edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.3.07
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Mais uma vez regressa a Elvas a "namoradinha de Portugal", Catarina Furtado.

Será já no próximo sábado à noite, quando em directo, do Coliseu Cidade de Elvas, a RTP1, fará a estreia da 3ª série do popular Concurso "Dança Comigo".

Recordemos que esta diva dos écrans, chegou a Elvas, nos idos 1990's num helicoptero em busca dum tesouro, num programa conduzido pelo saudoso Henrique Mendes e por Rita Blanco.

Será Catarina Furtado convidada a ser Embaixadora de Elvas!? E à posteriori serão convidadas outras figuras não só glamorosas, como também do mundo académico para criar um lobby de promoção da Cidade. Fica a ideia!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 28.3.07

Nos últimos anos a Cidade tem sofrido uma verdadeira revolução no seu Centro Histórico, e, hoje que se celebra a nível nacional o Dia dos Centros Históricos, o Palácio do Regedor, associa-se a esta comemoração com várias actividades na "sala de visitas" do burgo.

Recordemos que alguns edifícios, e em boa hora, sem utilidade e em abandono foram devolvido ao usofruto das populações; destaco a Casa da Barcas, que é hoje o Mercado Municipal ou ainda o antigo Cine S. Mateus reconvertido em Museu de Fotografia e Auditório. A nova fisionomia da Rua da Cadeia ou da Praça 25 de Abril são exemplos de intervenção urbana que melhora e devolve a Cidade aos cidadãos. Mas também a iniciativa privada tem o seu papel neste renascer da Fénix, olhemos o Hotel S. João de Deus ou os novos edifícios de habitação que aos poucos vão sendo reabilitados no Cidade Intramuros.
É dia de festa!, mas é também dia de pensar o que se quer para estes espaços! Há que proporcionar condições para que estes espaços não sejam museus mas sim espaços vivos e de fruição das pessoas, acolhedores para que os jovens queiram aqui residir.
E espero que neste dia se olhe também para aqueles edificios que apresentam já marcas do seu estado de abandono como é o caso da antiga Manutenção Militar, para a qual o Regedor anunciou ser uma possível localização do Museu Rural e Etnográfico, ou ainda para o malfadado edifício da Rua do Tabolado.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 27.3.07

Alertado para a situação por um dos Conselheiros, fica aqui o pedido de desculpas deste Velho Conselheiro e o alerta ao Palácio do Regedor para um erro que comete, segundo apuramos, desde 1998, data da 1ª edição deste folheto.
No mapa do centro histórico que constava na coluna esquerda do blogue, retirada do dito folheto datado de à 10 anos, e ainda em distribuição, é referida a muralha árabe como A, a fernandinba como B e a do séc.VII como C.
Segundo nos informa o Conselheiro MG a realidade é:

  • a muralha assinalda com a letra A refere-se à 1ª cerca muçulmana;

  • com a letra B deve identificar-se a 2ª fortificação almóada;

  • C - muralha fernandina;

  • A obra abaluartada seria a D, que praticamente se sobrepõe à fernandina.

Com o aproximar dos festejos do Dia Nacional dos Centro históricos, a celebração dos 500 anos da elevação de Elvas a Cidade e antetudo o finalizar do dossier de candidatura das Fortificações de Elvas a Património Mundial, anunciado para este 2007, é tempo de, nomeadamente o Vereador do Turismo, a Vereadora do Património Histórico e, em último caso, o Regedor, emendarem este erro que engana quem nos visita e nada ajuda na promoção da maior joía elvense, as fortificações!

O Zé de Mello já o fez! versão correcta aqui.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 27.3.07
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O édito de hoje chega via o blogue Dedo na Ferida ( link) do sitio electrónico da Aldeia de Santa Eulália (ver aqui).

É esta a questão que se põe...Águas...ou esgotos???
Não sabemos ao certo para que serve uma ETAR, principalmente esta de Santa Eulália, que para além de estar demasiado próxima da localidade (trazendo cheiros e mosquitos no tempo quente), as suas "águas" vão parar a um ribeiro que tem vindo a morrer com o passar do tempo. Ainda me recordo de ver peixes, entre outros animais caracteristicos dos ribeiros por ali, mas que foram desaparecendo, devido à poluição do mesmo com esgotos que vão directamente de habitações desaguar ao seu leito, como "descargas" feitas pela ETAR.
Será que tudo isto não tem uma solução?? será que não é assim tão importante??

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 26.3.07
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Vila Boim é uma freguesia do Concelho de Elvas e está limitada a norte pela freguesia de Vila Fernando, a sul pelo munícipio de Vila Viçosa, a oeste pela freguesia da Terrugem e a leste pela freguesia de S. Brás e S. Lourenço. Dista 10km de Elvas, 20km de Vila Viçoas, 16km de Borba. Tem com 25,54 km² de área e 1 331 habitantes (Censos 2001)e uma Densidade: 52,1 hab/km².
Vila Boim tem vestigios de povoamento desde a época pré-histórica como comprovam algumas antas
descobertos na freguesia. No século II a.C., chegaram os romanos a Vila Boim.
O início da história documentada de Vila Boim, dá-se com a chegada dos muçulmanos
. Os muçulmanos baptizaram Vila Boim de Moçarava. Em 1226 D. Sancho II expulsa os muçulmanos de Elvas. Supõe-se assim que esse tenha sido o mesmo ano em que os muçulmanos tenham sido expulsos de Vila Boim.
Já no reinado de D. Afonso II
, Vila Boim foi doada a D. João de Aboim, deixando a designação de Moçarava, para adoptar numa primeira fase o nome de Vila Aboim e posteriormente a nomenclatura de Vila de Boim. Ao longo da segunda metade do século XII, D. João de Aboim foi adquirindo mais terras, até que em data incerteza e quando Elvas delimitou por padrões as possessões senhoriais, surgiu o Concelho de Vila Boim.
Desde 1305
, o Concelho de Vila Boim andou na posse da coroa, até que em 23 de Janeiro de 1374, D. Fernando extinguiu o Concelho de Vila Boim e o integrou no Concelho de Elvas. Mas a 14 de Julho de 1374, D. Fernandovoltou a restituir o Concelho de Vila Boim e a sua autonomia.
Em 1451
, Fernando de Abreu vendeu Vila Boim a Fernando I de Bragança, fazendo Vila Boim parte do Ducado de Bragança até 1876. Em 1505 iniciou-se a construção do Castelo de Vila Boim, que foi destruido na Guerra da Restauração.
Os principais monumentos de Vila Boim já não existem. A lembrar: Castelo de Vila Boim, Paço dos Duques de Bragança e o Pelourinho. Resta apenas a Igreja de São João Baptista do século XVIII. A 1 de Julho de 1518
Vila Boim recebeu foral manuelino.
Em 1836
aquando das reformas administrativas o Concelho de Vila Boim foi definitivamente extinto e integrado no Concelho de Elvas.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 25.3.07
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CIDADES ABALUARTADAS DA RAIA


Texto de Moisés Cayetano Rosado - Professor na Universidade da Extremadura e Director da Revista de Estudios Extremeños




As lutas entre Espanha e Portugal durante a Idade Moderna fizeram com que os recintos fortificados mais perto da “Raia” se reforçassem com técnicas adequadas às inovadoras armas de combate de grande alcance – em especial a artilharia -, ao mesmo tempo que ampliavam o seu perímetro e se dotavam de fortes externos, revelins, galcies… Assim se constituindo-se em fortificações abaluartadas: construções com pouca altura, mas de grossos muros em talude de dupla parede de pedra recheadas de terra, que absorvem os impactos, e reforçadas por baluartes poligonais em ângulo.

Na linha Madrid-Lisboa, na fronteira, tornam-se imprescindíveis: Guerra da Restauração para libertar-se do domínio dos Áustrias Espanhóis (1640-1668), Guerra da Sucessão da Coroa Espanhola depois da morte sem descendência de Carlos II (1701-1714) e das Invasões Napoleónicas na sua ânsia imperialista (1808-1814) serviram para contínuos aperfeiçoamentos.

Hoje, esse excelente património arquitectónico militar na “Raia” tem os seus exemplos mais singulares – correspondendo ao “botão e olhal” – em Marvão/Castelo de Vide/Portalegre frente a Alcántara/Bronzas/Valencia de Alcántara; Ouguela/Campo Maior frente a Albuquerque; Elvas (e a sua retaguarda Vila Viçosa/Estremoz/Évora) frente a Badajoz; Juromenha correspondendo a Olivença e Monsaraz com Alconchel. Ou mais a norte Ciudad Rodrigo com Almeida; ou mais a norte Valença do Minho com Baiona.

O muito e valioso que se conserva, tem identidade, especificidade, universalidade, densidade, valor histórico e artístico e ideia de conjunto suficiente – requisitos exigidos pela UNESCO – para constituir um legado digno e potencial para candidatar-se a Património Mundial, dentro da tipologia de Sitio, podendo estender-se a toda a Raia Ibérica.

Certamente, a identidade é inigualável: em nenhum outro lugar do mundo há um património arquitectónico militar tão claro, definido, conseguido e homogéneo.


Por outro lado a especificidade é indiscutível: estamos perante um património monumental rigorosamente utilitário, de reforço defensivo, de salvaguarda da população, de prevenção em frente à hostilidade sistematizada.

O património é, por sua vez, taxativamente universal: responde a um modelo construtivo que tem equivalências e replicas por todo o mundo, entre os séculos XVII e XIX, sobretudo na Latino-américa e Mediterrâneo.

Mas a densidade, a nutrida representação de construções, em nenhum lugar está tão presente como na raia extremenho-alentejana.

Tudo isto nos situa perante um legado de grande valor histórico artístico, pois por elas podemos estudar a mentalidade sociopolítica, poder económico, desenvolvimento cultural, cientifico, técnico de um extenso período de mais de 300 anos.

O conjunto tem ideologia extraordinária, pois responde a uns rigorosos critérios lógicos: a convulsão continuada durante um período difícil; a assunção de responsabilidades colectivas para salvaguardar a comunidade ameaçada; a consciência da necessidade de uma obra perdurável no tempo perante as agressões bélicas sistematizadas, sem esperança de uma rápida solução pacífica.

Já, na Lista Indicativa de Espanha, revista pelo Consejo del Patrimonio Historico em 17 de Junho de 2005, figura com aspirações a ser classificado como Património Mundial as “Fortificações Abaluartadas Fronteiriças”, requisito prévio para a candidatura formal à UNESCO. E, a cátedra de Analise Urbano e Regional do Departamento de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade da Extremadura, dirigida pelo professor Antonio J. Campesino Fernandez, Vice Presidente do ICOMOS – Espanha (organismo consultor da UNESCO para avaliação dos aspirantes a Património Mundial), está eficazmente trabalhando para alcança-lo; o professor da Universidade Moderna de Lisboa, Dr. Arq. Manuel Pagés Madrigal, vem coordinando desde 1995 workshops de verão sobre o tema.
Desde a Extremadura e o Alentejo – em realidade, desde toda a Raia – temos que trabalhar para que esta aspiração se concretize: estudar, investigar, catalogar, cartografar, fotografar, documentar, reabilitar as fortificações abaluartadas; valoriza-las como museus de Historia Militar e de Historia de Fronteira, como centros culturais, recreativos, de encontro e ócio, como atracção turística… Coordenar esforços municipais, regionais, transfronteiriços…; universitários e políticos… Estes são os passos primordiais para ambicionar com garantias a Sitio Património da Humanidade.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.3.07
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.3.07

Deve o Regedor suspender o mandato até ser resolvido o processo judicial?


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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.3.07
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Celebra-se hoje o Dia Mundial da Água, organizado pela ONU-Água ao qual se junta este Velho Conselheiro lembrando a todos os visitantes, Conselheiros e ao Regedor, que a água é a maior riqueza que podemos deixar para o futuro!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 21.3.07
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Hoje, entre fogos de artificio e batalhas florais, o Regedor entregou o abastecimento público de água aos privados!!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 21.3.07
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Segundo noticiado pelas rádios locais o Regedor, José António Rondão Almeida, e o e o chefe da Divisão Financeira do seu Palácio, Paulo Dias, foram constituídos arguidos, na sequência do processo conduzido pelo DIAP de Évora realizou ao executivo anterior que nos últimos dias de 2002 concedeu 50.000€ (Dez milhões de escudos) ao O Elvas CAD para este fazer frente a uma dívida de 75.000€ aos cofres das Finanças Nacionais.


Esta informação sobre a investigação já tinha sido avançada pelo Linhas de Elvas em Novembro último e levou a que este Velho Conselheiro naquela data tivesse escrito: "Apesar de este Velho Conselheiro não acreditar que o Regedor tenha cometido alguma irregularidade na concessão deste subsídio, já o mesmo não se pode dizer da decisão moral de o fazer." Ver édito completo aqui.
Como na altura questionei volto a fazê-lo agora: Deve a administração local pagar impostos referentes ao um clube privado, mesmo que esse seja um histórico e digno(?) embaixador do nome da Cidade?
Esta pronuncia da Justiça vem confirmar aquilo que não deve ser a prática daqueles que regem os destinos concelhios, o aproveitamento político e pessoal da sua posição, para, com os dinheiros públicos, financiar campanhas de promoção pessoal, apesar destas tenderem a servir de resgate a instituições muito amadas no burgo.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 20.3.07
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Anuncia-se para breve a abertura do Centro da Juventude local, onde serão instalados a Loja da Juventude, Espaço Internet e outros serviços destinados aos jovens Elvenses.
A criação de Espaços Internet de acesso público, servidos por monitores, é uma medida prioritária da Iniciativa Internet do Programa Operacional do Conhecimento do Governo da Nação que está a estender a todo o país a oferta de espaços públicos de socialização dos cidadãos às tecnologias de informação e à Internet.
No caso elvense a comparticipação dos fundos europeus atinge os 64,24% financiados pelo PORAlentejo âmbito da Linha de Acção "Promover a Coesão Digital no Território" da Medida 3.6, sendo Elvas um dos últimos 15 concelhos alentejanos a implantar o seu Espaço Internet.

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