Joaquin Cortes actua dia 28 no Coliseu Elvense num espectáculo que este apresenta em digressão mundial com o título "mi soledad". O Coliseu ao mais alto nível.
Este fim de semana vale a pena ir ao CNT - Centro de Negócios Trasnfronteiriço, às Fontainhas em Elvas, onde decorre o Salão Internacional de Motos Custom Cidade de Elvas, um evento organizado pelo Palácio do Regedor e pelo Moto Clube Alentejano e que para além das motos transformadas e todo o que as rodeia destaque para o programa de animação onde actuam os Ramp no dia 28.Estiveram presentes, do lado de Portugal:
José Rondão Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Elvas; drª Elsa Grilo, Vereadora deste Pelouro; drª Filomena Barata, Delegada Regional do Alentejo do Instituto Português do Património Arqueológico; prof. arqtº José Aguiar, Presidente do ICOMOS de Portugal; arqtª Maria Fernandes, membro do ICOMOS de Portugal; dr. Rafael Alfenim, membro do ICOMOS de Portugal; e os membros da Comissão Técnica-Científica da Candidatura das Fortificações de Elvas a Património Mundial prof. Domingos Bucho, prof. António Ventura e arqtº Luís Portugal.
Do lado de Espanha, estiveram entre nós:
drª Maria Rosa Suárez-Inclán, Presidente do ICOMOS de Espanha; prof. António José Campesino, Vice-Presidente do ICOMOS de Espanha; Juan António Rodríguez-Villasante Prieto, Director do Centro Internacional de Estudos sobre Fortificações e Apoio Logístico, Vogal da Direcção do ICOMOS de Espanha e membro do ICOFORT (Comité Científico Internacional do ICOMOS para as Fortificações e Património Militar); drª Ângela Rojas Ávalos, Presidente do ICOMOS de Cuba e membro do Comité Executivo Internacional do ICOMOS.
Reflexões e conclusões
- foi constatado que a UNESCO privilegia as candidaturas transnacionais;
- concluído que é mais vantajoso e lógico, do ponto de vista técnico e científico, apresentar uma candidatura em série das fortificações abaluartadas fronteiriças entre Portugal e Espanha;
- concluído que Elvas, pela dimensão do seu conjunto fortificado, pelo estado avançado do seu processo de candidatura e pelas condições que reúne, lidere essa série;
- foi acordado que Elvas contacte outras Câmaras Municipais e Ayuntamientos com vista ao estabelecimento de uma declaração de compromisso para que outras fortificações abaluartadas da raia ibérica venham a integrar a série;
- considerado que Elvas deve avançar com o seu trabalho de conclusão do dossier de candidatura das fortificações abaluartadas a património mundial, adaptando-o a esta tipologia.
Estas conclusões serão comunicadas às entidades competentes para decidir nesta matéria em Portugal e Espanha (Comissão Nacional da UNESCO e Dirección General de Protección de Património, respectivamente).
O que antes separou hoje une!
Portugal e Espanha têm uma das fronteiras mais antigas e mais estáveis da Europa. As fortificações mútuas marcam um mesmo território: o que antes separou hoje une! Nesta linha de fronteira desenham-se várias fases de ocupação. A zona raiana tem uma unidade transfronteiriça que pode constituir o motor de uma primeira candidatura de um Património ou “bem” seriado.
Elvas, por estar situada entre o Alentejo e a Estremadura e por ser o ponto de passagem mais importante desta fronteira, a mais antiga da Europa, como o comprovam os abundantes testemunhos de viajantes estrangeiros; Elvas, por ser a mais significativa e representativa, irá abrir o caminho desta convergência ibérica que se espalhou por todo o mundo (por exemplo: América Central e América do Sul) e que poderá, no futuro, desenhar um território cultural de dimensão universal.
In: Palácio Digital (link)
Esta imagem foi colocada "por engano" no último Boletim do Palácio do Regedor, rematada pela legenda junta. Na verdade esta deveria surgir na "Caras Elvenses" (link) e não num orgão oficial de uma autarquia. Compreendo o orgulho e satisfação do Regedor mas é abusiva a sua publicação que em nada retrata a acção governativa.10h30 - POSTO DE TURISMO - Recepção dos Participantes, seus Acompanhantes e Convidados
11h00 - AUDITÓRIO DO CENTRO CULTURAL
1ª PARTE das 11h00 às 11h30
Lendo poetas de Alvito por Olinda Bonito
2ª -PARTE das 11h30 às 13h00
Colóquio
Oradores:
Dr. Hugo Lança - "Regulamentação da blogosfera"
João Espinho - "Blogosfera - Que futuro?"
13h30 - Almoço no restaurante " O Camões" em Vila Nova da Baronia
15h30 - Visita guiada ao Concelho de Alvito (oportunidade de conhecer a
história deste concelho perpetuada nos inúmeros monumentos)
Igreja Matriz N. Sª da Assunção - Vila Nova da Baronia
Ermida de Sª Águeda/ S Neutel - Vila Nova da Baronia
Barragem de Odivelas - Markádia - Empreendimento turístico
Ermida de S. Sebastião - Alvito
Grutas do Rossio - Alvito
Paço Acastelado/Pousada do Castelo de Alvito
18h00 - CENTRO CULTURAL DE ALVITO
Actuação de Grupo de Cante Alentejano de Alvito
"Os Amigos do Cante"

Muitos dos tubos da fachada estavam retirados, outros danificados e outros já nem existiam. Como se vê nas fotos acima, os monumentos nacionais, em anteriores restauros não tiveram cuidado com o instrumentos. Cimento e cal entupiam os tubos da fachada, como se vê. Os tubos interiores estavam espalhados pelo coro, como se pode ver. Outros estavam decepados. (fotos abaixo)
Os tubos de madeira tinham rasgos tapados
com (importantes?) pedaços de partituras, alguns dos quais consegui retirar e recuperar. As partes interiores do órgão, someiros, teclados e partes mecânicas foram desmontadas por nós. Os someiros foram abertos e totalmente restaurados, com substituição de peles.
Como se impunha deixo aqui também a mensagem que António Simões nos enviou:
Aldeia da Parteira, Aldeia da Farinha, Boa Vista, Olho de Porco (Aldeia do Pombal) e Portado Alto. Com o crescimento da Cidade de Elvas, as novas urbanizações a oeste da Cidade encontram-se já na sua área, pelo que num futuro será esta mais uma das freguesias urbanas com um vasto território rural.Constituída por inúmeras hortas e quintas, são várias as referências bibliográficas que nos relatam a existência destes locais desde o séc. XV/XVI, época da qual data a Igreja de S. Brás de Varche, com posteriores ampliações no sec. XVII.














