Durante a próxima semana irá este vosso Conselheiro aproveitar os calores do estio para uns repousantes dias de férias num balneário do nosso Portugal, prometendo regressar a 2 de Julho. Assim, poderemos em conjunto aplaudir a Floribella, a inauguração do mais importante centro de Arte Contemporânea nacional a sul do Tejo e ainda, quem sabe, a descoberta já anunciada por alguns da identidade deste Velho Conselheiro! Como último ponto fica a questão:
Para leitura e análise deixamos as seguintes meditações:
O Museu de Arqueologia António Thomaz Pires deve ser o próximo a abrir no burgo?
Madalena. A fachada apresenta portal de verga curva encimado por janelão com frontão simples guarnecido com decorações em alvenaria ao gosto oitocentista. Tem duas torres sineiras abertas, com dois coruchéus cada uma e remates recortados com galos em ferro forjado. Completam a frontaria dos silhares de azulejos oitocentistas de albarradas laterais à porta.Saía deste templo a popular Procissão da Mulinha até à sua extinção no final do século XX, continuando a ser este também o ponto de partida para a Procissão dos Pendões a 20 de Setembro dando inicio à Romaria do Senhor Jesus da Piedade.

O Briteiros divulga, em primeira mão, um novo estudo sobre o próximo aeroporto internacional de Portugal. Elaborado pela A.S.N.A. Lda., Associação Solidária do Nordeste Alentejano. Nem mais nem menos que um conceito revolucionário que permite matar vários coelhos de uma só cajadada.
1.TGV - Elvas / Badajoz com a concomitante poupança de muitos milhares de milhões de euros.
2. Aeroporto Internacional de Elvas, reduzindo os custos e complexidade para os controladores de tráfego aéreo portugueses.
3.Cidade Capital Administrativa, à moda de Brasília, permitindo, de uma vez, tornar supranumerários todos os funcionários, ministros, secretários e motoristas que não se queiram deslocalizar.
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A associação de futuros utentes do COMALVEL, Comboio de Alta Velocidade, já manifestou a sua alegria pelo facto de se poder ir a Espanha em TêGêBê por uma nota de 5,00€.
O ministro Mário Lino, em entrevista exclusiva, confidenciou-nos a sua grande satisfação pelo facto de não querer pregar no deserto, mas não se importar de ir comprar caramelos a Badajoz.
Vários Movimentos de Cidadanias várias já se manifestaram também a favor, por ser esta a iniciativa que poderá pôr fim ao abandono a que está votado o interior.
Que melhor afirmação de Portugal no mundo que esta de fazer a nossa capital à vista da tal cidadezeca onde o nosso Afonso Henriques partiu o joelho num ferrolho, enfim não se sabe bem porque não há quem possa desenterrar o homem...
Quais Otas, quais Alcochetes, é Elvas, ó Elvas, Badajoz à vista. Olé!
Será que já vamos atrasados? Será que os empresários de Elvas estiveram presentes? Será...
Este programa possibilita aos ouvintes, através do seu blogue (ver aqui), a participação colocando questões ao entrevistado, o que constitui uma oportunidade da população interagir com os convidados de cada emissão.
Pode ouvir a emissão aqui.

Quanto à antiga praça de touros de Évora agora denominada Arena d'Évora, e, com uma capacidade
para 5 mil pessoas, está pronta a ser aberta ao público. A sua inauguração, englobada na Feira de S. João, terá lugar no sábado (23 de Junho), com a apresentação de um espectáculo produzido por Júlio Isidro, com a participação especial de Rita Guerra. O restante programa da Arena será: 24 de Junho (Domingo) 21:30 Corrida de Toiros de S.João; 26 de Junho (Terça-Feira) Blasted Mechanism; 27 de Junho (Quarta-Feira) José Cid c/ Big Band; 28 de Junho (Quinta-Feira) Festa do Desporto/Orquestra Ligeira “Cidade de Évora”; 29 de Junho (Sexta-Feira)21:30 Corrida de Toiros de S.Pedro; 30 de Junho (Sábado) Terra d’Água - Dulce Pontes/Uxia, Lúcia Moniz/ Filipa Pais/ Maria Anadon e a 1 de Julho (Domingo) Ronda dos 4 Caminhos.“Por outro lado, a possibilidade de constituição de uma eurocidade, envolvendo Badajoz e Elvas, tem vindo a ser ventilada, com uma frequência crescente nos últimos meses. Sobre este assunto, desejo dizer a esta plateia ilustre que Elvas está aberta a traçar os caminhos do futuro, com determinação e pioneirismo. Dito de outra maneira: temos muito orgulho no passado, mesmo sem renegar os episódios onde estivemos em campos opostos. O passado não pode ser alterado e a História deve ser respeitada, até como ensinamento para melhor percebermos alguns episódios por que o mundo está a passar no presente. Porém, é obrigação de quem dirige estes Povos de fronteira perceber como pode ser diferente o futuro. A Europa, em especial os países da União Europeia, caminham para ser um vasto território dividido em regiões. E, nestas regiões, hão-de surgir as euro-cidades, já começaram a surgir. Dentro do que conheço, não encontro outro exemplo, melhor do que este de Badajoz e Elvas, para a constituição de uma eurocidade. Esse objectivo não é para ser atingido já amanhã; tal não é possível, temos de ter essa consciência. Porém, naquilo onde puder haver participação da Câmara Municipal de Elvas, contam com a nossa determinação para caminharmos, em conjunto, para essa finalidade. Assim como, todos os municípios da Extremadura podem contar sempre com a maior colaboração e a total abertura e disponibilidade da Câmara Municipal de Elvas. Tudo isto, por uma razão simples: apesar de um passado de guerras em que os nossos povos foram envolvidos ao longo de séculos e que deu origem a este riquíssimo património abaluartado que preservamos; a verdade é que, para nós, se há povos que podem ser considerados irmãos e amigos, nesse conjunto estão de certeza os Elvenses e os Extremenhos”.
Passando o Rio Caia como recebe Elvas que entra em Portugal? Com a mais degradante pseudo
Área de Serviço do pais, com um bairro fantasma e edifícios oficiais abandonados! É este o Caia’07. Que futuro para o Caia?Na óptica deste Velho Conselheiro o Caia deverá tornar-se no rosto da Nova Elvas. Aliada à plataforma logística, mas não esquecendo que o PDM classifica aquela zona como de habitação, comércio e serviços, o Caia deve desde ser já alvo de um plano de pormenor que se antecipe à instalação da Plataforma Transfronteiriça, redesenhando aquela que é a porta de entrada em Portugal.
- Porque não solicita o Palácio do Regedor a alienação do bairro da Guarda Fiscal de modo a que este reviva e se possa transformar num bairro de rendas sociais?
- Porque não se projecta e executa uma zona verde que comece na zona sul, se prolongue sobre a A6 com uma ponte pedonal ajardinada até à zona norte e daí até ao Rio, e quem sabe para além dele?
- Porque não se infra-estrutura na Zona Norte um lote para construção de habitações de alto standart para os futuros quadros superiores que ali ocorrerão?
- Porque não avança o Palácio do Regedor com a construção de um edifício emblemático onde possa ficar instalado a futura sede oficial do AECT (Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial) Elvas – Badajoz?
Porque Elvas começa no Caia e não nas Sochinhas é urgente socorrer este territorio!






