edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 25.10.07
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O Coliseu de Elvas prepara-se para receber a 1 de Dezembro, pelas 21H30, o bailado “A Bela Adormecida”, pelo corpo de bailado do Teatro de Ópera e Ballet de Bashkir. Os bilhetes encontram-se já à venda no Posto de Turismo e na Ticketline, com os preços entre 25 e 35 euros: plateia 35 euros, primeira fila do primeiro anel da bancada 35 euros, segunda fila do primeiro anel da bancada 30 e restantes filas das bancadas 25 euros.


O espectáculo é interpretado por 60 bailarinos do Teatro de Ópera e Ballet de Bashkir, uma das companhias de bailado clássico mais importantes da Rússia, fundada em 1938, e que tem vindo a realizar anualmente digressões internacionais que passam por países da Europa, Japão, China e Estados Unidos. Com música de Piort Illitch Tchaikovsky, e coreografia de Marius Petipa, "A Bela Adormecida" estreou-se em 1890, tornando-se uma das obras mais representativas do bailado clássico puro. Baseado num conto do escritor francês Charles Perrault, o bailado é a história de uma princesa que ao nascer recebeu bençãos, mas também a maldição de que ao completar 16 anos cairia num sono eterno. A maldição concretizou-se e todos no castelo ficaram adormecidos até a chegada de um príncipe encantado que beija a princesa e quebra a maldição.


Elvas é uma das sete cidades onde o bailado pode ser visto, nesta digressão. Em Portugal, estão previstas actuações no Coliseu dos Recreios de Lisboa, no Coliseu do Porto, no Centro de Espectáculos da Figueira da Foz, Teatro Circo de Braga e Cine Teatro da Covilhã.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 24.10.07
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Segundo os Especialistas que estiveram reunidos em Elvas e o Conselho Cientifico da Candidatura de Elvas a Património da Humanidade, Elvas é o maior conjunto terrestre abaluartado do Mundo, apenas ultrapassado pela Ilha de Malta e as suas Fortificações de La Valleta, estas já classificadas como testemunho das Cruzadas e do impulso religioso de conquista da Terra Santa.
Elvas tem neste estabelecido dois acordos de geminação com as localidades vizinhas de Badajoz e Olivença, assinados nos anos 90 do século passado, sendo desde há anos solicitado pela comunidade Elvense residente em Ixelles (Bélgica) um acordo semelhante entre este município e a sua Cidade Natal.
A proposta que este Velho Conselheiro lança à discussão é a assinatura de um acordo de geminação entre Elvas e a capital de Malta. Esta geminação não teria por base a história comum, como acontece com Badajoz e Olivença, mas sim o património, a aliança estratégica e os frutos que Elvas poderia colher e partilhar com um dos portos de cruzeiros mais importantes do Mediteraneo e uma cidade capital europeia com um património fortificado muito semelhante ao elvense e também apreender o modo como esta gere o seu bem classificado.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.10.07
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.10.07




Começou já a edição deste ano do Ágora - Debate Peninsular. Trata-se de de um ambicioso projecto que pretende converter a Extremadura num ponto de encontro anual, com um ambiente privilegiado para falar com total liberdade dos temas que preocupam espanhóis e portugueses, que devia servir, ao mesmo tempo, para desfazer mal-entendidos, desafiar estereótipos e ultrapassar as barreiras psicológicas que durante tantos anos separaram os dois países.

Este debate Peninsular é composto por:

  • ÁGORA Academia. É um programa de três cursos monográficos e especializados, cada um com um ou dois dias de duração. Os cursos debruçam-se sobre questões de interesse ou actualidade para ambos países e estão dirigidos a especialistas, profissionais ou estudantes do tema em questão, mediante um sistema de inscrição formal e com a participação de conferencistas de prestígio, espanhóis e portugueses. A coordenação de cada curso está atribuída a dois especialistas nas matérias, um espanhol e o outro português, que seleccionam os oradores e, eventualmente, os participantes.


  • ÁGORA Palestra. É uma conferência, debate ou mesa redonda, aberta ao público em geral, sobre algum tema de especial actualidade e repercussão ou que tenha gerado uma particular polémica no âmbito das relações entre Espanha e Portugal.


  • ÁGORA Cena. É um conjunto de actividades culturais, artísticas, recreativas ou de lazer que se celebram paralelamente aos cursos em espaços públicos da cidade sede (representações dramáticas, exposições, actuações musicais, etc.). Estas actividades servem para expor o trabalho de criadores portugueses, cujas trajectórias ou obras exprimem esse mundo de relações ou transmitem uma visão da outra realidade social e cultural.


  • ÁGORA Crónica. Cada ano edita-se uma crónica, na qual especialistas nos temas abordados resumem de forma amena o conteúdo dos cursos e outras secções do Ágora, reflectindo o ambiente vivido durante a celebração dos encontros.

Pode consultar o programa completo aqui.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.10.07



Governo propõe reduzir número de regiões de 19 para 5O secretário de Estado do Turismo entregou esta semana às regiões de turismo uma proposta da nova lei-quadro para o sector, que prevê a redução de 19 para apenas 5 entidades, coincidentes com as NUTS II.
A proposta de decreto-lei, a que a agência Lusa teve acesso, estipula a existência de cinco entidades «correspondentes às circunscrições territoriais das unidades territoriais de nível II (NUTS II), coincidindo com as regiões administrativas existentes em Portugal Continental, além das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira: Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve.

O documento estabelece como princípios da nova reorganização »a cobertura de todo o território nacional«, de modo a »permitir que cada um dos cinco pólos de desenvolvimento turísticos identificados no Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) tenha uma entidade dinamizadora e interlocutora junto do órgão central do turismo«.

A definição deste novo mapa traz também consigo »novas competências« que serão transferidas da administração central, pressupondo a «afectação de verbas provenientes do Orçamento de Estado», como também dos próprios municípios.

A nova lei-quadro insere-se no Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), tendo como principal finalidade de «dotar os organismos públicos na área do turismo das competências indispensáveis à afirmação de Portugal enquanto um dos principais destinos turísticos europeus».

No quadro da reorganização dos serviços públicos, é reconhecida a necessidade de reformar o sector, uma vez que o actual mapa «deu azo a um desenho territorial em grande parte aleatório, por vezes sem racionalidade territorial visível», que conduz à existência de concelhos que não integram qualquer das dezanove regiões de turismo.

O documento frisa que «as actuais regiões de turismo não obedecem a nenhum critério objectivo», já que «não coincidem com as NUTS II, nem com os distritos administrativos».
Todavia, a proposta que irá estar em discussão na quinta-feira, em Lisboa, pela Associação Nacional das Regiões de Turismo, prevê a existência de delegações para «dinamizar produtos ou destinos específicos, nomeadamente para os cinco pólos de desenvolvimento turísticos identificados no PENT (Douro, Serra da Estrela, Oeste, Litoral Alentejano e Porto Santo)».


in: Diário Digital / Lusa

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 18.10.07




Celdrán pide que la estación del AVE se ubique en el término de Badajoz, junto a la Plataforma Logística
El alcalde considera "de sentido común" que la estación del AVE esté en terrenos españoles.




El grupo de gobierno del Ayuntamiento de Badajoz quiere que la futura estación internacional del AVE Madrid-Lisboa, esté en la frontera con Portugal, "pero en terrenos del termino municipal de Badajoz", junto a la futura Plataforma Logística del Suroeste Europeo.
Es lo que ha dicho el alcalde de Badajoz, Miguel Celdrán, al ser preguntado por el contenido de la reunión de esta tarde en el Ministerio de Fomento y de la que dijo sólo tener información por las noticias parecidas en algunos medios de comunicación, y añadió que la ciudad estará representada por el primer teniente alcalde, José Antonio Monago y el concejal de Urbanismo, Celestino Rodolfo.
El alcalde considera "de sentido común" que la estación del AVE esté en terrenos españoles, independientemente de que pueda tener instalaciones anexas en terreno portugués, ya que Badajoz tiene un población de 150.000 habitantes y Elvas de 18.000.
Miguel Celdrán señala que la propuesta municipal podría haber sido ubicar la estación del AVE en el centro de la ciudad, y no a cuatro kilómetros, pero han comprendido que es más económico la estación a las afueras de la ciudad.





In: Hoy

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 17.10.07
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Ricardo Ferreira nasceu em Moçambique. Foi em Lisboa que se licenciou em Economia e concluiu o mestrado numa escola de negócios na Noruega. Em 1996 muda-se para Elvas para ocupar o cargo de professor de Escola Superior Agrária desta cidade. A proximidade com a Extremadura fê-lo despertar para as questões transfronteiriças....



-Como começou a interessar-se pelos assuntos transfronteiriços?

Quando abriu a escola eu mudei-me para Elvas e comecei a estar envolvido na economia local porque tal como 80% das pessoas eu vivia no litoral e só estava orientado para as questões nacionais e não para as do interior do país.



-Acha que a proximidade com a Extremadura tem mais vantagens ou desvantagens para o Alentejo?

Sem dúvida mais vantagens. Tem um potencial que ainda poucas pessoas reconhecem. Mas de facto a fronteira ainda representa uma grande barreira por questões culturais, por questões de tradição. Há algum tempo estava a falar com uma pessoa que dizia que o seu negócio de máquinas de café que corria mal e eu sugeri-lhe que se aproveitasse o mercado em Badajoz e a pessoa olhou para mim como se eu o estivesse a mandar para a China. A verdade é que há um potencial de crescimento muito grande dos dois lados da fronteira que não está a ser explorado. A minha tese de doutoramento foi sobre os fluxos de comércio inter regionais como se não houvesse fronteira.




-Na sua opinião quem está a beneficiar mais desta proximidade a Extremadura ou o Alentejo?

Nem de um lado nem de outro estão se estão a aproveitar todas as vantagens existentes. Só aqueles agentes que olham para o outro lado da fronteira e encontram ali os seus parceiros naturais estão a aproveitar. Aqueles que estão com a percepção de que há um ‘bicho papão’ do outro lado, estão a ficar para trás no comboio.



-O que é que se poderia fazer para se aproveitar esta proximidade?

Tudo. A generalidade dos negócios baseados numa economia local em Elvas tem um potencial de crescimento para o mercado extremenho, assim como os negócios, também baseados numa economia local, extremenhos se podem desenvolver em Elvas. Há uma série de sectores que não são bem explorados. A generalidade do comércio acontece entre os dois países são entre Lisboa, Madrid, Catalunha e comunidade valenciana. Nas nossas regiões podia-se fazer muito mais do que se está a fazer.



-A diferença de carga fiscal entre os dois países constituiu um problema?

Essa é uma questão essencialmente de sentimento porque o sistema fiscal é diferente. Portugal tem alguns impostos mais altos e Espanha tem outros. Não podemos dizer verdadeiramente que existe uma carga fiscal muito diferenciada porque em Espanha paga-se mais nos impostos sobre os rendimentos, sobre as empresas ou mais segurança social enquanto em Portugal se paga mais nos impostos mais mediáticos como aqueles que incidem sobre o consumo, sobre os combustíveis e sobre o tabaco. Quando se comparam os impostos tributados nos países da União Europeia os dois países ibéricos têm uma carga fiscal media mas estão colados um ao outro. Mas naqueles impostos que são mais fáceis comparar porque incidem sobre o consumo Portugal taxa mais o que leva a uma sensação de injustiça o que é bastante problemático e faz com que os alentejanos se sintam que têm sido abandonados pelos governos portugueses. A situação mais preocupante é a dos revendedores raianos que perderam muitos clientes para o outro lado da fronteira. Se o governo português, mas não estou a falar deste ou de outro governo, estou a falar dos governos portugueses na sua generalidade reconhecer que há aqui um problema e reconhecer que se tem de fazer alguma coisa, esse já é um passo extraordinário. Eu quando há pouco tempo falei sobre esta temática na televisão portuguesa propus os impostos geograficamente progressivos. Na prática os impostos iriam baixando gradualmente à medida que a fronteira se aproximava. O importante é que se reconheça em Lisboa que há um problema na fronteira que tem que ser encarado.



-Os comerciantes elvenses têm sentido muito a quebra do consumo?

Sim têm sentido mas temos que entender que os portugueses vão a comprar a Badajoz não só pela questão dos impostos. O que acontece é que Badajoz é um mercado muito maior onde se encontra uma variedade muito maior de produtos. Não é só pelo IVA ser cinco pontos acima que leva os portugueses à Extremadura.



-Ainda existe aquele tipo de comércio que os espanhóis procuravam em Elvas?

Aquele comércio tradicional ainda existe mas está a sofrer com a abertura da fronteira, agora é mais fácil que as características se copiem. Hoje seria fácil para mim abrir uma casa de tapas aqui em Elvas e os espanhóis podem abrir do outro lado uma loja de toalhas. Com a eliminação da fronteira Badajoz e Elvas transformaram-se em dois bairros de uma mesma cidade. Portanto os comerciantes locais têm de se adaptar a este tipo de mercado. Têm de pensar de forma transfronteiriça.



Fonte: entrevista em Raya Digital

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 16.10.07



Os oito municípios alentejanos, situados no corredor da Auto-estrada A6 – Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Arraiolos, Évora, Estremoz, Borba, Vila Viçosa e Elvas – tencionam apresentar uma candidatura para a constituição de uma Rede Urbana para Competitividade e Inovação, no âmbito da Política de Cidades Polis XXI.Segundo declarações de José Ernesto Oliveira à DIANAFM, a candidatura “visa desenvolver um princípio de cooperação, no sentido supramunicipal, para valorizar a componente urbana enquanto elemento central da competitividade e inovação”.

Eis uma iniciativa válida, susceptível de potenciar as características próprias de cada cidade e tirar partido das suas complementaridades. Oxalá consigam entender-se nos objectivos e nos projectos a desenvolver, pois seria um importante contributo para acrescentar saber e massa crítica, indispensáveis à afirmação e revigoramento das cidades situadas neste relevante corredor regional.


edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 16.10.07
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O concelho de Elvas vai contar a partir terça-feira 16 de Outubro, com uma Ambulância de Suporte Imediato de Vida. A viatura estará operacional 24 horas por dia e actuará na dependência do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU). A ambulância fica instalada no Hospital de Santa Luzia, sendo a tripulação constituída por um enfermeiro e um técnico de emergência médica, com formação do INEM.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 15.10.07
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«Nesta sessão (9 de Outubro) a Câmara deliberou proceder à audiência prévia dos concorrentes sobre a provável deliberação de adjudicar o Concurso Público Internacional para a Concessão da Exploração e Gestão dos Sistemas para a Distribuição da Água e Recolha de Efluentes do Concelho de Elvas à concorrente "Aqualia".» assim se pode ler no Palácio Digital.



Mas pergunta o Zé de Mello alguém tinha dúvidas que era este o resultado?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.10.07
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Edifício de planta rectangular composto por igreja e corpo colegial adossado, onde está instalada a Biblioteca Municipal desde 1880, partilhando este espaço até 2005 com o Museu da Cidade.
É neste local que existia a antiga capela dedicada a S. Tiago e onde se vieram a instalar os Jesuítas após doação deste templo à Companhia de Jesus, para ali se edificar um templo. O colégio é uma disposição testamentaria de D. Aldonça da Mota. A Igreja de S. Tiago, orago original deste templo, é inaugurada a 17 de Agosto de 1692.

O edifício que se enquadra no modelo jesuíta de construção, apresentando a igreja um frontão acentuado com óculo, duas ordens de janelões e três pórticos, sendo os laterais idênticos e o principal com frontão interrompido sobre o qual apresenta medalhão decorado com lançaria e festões com inscrição fundadora. Completa a fachada duas torres iguais de quatro olhais.

O interior, de uma só nave com abobada de canhão, apresenta capela-mor, dois altares colaterais e outros quatro no corpo da igreja. De salientar sobre o arco triunfal, no tímpano, o nicho central com a figura de S. Tiago rodeada pela alegoria da árvore geneologica da Companhia de Jesus. Ainda no corpo do templo encontram-se dois pulpitos fronteiros em mármore de várias cores. Do lado do Evangelho encontram-se a capela de São Francisco Xavier e a de Santa Bárbara; do lado da Epístola a capela de Santo António e a do Sagrado Coração de Jesus. Sobre a porta encontram-se o coro alto.

O Colégio organiza-se em dois pisos ao redor de pátio rectangular: o piso térreo tem acesso principal pelo alpendre, situado na fachada principal, comunicando directamente com a antiga Portaria do colégio com guarda-vento de madeira e vidro, cobertura em abóbada de berço arrancando de sanca e silhar de azulejos azuis e brancos, que se repete nas outras salas deste piso, que por sua vez dá acesso a sala adjacente, e à ala que contorna o pátio.




Entre as várias salas destaca-se a que ocupa quase toda a ala nordeste do antigo colégio, designada de "Sala Publia Hortensia", com pavimento em madeira e tecto de caixotões do qual suspendem dois lustres. Toda a sala tem dois andares de armários, excepto no alçado principal, com varanda de circulação para o segundo, com soalho e guarda em ferro, desenhando volutas, com corrimão e pilaretes em madeira, sendo estes últimos encimados por um candeeiro com quebra-luz em bola de vidro, assente sobre um pé delgado em madeira; ao centro de vários panos da guarda, pedra de mármore com inscrição gravada a dourado, lendo-se em cada uma os nomes dos que contribuíram para a formação do espólio da biblioteca; a encimar os armários do segundo andar, assentam vários bustos. Preside à sala uma lareira de mármore branco, meramente decorativa, ladeado por silhar de azulejos, de onde partem as escadarias paralelas de lanço curvo de acesso à varanda.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 10.10.07
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