edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 18.5.07
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Agora sim precisamos de uma placa!
Ontem o senhor Ministro da Justiça anunciou com pompa e circunstância que serão fechados seis centros educativos para jovens no nosso País. Adivinham qual o concelho anunciado em primeiro lugar?
Isso, o concelho de Elvas.
Mais uma medida «simpática» do Governo Sócrates para com o Concelho de Elvas e que deverá deixar todos os elvenses agradecidos.
Se durante muito tempo foi criticada a colocação de placas no Concelho de Elvas pelas inaugurações realizadas, agora amigos leitores, deve ser reclamada uma placa.
Uma placa com o nome do senhor José Sócrates. Este senhor merece mais do que ninguém a placa do Primeiro-Ministro com mais encerramentos em Elvas. Qualquer um que venha depois, terá simplesmente uma tarefa impossível, já que dentro de dois anos não haverá mais nada para fechar.
Quer se goste ou não, o presidente da Câmara é um elvense que tem obra feita. Cria por um lado, enquanto no Terreiro de Paço destroem por outro. Com colegas de partido como estes não precisa de oposição.
A Rondão Almeida só resta estar do lado dos elvenses, do lado dos seus. Esta medida governamental não tem defesa possível.

Assinado pelo Director da Rádio ELVAS
António Ferreira Góis
Nota do autor: Comecei neste espaço de crónicas (sempre) assinadas e livres de qualquer pressão, com uma opinião totalmente contra a forma como a Rádio ELVAS tem vindo a ser tratada por algumas pessoas, felizmente poucas e muitas vezes sob o cobarde disfarce do anonimato na internet. Escrevo esta nota para DISCORDAR e REPUDIAR VEEMENTEMENTE qualquer aproveitamento ou colagem que tenha havido ou venha a haver da opinião que ficou expressa acima, em qualquer espaço.
Texto publicado no sitio da Rádio Elvas

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 17.5.07


No último domingo, 13 de Maio, teve lugar no Caia um encontro entre o Bloco de Esquerda, encabeçado pela Deputada da Nação, Alda Macedo, a Esquerda Unida Badajoz, bem com diversas associações ambientalistas: Quercus, Ecologistas en Acción e a Plataforma Refineria No de Badajoz.


Desta reunião saiu um comunicado intitulado Acordos do Caia / Acuerdos de Caya onde é defendida a ampliação da Lei sobre águas internacionais para que "não se contemple só o caudal que devem levar os rios compartilhados na entrada em território português, mas também se deve controlar a qualidade das águas".


No comunicado Acordos do Caia / Acuerdos de Caya são apresentados os seguintes 8 pontos:

  1. Promulgar uma ampliação da Lei sobre Águas internacionais para que não se contemple só o caudal que devem levar os rios compartilhados na entrada em território português, mas também se deve controlar a qualidade das águas.
  2. Do mesmo modo que nas freguesias portuguesas em especial de Elvas investe nas estações de tratamentos, promover a construção de estações de tratamentos em todas as pedanias de Badajoz, actualmente nenhuma povoação conta com essas infra estruturas.
  3. Lutar conjuntamente contra o avanço do Camalote e contra a introdução de espécies animais não autóctones, como o peixe gato e o siluro, que acabam com a fauna autóctone.
  4. Trabalhar conjuntamente para a criação do Parque Natural Transfronteiriço "Guadiana Internacional".
  5. Lutar conjuntamente contra os incêndios florestais, incidindo a ambos os lados da fronteira com a reflorestação de espécies autóctones evitando árvores como o eucalipto e o pinho.
  6. Criar uma Via Bici Internacional que uniria as cidades de Elvas e Badajoz por bicicleta.
  7. Trabalhar conjuntamente para a implantação da Agenda Local-21 em Badajoz, quando Elvas já está em marcha a primeira fase.
  8. Potenciar as comunicações por ferrovia convencional de forma transversal entre as cidades portuguesas (Castelo Branco, Portalegre, Évora. e Beja) e extremenhas (Plasencia, Cáceres, Mérida y Badajoz).

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 16.5.07


Mais videos em Zé de Mello - Video

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 15.5.07

http://osgrandeselvenses.blogspot.com/

Novas personalidades que já constam na listagem:
Se tem informações sobre as seguintes personalidades, ou outras que gostaria de ver incluídas, envie-nos para o correio electrónico (zedemelo@sapo.pt): Francisco d'Arruda; João de Cosmander; José da Silva Picão; Domingos "Patalino"; Rui Correia Lucas; João Manuel Valente Pereira Carpinteiro, José Vicente Abreu...

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.5.07
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Mais uma vez a Feira do Livro de Elvas é cenário para a apresentação do novo título publicado pelas Edições Aqueduto.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 10.5.07
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Barbacena é uma freguesia do Concelho de Elvas, estando delimitada a noroeste pelo concelho de Monforte, a norte pela freguesia elvense de Santa Eulália, a este pela de S. Vicente e Ventosa e a sul pela de Vila Fernando. Dista da sede de concelho 14 kms, tendo uma área de 31,16 km² e 777 habitantes ( segundo os Censos 2001). Densidade: 24,9 hab/km².
Foi vila e sede de concelho entre 1273 com foral renovado em 1519, por D. Manuel I, tendo sido extinto em 1837. Era constituído apenas pela freguesia da sede e tinha, em 1801, 832 habitantes.
Barbacena foi fundada por Estevão Aires, chanceler do rei D. Afonso III, que lhe deu foral em 1273 reformulado porD. Manuel I em 15 de Dezembro de 1519. D. João III deu-lhe o título de vila, doando-a a D. Jorge Henrique que, nos meados do século XVI, edificou o castelo. Durante as guerras da Restauração foi saqueada pelos castelhanos.

Na área patrimonial há a destacar os inúmeros dolmens ou antas que se encontram nesta freguesia, mas também o seu castelo setecentista, o medieval de Fontalva, o pelourinho e a Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Graça.
A todos estes dados históricos, sobre a freguesia de Barbacena, há que somar mais um, a sua Casa do Povo, que foi a primeira a ser implantada no País, no ano de 1934. Curiosidade a existência durante a monarquia dos títulos nobiliarquicos de Condes e de Viscondes de Barbacena.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.5.07
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.5.07


Porque este é um assunto que interessa a todos fica o conselho deste Velho Conselheiro para que leiam o relatório do 1º Fórum de Participação pública (?) ver aqui.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 7.5.07



O Conselheiro Zé de Mello traz hoje ao blogue mais uma conversa com uma Elvense que está fora do seu torrão natal. Alice de Sousa é uma brilhante actriz radicada em Londres, onde tem a sua própria companhia teatral, com a qual alcança grandes êxitos traduzindo e levando às tábuas do Greenwich Playhouse os grandes nomes da literatura lusa, bem como obras por ela escritas. Já em 16 de Dezembro'05 aqui tinhamos referenciado esta Elvense (ver aqui). Esta entrevista foi solicitada à Alice de Sousa poucos dias antes da sua última estreia.




Que distancia existe entre esta Cidade de onde saiu muito nova e as tábuas do seu Teatro em Londres?
É uma distancia grande tanto física com de tempo. Sai de Elvas quando tinha apenas nove anos de idade.
Mantém alguma ligação a Elvas?
Infelizmente não. Tenho família nessa linda cidade mas não a visito tão frequentemente como gostaria. Faço planos de voltar um destes dias e ficar uma boa semana para me familiarizar novamente com Elvas.
A fama que hoje em dia as suas produções e representações alcançaram é fruto de trabalho e muita dedicação. Que palavras gostaria de dizer aos jovens elvenses que, como muitos hoje em dia, sonham ser artistas?
Tanto na arte assim como em tudo que se ambiciona na vida há que haver persistência, dedicação e 'belief' em nós próprios, nas nossas qualidades e capacidades próprias para fazer/criar algo de diferente ou até especial. E preciso ter fé. O resto é uma mistura de coragem, sorte e força.
A tarefa de levar a cultura do seu pais, sob a forma de Teatro, aos súbditos de Sua Majestade, é por si encarada como uma missão?
Sim, fartei-me de ver e de celebrar nos palcos britânicos a cultura de outros países Europeus que já eram bem conhecidos e representados antes de qualquer actividade cultural minha. E então decidi que era altura de demonstrar de uma forma significante e constante que a cultura e a literatura Portuguesa não é a Espanhola, e que acima de tudo é de grande qualidade. A missão continua no teatro com futuros projectos e com uma nova aventura, desta vez o cinema. Em 2005, criei a Galleon Films Ltd, estou brevemente de partida para o festival de Cannes com quatro projectos de filme de longa-metragem - dois de origem Portuguesa - um texto original, escrito por mim sobre a lenda de Inês de Castro; e o meu texto sobre Aristides de Sousa Mendes.
Como reagem os estrangeiros aos autores portugueses?
Gostam e não compreendem porque não existem traduções em inglês acessíveis ao público de Eça de Queirós, Almeida Garrett, Júlio Dinis, Sttau Monteiro etc.
Estreiou recentemente uma nova produção no seu Galleon Theatre em Londres. Fale-nos dela.

Extractos de criticas que recebemos:

    • "This production by Galleon Theatre Company laid bare all the qualities of human life. The play contrasts hope with despair and helplessness with power, creating a strong range of characters. This gripping story is a true gem." - Newsshopper
    • "In an eloquent and taut English translation by Alice de Sousa, directed by Bruce Jamieson, Thankfully there is Moonlight! marks a welcome return to the satisfying quality that has established Galleon's reputation as exponent of wrongly neglected classics.” - The Stage
    • "This gripping story is a true gem." - Newsshopper
    • "It is easy to see why Thankfully there is Moonlight! caused such an uproar when it was first published. This new translation by Alice de Sousa has lost none of its potency." - The Wharf
      "Thankfully there is Moonlight! is powerful story of human faith, courage and loyalty, and it is really worth seeing." - The Wharf
    • "There are echoes of the current situation in Iraq, in particular the recent show trial of Colonel Jorge Mendonca. " The Kentish Times
    • "The Superb characterisations" - Kentish Times
    • "Andy Dowbiggin, Rufus Graham, Michael Hucks and Alice de Sousa give stand-out performances in an excellent cast" - Kentish Times
    • "brilliant" - Kentish Times
    • "Powerful drama" - Kentish Times
    • "a powerful play, written out of anger and despair." - Time Out
    • "a potent historical document" - Time Out
    • "Here credit must be due to the director, Bruce Jamieson, for fleshing out who these people are. What is also of particularly high quality is the dialogue - Alice de Sousa, the adaptor, has produced a seamless translation and in doing so brings out a mordant wit. It would be unfair to single out actors, particularly in a cast of 12, so I will only say that the quality is of a standard far higher than you usually get on the fringe." - uktheatre.net
    • "The play was well-attended the night I went to see it and it was well-attended because word has got round that this is a very good play. A play packed with emotion. Who knows when next this country will see work by Sttau Monteiro - get along to see this quality drama at the Greenwich Playhouse before it ends." - uktheatre.net
    • "This is certainly a quality play with strong performances from the very talented cast." - indielondon.com
    • "If you like your theatre thought provoking and with strong topics, you will enjoy Thankfully There is Moonlight." - indielondon.com
    • "Galleon Theatre and Greenwich Playhouse are to be commended for resurrecting this largely overlooked classic of Portuguese theatre. This is an ambitious production offers themes that are as relevant to today's world as they were to the playwright's own in 1961, when it was written." - extra.extra.com
    • "The Greenwich Playhouse is perfect for productions of this kind. Bruce Jamieson delivers high emotional impact per square-inch, achieved through a mastery of light and sound." - musicomh.com
    • "It seems unfair to choose from such engrossing performances - this is a strong cast - but the role of Matilde, played by de Sousa herself, lingers long in the mind." - musicomh.com

Actriz, Escritora, e Produtora. Se a obrigassem a renunciar a um deles qual deixaria para trás? Porquê?

Nenhum! Faz tudo parte de mim, do que faço e do que necessito para realizar as minhas ideias e sonhos.

Shakespeare ou Gil Vicente?

Tenho que ser desleal - Shakespeare.
Já este ano, a convite da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, foi nomeada para o "Prémio Talento 2006", que culminarão no evento denominado "Gala dos Talentos" a transmitir via RTP para todo o mundo. É finalmente o reconhecimento do seu país pelo esforço na promoção da Cultura Lusa?
Recebi hoje noticias que fui seleccionada!

Se tivesse que escolher um décor para uma representação, de entre os monumentos de Elvas, qual escolheria?
O Aqueduto! É extraordinário!
O grande papel da sua carreira foi? E a qual ambiciona dar corpo?
É uma pergunta impossível de responder porque todas as personagens são completamente diferentes, pedem e representam desafios, oportunidades e recompensas diferentes. Gostei muito da personagem de Matilde que representei na recente peça, mas também de Luisa em 'Os Maias', Lady Macbeth, Juliet em Romeo & Juliet, The Duchess of Malfietc.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.5.07
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.5.07
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A ligação rodoviaria entre Elvas e Portalegre foi abordada no passado mês durante a realização da sessão distrital do Fórum socialista Novas Fronteiras, e onde estiveram presentes, além dos autarcas e deputados do distrito, os Ministros da Nação responsaveis pelo Ambiente e pelas Obras Públicas.
A ocasião foi aproveitada por Mário Lino para anunciar que a ligação entre a A23 e a A6 se encontra neste momento na fase de estudo prévio e que preve que o processo esteja finalizado até ao final do ano, após a conclusão do estudo de impacte ambiental.
Diante da representante das Estradas de Portugal, o Regedor referiu-se ao estado da actual ligação entre a Cidade de Elvas e a Capital de distrito como "críticas" as condições de "estradas, que são regionais e responsabilidade do Estado em termos legais". Rondão Almeida pinta um cenário de estradas "em ruptura completa, que nem sinalização já têm e são um risco constante para quem caminha por elas". O Regedor aproveitou ainda para frisar que a situação já foi "inúmeras vezes" comunicada às Estradas de Portugal, que nada tem feito para resolver o problema.
Quanto à futura ligação entre as auto estradas foi o autarca Portalegrense que defendeu que a mesma passe por Portalegre e daí para Elvas e Estremoz.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.5.07

Éditos antigos que continuam actuais:


24 de Agosto de 2005

SONS DA IBERIA


Nos dias de hoje para nos afirmarmos na sociedade e tentar fugir ao anonimato temos que ser especiais, diferentes, ter uma estrelinha que nos faça brilhar entre a multidão.
O mesmo podemos aplicar às nossas cidades. Se pensamos em Braga, lembramo-nos do canudo, dos Arcebispos; se for Coimbra, são os Doutores, o Fado e a Universidade; ou mais recentemente se for a Costa Alentejana é o Sudoeste e a Zambujeira ou Mérida com o Festival de Teatro em Espanha.
E nós por cá?!.....
Pelo que tenho visto e pelo que vou sabendo temos algumas actividades culturais e musicais, mas convenhamos estamos a trabalhar para dentro!
Porque não se aposta na realização de um evento que mobilize e leve até aos 4 cantos do país o nosso nome: Elvas. Ou melhor porque não aproveitar a nossa posição geográfica e fazer deste acontecimento algo transfronteiriço e assim projectar-nos também do lado de lá do Caia até ao Mediterraneo.
A hotelaria, a restauração, o comércio e toda a economia local só teria a ganhar com isso!Espaço para realizá-lo parece que vamos ter, o Pavilhão Multiusos do Morgadinho. Falta agora pensar num fio condutor para este evento. Eu deixo o meu grão de areia: Festival Sons da Iberia - Fado, Flamengo, Gaitas, Cante Alentejano, saias, "la jota", o Vira e o Malhão. Grandes nomes de um lado e do outro da raia num encontro ibérico de sons e musicalidades. Talvez a nossa estrutura local, incluindo o munícipio, não tenham envergadura para levar em frente esta ideia, mas para isso existem acordos comerciais e não faltam no panorama nacional empresas que já deram provas de conseguir mover montanhas e realizar utópias!
Fica a ideia.....

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