Podia ser o título de um qualquer espectáculo a trazer ao Coliseu Cidade de Elvas, mas trata-se do assunto político do momento, a par da promoção de Elsa Grilo a futura Regedora.
Com a realização a 14 de Dezembro das eleições da secção local do PSD, irão os militantes desta estrutura política concelhia fazer uma avaliação do trabalho como vereador da oposição de Eurico Candeias? Irá haver a substituições dentro do PSD Elvas ou esta estratégia de oposição será agrada ao seu eleitorado? Demitir-se-á o verador de militante abrindo portas à "contratação" pela equipa adversária? Qual é o papel do centro direita na vida do Concelho de Elvas? Estas questões deixo-as este Velho Conselheiro à consideração dos militantes sociais democratas.
Mais à direita, leia-se, CDS-PP, mantêm a confiança política neste vereador?
Como última previsão ao futuro próximo, e também à laia de pedido público, deve Eurico Candeias seguir à frente dos destinos de O Elvas CAD, dado que os resultados desportivos e esperamos económicos da associação desportiva têm sido satisfatórios, possibilitando assim a estabilidade necessária aos jogadores para seguirem tranquilos dando pontapés na bola.
FINALMENTE!
Depois de uma época em que as relações Elvas / Badajoz estiveram em banho-maria, e tendo em conta que brevemente será decidida o local de implementação da estação do TGV, o Alcalde de Badajoz veio até Elvas reunir-se com o Regedor.
Segundo a RR Elvas foi decidido constituir uma equipa de técnicos capaz de dar continuidade
a projectos de cooperação. "Uma equipa de trabalho composta por elementos da autarquia de Elvas e da autarquia de Badajoz, que tem como objectivo fazer o estudo de tudo aquilo que envolve um plano geográfico, hoje em dia denominado Eurocidade, antes de aderir à Euro- Cidade há que estudar e avaliar que mais valias pode trazer esse estatuto a ambas as cidades", declarou Rondão Almeida.
Em matéria de TGV e plataforma(s) logísticas, Miguel Celdran, Alcalde de Badajoz disse que estes projectos devem ser olhados como "uma plataforma de lançamento para toda a região".
Ambos os autarcas demonstraram estar de acordo de que o Caia é a melhor zona para a localização da plataforma logística, Rondão Almeida defende o lado espanhol e argumenta com o mais elevado número de população existente do outro lado da fronteira, o que se converte num maior número de possíveis utilizadores.
Da reunião entre os autarcas saiu defenida uma nova equipa de técnicos, com elementos de autarquia de Elvas e Badajoz, que vão estudar e delinear um Plano Geográfico, que permita avaliar as vantagens de aderir à Eurocidade.
A próxima reunião irá acontecer, em data a definir, na cidade vizinha de Badajoz.
- Regedor - Coordenação geral todos os serviços da Câmara Municipal de Elvas;
- Vice-Regedor, Nuno Mocinha - Departamento geral de finanças; Gestão do Coliseu e o Gabinete de Candidaturas ao QREN
- Vereador João Vintém - Divisão das obras municipais, Divisão dos serviços urbanos, protecção civil e com a comissão municipal e manutenção das florestas;
- Vereador José Barrogo - Pelouro do desporto, Museus, Trânsito, Mercados e a segurança e a contra-ordenação na vertente do turismo.
- Vereadora Vitória Branco - Pelouro da Educação, Semana da Juventude e a Expo São Mateus;
- Vereadora Elsa Grilo, continua a co-ajudar o Regedor, Gabinete de informação e propaganda, Coordenação Municipal, Relações Internacionais, Coordenação dos novos museus, Arquivo Histórico, o MACE, a Biblioteca, Juventude, Estudos e Planeamento.
A nova repartição dos pelouros começa a vigorar oficialmente a 1 de Dezembro.
Francisco Javier Peinado, Presidente da Plataforma Logística del Suroeste ibérico, situada em Badajoz, reafirmou a falta de ligações ferroviárias que ambos os países têm aos portos marítimos e fluviais, sendo portanto urgente esta conexão. Para a Extremadura esta ligação com o portos portugueses tem mais vantagens estratégicas para o seu mercado que os portos da Andaluzia. Neste sentido, a Extremadura, tem como maior preocupação a construção da linha de alta velocidade ferroviária Lisboa / Madrid, a A66 (Gijón / Sevilha), a linha de mercadorias Sines / Caia e a autovía del Levante.
Por seu lado os empresários insistiram na necessidade que os Governos de Portugal e Espanha alcancem um acordo que permita o desenvolvimento de linhas de transporte eficientes. A falta de cooperação institucional é evidente: durante o seminário esteve bem patente a falta de decisão política sobre as duas plataformas projectadas, uma em terras espanholas, a do Sudoeste Ibérico, e a Internacional de Elvas. Na sua génese estas seriam geridas entre Portugal e Espanha e, de momento, cada projecto avança em separado. Não obstante o Presidente da Plataforma del Sudoeste Ibérico, anunciou que em Janeiro se constituirá a sociedade gestora, e que convidará Portugal a formar parte da mesma.
O responsável pela Plataforma de Elvas, João Lemos, também insistiu na cooperação territorial mas solicitou a integração da cadeia logística na cadeia produtiva e, especialmente, sublinhou a necessidade de reduzir custos logísticos para aumentar a competitividade.
«O Ministério garantiu que em 2009 teremos o início da construção ou a adjudicação da obra», afirmou Ceia da Silva.
A cidade de Portalegre é a única capital de distrito em Portugal continental que não possui, actualmente, qualquer ligação por auto-estrada.
A A6, que liga Marateca ao Caia, constitui a principal ligação entre Lisboa e a fronteira espanhola, em direcção a Madrid. Por seu turno, a A23, a Auto-Estrada da Beira Interior, atravessa os distritos de Guarda, Castelo Branco, Portalegre e Santarém, ligando a Guarda (nó da A25) a Torres Novas (nó da A1) com ligação a Lisboa.
O deputado do PS considerou «estruturante» e «decisiva» a ligação de Portalegre à rede de auto-estradas. «Passamos a estar em contacto mais fluente com o Sul e Norte do país e, principalmente, com a vizinha Espanha», justificou.
Num requerimento enviado ao presidente da Assembleia da Republica, os dois deputados eleitos por Portalegre consideram ainda «prioritária» para o desenvolvimento regional a ligação entre Portalegre e a fronteira do Caia, entre Elvas e a cidade espanhola de Badajoz.
Os deputados alegam que a ligação de Portalegre ao Caia permitirá «rentabilizar» a plataforma logística prevista para a zona fronteiriça.
«A ligação da A23 à A6 tem que contemplar este troço até ao Caia para que fique cimentada uma ligação sustentada e que oferecerá outra dinâmica à região», defendeu.
Num futuro não muito distante, e tendo em conta as suas repetidas declarações sobre o Regedor será com alguma facilidade que este siga o caminho de outros elementos do executivo que trocaram o laranja, ou mesmo o vermelhão, pelo rosa.
Elvas, aldeia de Badajoz? Não! Elvas, com Badajoz num trabalho conjunto? Sim! Para tal há que despertar o poder local e daí o nacional para que deste lado avancemos ao mesmo tempo! JÁ!
Uma rápida passagem pelas imobiliárias evidencia as vantagens elvenses face à vizinha Espanha. Por exemplo: um apartamento com quatro assoalhadas que há dez anos rondavam os 80 mil euros em Badajoz, pode ultrapassar hoje os 200 mil, enquanto em Elvas é possível arranjar um imóvel semelhante, a estrear e devidamente equipado, por pouco mais de 140 mil euros.
Se a preferência recair sobre uma vivenda com cinco assoalhadas (V4), então a diferença ainda é maior. Em Badajoz uma moradia de 100 metros quadrados, com garagem e quintal pode variar entre os 250 mil e 350 mil euros; em Elvas há alternativas que vão de 150 mil a 200 mil euros, para áreas entre os 140 e os 220 metros quadrados, sendo que o segundo valor garante uma moradia num bairro prime com acabamentos de primeira. É preciso ter ainda em conta que as áreas do lado de cá são substancialmente maiores, já que um apartamento T3 em Espanha que ultrapassa os 80 metros quadrados é considerado como tendo "boas áreas".
Um casal espanhol ouvido pelo DN garantiu ter procurado muito em Badajoz. "Vimos casas novas, com preços impróprios e habitações usadas que estavam velhas e, mesmo assim eram caras. Uns amigos falaram-nos de Elvas e viemos cá ver. Ficámos encantados. Poupámos mais de 50 mil euros, temos uma bela vivenda com quatro assoadas e estamos a dez minutos do trabalho, no centro de Badajoz", revelou Javier Gárcia, de 34 anos, lamentando não ter comprado casa há uma década, quando na Urbanização Guadiana, à entrada de Badajoz, era possível encontrar apartamentos a 80 mil euros. Hoje não se encontram por menos de 150 mil, mas há imóveis novos à venda, com apenas três quartos que já disparam para 300 mil euros.
Foi o recente interesse espanhol por Elvas que animou o até há dois anos estagnado mercado imobiliário da cidade. O agente imobiliário João Vidinha garante não ter sido feita nenhuma campanha em Badajoz, tendo funcionado o "boca-a-boca", alertando existirem hoje urbanizações em que a maioria dos proprietários são espanhóis. A Quinta do Bispo é um dos casos mais paradigmáticos - 90% das 12 habitações foram adquiridas por pessoas de Badajoz. "Numa primeira fase os apartamentos de quatro assoalhadas estavam a 150 mil, mas os segundos subiram para 160. Mesmo assim, vendeu-se tudo", refere, garantindo que a procura continua a aumentar, sobretudo entre os espanhóis que desejam adquirir as designadas "quintinhas de recreio", para passarem os fins-de--semana.
O gerente da imobiliária J. Vidinha, que nos últimos dois anos vendeu 14 casas a espanhóis, admite que o mercado de Elvas "até está inflacionado" em relação a outras zonas do País, "mas para quem trabalha no hospital Infanta Cristina ou na Universidade da Extremadura - junto da fronteira - os nossos preços são muito atractivos."
DN, ROBERTO DORES, Évora
Chacón manifestó que "hemos cerrado las cuestiones pendientes para que pueda constituirse antes de fin de año la sociedad mercantil Plataforma Logística de Extremadura", que se encargará de su "promoción, gestión y comercialización". Estará formada por las tres administraciones, las cajas de ahorro extremeñas e "instituciones portuguesas para garantizar su carácter transfronterizo". También informó de las acciones del SEPES y la elaboración de los primeros estudios geotécnicos.
Vara afirmó que el alcalde de Badajoz, Miguel Celdrán, y él han hablado y no habrá "problemas en cuanto a la participación de las tres administraciones". Y dijo que le gustaría garantizar "de algún modo la presencia portuguesa en la sociedad; se lo plantearemos para ver si están dispuestos".
También puso de manifesto "la necesidad de conocer exactamente la ubicación de la estación del AVE antes de hacer el plan parcial y sacar a licitación el proyecto", lo que consideró que se conocerá en un corto espacio de tiempo, pues: "Creemos que no habrá dificultad para que en los próximo meses salga a licitación la construcción". Vara calificó el proyecto de "fundamental" porque va a transformar nuestras opciones en lo que a agrandes empresas se refiere. "










