O concelho de Elvas vai contar a partir terça-feira 16 de Outubro, com uma Ambulância de Suporte Imediato de Vida. A viatura estará operacional 24 horas por dia e actuará na dependência do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU). A ambulância fica instalada no Hospital de Santa Luzia, sendo a tripulação constituída por um enfermeiro e um técnico de emergência médica, com formação do INEM.
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
a
15.10.07
Etiquetas:
SOCIEDADE
«Nesta sessão (9 de Outubro) a Câmara deliberou proceder à audiência prévia dos concorrentes sobre a provável deliberação de adjudicar o Concurso Público Internacional para a Concessão da Exploração e Gestão dos Sistemas para a Distribuição da Água e Recolha de Efluentes do Concelho de Elvas à concorrente "Aqualia".» assim se pode ler no Palácio Digital.
Mas pergunta o Zé de Mello alguém tinha dúvidas que era este o resultado?
Mas pergunta o Zé de Mello alguém tinha dúvidas que era este o resultado?
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
a
12.10.07
Etiquetas:
ELVAS MONUMENTAL

Edifício de planta rectangular composto por igreja e corpo colegial adossado, onde está instalada a Biblioteca Municipal desde 1880, partilhando este espaço até 2005 com o Museu da Cidade.
É neste local que existia a antiga capela dedicada a S. Tiago e onde se vieram a instalar os Jesuítas após doação deste templo à Companhia de Jesus, para ali se edificar um templo. O colégio é uma disposição testamentaria de D. Aldonça da Mota. A Igreja de S. Tiago, orago original deste templo, é inaugurada a 17 de Agosto de 1692.
O edifício que se enquadra no modelo jesuíta de construção, apresentando a igreja um frontão acentuado com óculo, duas ordens de janelões e três pórticos, sendo os laterais idênticos e o principal com frontão interrompido sobre o qual apresenta medalhão decorado com lançaria e festões com inscrição fundadora. Completa a fachada duas torres iguais de quatro olhais.

O interior, de uma só nave com abobada de canhão, apresenta capela-mor, dois altares colaterais e outros quatro no corpo da igreja. De salientar sobre o arco triunfal, no tímpano, o nicho central com a figura de S. Tiago rodeada pela alegoria da árvore geneologica da Companhia de Jesus. Ainda no corpo do templo encontram-se dois pulpitos fronteiros em mármore de várias cores. Do lado do Evangelho encontram-se a capela de São Francisco Xavier e a de Santa Bárbara; do lado da Epístola a capela de Santo António e a do Sagrado Coração de Jesus. Sobre a porta encontram-se o coro alto.
O Colégio organiza-se em dois pisos ao redor de pátio rectangular: o piso térreo tem acesso principal pelo alpendre, situado na fachada principal, comunicando directamente com a antiga Portaria do colégio com guarda-vento de madeira e vidro, cobertura em abóbada de berço arrancando de sanca e silhar de azulejos azuis e brancos, que se repete nas outras salas deste piso, que por sua vez dá acesso a sala adjacente, e à ala que contorna o pátio.
Entre as várias salas destaca-se a que ocupa quase toda a ala nordeste do antigo colégio, designada de "Sala Publia Hortensia", com pavimento em madeira e tecto de caixotões do qual suspendem dois lustres. Toda a sala tem dois andares de armários, excepto no alçado principal, com varanda de circulação para o segundo, com soalho e guarda em ferro, desenhando volutas, com corrimão e pilaretes em madeira, sendo estes últimos encimados por um candeeiro com quebra-luz em bola de vidro, assente sobre um pé delgado em madeira; ao centro de vários panos da guarda, pedra de mármore com inscrição gravada a dourado, lendo-se em cada uma os nomes dos que contribuíram para a formação do espólio da biblioteca; a encimar os armários do segundo andar, assentam vários bustos. Preside à sala uma lareira de mármore branco, meramente decorativa, ladeado por silhar de azulejos, de onde partem as escadarias paralelas de lanço curvo de acesso à varanda.
É neste local que existia a antiga capela dedicada a S. Tiago e onde se vieram a instalar os Jesuítas após doação deste templo à Companhia de Jesus, para ali se edificar um templo. O colégio é uma disposição testamentaria de D. Aldonça da Mota. A Igreja de S. Tiago, orago original deste templo, é inaugurada a 17 de Agosto de 1692.
O edifício que se enquadra no modelo jesuíta de construção, apresentando a igreja um frontão acentuado com óculo, duas ordens de janelões e três pórticos, sendo os laterais idênticos e o principal com frontão interrompido sobre o qual apresenta medalhão decorado com lançaria e festões com inscrição fundadora. Completa a fachada duas torres iguais de quatro olhais.

O interior, de uma só nave com abobada de canhão, apresenta capela-mor, dois altares colaterais e outros quatro no corpo da igreja. De salientar sobre o arco triunfal, no tímpano, o nicho central com a figura de S. Tiago rodeada pela alegoria da árvore geneologica da Companhia de Jesus. Ainda no corpo do templo encontram-se dois pulpitos fronteiros em mármore de várias cores. Do lado do Evangelho encontram-se a capela de São Francisco Xavier e a de Santa Bárbara; do lado da Epístola a capela de Santo António e a do Sagrado Coração de Jesus. Sobre a porta encontram-se o coro alto.
O Colégio organiza-se em dois pisos ao redor de pátio rectangular: o piso térreo tem acesso principal pelo alpendre, situado na fachada principal, comunicando directamente com a antiga Portaria do colégio com guarda-vento de madeira e vidro, cobertura em abóbada de berço arrancando de sanca e silhar de azulejos azuis e brancos, que se repete nas outras salas deste piso, que por sua vez dá acesso a sala adjacente, e à ala que contorna o pátio.Entre as várias salas destaca-se a que ocupa quase toda a ala nordeste do antigo colégio, designada de "Sala Publia Hortensia", com pavimento em madeira e tecto de caixotões do qual suspendem dois lustres. Toda a sala tem dois andares de armários, excepto no alçado principal, com varanda de circulação para o segundo, com soalho e guarda em ferro, desenhando volutas, com corrimão e pilaretes em madeira, sendo estes últimos encimados por um candeeiro com quebra-luz em bola de vidro, assente sobre um pé delgado em madeira; ao centro de vários panos da guarda, pedra de mármore com inscrição gravada a dourado, lendo-se em cada uma os nomes dos que contribuíram para a formação do espólio da biblioteca; a encimar os armários do segundo andar, assentam vários bustos. Preside à sala uma lareira de mármore branco, meramente decorativa, ladeado por silhar de azulejos, de onde partem as escadarias paralelas de lanço curvo de acesso à varanda.
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
a
10.10.07
Etiquetas:
SOCIEDADE
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
a
9.10.07
Etiquetas:
REGIÃO ALENTEJO
Portalegre: sindicatos querem Alentejo mais desenvolvido
Reunidos ontem em Portalegre, mais de cem dirigentes sindicais de todo o Alentejo reivindicaram um total aproveitamento dos fundos comunitários destinados à região no QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional, em vigor até 2013. A ampliação da rede viária – em especial a construção da auto-estrada que ligue Castelo Branco, Portalegre e Elvas – é outra reivindicação dos sindicalistas, com o objectivo de aproveitar as sinergias geradas pela construção da Plataforma Logística do Caia. No Encontro Regional de Quadros Sindicais, ontem em Portalegre, os representantes dos sindicatos ligados à CGTP defenderam que a regionalização volte a ser equacionada, criando uma região-piloto no Alentejo..
in: Rádio Elvas
O concurso público internacional para a concessão da exploração e gestão dos sistemas de distribuição de água para consumo público e de recolha de efluentes do concelho de Elvas despertou a atenção de 13 empresas, apurou o AmbienteOnline.
Entre os concorrentes encontram-se a AGS, Indaqua e Veolia, que vão contar com a concorrência de quatro consórcios: Aquapor/Ecobrejo, Aqualia/Lena Ambiente, Geswater/Agere e Tomás de Oliveira/Cassa/Sabadell/Asibel.
Fonte da autarquia referiu ao AmbienteOnline que acredita que o processo possa estar resolvido até ao final do ano.
A concessão a concurso será válida por um período de 30 anos, e inclui a concepção e execução de obras necessárias em todo o município de Elvas.
Entre os concorrentes encontram-se a AGS, Indaqua e Veolia, que vão contar com a concorrência de quatro consórcios: Aquapor/Ecobrejo, Aqualia/Lena Ambiente, Geswater/Agere e Tomás de Oliveira/Cassa/Sabadell/Asibel.
Fonte da autarquia referiu ao AmbienteOnline que acredita que o processo possa estar resolvido até ao final do ano.
A concessão a concurso será válida por um período de 30 anos, e inclui a concepção e execução de obras necessárias em todo o município de Elvas.
in: Ambiente Online
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
a
4.10.07
Etiquetas:
SOCIEDADE
Muito se falou em 2006 no encerramento das urgências do Hospital de Elvas. O Regedor, depois de muito ruído, teve que vir a público explicar que o Concelho não ficaria sem urgências. Os responsáveis regionais da Saúde o mesmo disseram.
O que o Zé de Mello aqui escreveu, depois de analisar a proposta do Ministério da Saúde foi que Elvas ficaria equiparado a um Centro de Saúde, em termos de urgências. (ver aqui édito de 16 de Outubro'06).
O Povo é sereno. O Povo está anestesiado. O Povo vai perder serviços de saúde!
O Povo é sereno. O Povo está anestesiado. O Povo vai perder serviços de saúde!
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
a
3.10.07
Etiquetas:
FREGUESIAS
Freguesia situada no extremo norte do concelho com 98,63 km² de área e 1 334 habitantes (censos 2001), densidade: 13,5 hab/km², delimitado a sul pelas freguesias de Barbacena e S. Vicente e Ventosa, a norte Monforte e Arronches e a este Campo Maior. Santa Eulália dista 18 quilómetros da Cidade de Elvas e 17 da Vila de Campo Maior.
Deve o seu nome ao facto de a sua primeira ermida ter por padroeira Santa Eulália. A região onde assenta o território desta freguesia foi habitada por povos pré-históricos. Abundam em volta de Santa Eulália os monumentos megalíticos, alguns dos quais estudados pelo conhecido Emílio Cartailhac. Os romanos também por aqui andaram. Em diversos locais apareceram restos de telha e de cerâmica romana, além de algumas sepulturas cavadas na rocha. Não se sabe muito sobre os princípios nacionais da freguesia. O cónego Aires Varela refere numa obra do século XVII, o que da tradição constava: a aldeia teria sido fundada por um lavrador de nome Falcato, à volta de cujas herdades se foram juntando outras, dos seus descendentes e de alguns forasteiros aqui estabelecidos. Teriam fundado uma igreja, talvez nos fins do século XIV, princípios do seguinte. Ao proceder- se a uma reparação na igreja matriz, encontrou-se uma inscrição que dizia: “Esta obra mandou fazer Martim Eanes Guedelha no ano de 1423 e Garcia Gil a fez”. Ao certo, sabe-se que a freguesia já existia em 1429, como consta de documentos do Arquivo Municipal. Em documentos de 1455 e 1457, da Igreja de S. Pedro de Elvas, vem citada com o nome de “Santa Olalha”, forma corrente de Santa Eulália. De 1440 conhece- -se um documento referente à Herdade de Almeida, dizendo que a mesma foi coutada por D. Afonso V a Álvaro Almeida, de Elvas, o que foi confirmado por D. João II. Existe numerosa documentação sobre as herdades desta freguesia, pelo que algumas das quais têm interesse histórico.
Santa Eulália, pela sua posição fronteiriça, foi terra fortificada. Durante as guerras da Restauração, a freguesia sofreu depredações várias, especialmente depois de 1656. Em 1801, as tropas do general Solano ocuparam a povoação. Beresford teve o seu quartel em Santa Eulália de 21 de Junho a 17 de Julho de 1811.
Povoação labiríntica bem alentejana, Santa Eulália apresenta algumas casas de porte senhorial, com dois pisos e janelas de sacada com trabalho de ferro forjado, deixando adivinhar a nobreza do seu passado. Santa Eulália tem uma antiga praça de touros e um belo jardim com esplanada. E tem a seus pés a água da Albufeira da Barragem do Caia, onde se pode pescar ou praticar desportos náuticos
Deve o seu nome ao facto de a sua primeira ermida ter por padroeira Santa Eulália. A região onde assenta o território desta freguesia foi habitada por povos pré-históricos. Abundam em volta de Santa Eulália os monumentos megalíticos, alguns dos quais estudados pelo conhecido Emílio Cartailhac. Os romanos também por aqui andaram. Em diversos locais apareceram restos de telha e de cerâmica romana, além de algumas sepulturas cavadas na rocha. Não se sabe muito sobre os princípios nacionais da freguesia. O cónego Aires Varela refere numa obra do século XVII, o que da tradição constava: a aldeia teria sido fundada por um lavrador de nome Falcato, à volta de cujas herdades se foram juntando outras, dos seus descendentes e de alguns forasteiros aqui estabelecidos. Teriam fundado uma igreja, talvez nos fins do século XIV, princípios do seguinte. Ao proceder- se a uma reparação na igreja matriz, encontrou-se uma inscrição que dizia: “Esta obra mandou fazer Martim Eanes Guedelha no ano de 1423 e Garcia Gil a fez”. Ao certo, sabe-se que a freguesia já existia em 1429, como consta de documentos do Arquivo Municipal. Em documentos de 1455 e 1457, da Igreja de S. Pedro de Elvas, vem citada com o nome de “Santa Olalha”, forma corrente de Santa Eulália. De 1440 conhece- -se um documento referente à Herdade de Almeida, dizendo que a mesma foi coutada por D. Afonso V a Álvaro Almeida, de Elvas, o que foi confirmado por D. João II. Existe numerosa documentação sobre as herdades desta freguesia, pelo que algumas das quais têm interesse histórico.Santa Eulália, pela sua posição fronteiriça, foi terra fortificada. Durante as guerras da Restauração, a freguesia sofreu depredações várias, especialmente depois de 1656. Em 1801, as tropas do general Solano ocuparam a povoação. Beresford teve o seu quartel em Santa Eulália de 21 de Junho a 17 de Julho de 1811.
Povoação labiríntica bem alentejana, Santa Eulália apresenta algumas casas de porte senhorial, com dois pisos e janelas de sacada com trabalho de ferro forjado, deixando adivinhar a nobreza do seu passado. Santa Eulália tem uma antiga praça de touros e um belo jardim com esplanada. E tem a seus pés a água da Albufeira da Barragem do Caia, onde se pode pescar ou praticar desportos náuticos
Começou o mês de Outubro e com ele um dos eventos que já marca a agenda cultural da Cidade e do Concelho, o Festival de Música de Câmara, já na sua 4ª edição. Esta iniciativa que se deve ao jovem Luís Zagalo, ganha este ano nova dimensão ao deixar a incubadora, que foi o Cine S. Mateus e passar para o Cine Teatro João Vintém, a sala nobre do Concelho. Um programa diversificado e rico, que proporciona à população do Concelho um oásis melódico de qualidade.
A proposta que este Velho Conselheiro deixa ao Palácio e ao Director do Festival é o de aproveitar a Academia Musical Elvense, e, ainda integrado neste Festival ir anualmente visitando cada uma das freguesias do Concelho, apresentando e atraindo assim mais públicos para o mesmo e diversificando a oferta cultural que aos mesmos é brindada em época estival.
A proposta que este Velho Conselheiro deixa ao Palácio e ao Director do Festival é o de aproveitar a Academia Musical Elvense, e, ainda integrado neste Festival ir anualmente visitando cada uma das freguesias do Concelho, apresentando e atraindo assim mais públicos para o mesmo e diversificando a oferta cultural que aos mesmos é brindada em época estival.
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
a
1.10.07
Etiquetas:
POUT PORRI
Meu amigo
Estava a guardar esta foto para enviar depois das Festas.
Afinal o momento é de alegria e é inoportuno dizer que o rei vai nu.
Sei que o assunto não é inteiramente da responsalidade do Regedor, mas não haverá por lá alguém que puxe as orelhas à EDP?
É vergonhoso o estado em que se encontram as linhas de distribuição de energia que a EDP ou a concessionária da distribuição teimam em emporcalhar as fachadas dos prédios, nas quais a seu belo prazer, sem o mínimo de estética cravam estacas, postaletes, cabides, remendos.
Num país civilizado a distribuição tem sido alterada para cabo subterrâneo, sem fios à vista.
Por cá temos a praga da EDP, dos TLP, das antenas, e tudo sem o mínimo de respeito pela estética, pelos proprietários os quais são os grandes culpados por permitirem as afrontas sem qualquer reacção.
Receba como sempre um grande abraço
Estava a guardar esta foto para enviar depois das Festas.
Afinal o momento é de alegria e é inoportuno dizer que o rei vai nu.
Sei que o assunto não é inteiramente da responsalidade do Regedor, mas não haverá por lá alguém que puxe as orelhas à EDP?
É vergonhoso o estado em que se encontram as linhas de distribuição de energia que a EDP ou a concessionária da distribuição teimam em emporcalhar as fachadas dos prédios, nas quais a seu belo prazer, sem o mínimo de estética cravam estacas, postaletes, cabides, remendos.
Num país civilizado a distribuição tem sido alterada para cabo subterrâneo, sem fios à vista.
Por cá temos a praga da EDP, dos TLP, das antenas, e tudo sem o mínimo de respeito pela estética, pelos proprietários os quais são os grandes culpados por permitirem as afrontas sem qualquer reacção.
Receba como sempre um grande abraço
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
a
29.9.07
Etiquetas:
S. MATEUS
Depois de muito solicitado aqui no blogue e via correio electrónico, eis que o Zé de Mello tem o prazer de disponibilizar a todos os elvenses, através da Videoteca do blogue, o Hino do Senhor Jesus da Piedade.
Ainda em tempo de S. Mateus'07 e para todos os Elvenses de todo o mundo fica este registo em forma de diaporama com o som que diz muito a quem já passou por Elvas a 20 de Setembro.
Ainda em tempo de S. Mateus'07 e para todos os Elvenses de todo o mundo fica este registo em forma de diaporama com o som que diz muito a quem já passou por Elvas a 20 de Setembro.
edição:Velho Conselheiro Ze de Mello
a
28.9.07
Etiquetas:
COLISEU
28 éditos depois sobre o Coliseu. 1 anos após a sua inauguração é hora de fazer um primeiro balanço sobre esta estrutura.
Esta obra que veio enobrecer a entrada oeste da Cidade, custou aos cofres do Palácio, e aos contribuintes, 7,5 Milhões de Euros (com uma derrapagem orçamental de 3,5 milhões) e tornou-se a coqueluche do burgo, que se sentiu envaidecido por uma pequena terra do interior estar dotada com este tipo de equipamento multifuncional e com uma capacidade máxima de 6.100 espectadores.
Ao longo deste primeiro ano de vida, o Coliseu, assistiu a "12 eventos, envolvendo quase 50 mil pessoas em todas as assistências" assim nos informa o Regedor no seu Editorial no Boletim do Palácio. Na sua inauguração foi proclamada a sua grandeza e originalidade na linha transnacional Lisboa / Madrid, e os benefícios da sua localização na raia com a Extremadura, servindo assim de grande palco do Alentejo. A sua exploração seria até Dezembro'06 feita pela autarquia passando depois para os privados: "Hasta el final del año será el Ayuntamiento, después la entregaremos a un empresario para la parte de los toros e a otro la vertiente artística e musical, quedando el Ayuntamiento con la responsabilidad de la organización de otros eventos, así como de la manutención de la misma. Esto será, claro esta, en concurso publico como esta estipulado en la ley de las autarquía", assim se pronunciava o Regedor ao site Opinion y Toros em Agosto'06.
Recordemos que o único dos "concurso de alfaiataria" realizados pelo Palácio e já adjudicado foi o da Concessão do Cemitério de S. Francisco, enquanto o do Terminal Rodoviário, Concessão da Água e os de Concessão de Exploração dos Bares do MACE, Coliseu e Biblioteca resultaram em nado-mortos. O interesse das grandes produtoras de eventos ou empresários tauromáquicos parece não ser coincidente com os sonhos palacianos! É pena sobretudo para os contribuintes que governam a estrutura e dela não usufruem! Recorde-se ainda que foi aprovado em Conclave do Palácio (14 Junho'06) a criação de uma empresa municipal para a gestão de equipamentos e animação cultural e recreativa que se encontra congelada.
Quanto ao "objectivo de construir um equipamento com aquelas características foi dar resposta a uma necessidade que o Alentejo e a Extremadura espanhola têm" (o Regedor ao Alentejopress.com) e pode dizer-se que este objectivo está duplamente realizado com a inauguração da Arena d’Évora, que em 3 meses já realizou:
- Espectáculo de Inauguração - 23 Junho
- Tourada de S. João - 24 Junho
- Blasted Mechanism - 26 Junho
- José Cid 27 - Junho
- Festa do Desporto/Orquestra Ligeira “Cidade de Évora” - 28 Junho
- Tourada de S. Pedro com transmissão TVI - 29 Junho
- Terra d’Água - Uxia/Lúcia Moniz/ Filipa Pais/ Maria Anadon – 30 Junho
- Ronda dos 4 Caminhos - 1 de Julho
- Tourada Real - 13 Julho
- Estágio Selecção Femenina de Basquetebol - 10 a 14 Agosto
- Mariza - 19 Agosto
- Corrida de Touros Revista Caras - 8 Setembro
- Apuramento para o Campeonato da Europa de Basquete Femenino - 13 a 16 Setembro
Acresce ainda que neste momento tudo aponta para que em Novembro possa a Arena d'Évora, receber 6 Selecções "A" de Voleibol, onde se inclui a Selecção Nacional, e prevendo-se a transmissão televisiva pela maior cadeia televisiva de desporto da Europa.
"Em primeiro lugar quero deixar bem claro de que eu não atribuí o nome ao Coliseu, aliás eu não estive nessa dita discussão, se é que houve alguma discussão, não houve discussão nenhuma. (...)", recordemos a ante visão que este Velho Conselheiro teve sobre o tema ainda em Maio '06:
Erramos ao colocar o A. mas de resto acertamos!
«Até arranjaram a expressão “elefante branco” para o novo equipamento elvense. Sinceramente: se o Coliseu é um elefante, branco não é com certeza; tem muitas e variadas cores, tal a sua polivalência funcional.» Assim conclui Rondão Almeida o seu último editorial. Completa o Zé de Mello que espera pelo bem dos Elvenses que este não seja um "elefante arco-iris".
A exposição nacional que Elvas tem tido com os eventos aqui realizado é notória, os beneficios culturais que este espaço trouxe ao Concelho também mas na opinião deste Velho Conselheiro não deve uma entidade pública substituir-se aos privados na realização deste tipo de espectáculos, quando mais não existe uma política social para eventos ali realizados. Entende o Zé de Mello que aquele elefante branco o é quando é passou a ser um encargo monetário de exploração para os cofres do Palácio do Regedor.
A exposição nacional que Elvas tem tido com os eventos aqui realizado é notória, os beneficios culturais que este espaço trouxe ao Concelho também mas na opinião deste Velho Conselheiro não deve uma entidade pública substituir-se aos privados na realização deste tipo de espectáculos, quando mais não existe uma política social para eventos ali realizados. Entende o Zé de Mello que aquele elefante branco o é quando é passou a ser um encargo monetário de exploração para os cofres do Palácio do Regedor.
Subscrever:
Mensagens (Atom)









