Segundo declarações do Regedor aos orgãos de comunicação social de Elvas, a autarquia deixa de "financiar" o futebol profissional de O Elvas CAD. Finalmente os impostos dos Elvenses deixam de servir interesses particulares, diz este Velho Conselheiro."Vou ter que me sentar no banco dos réus por causa de uma queixa vinda de pessoas da nossa cidade e que me colocam como réu por apoiar uma colectividade com estas características. Esse sim, é que deveria ser aprovado por unanimidade e aclamação repudiar todo o elvense que tivesse tido esse comportamento e não colocar, conforme colocaram à câmara Municipal, ou nos dão isto ou fechamos a porta". Caro Regedor acima de tudo está a lei e se a entrega de dinheiros a O Elvas CAD não cumpriu as normas legais (recordamos que não acreditamos que o Regedor caisse numa ratoeira destas) há que solucionar o problema e assumir responsabilidades.
A solução apresentada pelo Palácio do Regedor é aquela que aqui também já defendemos. O Elvas é uma instituição privada, apesar de ser um ícone da Cidade, e se não existem meios financeiros para ter uma equipa profissional deve dedicar-se a alimentar nas camadas jovens o gosto pela modalidade e até abrir-se a novas e crescentes demandas de outros desportos.
"Explorar o posicionamento estratégico que tem a cidade de Chaves, através da constituição da Euro-Cidade “Chaves/Verin” foi outra proposta que a autarquia flaviense apresentou à CCDR-N e que esta viu “com bons olhos”.
Para o Presidente da CCDR-N, Carlos Lage, trata-se de uma “experiência enriquecedora, interessante e criativa, que vai contar com todo o apoio desta Comissão”.Saliente-se que no contexto da Região Norte/Galiza/Castela-Leão tem vindo a afirmar-se o Eixo Vila Real/Chaves/Ourense e, neste eixo, vão assumindo, cada vez mais importância as localidades de Chaves e Verin. Estes dois centros urbanos, pela sua proximidade e relação, tendem, naturalmente, a completar-se e juntos podem transformar-se numa âncora de um território mais amplo.
São centros urbanos com uma história e recursos comuns de inquestionável valia, que podem ser maximizados dada a privilegiada localização geo-estratégica nos respectivos contextos regionais. Deles salientam-se o turismo, o termalismo, a logística dos transportes e as fileiras agro-alimentar e florestal.
Numa primeira fase de desenvolvimento da euro-cidade, a Câmara propõe a criação de uma rede de transportes urbanos comum; a selecção de equipamentos colectivos para implementação de gestão e utilização comum; a instituição de uma agenda cultural única; a elaboração de uma política comum para o ambiente; e a partilha e exploração conjunta de espaços destinados a actividades de logística."
Para os visitantes e turistas que acorram ao centro do burgo fica a informação: o RI8 não exitse e o Museu Militar também não!
Segundo o próprio Regedor, em declarações a uma rádio local, isto deve-se a o Vice Regedor não ter autonomia decisória nas matérias económicas!
Depois de conhecidos os resultados eleitorais, e apurados os eleitos ao executivo, a grande incognita é saber que pelouros lhes serão distribuidos. Com esta distribuição é-lhes entregue pelo Regedor a responsabilidade de administrar as respectivas áreas com a respectiva cedência de competencias pelo mesmo.
Ora, segundo as mesmas declarações, isto não corresponde à practica em Elvas. As grandes questões são, na teoria, discutidas pelo colégio dos eleitos, sendo o vereador do pelouro o executante das mesmas. Em Elvas, o Vice Mocinha, está reunido com empresários, estes pedem-lhe mais 20 m2 de terreno, e lá tem este que pedir desculpas por ter que interromper e ir perguntar ao Regedor se pode ser!
Em último recurso o responsável máximo pela administração do Palácio é o Regedor, mas a explicação apresentada pelo Regedor, parece a este Velho Conselheiro um passar de atestado de mediocridade à sua equipa! Ou haverá outros motivos para esta descida de divisão do Vice Mocinha? Ou tudo gira em redor do Gabinete Presidencial, desde as negociações com empresários à compra de uma esferografica?
Durante a próxima semana irá este vosso Conselheiro aproveitar os calores do estio para uns repousantes dias de férias num balneário do nosso Portugal, prometendo regressar a 2 de Julho. Assim, poderemos em conjunto aplaudir a Floribella, a inauguração do mais importante centro de Arte Contemporânea nacional a sul do Tejo e ainda, quem sabe, a descoberta já anunciada por alguns da identidade deste Velho Conselheiro! Como último ponto fica a questão:
Para leitura e análise deixamos as seguintes meditações:
O Museu de Arqueologia António Thomaz Pires deve ser o próximo a abrir no burgo?
Madalena. A fachada apresenta portal de verga curva encimado por janelão com frontão simples guarnecido com decorações em alvenaria ao gosto oitocentista. Tem duas torres sineiras abertas, com dois coruchéus cada uma e remates recortados com galos em ferro forjado. Completam a frontaria dos silhares de azulejos oitocentistas de albarradas laterais à porta.Saía deste templo a popular Procissão da Mulinha até à sua extinção no final do século XX, continuando a ser este também o ponto de partida para a Procissão dos Pendões a 20 de Setembro dando inicio à Romaria do Senhor Jesus da Piedade.

O Briteiros divulga, em primeira mão, um novo estudo sobre o próximo aeroporto internacional de Portugal. Elaborado pela A.S.N.A. Lda., Associação Solidária do Nordeste Alentejano. Nem mais nem menos que um conceito revolucionário que permite matar vários coelhos de uma só cajadada.
1.TGV - Elvas / Badajoz com a concomitante poupança de muitos milhares de milhões de euros.
2. Aeroporto Internacional de Elvas, reduzindo os custos e complexidade para os controladores de tráfego aéreo portugueses.
3.Cidade Capital Administrativa, à moda de Brasília, permitindo, de uma vez, tornar supranumerários todos os funcionários, ministros, secretários e motoristas que não se queiram deslocalizar.
***
A associação de futuros utentes do COMALVEL, Comboio de Alta Velocidade, já manifestou a sua alegria pelo facto de se poder ir a Espanha em TêGêBê por uma nota de 5,00€.
O ministro Mário Lino, em entrevista exclusiva, confidenciou-nos a sua grande satisfação pelo facto de não querer pregar no deserto, mas não se importar de ir comprar caramelos a Badajoz.
Vários Movimentos de Cidadanias várias já se manifestaram também a favor, por ser esta a iniciativa que poderá pôr fim ao abandono a que está votado o interior.
Que melhor afirmação de Portugal no mundo que esta de fazer a nossa capital à vista da tal cidadezeca onde o nosso Afonso Henriques partiu o joelho num ferrolho, enfim não se sabe bem porque não há quem possa desenterrar o homem...
Quais Otas, quais Alcochetes, é Elvas, ó Elvas, Badajoz à vista. Olé!





