- «Relativamente à Rede Ferroviária de Alta Velocidade, em 2008 terá início o lançamento dos concursos de atribuição de Parcerias Público-Privadas, para a execução dos eixos prioritários da rede de Alta Velocidade designadamente, o início da construção das ligações Lisboa-Madrid e Lisboa-Porto. (...)
Relativamente à ligação Lisboa-Madrid, é de referir a localização da estação de Évora e o traçado até à fronteira a sul da Serra d’Ossa, em plataforma comum com a nova ligação convencional Sines-Elvas. - No âmbito da Rede Ferroviária Convencional, tendo como enquadramento o cumprimento dos objectivos estabelecidos pelo Governo em 2006 nas Orientações Estratégicas para o Sector Ferroviário, realizar-se-ão em 2008 intervenções para eliminação de estrangulamentos no transporte ferroviário de mercadorias e construção de ramais de acesso a portos, à rede nacional de plataformas logísticas, a indústrias e serviços, de que são exemplos a ligação ferroviária do Porto de Aveiro à Linha do Norte, incluindo a construção da plataforma logística associada de Elvas-Caia, e a ligação da Linha do Sul ao complexo siderúrgico do Seixal na zona da Estação de Coina.
- Em 2008, o projecto «Portugal Logístico» terá seguimento com a conclusão da obra da Plataforma Logística de Elvas-Cacia, o lançamento do concurso para a construção da plataforma logística de Leixões, o início das obras nas Plataformas Logísticas de Castanheira do Ribatejo e do Poceirão e com a execução da primeira fase da Janela Única Logística, sistema que articulará toda a informação da cadeia logística, nas componentes mar-porto-terra-plataforma multimodal.»
El SEPES ya analiza una propuesta de ordenación para las 440 hectáreas adquiridas en Caya El desarrollo de la plataforma por fases dependerá de los accesos que se vayan habilitando
Ha conseguido poner de acuerdo a administraciones de distinto signo político porque todos tienen claro que la iniciativa supondrá el despegue económico de Badajoz. A la plataforma logística sólo le queda que alguien empiece a construirla y a tenor de lo expresado por los responsables municipales en el pleno ordinario de septiembre, en un plazo de un año habrá movimiento de tierras en la zona. El estudio geotécnico de los terrenos ya ha sido encargado y mientras tanto los expertos están organizando el interior de la plataforma, que tendrá cinco parques de actividad distintos. Como se sabe, el Sepes (Sociedad Estatal de Promoción y Equipamiento del Suelo) es la entidad perteneciente al Ministerio de Vivienda que se está encargando de diseñar esta infraestructura que hará de Badajoz una referencia más dentro del entramado de vías de comunicación de la península. Su intención es convertir esta capital transfronteriza en nodo logístico del suroeste europeo.
De momento, el Sepes se deja asesorar y el último informe que ha encargado a una consultora ajena al Ministerio ya propone la ordenación de los subespacios que contendrán las 443 hectáreas de la plataforma. También están siendo analizados los posibles accesos con sus ventajas e inconvenientes. El documento no es vinculante, pero da una idea muy aproximada de en lo que se va a convertir la frontera de Caya como uno de los motores de la economía extremeña en los próximos años.
Según la propuesta de ordenación que ya tienen los responsables del Sepes en sus manos, ésta responde a la morfología, los condicionantes y a las posibilidades de accesibilidad viaria y ferroviaria. Por eso se contemplan hasta cinco parques funcionales de actividad diferentes que permiten ser desarrollados de forma independiente y que pueden tener un desarrollo modular.
Su superficie oscilaría entre las 30 y las 84 hectáreas cada uno.
En la zona más cercana a la frontera y ocupando cuatro manzanas de entre 17 y 26 hectáreas, el estudio del Sepes plantea el 'Centro logístico industrial', donde se ubicarán empresas de importación y distribución, centros de fraccionamiento y distribución, centrales de compra o mayoristas, centros de producción ligera e industrias de montaje y transformación.
Al lado y hacia el interior de la plataforma se ubicaría el 'Centro de transporte de mercancías', enfocado al transporte por carretera y diseñado para la distribución urbana y metropolitana. Ocuparía tres manzanas de entre 9 y 31 hectáreas cada una y además de tener también centros de fraccionamiento y distribución, allí estará el centro administrativo de la plataforma, los servicios para personas y talleres para vehículos.Al lado se sitúa el 'Centro logístico intermodal', concebido inicialmente en dos grandes parcelas de 31 hectáreas y una tercera alargada más pequeña al lado de la línea de ferrocarril actual. Para sacarle todo el partido a esta distribución la futura línea del AVE debería pasar por aquí, ya que este tercer parque tiene como fin facilitar la accesibilidad por tren y las conexiones con las instalaciones portuarias, por eso incluye una terminal intermodal ferroviaria, un área de depósito y servicios a los contenedores y otra área de servicio a personas y vehículos.
Pegados a la autovía Madrid -Lisboa estarían el 'Centro Empresarial y de Servicios' y el 'Centro tecnológico y de innovación'.
Tres posibles accesos
Otra cuestión que plantea el documento que sirve de avanzadilla al Ministerio de Vivienda son los accesos (esbozados en el gráfico adjunto), puesto que el primero que se construya determinará el desarrollo por fases de la plataforma. Si se apuesta por el acceso este -en la perpendicular entre la autovía y la carretera de Campomaior- la ventaja es que la terminal intermodal entraría antes en funcionamiento, lo que aumentará el valor comercial de la zona gracias al desarrollo del centro tecnológico y de innovación.
J. LÓPEZ-LAGO / HOY
«Temos que continuar a trabalhar, a cooperar e a ajudar-nos nas deficiências que sentimos de um lado e de outro» da fronteira, afirmou Maria Jesús Mejuto Carril, em declarações à agência Lusa, na cidade espanhola de Badajoz.
Já antes, na sessão de abertura do curso "Saúde Sem Fronteiras", que decorre em Badajoz, no âmbito do "Ágora - O Debate Peninsular", Maria Jesus Mejuto Carril tinha destacado que o objectivo da cooperação passa por criar, em conjunto com o Alentejo, uma "euroregião" em termos de saúde.
Para ilustrar a sua ideia, a conselheira de Saúde e Dependência da Junta da Extremadura deu como exemplo a experiência de euroregiões já constituídas entre a Catalunha e o Sul de França ou entre a Galiza e o Norte de Portugal.
«Temos que trabalhar nesse conceito de euroregião, em todo o Alentejo e Extremadura. A cooperação em saúde está centralizada em Badajoz, que é mais próximo de Portugal, mas a ideia é que esta assistência chegue a toda a comunidade autónoma e ao Alentejo», acrescentou.
Enumerando os vários projectos de cooperação que existem entre as duas regiões, nomeadamente o de assistência às grávidas de Elvas e Campo Maior, que podem dar à luz no Hospital Materno-Infantil de Badajoz, a responsável defendeu também a criação de um Banco Regional de Tumores e Tecidos.
«Em Évora há uma equipa muito boa de anatomistas patológicos que estão muito estimulados para actuar nesta linha», sublinhou, exemplificando como a região espanhola também pode beneficiar das parcerias com o Alentejo.
Além disso, afirmou, a cooperação pode ajudar a suprir alguma escassez de especialistas na área da saúde que também afecta a Extremadura, nomeadamente com profissionais de enfermagem espanhóis que fizeram a sua formação de especialidade em Portugal.
Recordando a história de cooperação entre as duas regiões, que vem desde 2002, Maria Jesús Mejuto Carril salientou que tem decorrido a vários níveis, desde a prestação de cuidados de saúde, à formação, aquisição de equipamentos e investigação.
Como exemplo, a responsável aludiu, além da assistência às grávidas portuguesas, a outros acordos que possibilitam, por exemplo, a transferência de doentes em risco de vida para o Hospital Infanta Cristina, em Badajoz.
«São projectos importantes e de grande envergadura», afirmou, explicando que este curso, no âmbito dos encontros "Ágora", pode ajudar a reflectir sobre o caminho percorrido e os próximos passos a dar, face ao novo período de fundos comunitários.
Destak / Lusa
O caso remonta a Dezembro de 2002 e teve por base uma denúncia anónima endereçada ao Procurador-Geral da República.Na última sessão deste julgamento, no passado dia 10 de Outubro, o Ministério Público tinha mantido acusação e pedia uma pena simbólica. Hoje, o Tribunal Judicial da Comarca de Elvas considerou que a atribuição daquele subsídio não constituiu nenhuma ilegalidade. Da leitura do texto da sentença, feita pelo Juiz titular do processo, não ficou provado que, também à data dos factos, o "Elvas Clube Alentejano de Desportos" tenha usado o referido subsídio para o pagamento de dívidas fiscais.No final da sessão, decorrida na Sala de Audiências do Tribunal Judicial da Comarca de Elvas, sem muitas palavras, José Rondão Almeida declarou que "os homens fizeram justiça com o apoio do Senhor Jesus da Piedade (...), por outro lado, aqueles que provocaram todo este mau estar na minha família, ao longo de meses, peçam a Deus que os perdoem, porque eu também já os perdoei".»
- Acusações por parte de Massano Simões (ex autarca PSD) de a denuncia anónima ter partido do seu partido politico!
- O Verador PPD/PSD - CDS/PP e Presidente de O Elvas CAD a tomar a iniciativa da realização de um grande louvor público a Rondão Almeida!
- Mais uma vez o Regedor utiliza o nome de Deus em vão colocando-o a seu lado e também, nas suas palavras, ao lado da justiça!
Assim vai a democracia e a religião neste pedaço de Alentejo e Portugal! Depois de ultrapassar o seu ex colega autarca Avelino Ferreira Torres em auto-toponimiar-se, está chegando a época da sua exaltação, e quem sabe deixar para trás, pastorinhos, mártires e doutos da igreja!
O interior é de três naves, separadas por arcos de volta perfeita em quatro tramos. A capela-mor tem altar de alvenaria com tribunas laterais. Colateralmente existem dois altares de madeira entalhada. Destaca-se sobre o arco triunfal, de volta perfeita, as armas reais e o emblema da Misericórdia Elvense. Ainda há a registar a existência de púlpito de base petrea e grade em ferro forjado. Como em quase todas as igrejas das Misericórdias existem os bancos dos Mesários datáveis do sec. XVIII.
Las tenientes de alcalde de Verín y Chaves evalúan cómo compartir nuevos proyectos
miércoles, 03 de octubre de 2007
La teniente de alcalde de Verín, María del Carmen Pardo, se desplazó hasta Bruselas, con la concejala de Chaves Ana Ladeiras, para obtener información de primera mano sobre los fondos del programa europeo Interreg con el fin de avanzar en trámites para los proyectos conjuntos que trazarán Verín y Chaves. María del Carmen Pardo, teniente de alcalde de Verín, se desplazó la semana pasada hasta Bruselas, acompañada de Ana Ladeiras (adjunta del presidente de la Cámara de Chaves), para obtener información de primera mano de los fondos del programa comunitario Interreg, que para el ejercicio comunitario 2007 2013 contempla 8,8 billones de euros de los que el 73 por ciento se destinará a cooperación transfronteriza. El objetivo también era sondear sobre las diferentes posibilidades que existen para dar forma jurídica a la Eurociudad entre Verín y Chaves y evaluar cómo encajan los proyectos que planean ambos concellos para compartir servicios.
El alcalde, Juan Manuel Jiménez, señaló que la teniente de alcalde también asistió a la Comisión de Planeamento del Eixo Atlático y que acudirá a ferias como las de Termatalia para tratar de captar inversores para desarrollar el termalismo en el municipio de Verín.
Una oportunidad
’Se está trabajando en las iniciativas con Portugal. Creemos que hay una oportunidad excelente para emprender proyectos conjuntos y así lo revela la cantidad de fondos que recoge el programa Interreg’, manifestó Jiménez Morán.
IN: noticia en La Región .
Que diz o Regedor aos Elvenses?
No programa da inauguração constou ainda um passeio em viaturra todo o terreno por algumas das paisagens do Concelho de Elvas.
Ah! e não mande cortar as árvores. Elas não têm a culpa, e não querem ser mutiladas. A culpa foi de quem escolheu aquela espécie arbórea.
São estas algumas das palavras que o Regedor dirige aos Elvenses no Editorial do Boletim. Que opinião têm os Conselheiros sobre o tema? Deve a Confraria ceder, em comodato, o Parque da Piedade ao Regedor para que este, através dos Euros da União Europeia, transforme a Feira de S. Mateus “numa feira moderna”?













