Fotoblogue de Elvas.
A Exposição Fotográfica que decorre até 29 de Junho no Museu Municipal da Fotografia com trabalhos dos membros do blog, num total de 58 trabalhos expostos de 34 autores elvenses.
Este blogue foi já reconhecido pelos internautas que o escolheram como o melhor blogue nos Prémios Zé de Mello'06 e é hoje em dia uma das melhores montras de imagens que promovem a Cidade, a sua Cultura, Património, Tradições e o mais importante as pessoas.
Fica o registo daqueles que esporádica ou periodicamente fazem o Fotoblogue: Abel Dias, Aldina Amador , Aline Falcato ,Ana Vinagre , António Serra , António Venâncio , Beto , Bruno M. Baptista , Bruno David Baptista , Carlos Babaroca , Carina Branco , Carlos Falcato , Catarina Matos , Cátia Fialho , Célia Oliveira , Domingos Brazão , Emílio Candeias , Filipe Alves, Francisco da Vide , Guilherme Lopes Raimundo, Hugo Pires, Isabel Vinagre, João B Pires, João C. Pires, João Carpinteiro , João Fanico , João Favita , João L Martins , Joaquim Direitinho, Joaquim Folgado, Jorge Brito, José Silva, Jorge Rolhas, Luis Damião, Luis Penetra, Luis Piçarra, Luis Porfírio, Manuel Chagas, Manuel Rocha, Maria Emília Campos, Mário Batista, Miguel Pires, Nuno Barraco, Nuno Veiga, Paula Travelho, Paulo Guerra , Paulo Figueiredo, Paulo Pires, Pedro Chagas, Pedro Sena, Rui Santos , Sérgio Conceição, Victor Mascarenhas, Vitor Falcato e Yur Sene.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.5.08
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CONTRA a exclusão das valências de Anestesiaria, Cardiologia, Cirurgia Geral, Medicina Interna, Ortopedia, Patologia Clínica e Radiologia do actual Serviço de Urgência do Hospital de Santa Luzia de Elvas. Ao abrigo do disposto nos Artigos n.ºs 52º da Constituição da República Portuguesa, 247º a 249º do Regimento da Assembleia da República, 1º nº. 1, 2º n.º 1, 4º, 5º 6º e seguintes, da Lei que regula o exercício do Direito de Petição
Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Exmo. Senhor Primeiro-Ministro de Portugal
Exma. Senhora Ministra da Saúde Excelências,
O Hospital de Santa Luzia, em Elvas, e o Hospital Dr. José Maria Grande, em Portalegre são os dois Hospitais que compõem a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA). A interacção entre as Unidades de Saúde da Região é uma mais-valia para os utentes, desde que não se ponham em perigo os serviços de saúde prestados por cada uma destas unidades. O Hospital de Santa Luzia de Elvas tem uma área de influência natural que abrange os concelhos de Elvas, Campo Maior, Alandroal, Arronches, Borba, Monforte, Sousel e Vila Viçosa e embora menos influentes os de Estremoz e Reguengos de Monsaraz. Para além disso, não podem ser esquecidos os milhares de profissionais e turistas que, ao longo do ano, cruzam a fronteira do Caia por via rodoviária. O próprio Hospital sendo um factor de desenvolvimento da cidade permite também a fixação de profissionais qualificados e de actividades geradoras de riqueza na região. O concelho de Elvas tem vindo a perder sistematicamente valências e serviços de saúde, do que são exemplos o encerramento da Enfermaria de Cuidados Intermédios, da sala de partos da Maternidade Mariana Martins, Serviços de Ginecologia e Pediatria em 2006 e, mais recentemente, o encerramento do Centro de Saúde de Elvas aos fins-de-semana e feriados. Descaracterizar o Serviço de Urgência do Hospital de Santa Luzia de Elvas e classificá-lo como Serviço de Urgência Básica - SUB é um verdadeiro retrocesso na política de saúde de proximidade e qualidade ao serviço dos cidadãos que residem ou passam na região. De acordo com a legislação publicada em Diários da República (Despacho nº5414/2006 do Ministério da Saúde DR, 2ª.série - Nº42-28 de Fevereiro de 2008), o Hospital de Elvas está classificado como SUB, o que, em termos práticos e a título de exemplo, obriga a que os utentes a quem, na urgência, sejam diagnosticados uma fractura de baço, uma pneumonia, uma apendicite aguda ou uma entorse tenham que ser enviados para os Hospitais de Portalegre (60 km) ou Évora (86km), conforme os Serviços de Urgência disponíveis, em permanência ou em cada momento, em cada um deles. Assim sendo, Os abaixo assinados pedem a intervenção dos Órgãos de Soberania Nacional para que: A Urgência do Hospital de Santa Luzia, em Elvas, seja reclassificada pelo Governo, permitindo o seu enquadramento como pólo de assistência médico-cirúrgica de urgência da ULSNA, com publicação em Diário da República, por forma a que se mantenham a funcionar em pleno, nas 24 h, os actuais serviços e valências médicas, nomeadamente, o Serviço de Urgência com Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Medicina Interna, Ortopedia, Patologia Clínica e Radiologia.
Assine aqui

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.5.08


mais informações em: Palácio Digital
E já agora: Não maltrate os animais!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.5.08



Hoje este Velho Conselheiro quer apenas deixar um desabafo: Se eu fosse Director ou Programador do Museu de Arte Contemporânea de Elvas teria vergonha de ter um site, que é uma primeira imagem do mesmo, nos termos em que esta existe hoje em dia!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 7.5.08
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Depois de ter sido retirada a confiança politica ao vereador eleito pela coligação PSD - CDS, Eurico Candeias, e, devido a este ter suspendido o seu mandato, eis que o Partido Social Democrata e o Centro Democrático Social de Elvas regressam a estar representados no executivo municipal, através de José Júlio Cabaceira, pelo periodo de um mês.


Sabemos que o tempo é reducido mas esperemos para ver como a oposição eleita desempenha a sua função.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.5.08
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Eje patrimonial Badajoz-Elvas


Por Moisés Cayetano Rosado, Doctor en Geografía e Historia da Univ. Extremadura


En diversas ocasiones he insistido en este mismo medio sobre la importancia del patrimonio artístico-monumental de la raya hispano-portuguesa, especialmente de las construcciones militares abaluartadas del siglo XVII, completadas, perfeccionadas en los siglos XVIII y XIX a causa de las guerras en frontera.

No en balde esas "fortificaciones abaluartadas de la raya" están incluidas en la lista indicativa del Patrimonio de la Humanidad, esperando la calificación definitiva de la UNESCO (para la que se precisa nuestra contribución, rehabilitando, acondicionando y dándole adecuado uso a los monumentos que corresponden).

Pero con ser diversas las poblaciones de la raya punteras en contenido patrimonial abaluartado, no más de media docena son las imprescindibles -por su riqueza y magestuosidad- para dar sentido a la candidatura y tener éxito; así: Valença do Minho en el norte portugués; Almeida y Ciudad Rodrigo al centro de la raya -de Portugal y España respectivamente-, y Elvas, Olivenza y Badajoz al sur.

Ahora bien, ninguna de estas localidades privilegiadas por su portentoso patrimonio militar de la Edad Moderna y comienzos de la Contemporánea -grandioso y hermoso en su conjunto e individualmente uno a uno- tiene la singularidad de Elvas y Badajoz. De ahí su responsabilidad en el liderazgo de la candidatura conjunta a Patrimonio de la Humanidad. A saber: no sólo conservan todo (en el caso de Elvas) o gran parte (en el de Badajoz) del amurallamiento abaluartado rodeando a sus cascos históricos sino son ambas únicas en conservar fuertes exteriores de defensa que resultan auténticas joyas del arte y la ingeniería militar.

Hace unos días visitaba con un grupo de profesores y alumnos universitarios de más de una docena de naciones europeas y americanas -invitados por las universidades de Extremadura y de Évora- ambos asentamientos, y recientemente con más de setenta personas convocadas por la Asociación "Amigos de Badajoz", que comprobaron, admirándose, la importancia de este legado, su autenticidad y singularidad, viendo con claridad lo justo y urgente de la candidatura. Justo, por su identidad artística sin igual y el estado de conservación adecuado, y urgente porque otros conjuntos similares -en Francia junto a Bélgica-Holanda, y Eslovaquia junto a Hungría- compiten con nosotros en la "carrera" por llegar los primeros en la presentación ante la UNESCO.

Insisto en el caso de Elvas y Badajoz. La primera no sólo tiene en buen estado de presentación sus murallas de la ciudad sino el Fuerte de Santa Lucía (hoy Museo Militar abierto), aunque deba hacer aún algo similar con el Fuerte da Graça. Badajoz, en cambio, necesita actuar sobre sus murallas urbanas, despejando lienzos de construcciones públicas prescindibles, y sobre todo rehabilitando el Fuerte de San Cristóbal y el Revellín de San Roque, que han de ponerse al uso como Museo de Historia de la Frontera y Centro de Interpretación, como tantas veces hemos reivindicado.

Este "Eje Patrimonial Badajoz-Elvas", sin igual, debe desempeñar ya, sin otra tardanza, la punta de lanza que nos lleve a la deseada calificación de la UNESCO, y en ello todos tenemos alguna responsabilidad: políticos, especialistas universitarios, investigadores, asociaciones culturales y cívicas, medios de comunicación, ciudadanos del entorno en general, etc., unos proponiendo, otros gestionando y negociando, y otros animando, presionando, apoyando, etc. Cualquier demora e indecisión hará que otros se nos adelanten y, con menos mérito, logren lo que nosotros, por nuestro patrimonio histórico y artístico, antes que nadie merecemos.
http://www.extremaduraaldia.com/moises-cayetano/eje-patrimonial-badajoz-elvas/56621.html

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.5.08



O programa “Política de Cidades Polis XXI” prevê, no âmbito dos Programas Operacionais Regionais, «a promoção e formulação de estratégias de cooperação e a constituição de redes com massa crítica suficiente para atrair e desenvolver novas funções urbanas e actividades inovadoras, assim estimulando a cooperação urbana em rede».
Esta área de investimentos visa abrir um novo ciclo de intervenção urbana que contribua significativamente para tornar as cidades portuguesas:
  • Territórios de inovação e competitividade;
  • Territórios de cidadania e coesão social;
  • Territórios de qualidade de ambiente e de vida;
  • Territórios bem planeados e governados.

A Política de Cidades POLIS XXI integra-se nos objectivos da Estratégia de Lisboa (PNACE) e da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável (ENDS) e concorre para o seu cumprimento. O Modelo Territorial consagrado no PNPOT (já aqui analisado no blogue) e as Orientações Estratégicas para os sistemas urbanos dos diversos espaços regionais que dele constam são o principal referencial para a definição dos critérios de avaliação das candidaturas propostas.



A Política de Cidades POLIS XXI será implementada no período 2008-2013 através do apoio a projectos de iniciativa local, seleccionados em 3 grandes vectores de intervenção (designados instrumentos de política):
  • Parcerias para a regeneração urbana;
  • Redes urbanas para a competitividade e a inovação;
  • Acções inovadoras para o desenvolvimento urbano.

O financiamento destes instrumentos de política está assegurado nos programas operacionais do QREN 2007-2013. Prevê-se também que a Política de Cidades POLIS XXI se venha a socorrer de outras fontes de financiamento, compreendendo recursos públicos nacionais e comunitários, neste último caso com origem noutros programas operacionais, e também instrumentos de financiamento europeus, como o Mecanismo Financeiro EEE e, em particular, o BEI. Adicionalmente, o Estado procurará novas fontes de financiamento , quer no quadro de parcerias público-privado, quer criando condições para um maior envolvimento de fundos privados.


No que respeita a Elvas, encontramo-la enquadrada, dentro das Orientações Estratégicas para o Alentejo em três acções e planos a desenvolver:

  • Organizar o sistema urbano de fronteira, em particular o pólo transfronteiriço Elvas – Campo Maior / Badajoz, cuja importância estratégica será fortemente ampliada pelas novas acessibilidades em comboio de alta velocidade às duas capitais ibéricas e pela nova plataforma logística transfronteiriça de Elvas/Caia;
Consolidar o corredor Lisboa – Évora - Badajoz e infraestruturar os corredores Algarve – Beja – Évora – Portalegre - Castelo Branco, Sines – Grândola – Beja – Vila Verde de Ficalho e Sines – Évora – Elvas/Badajoz como elementos estruturantes de um sistema urbano regional policêntrico;
  • Reforçar a cooperação urbana transfronteiriça quer de proximidade quer de relacionamento dos principais centros urbanos do Norte Alentejano (Portalegre, Elvas e Campo Maior) com as cidades da Extremadura, e de Beja e outros centros do Baixo Alentejo com as cidades da Andaluzia.
  • edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.5.08

    Acontece que o Regedor é sem sombra de dúvida o Regedor.
    Não existe alguém mais sábio e informado que o Regedor. Como o Regedor é homem de vistas largas, e sabe perscrutar no horizonte, e também porque a reforma se aproxima, então terá que deixar o lugar de que tão pomposamente se tem servido, é urgente tratar da reforma.
    Eis que uma vez teve uma brilhante ideia, de imediato parou o carro e "sacou" do caderninho e da esferográfica, não fosse o caso de a idade lhe pregar alguma partida e a "ideia" fugir.
    Então escreveu " Tenho que tratar de privatizar a água, o cemitério, os esgotos e o lixo, os serviços administrativos, e talvez também o meu lugar (não sei se posso, mas vou tentar). Quando estiver tudo privatizado , e eu estiver já reformado , então eu sou nomeado Presidente dos Conselhos de Administração dessas ditas Empresas e assim posso arranjar mais uma dúzia de tachos para a família e resto do pessoal".
    Ideia brilhante sem dúvida que o Regedor teve. Ninguém o pode acusar de nunca ter vistos as notícias a nível nacional, pois ele não está a fazer nada mais nem nada menos do que os outros "camaradas" e demais fazem, o Regedor é ESPERTO.
    Édito enviado por Endovelico Bronconcios

    edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 30.4.08
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    No último Conclave do Palácio do Regedor, e apesar de ainda não ser a aprovação das ajudas técnicas domésticas prometidas logo depois da sua última eleição, o Regedor irá em colaboração com o Instituto da Segurança Social disponibilizar aos idosos do Concelho que se englobem dentro dos requisitos, o Programa Conforto Habitacional para Pessoas Idosas (PCHI), destinado a beneficiar pessoas de idade igual ou superior a 65 anos, cujo rendimento mensal per capita seja igual ou inferior a 407 euros (valor indexante dos apoios sociais).

    Este programa permite uma intervenção até um máximo de 3500 euros de material por habitação, assegurado pela Segurança Social, respondendo o Palácio do Regedor pela parte respeitante à mão-de-obra.

    Desde este espaço o Zé de Mello congratula a equipa liderada por Rondão Almeida por esta iniciativa, que além de dotar as velhas habitações de melhores condições de habitasionalidade para os idosos elvenses, é uma medida para a conservação do parque habitacional.

    edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.4.08
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    O Diário de Notícias dedicou ontem as páginas centrais ao Património declarado, ou em vias de classificação, com o título "PORTUGAL CRESCE NA LISTA DA UNESCO". O proposito desta notícia foi a entrega no Centro do Património Mundial da Unesco da candidatura transnacional conjunta entre Portugal e Espanha: Icnitos de Dinossáurios da Península Ibérica.



    Nas declarações de Manuela Galhardo, secretária-executiva da da Comissão Nacional da Unesco ficou o alerta para que as candidaturas, a ser possível, sejam transnacionais, dado terem mais hipoteses de êxito. Sobre a possível candidatura das Fortificações de Elvas, esta responsável, afirma que, conjuntamente com a candidatura de Coimbra, são as mais fortes na lista.

    É conhecida a vontade do Palácio do Regedor em que, ainda que avançando em primeiro lugar, a candidatura elvense seja integrada numa mais amplia que englobe as fortalezas raianas dos dois lados da fronteira. A lista indicativa espanhola já faz referência a esta possível candidatura, enquanto a lista lusa apenas considera Elvas.

    Estão a ser mediadas as alterações necessárias a essa alteração, que não é referenciada pela directiva lusa da UNESCO? Que passo concretos tem desenvolvido o Palácio do Regedor para a constituição duma rede transnacional de Cidades Abaluartadas que vise esta candidatura? Estão reunidas as condições para a apresentação da candidatura elvense na Primavera conforme anunciado pela responsável autarquica pelo processo?

    Ficam as dúvidas desde Velho Conselheiro para que quem de direito responda.

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