OBRAS DA PONTE DA AJUDA VÃO SER RETOMADAS
Suspensas em 2003 por razões patrimoniais e ambientais, as onras na ponte manuelina que ligava Elvas a Olivença e foi destruída pelo espanhóis em 1709 já têm luz verde do IPPAR.As autoridades espanholas vão retomar em breve as obras de recuperação da Ponte de Nossa Senhora da Ajuda, destruída pelo exército castelhano em 1709, dando sequência ao acordo celebrado em 2000 pelos governos de Portugal e Espanha.A reconstrução do monumento manuelino foi iniciada em 2003, mas foi suspensa pouco depois, na sequência de uma providência cautelar interposta pelo Grupo dos Amigos de Olivença (GAO). Na origem da decisão judicial esteve, entre outras, a utilização de materiais considerados impróprios para um monumento classificado. António Marques, dirigente do GAO, recorda que o Ministério do Fomento espanhol estava a utilizar betão nos trabalhos de restauro, desrespeitando as orientações do Instituto Português do Património Arquitectónico IPPAR.O aparecimento na estrutura da velha ponte de uma espécie vegetal, o "narcissus cavanillessii", que se encontra protegido por normas internacionais, por se encontrar em perigo de extinção, foi outro dos factores que determinaram o embargo judicial que ainda hoje se mantém.
Nos últimos meses, porém, foram dados passos decisivos para ultrapassar esta situação, tendo o IPPAR aprovado o projecto definitivo da obra no final de 2006. Por outro lado, o governo espanhol incluiu nos Objectivos Gerais do Estado para 2007 uma verba de 750 000 euros destinada à reconstrução da ponte. A este montante junta-se um financiamento de 215 000 euros que serviu para pagar o projecto.António Marques diz ter a garantia das autoridades portuguesas de que as obras a cargo do Ministério do Fomento espanhol não vão mexer nas «delimitações fronteiriças», nem «colocar em causa a soberania portuguesa sobre Olivença».No acordo celebrado entre os dois países em 2000 ficou assente que competia a Portugal a construção, no local, de uma nova Ponte sobre o Rio Guadiana, que foi inaugurada a 11 de Novembro de 2000, poucas centenas de metros acima do monumento manuelino. Esta obra veio restabelecer a ligação viária entre Elvas e Olivença, interrompida em 1709, permitindo reduzir para menos de metade a distância entre as duas cidades.
TRAVESSIA PARA PEÕES
Se não se registarem mais contratempos poderá ficar brevemente concluído o processo iniciado em 1990 na Cimeira Ibérica então realizada na cidade do Porto. Nessa altura, o então Primeiro-Ministro Cavaco Silva assinou com o seu homólogo de Espanha um convénio para a reconstrução da Ponte de Nossa Senhora da Ajuda ou Ponte de Olivença, uma obra que ficaria a cargo dos dois paíese ibéricos.O primeiro contratempo surgiu em Março de 1994, quando o Ministério dos Negócios Estrangeiros, à época dirigido por Durão Barroso, travou a reconstrução da Ponte pelos dois países, por considerar que essa solução poderia implicar o reconhecimento do Guadiana como sendo, naquele local, a linha de fronteira entre Portugal e Espanha - coisa que o Estado português nunca aceitou.Já em 2000 foi estabelecido um novo acordo que atribuía às autoridades portuguesas a responsabilidade da construção da nova ponte rodoviária, que já está em funcionamento, e às espanholas o encargo de reconstruir a Ponte Manuelina - por razões históricas e patrimoniais -, apenas para circulação de peões.É esse acordo que parece estar agora em vias de se concretizar, uma vez ultrapassados os novos precalços que, mais uma vez, evidenciaram a animosidade que a questão de Olivença continua a suscitar entre os dois países ibéricos.
OS CUSTOS DA OBRA
19 arcos, um torreão a meio, e um tabuleiro com 450 metros de comprimento era a antiga estrutura da ponte mandada construir por D. Manuel I entre o final do século XV e o princípio do século XVI.1709 é a data da destruição da estrutura fortificada que ligava Elvas a Olivença.750 000 euros é o valor previsto do investimento para a obra de reconstrução da ponte manuelina, ao qual terão ainda que se juntar 215 mil euros para pagar o projecto.
in: Público / imagem Noticias do Alentejo.

Este número saiu bem antes do acordar do Zé de Mello. Já perguntei no Turismo pelo Campo de Golf e amanhã irei visita-lo!

No número em que se festejava a visita de Guterres a Elvas, destacamos o titulo: "Cine Teatro Municipal. A Obra de 230 mil contos que alterou os hábitos do nosso Concelho" foi há mais de 10 anos que o Regedor iniciou a recuperação de edifícios e os devolveu ao usufruto dos Elvenses. São tantos que muitas vezes já nem os Elvenses se recordam da degradação em que estavam. No mês seguinte o destaque ia para a Maternidade... já foi e já não é!
O número dos finais de Maio'06 trouxe à capa um dos pilares do futuro desenvolvimento do Concelho. Aos poucos Elvas vai passar a ser um grande entreposto ibérico.
A grande marca de Elvas na passagem do século XX ao novo milénio.
Em 2007 o Regedor descubriu que o futuro está na Juventude. Um eleitorado ao qual aos poucos tenta piscar o olho.
Para o Zé de Mello esta é a capa que resume os 14 anos de mandato do Regedor, "Trabalho", vontade de fazer, dinheiros comunitários disponíveis e um Concelho na senda do desenvolvimento num reinado de um homem só que soube cativar o eleitorado.
Hoje, é ver as madames, se é que ainda não foram, irem ao cabeleireiro e vestirem a sua melhor fatiota - novíssima, de preferência. As menos afortunadas, limitam-se a dar um jeito ao cabelo. Não faltará, numa ou noutra, o cheiro a naftalina. Quanto aos homens, já se sabe que não faltará a meiazita branca!
Presença marcada terão, também, os chiques, os betos, os queques, o jet8 ou os azuis, como são, diferentemente, conhecidos. Elas cheias de berloques armadas em árvore de Natal e eles com os tradicionais sapatos de vela, calças chino, camisa e camisola ou pullover sobre os ombros.
E se os macho men de antigamente se identificavam pela camisa aberta até meio do peito donde saíam pêlos (quanto mais escuros e farfalhudos melhor) e pelo fio de ouro (se não verdadeiro, pelo menos que parecesse mesmo) pendurado no pescoço, sempre bem visível, os de hoje destacam-se por vestirem t-shirts dois números abaixo do que seria recomendável, para que se veja bem o contorno do seu físico, e usarem o cabelo com gel e quanto mais espetado melhor, para terem um look muito à frente quando, na maioria das vezes, esse penteado já passou de moda.
Na procissão, lá estarão os crentes e os que vão porque parece bem irem que, em vez de compenetrados na espiritualidade da coisa, ou vão a reparar na roupa dos que seguem à sua frente ou nas pessoas que assistem à passagem dos Pendões, certificando-se, assim, de que são vistos pelo maior número possível de pessoas conhecidas.
Como não poderia deixar de ser, é claro que não faltará muita pimbalhada convidada para actuar e entreter os mais velhos - o público alvo do presidente da câmara - e é porque não estamos em ano de eleições!Depois, há o outro lado do São Mateus, o dos carrocéis e carrinhos de choque, das farturas - brenhol, por estes lados -, churros e afins, e das tendas em jeito de bar-discotecas que animam os mais jovens até altas horas.E para o ano que vem, haverá, garantidamente, mais do mesmo.
in: O Rocky & Nós
Foto: Cá do Alentejo
La futura ’eurociudad’ Chaves-Verín está cada vez más cerca. La entrada del Concello de Verín dentro del Eixo Atlántico el pasado mes de julio, unido a la disposición de los alcaldes de ambos concellos, ha permitido la creación de un grupo de trabajo para crear la ’eurociudad’. Un proyecto que el propio alcalde de Verín define como ’ejemplo de verdadera ciudadanía europea’.
El jueves, 13 de septiembre, se constituirá en Verín un grupo de trabajo para la planificación de la constitución de la futura ’eurociudad’ Chaves-Verín. Un proyecto enmarcado dentro del contexto del Eixo Atlántico y, por consiguiente, dentro de la Euro-región Galicia-Norte de Portugal. Hace varios meses que los responsables de estos dos concellos limítrofes están trabajando en la constitución de la futura ’eurociudad’. Un ambicioso proyecto que permitirá la constitución y desenvolvimiento de un concepto que va ’mucho más lejos de la tradicional colaboración transfronteriza; ya que abarca múltiples ámbitos socio-culturales, económicos y políticos’, describe el alcalde de Verín, Juan Manuel Jiménez. Además, la puesta en marcha de este proyecto tiene como uno de sus principales objetivos la creación de un espacio único de colaboración, fortaleciendo el eje Verín-Chaves y el área de oportunidades en que éste se convierte al unirse. ’Un ejemplo de verdadera ciudadanía europea’, matiza el alcalde del PP.
La creación de la ’eurociudad’ es un proyecto que lleva tiempo sonando entre los vecinos de uno y otro municipio. Sin embargo, cobró una nueva dimensión después de la entrada del Concello de Verín dentro del eje Atlántico, el pasado mes de julio. ’Una entidad que prestará la asistencia técnica necesaria para su desenvolvimiento’, reconoce Jiménez Morán.
Promesa electoral
A la reunión para la constitución del grupo de trabajo, los máximos representantes de los dos concellos, conjuntamente con el Eixo Atlántico, han decidido invitar a la Xunta de Galicia por medio de la Dirección Xeral de Planificación e Fondos Comunitarios), a la Comissao de Coordenaçao e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) de Portugal y a la Diputación de Ourense. Con la constitución de este grupo de trabajo, el alcalde del Partido Popular, Juan Manuel Jiménez Morán, cumple con una de las propuestas incluidas dentro de su programa electoral.
(recebido via email)
Qual o melhor destino a dar ao Forte?
Já aqui consideramos a obra de requalificação do Rossio de S. Francisco como a revolução urbana mais importante deste inicio de século. Contudo há um pormenor que arrepiou os cabelos esbranquiçados desde Velho Conselheiro, a forma como uma parede de betão armado se encosta ao Aqueduto quinhentista.
Obviamente esta solução terá sido aprovada pelo IPPAR, obviamente é de fácil destruição se assim houver disposição nesse sentido, obviamente é uma intervenção em que o novo se distiguem do antigo, mas não deixa de ser uma actuação melindrosa.
O Zé de Mello, sinceramente, não gostou do que viu naquele pormenor/pormaior.
Desde o último fim de semana que os vários egos do Zé de Mello discutem como se deveria abordar esta situação partindo do principio constitucional da presunção de inocência. Podia este Velho Conselheiro faze-lo do ponto de vista mais negro da situação ou então do lado mais colorido. Optámos, finalmente, pela transparência.
Deixemos a justiça decidir, enquanto acompanhamos o desenrolar das sessões de audiência.
Para terminar, permitam a este Velho Conselheiro, afirmar que José António Rondão Almeida é culpado de crime de amor ao O Elvas C.A.D..










