
Arbustos nas muralhas destroem a pedra que compõe a sua estrutura.
Não é preciso procurar muito para encontrar os arbustos, as fotos são tiradas com a Pousada nas costas. O herbicida pelos vistos nunca foi utilizado aqui, com os resultados à vista (mesmo nas costas do hospital novo).
Cumprimentos do seu conselheiro, António Silva.
- o Alentejo, com 36 concelhos, onde se incluirá Elvas;
- a Autónoma do Litoral Alentejano, com 5 concelhos;
- Autónoma de Alqueva, com 6 concelhos.
Os 47 concelhos do Alentejo ficam, assim, dispersos por três áreas regionais de turismo:
Área Regional de Turismo do Alentejo, com 36 concelhos: Nisa, Castelo de Vide, Gavião, Marvão, Crato, Portalegre, Ponte de Sôr, Alter do Chão, Arronches, Avis, Fronteira, Monforte, Campo Maior Sousel, Elvas (distrito de Portalegre); Mora, Estremoz, Borba, Vila Viçosa, Redondo, Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Arraiolos Évora, Viana do Alentejo (distrito de Évora); Alvito, Cuba, Vidigueira, Ferreira do Alentejo, Beja, Serpa, Aljustrel, Castro Verde, Ourique, Mértola e Almodôvar (distrito de Beja).
A Plataforma Logística del Suroeste, situada do lado espanhol do Caia, começará a vender os seu terrenos dentro de quatro anos, em 2012, segundo Félix Arias, Director Geral do SEPES (organismo do Ministerio de Fomento, responsável pelo espaço), esta fase tará que aguardar o traçado definitivo do AVE espanhol, pendente da localização da Estação Internacional Elvas / Badajoz, que será definido no final do corrente ano, pela comissão mista.
Estas declarações de Félix Arias forma feitas a semana passada, em Badajoz, no final da primeira reunião do Conselho de Administração da Sociedade Gestora da Plataforma, numa reunião mantida com a imprensa espanhola, e onde estiveram presentes todos os elementos do Conselho de Administração, que disseram ainda ser cedo para conhecer que empresas e quantas e de que sectores estarão presentes na plataforma.
Segundo o mesmo interlocutor o primeiro passo será "Un estudio del plan de negocio y explotación del potencial logístico la plataforma" (con 533 hectares junto ao Caia e à A5 (Caia/Madrid), seguindo-se “el plan parcial que la desarrollará, y un plan director para la urbanización, previa modificación al Plan General Municipal para cambiar de uso el suelo, pues no es urbanizable”
O Conselho de Administração aprovou ainda nesta primeira reunião a sua constituição: María Angustias Ventura (Presidente), que también preside Sofiex; o alcalde de Badajoz, Miguel Celdrán (vicepresidente), María Esperanza Sánchez, representante do SEPES (secretaria), e a nomeação de Javier Corominas como gerente.
Os inteligentes da CME, como acham que metade do ano com ervas seca, amarelas, como proporciona o clima que temos, é pouco, aplicam herbicidas para as ervas estarem ressequidas o ano inteiro. É o que acontece agora que andam a matar as ervas dos parapeitos das muralhas. Podiam cortá-las como fazem à relva nas rotundas e separadores das circulares, mas não, queimam-nas para não ficarem verdes. Põem relva nuns sítios, cortam-na constantemente, regam-na o verão todo, noutros matam-na. O papel da relva ou erva, nestes casos é só dar um tom verde, portanto tanto faz ser erva como relva. Mas não entendem!
Para além disso a aplicação é feita com equipamento agrícola o mais inadequado que há para aplicações na via pública. Já alertei para este facto a Brigada do Ambiente da GNR, que me disse que iam contactar a Câmara, etc., etc.. Mas continuam a fazer aquilo que a sua teimosia e irracionalidade lhes dita.
Já se nota perfeitamente o efeito da aplicação de herbicidas nos parapeitos das muralhas. O tom verde que existia tornou-se amarelo, ressequido, como nos meses de Verão.
É assim que a Câmara gosta e acha que está bonito.
Mas estupidez da estupidez, é cortar as ervas depois de secas. Não seria mais inteligente cortá-las verdes e não aplicar herbicida para se manter o tom verde até ao verão?
E existe na Escola Superior Agrária um ramo de espaços verdes! Haverá lá quem tenha solução para estes e outros assuntos dentro desta área. Mas quem manda é que sabe!!!!
- o número de votantes fosse superior a metade dos eleitores inscritos
- o voto expresso pela maioria fosse favorável, o que não veio a suceder.
- CRP - arts 134º c), 235º a 243º e 255º a 262º
- Lei 56/91, 13 Agosto - art.s 1º a 48º
- Lei 19/98, 28 Abril
- Resolução da AR 36-B/98, 30 Junho
- Lei 15-A/98, 3 Abril - Lei Orgânica arts 245º a 251º
Jurisprudência:
- Acórdão do TC 532/98 in DR, 1ª série-A, 30 Julho 1998
IN: Regionalização
O Secretario de Estado do Desenvolvimento Regional, Rui Nuno Baleiras, presente ontem em Badajoz para a abertura do Seminário sobre Cooperação Transfronteiriça, afirmou que o novo Programa Operativo de Cooperação Transfronteiriça (POCT) 2008-2013, sucessor do Interreg, será uma oportunidade para a criação da Eurocidade Elvas / Badajoz. Este programa irá gerir uma quantia de mais de 354 milhões de euros em 6 anos.
Este seminario, que levou até Badajoz cerca de 800 pessoas de várias proveniencias, teve lugar na capital pacense por esta ser a sede do Secretariado Técnico Conjunto, que irá gerir o novo Programa nos seis anos desta primeira fase. Os objectivos do POCT são o desenvolvimento das zonas fronteiriças de Portugal e Espanha, reforçando as relações economicas e as redes de cooperação já existentes.
Presentes na inauguração do Seminário para além do Secretario de Estado Português, o Alcalde de Badajoz,
Miguel Celdrán; o Director de Cooperação Territorial, Acções Urbanas e Regiões Ultraperiféricas da Comissão Europeia, José Palma; o Secretario Geral de Presupuestos y Gastos del Ministerio de Economía y Hacienda Española, Luis Espadas; e o Consejero de Administración Pública y Hacienda da Junta da Extremadura, Ángel Franco.Ainda em declarações ao Hoy, o Secretario de Estado afirmou que o POCT é "um novo desafio", um ponto de partida para "a construção de bases para a cooperação solida, moderna com as prioridades nacionais e regionais de desenvolvimento". O desafio para Rui Nuno Baleiras, éw sobretudo para as autoridades locais, regionais e centrais dos dois paises, das quais espera "estejam ä altura das expectativas das populações raianas".
"Conhecidos os principios e estabelecidas asa prioridades temos que começar a tratar de projectos concretos", disse ainda o mesmo representante do Governo da Nação, lançando algumas pistas sobre este projectos e como aproveitar os euros da Comissão Europeia, como a gestão compartida de equipamentos colectivos já existentes ou a promover ao longo da fronteira. As iniciativas das Eurocidades são outro dos aspectos que o Secretario de Estado acredita serem primordiais desenvolver, e mais concretamente referindo-se ao caso Badajoz-Elvas. Na sua opinião as duas cidades vêm explorando várias soluções de gestão comum e metodos de planificação para o uso compartido de recursos.
Na mesma linha o Consejero de Administraciones Públicas da Junta da Extremadura, reintera a intenção do Governo Regional no aproveitamento conjunto dos recursos proveniente da exploração da Barragem de Alqueva. Para Ángel Franco, os grandes projectos, como a ligação ferroviária e as estruturas rodoviárias já estão em implementação e serão, conjuntamente com o Guadiana as grandes oportunidades para o desenvolvimento regional.
Com estas Comparsas espanholas chegou a Elvas uma nova forma de encarar os festejos, levando a que os grupos lusos, até então denominados "escolas de samba" passassem a denominar-se também de "Comparsas", e a subirem ano após ano de qualidade.
Aproveitando o cancelamento do desfile de domingo este Velho Conselheiro rumou a Badajoz para conhecer a grande festa de inverno dos pacenses. Grande qualidade de Carnaval e de organização, que em outra escala, nada se distancia sobremaneira dos festejos elvenses.
A participação de Comparsas elvenses no desfile de Badajoz, não seria para este Velho Conselheiro um atentado ao brio nacional, e posso garantir-vos que não fariam triste figura, pois a qualidade de alguns grupos de Elvas é já bastante, e assim poderiam atrair mais público para os corsos de Elvas, sendo que o de sábado deveria realizar-se na Avenida da Piedade e o de Terça Gorda no Centro do burgo.
Um última palavra para a "Galinha", leia-se Rainha, do Carnaval, foi a melhor escolha que o Palácio poderia ter feito. Fica aqui o pedido para que volte Clotilde I, a reinar em Elvas!
- Nova Lei de Bases da Saúde e novo Estatuto do SNS, para impedir as privatização de serviços do SNS e garantir o acesso gratuito para todos os portugueses a serviços de mais qualidade.
- Fim de todas as taxas moradoras. São os impostos dos portugueses que garantem o orçamento do SNS. Não é legítimo exigir mais pagamentos.
- Suspenção do encerramento de SAPs e urgências hospitalares até estar concluída a instalação da Rede Nacional de Serviços de Urgência e em pleno funcionamento os meios de emergência pré-hospitalar.
- Comparticipação a 100% na compra de medicamentos para certas doenças crónicas.
- Venda de medicamentos em uni-dose e, nos casos de doentes da urgência e da consulta, venda nas farmácias dos hospitais do SNS.
- Eleição dos directores clínico e de enfermagem dos hospitais do SNS, para evitar a partidarização da gestão.
A Comissão Coordenadora Distrital











