edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 20.7.07

Hoje permite-se, mais uma vez, este Velho Conselheiro dedicar umas linhas à Agenda do Concelho de Elvas. Obviamente também a quem a produz.

As primeiras palavras são de agradecimento ao Palácio do Regedor por disponibilizar aos cidadãos esta ferramenta que permite gerir seus tempos lúdicos.

Em segundo lugar recordar aquilo que a 26 de Junho'06 aqui se escreveu sobre o Boletim Oficial do Regedor, e que serve também para esta outra publicação:




  • Uma mudança a nível gráfico, iria concerteza melhorar a receptibilidade por parte dos munícipes;


  • Também o suporte fisíco poderia ser melhorado optando-se por um papel reciclado, mais amigo do ambiente e menos poluidor;


A nível de conteúdo há que se fazer um aproveitamento desta publicação períodica para transmitir outro tipo de informações aos cidadãos e que também aqui já foram propostos a 22 de Maio'06, a saber:





  • Dar a conhecer a história das várias colectividades do Concelho;
    ou figuras "tipícas" elvenses;


  • Incluir os Museus da Cidade com descrição das colecções;


  • Farmácias de Serviço;


  • Horários de Transportes Urbanos e para as freguesias;


A estas propostas, permite-se este Velho Conselheiro, deixar outras à consideração e apreço do dito Gabinete e respectiva responsável política:





  • Toponimia - Quantos sabem quem foi por exemplo João Crisostomo Antunes? ou porque se chama Rua do Touro a esta arteria?


  • Protecção Civil - Difundir actuações de segurança e prevenção relacionadas com ondas de calor, fogos urbanos, inundações, etc.


Uma última palavra para recordar que esta Agenda do Concelho pode ser também um meio de promoção turística, pelo que a mesma deve ser disponibilizada a quem procura os Postos de Turismo da Cidade bem como deverá ser enviada às unidades hoteleiras locais para a sua distribuição a quem pernoita na Cidade.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.7.07
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Recentemente foi-nos enviado um email que propunha a implantação do "Circuito das Fortificações".

«Não seria de aproveitar a vinda das pessoas que virão, pelo menos nos próximos tempos, visitar o MACE, para as levar a visitar as nossas muralhas?
E é simplicíssimo! É indicar com placas onde se escreverá o seguinte: Muralhas de Elvas, sec.XVII, Baluarte de Olivença, neste baluarte existiria outra placa com uma seta a indicar o seguinte baluarte, Baluarte da Porta de Armas, a seguir outra seta a indicar, Baluarte de S. Domingos, a seguir indicação do Baluarte do Casarão, depois outra indicação que levaria ao Baluarte da Porta Velha, a seguir o Baluarte da Corugeira, depois o de Stª Bárbara e assim até se fechar o circuito.





Será muito difícil? Será preciso muita imaginação? E é um circuito que se pode fazer a pé ou de automóvel desde que esteja bem indicado. E pode ser feito todo ou parte. Mas estas indicações têm que ser feitas por quem sabe.



É que as pessoas de Elvas não se apercebem do valor que Elvas tem. Para se ver tudo em Elvas não chega um dia e os turistas tinham que dormir, comer dois dias, para ver Elvas propriamente dita e o Forte de Stª Luzia e visitar (só) por fora o Forte da Graça. Mas para isso as coisas têm de estar indicadas. Os turistas não adivinham! Indicadas cá dentro e indicadas fora, nas estradas e auto-estrada.



Já viu a placa que indica o Forte da Graça? Devia estar uma placa grande nas entradas de Elvas. Mas o que existe é uma placa pequena semi-apagada só no cruzamento das Sete Cruzes. Há muita gente de Elvas que nunca lá foi. Se calhar o Sr., uma vez que quando foi feito já tinha morrido. Estou a falar de fazer só o circuito externo. Experimente e depois diga.»

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 18.7.07
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18 de Julho de 2006

ELVAS, CIDADE DE TURISMO - 3

Procedeu-se ontem à reabertura do Posto de Turismo da Praça Nova, depois de algum tempo fechado, eis que aquele espaço surge de cara lavada e parece que o sonho deste Velho Conselheiro afinal não estava errado e as funcionárias já têm farda!!
Quanto ao espaço em si apresenta-se fresco, mais atraente e com a possibilidade de acesso à internet gratuitamente para os turistas estando baseado na imagem do "Norte Alentejano", apesar da região de turismo ainda não ter editado nenhum dos folhetos previstos sobre a Cidade, desde que esta aderiu à mesma!
Seguir-se-á agora a
mão de pintura que pedimos para o Posto de Turismo do Morgadinho?
Já agora alguém me diz quais os monumentos "visitaveis" em Elvas?
Igreja das Dominicas? Castelo? Sé? Igreja dos Terceiros? Igreja de S. Domingos? Museus?
Temos acolhimento de qualidade no Posto da Praça Nova e depois o conteúdo falta ou é mal aproveitado:

  • Percurso pelas muralhas seiscentistas (Portas de Olivença / Viaduto / Portas da Esquina) - Cheio de ervas e sem calcetamento. (veja o édito de 8 de Setembro do ano passado)
  • Miradouro do Castelo - terra, buracos, ervas e fezes de cães e até humanas!
  • Igrejas encerradas!
  • Museus às aranhas!
  • Sinalização Turística - zero!

Outro tema também aqui abordado à tempos, tem a ver com a Torre Fernandina! Quando é que esta abrirá aos turistas? (veja o édito de 12 de Agosto do ano passado)

Também é urgente que o Regedor se aperceba que hoje em dia quando um turista se prepara para a sua viagem este fa-lo atravez da internet, e diga-se que o Sitio Electrónico do Palácio do Regedor nada, repito, nada ajuda a vender a imagem de Elvas como destino de viagem. Não há informação sobre hoteis e restaurantes! Não há informação sobre percursos, monumentos visitaveis e horários de visita! E claro o pouco que existe é em português quando o maior mercado de Elvas fala espanhol e depois a língua internacional - o inglês! E não digam que isto também está dependente de Portalegre porque no fundo promover a marca Elvas é obrigação do Regedor e da sua equipa e não de nenhuma Região de Turismo, muito menos agora que estas irão desaparecer!

Veja também : Elvas, cidade de turismo-2


Nota na Actualidade: Poucos dias depois de sair este édito a pouca informação turistica existente no Palácio Digital desapareceu e assim continua. Há um ano em actualização!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 17.7.07
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Dão-se alvíssaras a quem informar sobre o que aconteceu com o Comboio Turístico que o Palácio do Regedor possuem, bem como sobre a sua utilidade!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 16.7.07



Uma das áreas mais deficitárias na gestão do Palácio do Regedor tem sido a área do turismo, como já repetidas vezes aqui apontou este Velho Conselheiro.
Com a inauguração do MACE, o Regedor aponta-o para ser uma dos pilares do Turismo Cultural. Ora, na óptica deste Velho Conselheiro, esta aposta pode não atingir o seu objectivo. Porquê? Porque, Turismo Cultural, presupõe que o turista pernoite no local e usufrua de vários produtos turistícos, sendo que a aposta do Regedor é ligar os visitantes do MACE ao MEIAC, ou vice-versa. Obviamente é um caminho lógico mas quem sairá benefeciado será Badajoz pois a sua atractividade diversificada pode penalisar esta aposta. Há que agregar oferta qualitativa em Elvas, de modo a cativar a sua estadia e o uso de serviços na Cidade.


Com a Rede de Museus de Elvas a meio concretizar, é tempo de avançar com aquilo que o Zé de Mello chama de "ELVAS PASS". Este "Elvas Pass" poderá ser uma das ferramentas turísticas e culturais para cativar a permanência de visitantes em Elvas tornando-os efectivamente turistas e não visitantes ocasionais e de curta permanência no Concelho. Este seria um bilhete único, a co-existir com as bilhetes habituais de entrada nos Museus, mas que permitiria por um preço reduzido a entrada em todos os espaços museológicos da Cidade.
Quanto um visitante se dirige à bilheteira do MACE, por exemplo, para adquirir a sua entrada, seria-lhe proposto a aquisição do "Elvas Pass" para com ele, por um preço mais reduzido, poder visitar ainda o Museu do Forte de Santa Luzia, o Museu do Cabido da Sé (quando este reabra!) e o Museu de Fotografia. Desta forma promovem-se os outros Museus da Cidade, criando uma verdadeira rede museológica local, alarga-se o período de permanencia de visitantes de forma a que o comércio, restauração e hotelaria possam, verdadeiramente, ter ganhos financeiros.
No futuro, e com a abertura dos restantes espaços (Museu de Arquelogia, Museu (Nacional???) Militar e Museu Rural), bem como do Centro Interpretativo das Fortificações de Elvas a instalar na Torre "Fernandina", e a sua incorporação no "ElvasPass" oferecer um produto cultural diversificado e de qualidade uno e que dinamize a economia local.

Fica a ideia e o repto para a sua rapida execução.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.7.07
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Porque rir é o melhor remédio...






em parceria com
Cartoons, Caricatures, Comic Strips & much more!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 13.7.07
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Ingredientes:




  • 3 dentes de alho

  • 1 colher e meia de sopa de sal grosso

  • 3 colheres de sopa de azeite

  • 4 colheres de sopa de vinagre

  • 2 tomates maduros

  • 1/2 pepino

  • 1/2 pimento

  • óregãos

  • 200 g de pão duro

  • pimenta


Confecção:
Num almofariz pise os dentes de alho com o sal de modo a obter uma pasta.Coloque esta no fundo de uma terrina, regue com o azeite e o vinagre e tempere com pimenta.Reduza um tomate a puré e junte-o à mistura anterior.Corte o tomate e o pepino restante em quadradinhos e o pimento em tirinhas e deite na terrina.Regue com litro e meio de água gelada.Polvilhe com óregãos e rectifique o sal.Por fim junte o pão cortado em quadradinhos e sirva 15 minutos depois.Acompanhe o gaspacho com peixe frito, fatias de presunto ou rodelas de paio.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.7.07

Na continuação do tema da necessidade da sociedade civil intervir activamente na defesa e promoção do património local, foi solicitado a Manuel António Torneiro informações sobre a ADEME, tendo chegado recentemente ao mail a resposta que publicamos.


"Exmo. Sr:
A ADEME ou Associação dos Amigos de Elvas Está registada e chegou mesmo a estar em actividade, mas neste momento está inactiva.

Um abraço "

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.7.07
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A Vila Fernando é uma freguesia do concelho de Elvas, com 51,27 km² de área e 353 habitantes (censos 2001). Densidade: 6,9 hab/km², situada a 15 quilómetros da sede do concelho. Ainda hoje lhe chamam Aldeia da Conceição, porque a igreja paroquial tem por orago Nossa Senhora da Conceição.

O documento mais antigo que se conhece com referência a Vila Fernando é uma carta de couto datada de 1363. Os registos paroquiais mais antigos datam de 1620. Vila Fernando pertenceu à Casa de Bragança, por compra que fez ao então proprietário, D. Catarina, mulher do Duque D. João I.



Um dos edifícios de maior porte desta freguesia é o do Colégio de Vila Fernando que, desde 1895, tem uma instituição de reinserção social de jovens. Começou por se chamar Colónia Agrícola Correccional. Noutro edifício, o da sede da Junta de Freguesia, deve-se visitar o Museu Etnográfico e de Arqueologia. Para além de peças encontradas em escavações arqueológicas, em que a freguesia é fértil, revive-se neste museu o quotidiano do povo alentejano, apresentado com bom gosto e rigor.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.7.07
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É este o título do blogue do fotógrafo de Vila Boim, Nuno Veiga, que tem apresentado desde Maio'06 algumas das suas obras nesta plataforma digital.
Ao folhear um qualquer jornal de tiragem nacional, e muitas vezes quando a fotografia me chama a atenção lá vem o nome do Elvense. Enchem-me de prazer em duplicado. Primeiro por um Elvense estar cotado entre os mais importantes fotojornalistas da Nação e depois porque nunca uma imagem sua é um retarto seco das personagens ou acontecimentos. Há sempre um cunho pessoal e uma forma de nos contar um episódio.
Numa cidade que se pode orgulhar de ter um Museu da Fotografia com um espólio significativo, onde se realizam periodicamente as únicas exposições temporárias do Concelho, é um crime que não tenha já programado uma exposição deste fotojornalista!

Quero e exijo que, no Museu, em Vila Boim ou na Casa da Cultura, se realize uma Expo Nuno Veiga!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 10.7.07







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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.7.07
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Segundo declarações do Regedor aos orgãos de comunicação social de Elvas, a autarquia deixa de "financiar" o futebol profissional de O Elvas CAD. Finalmente os impostos dos Elvenses deixam de servir interesses particulares, diz este Velho Conselheiro.
"Vou ter que me sentar no banco dos réus por causa de uma queixa vinda de pessoas da nossa cidade e que me colocam como réu por apoiar uma colectividade com estas características. Esse sim, é que deveria ser aprovado por unanimidade e aclamação repudiar todo o elvense que tivesse tido esse comportamento e não colocar, conforme colocaram à câmara Municipal, ou nos dão isto ou fechamos a porta". Caro Regedor acima de tudo está a lei e se a entrega de dinheiros a O Elvas CAD não cumpriu as normas legais (recordamos que não acreditamos que o Regedor caisse numa ratoeira destas) há que solucionar o problema e assumir responsabilidades.
A solução apresentada pelo Palácio do Regedor é aquela que aqui também já defendemos. O Elvas é uma instituição privada, apesar de ser um ícone da Cidade, e se não existem meios financeiros para ter uma equipa profissional deve dedicar-se a alimentar nas camadas jovens o gosto pela modalidade e até abrir-se a novas e crescentes demandas de outros desportos.



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