«No que diz respeito às extensões de saúde de Caia (Elvas) e do bairro social dos Assentos (Portalegre), o responsável adiantou que se encontram também em fase de "adjudicação da obra".
A extensão de saúde de Caia será construída no edifício da junta de freguesia local, num investimento de 150 mil euros.
A extensão do bairro social dos Assentos será requalificada, num investimento que ronda os 80 mil euros.»
A noticia acima é da RTP, disponível no site da emissora pública (aqui) e vem desmentir o que neste blogue foi dito sobre a morte das aldeias (aqui)!
Apesar da fraca qualidade da imagem acima, esta refere-se às novas placas informativas colocadas nas imediações de Elvas, e onde se promove o património da cidade. Depois de termos de várias formas chamado a atenção do Regedor e da própria Brisa para o facto de Elvas não ter este tipo de sinalização eis que finalmente existe para quem passa na A6 uma referência sobre a urbe. Parabéns ao Regedor pelo esforço que o mesmo colocou para que isto fosse uma realidade. O Zé de Mello agradece, Elvas agradece.Todos Somos Elvas!
A minha proposta deste dia é o seu aproveitamento para Miradouro e nela instalar o Centro Interpretativo das Fortificações de Elvas.
Não sei quantos dos cibernautas já tiveram a oportunidade de subir até à esplanada desta torre, mas a vista desde lá é espectacular. Para além de se avistar todo o cerne da cidade e o Aqueduto permite ao "hipotético" visitante/turista perceber até onde chegava a cidade no domínio islâmico intra-muros.
Fácil, simples, barato e mais um trunfo para Elvas no plano turístico e cultural, informando e formando os visitantes para a riqueza do património militar da urbe.
Até vou mais além, quais miradouros de outras paragens, proponho a colocação de uma placa pictórica que identifique ao visitante a identificação dos vários locais de interesse.
Pois têm razão isto significa um encargo financeiro para os cofres da autarquia, assim que não me oporei se à entrada, e aproveitando o guarda dos W.C., for cobrada uma taxa de entrada na Torre de um valor que costei a colocação desta placa. Proponho meia moeda de euro.
Espero que pelo menos enviem uma entrada gratuíta pela ideia a este Velho Conselheiro.
Esperamos para ver o que fará o Regedor com estas indicações.
Nesta reunião, foram apresentados os trabalhos e feito o ponto da situação da Agenda 21 Local de Elvas, apontando um plano de acção para o desenvolvimento sustentável do Concelho.
Em declarações à Radio Portalegre o Regedor considerou que este anuncio não serve as pretensões de Portalegre e Elvas uma vez que naquela zona (Caia) vai surgir a plataforma logística. Depois de em Novembro, em primeira mão, o blogue deste Velho Conselheiro ter apresentado esta proposta aos Elvenses, o Regedor em Dezembro, mostrou-se favorável a esta ligação, que seria vantajosa para o futuro económico do Caia e permitiria a ligação digna entre as duas principais urbes do norte alentejano, eis que uma vez mais o Governo da Nação não ouve o seu homem da raia alentejana, favorecendo desta vez Estremoz e Évora.
Será que o Regedor já não tem eco no Palácio de S. Bento? Será que Elvas esta condenada a ser uma Cidade de 2ª categoria na Região Alentejo? Será que as duas maiores localidades do distrito continuarão ligadas por estradas em mau estado? Será que alguma rádio em Elvas poderia ter noticiado o assunto? Será que...
Depois de o STAL ter empreendido uma batalha pública para que o munícipio não privatize este sector, o Regedor vê-se agora obrigado a, novamente, informar a população sobre este processo.
Esperamos por um debate sério, sem demagogia e aberto à participação dos cidadãos.
Pois bem, acho que com a criação do Arquivo Municipal de Elvas está em boa altura de estes regressarem à nossa cidade. Mais, devem regressar os arquivos e o célebre órgão da Sé, pelo qual tanto se tem batido o nosso companheiro Zé de Mello.
Senhor Presidente Rondão de Almeida, não acha que está chegado o momento de voltar a Elvas o que a Elvas pertence? Vá lá, gaste lá uns minutinhos do seu tempo para resolver o assunto.(...)"
ler o édito completo em Tas Ca.
Estiveram presentes:
- Regedor,
- Elsa Grilo (Vereadora responsável pela Candidatura),
- Major General Adelino Matos Coelho (Director de História e Cultura Militar, do Estado-Maior do Exército),
- Nuno Oliveira (Presidente do Instituto Politécnico de Portalegre),
- Luís Pino Lopes (Assessor da Direcção do IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico),
- Alberto Marques (Director Coordenador do Desenvolvimento de Produtos e Destinos, do Turismo de Portugal, I.P.),
- Fernando Branco Correia (Investigador da Universidade de Évora),
- Duarte Ivo Cruz (Consultor da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal),
- José Nascimento (Director Regional de Cultura do Alentejo),
- Hugo Porto (Director de Serviços dos Bens Culturais da Direcção Regional de Cultura do Alentejo),
- Margarida Botto (Técnica Superior da Direcção Regional de Cultura do Alentejo),
- Comissão Técnico-Científica da Candidatura das Fortificações de Elvas a Património Mundial: Domingos Bucho (Coordenador), António Ventura, Luís Boavida Portugal, Mário Baptista e Raul Ladeira
Os 16 elementos que se sentaram à volta da mesa de trabalho tiveram oportunidade de se aperceber do andamento dos trabalhos de elaboração da candidatura, do valor e dimensão das Fortificações de Elvas quando comparadas com outras construções terrestres do género e das possibilidades de gestão de todas os edifícios envolvidos no conjunto patrimonial a candidatar.
Ao longo da história há evidências que nos dão conta de povoações que existiram e que, depois, desapareceram completamente. De algumas não resta nada.
Esta aldeia de Caia, no concelho de Elvas, foi povoada até meados do século XX. Era um pequeno aglomerado, com pouco mais de meia dúzia de casas e com uma igreja, talvez grande demais para a população residente. A sua dimensão justificava-se pelo facto de ser o centro uma área povoada de montes, sedes das explorações agrícolas do latifúndio alentejano, com o seu cortejo de trabalhadores rurais habitando as casas que lhes eram destinadas...
continuar a leitura em Entre Tejo e OdianaSegundo o Conselho da Europa, uma Euroregião é uma estrutura de cooperação transfronteiriça entre dois ou mais países europeus. As euroregiões não correspondem a nenhum governo legislativo ou instituição governamental, não têm poder politico e as suas competências estão limitadas aos governos locais e regionais. Na sua vocação está promover interesses comuns através da fronteira e cooperar para o bem comum das populações fronteiriças. Ainda que o termo Euroregião seja similar, não se deve confundir com as regiões europeias.
A Associação de Regiões Europeias Fronteiriças estabelece os seguintes critérios para identificar as Euroregiões:
- Uma associação de autoridades locais e regionais em ambos os lados da fronteira nacional, com consenso parlamentar;
- Uma associação transfronteriça com um secretariado fronteiriço e uma equipa técnica e administrativa com recursos próprios;
- Resultante da lei privada, baseada em associações sem finalidade lucrativa ou fundações de ambos os lados da fronteira em sintonia com as leis nacionais;
- Resultante de lei publica, baseada em acordos entre estados, englobando as autoridades territoriais.
O termo Euroregião é ainda utilizado por associações transnacionais entre municípios ou suas associações.
O estatuto legal das Euroregiões são vários:
- Comunidades ou associações sem personalidade jurídica (o caso da “Euroregion Neisse” ou ainda “Euroregion Elbe-Labe”),
- Agrupamento Europeu de Interesse Economico (Euroregion Transcanal),
- Associação sem fins lucrativos (Euregio Saar-Lor-Lux Rhine, constituída baseada na lei privada do Luxemburgo)
- Grupos de Trabalho sem personalidade jurídica (Euregio Bayerischer Wald-Böhmerwald/Sumava),
- Organismo Publico (Rhine-Waal Euregio).
Contudo as Euroregiões podem ter diferentes interpretações jurídicas dependendo dos países (Euregio Maas-Rhine, segundo a lei holandesa é uma fundação mas para o governo belga corresponde a uma ONG.
Segundo o novo processo de distribuição de fundos comunitários estas associações terão prioridades no acesso a vários programas.












