edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 24.5.07
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Com a chegada dos dias de estio e com os mandatos autárquicos a chegarem ao seu equador, eis que paulatinamente as próximas eleições locais começam a fazer fervilhar os neurónios dos políticos elvenses.


Depois de publicamente em entrevista ao ”Linhas de Elvas”, o actual Regedor ter demonstrado que está a ponderar rumar a Évora para, em glória, terminar a sua acção governativa enquanto autarca, numa cidade onde já foi vereador da oposição, podendo assim deixar aberta a sucessão socialista à cadeira da Rua Isabel Maria Picão. Nesse cenário temos que analisar quem com ele governa o Concelho agora, pois parece improvável, que o próximo cabeça de lista do PS ao executivo municipal seja alguém sem experiência governativa.


O nº 2 no actual elenco socialista no executivo municipal é Nuno Mocinha, o mais jovem vereador, e que desempenha o cargo de Vice de Rondão, tendo ainda a seu cargo os pelouros relacionados com as Actividades Económicas, a Revisão do PDM e a Protecção Civil. Este tem demonstrado habilidade para interagir com a população e, permite-se este Velho Conselheiro, em avaliar, até esta data, como positivo o seu desempenho. Para mais, como delfim de Rondão Almeida, tem aprendido como gerir uma instituição pública e não será de esperar que, caso seja ele o nomeado para cabeça de lista nas autarquicas’09, haja alteração nas politicas económicas e sociais em curso.


Outro elemento com um peso significativo no Palácio do Regedor é Elsa Grilo, que neste mandato foi eleita, continuando a ser o braço direito do Rondão. Sob sua batuta estão a criação dos novos espaços culturais da Cidade, o Gabinete de Informação e Propaganda, a Candidatura a Património Mundial e Relações Internacionais. É uma tecnocrata exigente e eficaz que tem imprimido à área da cultura/património uma nova dinâmica com a realização de novos eventos e a afirmação dos tradicionais. Se se vier a confirmar a saída para Évora de Rondão Almeida será que esta o seguirá ou quererá ligar o seu nome a Elvas continuando o projecto, que muito acarinha, levando as Fortificações de Elvas a serem reconhecidas como Património Mundial? Na óptica deste Conselheiro ela seguirá o seu mestre. Quem perderá neste caso será o processo de candidatura à Unesco. Se resolver ficar, ou se for solicitada para permanecer na Cidade, nunca será cabeça de lista, pois o seu perfil pouco populista a penaliza.


João Vintém, um rendido à governação socialista da autarquia, vai ser um dos que quererá chegar à cadeira do poder. Até ao momento, e dentro dos seus pelouros (parece o homem dos 7 instrumentos, pois abrange desde a Juventude ao Lixo, passando pelo Reabilitação Urbana e a Saúde) tem demonstrado algumas fraquezas na gestão de algumas áreas de intervenção e um total domínio noutras. Não sendo um homem do aparelho do PS, recordemos que veio do PCP, terá que convencer os órgãos locais socialistas que é o homem que poderá substituir Rondão, se Mocinha se deixar tentar pelo sector privado. É popular mas isso não chega!


O homem do Desporto e principalmente da Administração Geral e Financeira, José Bagorro, será com certeza, se assim o entender, o nº 2 das listas em 2009. Discreto mas reconhecido pela população será uma boa carta no baralho do PS no jogo autárquico’09.


A segunda mulher no executivo é Vitória Branco que neste mandato se tem eclipsado, sem o sol do Turismo e Cultura, mas continuando, e muito bem, a ser a responsável municipal pelas festas e bailaricos do Concelho. Mas não só, são também seus pelouros a Área Social, a Educação e a Habitação Social. 2009 será a hora da saída para esta autarca que se tem dedicado ao Concelho e que muitas simpatias tem conseguido entre todos os sectores da população.


Para além dos activos não podemos esquecer Pedro Barrena, ele que decidiu repousar e esperar pela saída de Rondão para regressar nas autárquicas’09 e lutar por ser ele o ocupante do gabinete presidencial de Elvas, tem carisma e simpatia dentro da estrutura socialista.


Os dois já anunciados candidatos a Regedor em Elvas são Rondão Almeida pelo PS, caso não seja requisitado para Évora, e Tiago Abreu do CDS-PP.
Este último foi cabeça de lista em 2005 à Assembleia Municipal pela coligação PPD-PSD / CDS – PP, e aquando da sua recente reeleição para Presidente do Populares Elvenses, afirmou que é sua intenção apresentar-se em 2009 em listas próprias. Recordar que a direita tem colocado pelo menos um vereador no executivo enquanto coligada, frente a Rondão Almeida, e que deste modo corre-se o risco de se dividirem os votos não alcançando o número suficiente para colocar um elemento na Rua Isabel Maria Picão. Tiago Abreu tem sido um dos mais activos na oposição, eclipsando inclusive o seu Vereador eleito, e poderá querer medir o peso da sua constante contribuição para a política Elvense concorrendo a Regedor. Esta circunstância pré anunciada pelo PP será com certeza reavaliada e ponderada tendo em conta o candidato que o PS apresentar em Elvas.


Quanto ao PSD, que apesar de ter contribuído para a eleição de um vereador, tem-se protegido na penumbra do silêncio, deixando o Regedor governar, tendo inclusive Eurico Candeias declarado que Rondão Almeida é o melhor Regedor que Elvas podia ter! Com adversários políticos assim não é de estranhar que Candeias tenha sido nomeado Vereador d’ O Elvas CAD! Não acredita este Velho Conselheiro que o PSD apresente Eurico Candeias como cabeça de lista em 2009, tanto mais que se baralham diversos nomes para apresentar aos Elvenses nas próximas autárquicas.


À esquerda do PS em Elvas restam os mais resistentes que não foram engolidos pela onda socialista que tem sabido recolher apoios à esquerda e maioritariamente no centro do eleitorado elvense. A CDU surgirá de novo com o candidato sindicalista fazendo um discurso tradicional enquanto que o Bloco de Esquerda terá que avançar com uma candidatura ao executivo, depois da primeira experiência em 2005 que os levou a eleger um deputado na Assembleia.


Em definitiva a politica em Elvas está pendente do que José Rondão Almeida decida fazer!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.5.07
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Com pouco mais de 500 mil habitantes, o Alentejo poderá envolver-se numa nova polémica com o processo de regionalização, uma vez que, apesar de existir uma maioria favorável à criação de uma única região, há várias vozes dissonantes.
Autarcas e dirigentes socialistas e comunistas vêem com bons olhos uma só região Alentejo, agrupando os 47 concelhos dos distritos de Évora, Portalegre e Beja e do litoral alentejano, mas da parte do PSD levantam-se dúvidas, com a distrital de Beja a inclinar-se para duas regiões e os autarcas de Portalegre a lançar mais interrogações.
Defendendo o avanço da regionalização, que considerou "o patamar que falta para ligar efectivamente o poder decisório central e as populações", o presidente da distrital de Beja do PSD, Amílcar Mourão, disse estar inclinado para a criação de duas regiões administrativas no Alentejo. Apesar de salientar que "ainda não tem" uma "posição fechada" sobre o assunto, Amílcar Mourão propõe uma divisão do Alentejo, região com um total de 47 concelhos e 535.753 habitantes, segundo os Censos de 2001 do Instituto Nacional deEstatística (INE).
A região do Alto Alentejo, incluindo os distritos de Évora e Portalegre, e a região do Baixo Alentejo, agrupando o distrito de Beja e os quatro concelhos do Litoral Alentejano (Grândola, Santiago do Cacem, Sines e Alcácer do Sal) são as divisões sugeridas pelo líder dos sociais-democratas de Beja.A lançar mais "achas para a fogueira", estão os autarcas social-democratas do norte alentejano, com o presidente da Câmara de Fronteira a afirmar-se contra a criação de regiões administrativas, alegando que a desconcentração para as regiões vai prejudicar e esvaziar o mundo rural.
Dúvidas e interrogações apresenta também o autarca social- democrata de Portalegre, Mata Cáceres, que admite mesmo juntar-se a concelhos da Beira Interior, em detrimento dos vizinhos alentejanos."Portalegre aparece sempre numa posição subalterna nas políticas que dizemrespeito a todo o Alentejo", justificou.
Sem posição oficial, aparece o PSD de Évora, uma vez que, segundo o líder distrital, António Costa Dieb, a regionalização "não é um tema prioritário" e "não está na ordem do dia".Na única região que deu a vitória ao "Sim" no referendo sobre a regionalização em 1998, há ainda a destacar a posição de Luís Pita Ameixa, actual deputado e presidente da Federação Regional do Baixo Alentejo do PS.Apesar de na campanha para o referendo ter despoletado polémica local a sua defesa de duas regiões, Luís Pita Ameixa disse hoje à agência Lusa não ter, actualmente, "nenhuma posição pessoal e fechada sobre o assunto".
Mostrando-se "favorável" à criação de regiões administrativas, Luís Pita Ameixa, considerou "prematura" a discussão sobre a regionalização, alegando que se trata de um assunto que "só deverá ser discutido na próxima legislatura (depois de 2009)"."Actualmente, é mais importante o actual processo de descentralização de serviços e desconcentração de decisões, que irá beneficiar as autarquias", salientou.Mais pacíficos são os socialistas de Évora e Portalegre, "adeptos incondicionais" da regionalização, que reiteram uma opinião unânime em torno da criação de uma única região no Alentejo, embora com a distribuição de serviços pelas principais cidades.
Posição idêntica têm os comunistas, desde o Alto ao Baixo Alentejo, preconizando uma "região polinucleada" e sem sede regional, segundo disse à Lusa Diamantino Dias, do Comité Central do PCP. "Não só defendemos, como há muito tempo exigimos a criação de regiões administrativas", lembrou o responsável da Direcção da Organização Regional de Beja (DORBE) do PCP, José Catalino, que considerou a regionalização "uma das medidas necessárias para o desenvolvimento do Alentejo". "Queremos uma única região Alentejo polinucleada, sem centralismos e com os principais serviços desconcentrados do Estado espalhados pelas quatro sub-regiões (Beja, Évora, Litoral Alentejano e Portalegre)", defendeu. José Catalino sugeriu ainda que o Alentejo "deveria funcionar como região piloto para a criação das regiões administrativas", lembrando que "foi a única região que deu a vitória ao 'Sim' no referendo sobre a regionalização", realizado em 1998.
publicado em http://regioes.blogspot.com/

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.5.07
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Ricardo Lima desayuna en la cafetería oeste de la Estación Internacional del AVE 'Río Guadiana' de Elvas-Badajoz. Un vídeo mensaje desde el servicio de información de la estación de Évora le confirma que su tren se retrasará dos minutos. A su lado, un grupo de escolares revolotean por entre los veladores. Esta mañana analizarán a Vostell y el movimiento Fluxus como vanguardia del pasado siglo en las salas que su museo, ampliado en Malpartida de Cáceres, reserva cada lunes a una veintena de grupos, uno por cada comunidad autónoma y otros tres venidos desde Portugal.Su esposa no ha podido acompañarle. Esta mañana, el Servicio Extremeño-Alentejano de Salud conectaría con su vivienda para trasladarle el resultado de su última citología, una conexión privada y protegida por la Intranet corporativa que sólo ella puede recibir y conversar así con el especialista. Por eso, Ricardo -que a mediodía almuerza con el agregado de comercio de la embajada rusa para Europa en el restaurante que Atrio abrió en Barcelona- ha decidido llegar a Caia con el primer autobús del Consorcio Mesopolitano de Transportes, una de las dos líneas que muere en la terminal, y que nace en Talavera, Gévora y pasa después por Elvas y el oeste de Badajoz. Como tantos viajeros, se ha descargado ayer en su reproductor audiovisual personal varias canciones de Gecko Turner de libre licencia y ha adquirido un par de visual magazines. En una de estas revistas de viaje cuelga su blog personal como dietista especializado, avalado tras varios años como técnico del Centro de Referencia del Cerdo Ibérico, cuando todas las mañanas se desplazaba desde Elvas a Zafra por la autovía regional.Ricardo presentará esta mañana la carcasa individual que refrigera y protege las cualidades del jamón 'Extremadura' y del rodicio criollo que importa desde Brasil, gracias al cual ha incrementado el valor unitario de venta sobre el precio marcado por los Estados Unidos de Norteamérica, principal importador de estos alimentos desde que en 2015 la Organización Mundial de la Salud lo incluyera junto al aceite de oliva en la dieta relevante para la salud mental, en detrimento de las grasas vegetales y las mantequillas. El envoltorio, una aleación controlada por un microchip, mantiene la misma temperatura de la pieza con la que secaban a los tradicionales jamones en la Sierra de Jerez y es propiedad de su empresa, financiado con la Universidad y el Instituto Tecnológico Agroalimentario de Extremadura. Ya lo ha utilizado la gran cooperativa agroganadera extremeña constituida a finales de la primera década, la tercera de España, garantizando así las exigencias que en materia de seguridad alimenticia han impuesto los mercados internacionales. Ricardo gestiona una envasadora y distribuidora ubicada en la Plataforma Logística del Suroeste Ibérico.A partir de una campaña de promoción internacional, materializada con la apertura de restaurantes y franquicias en Europa, y tras el escaparate que supuso la capitalidad cultural de Cáceres, la agroindustria ha crecido basada en métodos de producción integrada bajo la vigilancia, ayuda a la inversión y el asesoramiento del Centro de Agricultura Ecológica ubicado en Plasencia y la Gerencia Hispano-Lusa de Aguas Fluviales. Esa garantía sanitaria, la introducción de la siembra seca que ahorró un treinta por ciento agua de riego y los avances en la alimentación del ganado porcino estabulado, han roto los obstáculos de su comercialización, especialmente en Rusia, China y Brasil.«Son las ocho de la mañana. El servicio de ventanilla digital interadministrativa 060 le informa que hoy se inicia el plazo para abonar el impuesto ecológico para vehículos de tracción mecánica» -es el mensaje escrito que lee Ricardo tras haber pulsado su número europeo de identificación, mostrar su dedo índice a la cámara y acceder a su banco personal de datos-. A pocos metros, Silvia González apura también su café. Embarcará en el mismo vagón de pasajeros porque hoy entrevista al ministro del Conocimiento y Tecnologías para Canal Extremadura TV. Cámaras, realizador y técnicos están en Madrid desde ayer. Su productora produce un especial informativo semanal para el canal internacional de esta emisora, destinado principalmente a las tercera y cuarta generaciones de emigrantes, residentes fuera de Extremadura.Silvia sonríe. Ha recuperado la tranquilidad al ver en su pantalla a su hija corretear en la guardería que su misma empresa gestiona, gracias al nuevo convenio laboral que fijó servicios gratuitos a cambio del incremento salarial: «¿Mi niña -suspira la madre- Qué susto me has dado!». Ayer, mientras navegaban en el embalse de Orellana, una fiebre repentina y altísima la forzó a llamar al helicóptero medicalizado y trasladarla al hospital comarcal en Talarrubias. Le dieron el alta enseguida pero la periodista ha pasado la noche en duermevela tras regresar de la casa de sus padres, ya jubilados, un adosado de cinco años de antigüedad y quince más de hipoteca que poseen en la Costa Dulce, adquirido antes de que se abriera la conexión por la autovía A-502 y se pusiera de moda en Madrid la náutica de costa interior.Los vagones son austeros, insonoros y climatizados. Están revestidos en su interior por paneles de corcho retractilado que permiten caminar ergonómicamente y aislarse del sonido de la locomotora y los raíles. Fue la aportación extremeña al tren de alta velocidad Lisboa-Madrid gracias a la investigación iniciada por el Centro Extremeño de Tecnología Aplicada, el Departamento de Biomecánica de la UEx y las industrias corcheras de la Sierra de San Pedro, junto al Linex como sistema operativo de los ordenadores situados en el área Oficina Virtual.Pronto iniciarán la marcha. Siguiente parada, Mérida. En menos de dos horas, Madrid. Volverá a su apartamento a las cinco de la tarde, tras recoger a su hija en su biplaza híbrido de hidrógeno y diesel. Hoy no podrá asistir al Banco de Tiempo en el que trueca sus conocimientos con un joven marroquí quien le ayuda a perfeccionar la lengua árabe: «Eso me devuelve la condición de ser humano, de pertenecer a una comunidad» asegura. Pasará la tarde en el parque periurbano de Caia 'José Saramago', a pocos metros de esta estación. Ver a su hija brincar y el olor a jara es hoy más importante que su formación. Redactará la entrevista desde casa, la enviará y la editarán esa misma noche.El tren atravesará las tripas de la vieja Extremadura sin la pausa con la que los cronistas viajeros ingleses la retrataron en su literatura dos siglos atrás. Ricardo se ausenta con Gecko. Silvia repasa sus notas sin perder atención a la guardería. Algunos viajeros y varios administrativos abren desde sus dispositivos los correos electrónicos para perfilar su agenda de trabajo. Estamos en Extremadura, 8:13 a.m. del 9 de enero de 2030. Un vídeo anuncio desechable por el receptor les hace levantar la vista: "El Instituto de la Juventud de Extremadura, el Instituto de la Juventud de Portugal-Alentejo y la Unión Europea os convoca a que imaginéis cómo será nuestra Euroregión en el año 2050. ¿Participa!".

Texto publicado no Blog Hoy Eurocidade. Texto do jornalista José Luis Lucas

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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 21.5.07
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Éditos antigos que continuam actuais:


31 de Outubro de 2005
OCRE?





Através de mão amiga chegou-me um interessante trabalho duma historiadora da região que se tem debruçado sobre a Arqueologia da Cor.
Este trabalho apresenta um estudo sobre a problemática da conservação e apresentação dos revestimentos exteriores e interiores em edifícios e conjuntos urbanos históricos, com especial destaque para casos como os de Évora ou Monsaraz.
Depois de injustificadamente ter dito que copiamos a cidade de Évora neste erro, apresento as minhas desculpas ao saber hoje que também em Évora esta introdução não corresponde à tradição local, tendo sido introduzida na cidade durante o Estado Novo. Em Évora para além da alteração da cromática do revestimento exterior dos edificios, levou inclusivé à ocultação de esgráfitos e imitações de azulejaria que cobriam algumas das fachadas da cidade.
Em relação ao caso de Monsaraz, em data já mais recente, a aduletração da fisionomia da vila, quer nas cores utilizadas quer no revestimento das artérias. "A minha casa era das que tinha o rodapé vermelho", assim se justifica uma das entrevistadas relatando a tradição de utilizar o vermelho nas fachadas monsaratenses agora em desuso.
Quanto à nossa urbe não existem trabalhos efectuados sobre a arqueologia da cor, pelo que pergunta este vosso Conselheiros, foi tomada a decisão de implantação do Programa Elvas Cidade Branca de ânimo leve? Ou será que apenas no caso do parque subterraneo da Praça Nova houve estudos arquelógicos preliminares. E então na restruturação das redes básicas sanitárias, que agora terminam no centro histórico, também não houve acompanhamento arqueológico?
Évora e Elvas nunca foram Cidades Brancas, estas são-o pela ignorância e pelo desrespeito pelas tradições.
Évora no tempo da ditadura salazarista.
Elvas na regência de Rondão Almeida.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 20.5.07


edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 18.5.07
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Agora sim precisamos de uma placa!
Ontem o senhor Ministro da Justiça anunciou com pompa e circunstância que serão fechados seis centros educativos para jovens no nosso País. Adivinham qual o concelho anunciado em primeiro lugar?
Isso, o concelho de Elvas.
Mais uma medida «simpática» do Governo Sócrates para com o Concelho de Elvas e que deverá deixar todos os elvenses agradecidos.
Se durante muito tempo foi criticada a colocação de placas no Concelho de Elvas pelas inaugurações realizadas, agora amigos leitores, deve ser reclamada uma placa.
Uma placa com o nome do senhor José Sócrates. Este senhor merece mais do que ninguém a placa do Primeiro-Ministro com mais encerramentos em Elvas. Qualquer um que venha depois, terá simplesmente uma tarefa impossível, já que dentro de dois anos não haverá mais nada para fechar.
Quer se goste ou não, o presidente da Câmara é um elvense que tem obra feita. Cria por um lado, enquanto no Terreiro de Paço destroem por outro. Com colegas de partido como estes não precisa de oposição.
A Rondão Almeida só resta estar do lado dos elvenses, do lado dos seus. Esta medida governamental não tem defesa possível.

Assinado pelo Director da Rádio ELVAS
António Ferreira Góis
Nota do autor: Comecei neste espaço de crónicas (sempre) assinadas e livres de qualquer pressão, com uma opinião totalmente contra a forma como a Rádio ELVAS tem vindo a ser tratada por algumas pessoas, felizmente poucas e muitas vezes sob o cobarde disfarce do anonimato na internet. Escrevo esta nota para DISCORDAR e REPUDIAR VEEMENTEMENTE qualquer aproveitamento ou colagem que tenha havido ou venha a haver da opinião que ficou expressa acima, em qualquer espaço.
Texto publicado no sitio da Rádio Elvas

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 17.5.07


No último domingo, 13 de Maio, teve lugar no Caia um encontro entre o Bloco de Esquerda, encabeçado pela Deputada da Nação, Alda Macedo, a Esquerda Unida Badajoz, bem com diversas associações ambientalistas: Quercus, Ecologistas en Acción e a Plataforma Refineria No de Badajoz.


Desta reunião saiu um comunicado intitulado Acordos do Caia / Acuerdos de Caya onde é defendida a ampliação da Lei sobre águas internacionais para que "não se contemple só o caudal que devem levar os rios compartilhados na entrada em território português, mas também se deve controlar a qualidade das águas".


No comunicado Acordos do Caia / Acuerdos de Caya são apresentados os seguintes 8 pontos:

  1. Promulgar uma ampliação da Lei sobre Águas internacionais para que não se contemple só o caudal que devem levar os rios compartilhados na entrada em território português, mas também se deve controlar a qualidade das águas.
  2. Do mesmo modo que nas freguesias portuguesas em especial de Elvas investe nas estações de tratamentos, promover a construção de estações de tratamentos em todas as pedanias de Badajoz, actualmente nenhuma povoação conta com essas infra estruturas.
  3. Lutar conjuntamente contra o avanço do Camalote e contra a introdução de espécies animais não autóctones, como o peixe gato e o siluro, que acabam com a fauna autóctone.
  4. Trabalhar conjuntamente para a criação do Parque Natural Transfronteiriço "Guadiana Internacional".
  5. Lutar conjuntamente contra os incêndios florestais, incidindo a ambos os lados da fronteira com a reflorestação de espécies autóctones evitando árvores como o eucalipto e o pinho.
  6. Criar uma Via Bici Internacional que uniria as cidades de Elvas e Badajoz por bicicleta.
  7. Trabalhar conjuntamente para a implantação da Agenda Local-21 em Badajoz, quando Elvas já está em marcha a primeira fase.
  8. Potenciar as comunicações por ferrovia convencional de forma transversal entre as cidades portuguesas (Castelo Branco, Portalegre, Évora. e Beja) e extremenhas (Plasencia, Cáceres, Mérida y Badajoz).

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 16.5.07


Mais videos em Zé de Mello - Video

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 15.5.07

http://osgrandeselvenses.blogspot.com/

Novas personalidades que já constam na listagem:
Se tem informações sobre as seguintes personalidades, ou outras que gostaria de ver incluídas, envie-nos para o correio electrónico (zedemelo@sapo.pt): Francisco d'Arruda; João de Cosmander; José da Silva Picão; Domingos "Patalino"; Rui Correia Lucas; João Manuel Valente Pereira Carpinteiro, José Vicente Abreu...

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.5.07
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Mais uma vez a Feira do Livro de Elvas é cenário para a apresentação do novo título publicado pelas Edições Aqueduto.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 10.5.07
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Barbacena é uma freguesia do Concelho de Elvas, estando delimitada a noroeste pelo concelho de Monforte, a norte pela freguesia elvense de Santa Eulália, a este pela de S. Vicente e Ventosa e a sul pela de Vila Fernando. Dista da sede de concelho 14 kms, tendo uma área de 31,16 km² e 777 habitantes ( segundo os Censos 2001). Densidade: 24,9 hab/km².
Foi vila e sede de concelho entre 1273 com foral renovado em 1519, por D. Manuel I, tendo sido extinto em 1837. Era constituído apenas pela freguesia da sede e tinha, em 1801, 832 habitantes.
Barbacena foi fundada por Estevão Aires, chanceler do rei D. Afonso III, que lhe deu foral em 1273 reformulado porD. Manuel I em 15 de Dezembro de 1519. D. João III deu-lhe o título de vila, doando-a a D. Jorge Henrique que, nos meados do século XVI, edificou o castelo. Durante as guerras da Restauração foi saqueada pelos castelhanos.

Na área patrimonial há a destacar os inúmeros dolmens ou antas que se encontram nesta freguesia, mas também o seu castelo setecentista, o medieval de Fontalva, o pelourinho e a Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Graça.
A todos estes dados históricos, sobre a freguesia de Barbacena, há que somar mais um, a sua Casa do Povo, que foi a primeira a ser implantada no País, no ano de 1934. Curiosidade a existência durante a monarquia dos títulos nobiliarquicos de Condes e de Viscondes de Barbacena.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.5.07
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