edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 1.9.07
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O Primeiro Ministro da Nação, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, foi recebido em Elvas por uma grande manifestação de Elvenses, que rumaram ao Cine Teatro João Vintém, para lhe manifestarem o agrado pelo encerramento do RI8; Maternidade e outros serviços públicos.
O povo da Cidade e do Concelho de Elvas, conjuntamente com o seu Regedor, mostrou assim o que lhe vai na alma!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 31.8.07

Foi dada a possibilidade aos Conselheiros e visitantes do blogue da eleição das 7 Maravilhas vs. 7 Horrores de Elvas, durante o decorrer do mês de Agosto'07. Eis os resultados das Maravilhas Elvenses:






FORTE DE N. SRª. GRAÇA




(Foto de Mário Batista in Fotografos de Elvas)




FORTE DE STA. LUZIA







(Foto de Alberto Miranda in Fotografos de Elvas)




MURALHAS E OBRAS EXTERIORES










(Foto de Miguel Costa in Fotografos de Elvas)





CASTELO




(Foto de Paulo Figueiredo in Fotografos de Elvas)








AQUEDUTO DA AMOREIRA







(Foto de Carlos Correia Dias in Fotografos de Elvas)




IGREJA N. SRª ASSUNÇÃO - ANTIGA SÉ







(Foto de Luís Porfirio in Fotografos de Elvas)




IGREJA DE S. DOMINGOS







(Foto de Miguel Costa in Fotografos de Elvas)

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 31.8.07



Foi dada a possibilidade aos Conselheiros e visitantes do blogue da eleição das 7 Maravilhas vs. 7 Horrores de Elvas, durante o decorrer do mês de Agosto'07. Eis os resultados dos Horrores Elvenses:







  • Parque de Estacionamento e Arranjo Urbanistico da Praça da República

  • Edificio em ruínas na Rua do Tabolado

  • Cablagens várias nas Ruas do Centro Histórico

  • WC público amoviveis ao fundo da Rua de Alcamim

  • Edificio BES

  • Fonte Luminosa no Largo da Misercórdia

  • Antenas Hertezianas sobre os telhados no Centro Histórico


edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 31.8.07


Aproveitando a época de férias e o mês de Agosto, e por proposta do Conselheiro "Elvense", o blogue inicia hoje a iniciativa de eleger as 7 Maravilhas e os 7 Horrores de Elvas.


Como este Velho Conselheiro referiu aquando da votação das 7 Maravilhas de Portugal, o nosso Aqueduto chegou a integrar a lista de finalistas pré-21, mas o que muitos dos nossos visitantes e Conselheiros não saibam é que também na eleição dos 7 Horrores de Portugal, promovida pelo Público, constava um "horror" elvense.
A sua escolha de sete maravilhas ou horrores em cada quadro será alvo duma média qualificada e saberemos então a 31/08 quais são para os Elvenses e internautas as Maravilhas de Elvas e os pesadelos que por Elvas existem!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 30.8.07
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.8.07
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Às vezes, quando não se conhece bem o vizinho e ainda não há confiança, as visitas não passam além da porta. Com o tempo as pessoas conhecem o vizinho, têm confiança, e fazem visitas frequentemente. Passa o tempo e já se conhece a casa toda. E é que um dia já não se reparas naquela porta de entrada que foi o primeiro contacto com o vizinho.




Para os que amamos Portugal desde a Extremadura espanhola, Elvas foi e será a porta principal. A amizade com o vizinho fez com que aquela porta, tão admirada nos inícios, ficasse esquecida. É assim que um dia, ao voltar de uma viagem por Portugal, olhei o aqueduto e pensei: Se Elvas estivesse bem longe, talvez ficaríamos mais admirados pela beleza desta cidade. Mas como é tão perto, já nem damos conta do tesouro que temos. Por isso temos de reparar nas pequenas coisas que a familiaridade e a rotina fizeram perder o valor. Às vezes não vemos que é na porta de entrada onde encontramos o tesouro escondido.




Javier Figueiredo


edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.8.07


edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 28.8.07
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O Convento de São Domingos de Elvas foi fundado em 1267, por ordem de D. Afonso III, no local onde havia estado implantada até então a Ermida de Nossa Senhora dos Mártires. Edificado depois da segunda, e definitiva, reconquista da povoação fronteiriça alentejana, a acção régia de constituir uma comunidade dominicana prendia-se com uma vontade de alicerçar a fé cristã numa urbe que até então tinha sido regida por costumes e tradições muçulmanas. Depois da edificação do espaço conventual, a comunidade dominicana fundou no edifício uma albergaria e um hospício.


Do templo gótico mendicante pouco resta, datando do século XV as primeiras modificações da estrutura, com a construção da antiga ante-sacristia. A grande reforma estrutural do convento data do reinado de D. João III, que em 1553 ordenou profundas reformas no edifício, nomeadamente a demolição da fachada, embora esta só fosse terminada já no século XVII. Em meados de Seiscentos o hospício do convento foi deitado por terra, para que pudessem ser construídas as muralhas de defesa da vila. O programa decorativo do espaço interior foi alterado pela campanha barroca executada no século XVIII, nomeadamente com a edificação de novos altares, a decoração das paredes laterais do templo com silhares de azulejos ou a execução de novos capitéis para os pilares que marcam os tramos das naves.


De planta longitudinal, a Igreja de São Domingos é composta por três naves, transepto, capela-mor, ábside poligonal e quatro absidíolos, aos quais foram adossados a torre sineira, a sacristia e outras dependências. A fachada apresenta um modelo ecléctico, uma vez que possui uma estrutura claramente maneirista, que apresenta semelhanças com os colégios jesuítas edificados na segunda metade do século XVI, decorada com um programa já de gosto barroco, decorrente do facto de a fábrica de obras do frontispício se ter prolongado até meados da centúria de Seiscentos.


Do programa decorativo interior, destacam-se os retábulos barrocos de mármore, colocados lateralmente, os painéis de azulejos setecentistas com quadros da vida de São Domingos, e as pinturas renascentistas de motivos vegetalistas que decoram a cobertura da ábside. Há ainda a referir o antigo retábulo da capela-mor, uma composição maneirista da autoria de Simão Rodrigues, de "evidentes influências moralescas", executada cerca de 1595, que actualmente se encontram algumas peças na Igreja de S. Francisco no Cemitério local.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 27.8.07
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A Diocese de Elvas foi criada por uma bula do Papa Pio V de 9 de Junho de 1570, a pedido de D. Sebastião, com territórios de Évora, Olivença, Campo Maior e Ouguela anexos à de Ceuta ficando sediada na cidade de Elvas e sufragânea da arquidiocese de Évora. Foi suprimida em 30 de Setembro de 1881, com a remodelação diocesana ordenada por Leão XIII na Bula "Gravissimum Christi". O seu território foi maioritariamente reintegrado na Arquidiocese de Évora (com excepção das freguesias de Degolados e Cabeço de Vide e do concelho de Alter do Chão, que passaram para a diocese de Portalegre).







Estes foram os Prelados que ocuparam a cadeira Episcopal de Elvas:







  1. António Mendes de Carvalho (1571-1591)

  2. António Matos de Noronha (1591-1610)

  3. Rui (Rodrigo) Pires da Veiga (1612-1616)

  4. Frei Lourenço de Távora (1617-1625)

  5. Sebastião de Matos de Noronha (1626-1636), também Arcebispo de Braga

  6. Manuel da Cunha (1638-1658)

  7. João de Melo (1671-1673)

  8. Alexandre da Silva Botelho (1673-1681)

  9. Frei Valério de São Raimundo (1683-1689)

  10. Jerónimo Soares (1690-1694)

  11. Bento de Beja Noronha (1694-1700)

  12. António Pereira da Silva (1701-1704)

  13. Nuno da Cunha e Ataíde (1705), eleito, não aceitou o cargo

  14. Pedro de Lencastre (1706-1713)

  15. Fernando de Faro (1714)

  16. João de Sousa de Castelo-Branco (1716-1728)

  17. Pedro de Villas-Boas e Sampaio (1734)

  18. Baltazar de Faria Villas-Boas (1743-1757)

  19. Lourenço de Lencastre (1759-1780) - Foi este o prelado quem encomendou o órgão

  20. João Teixeira de Carvalho (1780-1792)

  21. Frei Diogo de Jesus Jardim (1793-1796)

  22. José da Costa Torres (1796-1806)

  23. José Joaquim da Cunha de Azeredo Coutinho (1806-1818)

  24. Frei Joaquim de Menezes e Ataíde (1820-1828)

  25. Frei Ângelo de Nossa Senhora da Boa-Morte (1832-1852)



A diocese esteve vaga entre 1852 e 1881.

Presentemente, o título de bispo titular de Elvas continua a ser usado por bispos auxiliares, à semelhança do que sucede com outras dioceses históricas de Portugal extintas:



  • André Jacquemin (1969-1970)

  • Raymond Joseph Louis Bouchex (1972-1978)

  • Armindo Lopes Coelho (1979-1982), depois bispo de Viana do Castelo e actual bispo do Porto

  • José Augusto Martins Fernandes Pedreira (1982-1997), actual bispo de Viana do Castelo

  • Tomás Pedro Barbosa da Silva Nunes (desde 1998), bispo auxiliar do Patriarcado de Lisboa

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 24.8.07




edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.8.07
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Sob o título "Cartografía extremeña y portuguesa, siglos XVIII, XIX y XX", a Biblioteca de Extremadura, tem patente a colecção de mapas da Extremadura e Portugal. Entre estes históricos mapas, recentemente adquiridos pela Biblioteca de Extremadura, encontram-se, entre outras reliquias, o Mapa dos Reynos de Portugal e Algarbe, obra de 1762 de Rizzi Zannoni e Giovanni Antonio; o Atlas histórico, geográfico y estadístico de España y sus posesiones de ultramar de José Antonio Elías; os planos de Alexandre de Laborde, arqueólogo e embaixador de França em España em 1810.
A Exposição pode visitar-se de 2ª a 6ª feira, das 8H30 às 13H30 (hora portuguesa) na Biblioteca de Extremadura na Alcaçova de Badajoz.



edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.8.07
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Raro é o dia em que não ouve este Velho Conselheiro os lamentos quotidianos dos amigos de café, dos colegas de trabalho ou dos companheiros dos transportes. Todos nós nos queixamos do aumento do preço do pão, daquela dor de cabeça, do vizinho, etc.


Recentemente tropeçou o Zé de Mello num blogue que nos faz recentrar as nossas angustias e preocupações. Porque é de Elvas e porque é uma história de heroísmo e vida, convido-os a visitar o Alentejano Hemodializado.

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