edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.3.07
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É esta uma das chamadas de 1ª página no diário de Badajoz, Hoy (link), de hoje.


Elvas, una visita a 'Rondao-City'
Mientras Portugal vuelve a sumirse en una histórica angustia existencial, la villa fronteriza vive un periodo de optimismo liderado por su alcalde
J. R. ALONSO DE LA TORRE/HOY


Portugal crece con lentitud. Tras la Expo y el Europeo de fútbol, el país parece haber recobrado su estado favorito: la angustia existencial: «Sabemos quiénes somos y de dónde venimos, ¿pero adónde vamos?» La saudade política retoma su espacio tradicional en el imaginario colectivo luso. Tras el rey Don Sebastián y los grandes conquistadores, ahora le toca el turno al dictador Antonio de Oliveira Salazar.
El fundador del llamado Estado Novo es el protagonista de cuatro de los diez libros más vendidos en el país. Su figura dictatorial lidera un concurso televisivo de la RTP llamado 'Os grandes portugueses', donde el otro político más votado es el histórico líder comunista Álvaro Cunhal, de nuevo el padre enérgico, duro, casi tirano.
Hay sin embargo una isla en este panorama de ambiente crítico e hipotermia colectiva. Y está ahí, en La Frontera, a un paso de Badajoz, justo tras cruzar el paso de Caia, el más transitado de la Raya (8.669 vehículos diarios en 2004). Se trata de Elvas, ciudad a la que no sería descabellado llamar Rondao-City.
El párking y la Pantoja
Cuando uno llega a Elvas se percata de que José Rondao debe de ser un personaje de cierta importancia. Vas conduciendo y las señales te orientan hacia el párking subterráneo José Rondao. En los paneles callejeros se anuncian las actuaciones de Dulce Pontes, de la Pantoja, de Carreira, cantante portugués de primera fila... Todos ellos actúan en el Coliseo José Rondao.
¿Pero quién es este personaje de La Frontera en cuya memoria se construyen los más modernos equipamientos urbanos de Elvas? Pues es su alcalde, José Rondao, un tipo especial, carismático, de melena blanca tupida y sedosa y personalidad acusada, que preside la Cámara Municipal de Elvas desde 1993.
José Antonio Rondao Almeida es hijo de campesinos alentejanos y se caracteriza por una cojera elegante que se produjo a los 20 años, jugando en el Barreiros, equipo de la Primera División portuguesa. Ha sido varias veces el alcalde más votado de Portugal (más del 70% de los sufragios) y su despacho oficial es un laberinto de siete puertas por donde entran y salen secretarias, un escenario perfecto para un vodevil francés.
A los 17 años asombraba a su pueblo al ser fichado por un equipo de campanillas y al regresar a casa volvía a asombrar ganando las lecciones municipales.
Rondao supo entender que aquella Elvas que vivía fundamentalmente de la agricultura se acababa con la entrada en la Unión Europea. El sector servicios creció y dio empleo al 45% de la población activa. Pero al desaparecer la frontera, hubo un bajón en los servicios y Elvas se abrió al sector industrial sin descuidar el comercio, donde Rondao se convirtió en el último mohicano que hace frente a las grandes superficies comerciales, que pugnan por instalarse en Elvas, pero Quijote Rondao sólo deja abrir supermercados del tipo Pagapouco o Lidl.
Plaza fuerte
Elvas es el típico ejemplo de ciudad que le debe lo mejor y lo peor a La Frontera. Las asechanzas del enemigo español fueron la causa de sus penas, pero también la convirtieron en una plaza fuerte de primera magnitud, y las hordas compradoras extremeñas propulsaron su despegue económico. Paseando por Elvas se palpa un leve bajón comercial, contrarrestado por un auge del ocio: noches juveniles atrayentes, nuevos hoteles de lujo, magnífico coliseo...
Rondao-City mantiene también su tirón gastronómico. Sigue especializada en el marisco, ostentando desde hace años el honorífico título de ciudad de interior con más marisquerías de Portugal. Aunque su encanto fundamental a la hora de comer sigue siendo encontrar restaurantes poco famosos donde sólo almuercen portugueses como el Sao Domingos, en la parte baja del casco viejo, con sus sabrosas raciones para tres, sus sopas caseras por poco más de un euro y sus precios de antes.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.3.07
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.3.07
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Segundo o Correio da Manhã de hoje ( link ) o Palácio do Regedor ainda não autorizou a realização do Festival Freedom, “Estamos a reunir os pareceres das autoridades, associações ambientalistas e de outras entidades, e a reunir com a organização para ouvir as propostas e exigir determinadas regras para a preservação do espaço. Em 2005 tudo ficou limpo”, são as declarações de João Vintém ao períodico.


Por outro lado Carlos Pepê, dirigente do GEDA (Grupo de Ecologia e Desportos Aventura) apresentam outras localizações para a realização deste Festival de Música Electrónica: Ajuda, Ouguela ou num braço da barragem na freguesia de St.ª Eulália.
Ainda o autarca elvense declara, "Um evento desta dimensão é bom para o comércio", e pergunta este Velho Conselheiro: Algum comerciante de Elvas ou Santa Eulália notou incrementos no seus negócios durante a realização da anterior edição deste festival?
Seja realizado o festival mas preserve-se a água que os Elvenses consomem!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.3.07
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No teu branco seio eu choro.
Minhas lágrimas descem pelo teu ventre
E se embebedam do perfume do teu sexo.
Mulher, que máquina és, que só me tens desesperado
Confuso, criança para te conter!
Oh, não feches os teus braços sobre a minha tristeza não!
Ah, não abandones a tua boca à minha inocência, não!
Homem sou belo
Macho sou forte, poeta sou altíssimo
E só a pureza me ama e ela é em mim uma cidade e tem mil e uma portas.
Ai! teus cabelos recendem à flor da murta
Melhor seria morrer ou ver-te morta
E nunca, nunca poder te tocar!
Mas, fauno, sinto o vento do mar roçar-me os braços
Anjo, sinto o calor do vento nas espumas
Passarinho, sinto o ninho nos teus pêlos...
Correi, correi, ó lágrimas saudosas
Afogai-me, tirai-me deste tempo
Levai-me para o campo das estrelas
Entregai-me depressa à lua cheia
Dai-me o poder vagaroso do soneto, dai-me a iluminação das odes, dai-me o [cântico dos cânticos
Que eu não posso mais, ai!
Que esta mulher me devora!
Que eu quero fugir, quero a minha mãezinha quero o colo de Nossa Senhora!

Vinicius de Moraes

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 7.3.07
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.3.07

Texto enviado por Endovelico Bronconcios.

Para os lados do Palácio do Regedor as águas andam agitadas, não sei se por causa das alterações climatéricas, mas a água já está a levantar muitas ondas. No entanto até o barco chegar a bom porto muita mais água ainda vai correr por de baixo da " ponte ".
Fala-se do concurso internacional para a "Concessão da Exploração e Gestão dos Sistemas de Distribuição de Água para Consumo Público e de Recolha de Efluentes do Concelho de Elvas " muito bem , não sei se repararam mas fala-se em concessão .
Mas afinal o que é uma concessão, nestas coisas e para não me enganar e não enganar ninguém, gosto de me socorrer do dicionário on line de Português, e o que reza o mesmo em relação a concessão é o seguinte; acção de conceder, permissão, licença, mercê, favor, privilégio que o governo dá a particulares, a companhias ou a empresas, para a exploração de serviços de utilidade pública ou particular.
Em conclusão, e para que todos nós nos entendamos, do que estamos a falar é em alugar algo por um período de tempo previamente estipulado e em contrapartida recebemos uma renda por esse aluguer , basicamente é isto.
Podemos alugar casas, comércios, e até bares. Vamos ao exemplo dos bares das sociedades recreativas. É publicado um concurso, ganha a "melhor proposta "em principio, e depois vêm as chatices. O preço que a direcção quer para a bica colide com o preço pretendido pelo concessionário da concessão, e aí começa todo um processo de negociação para ver se chegam a acordo, mas a concessão já é do concessionário.
Mas aqui não estamos a falar de um simples bar de uma qualquer sociedade deste país, estamos a falar de um serviço público .
Realmente a futura situação é muito mais cómoda do que a actual, por agora ouvem-se criticas que o Regedor nada faz, que prometeu mas que continua tudo na mesma, se quero tomar banho tem que ser ás 5 da manhã , etc.
Depois da " Concessão " não confundir com "Privatização", as realidades vão ser muito mais cómodas de gerir, pois já temos alguém em quem "bater", e sendo assim já ficamos bem na fotografia, porque a partir desse dia a culpa passa a ser da Aqua Lia .
Realmente mais um negócio das arábias, investem-se uns milhões de Euros a reforçar a conduta principal que vem da barragem do Caia, o caudal vai aumentar, com a feitura da nova estação também a pressão de fornecimento irá ser maior, enfim estão criadas as condições para podermos alugar a "coisa ".
Mas fala-se de água, mas não nos podemos esquecer dos " Efluentes ", porque no que diz respeito aos esgotos a situação ainda é mais pacifica, não existem ETARES dignas desse nome, portanto não há dores de cabeça, e as ratazanas que existem cada vez em maior número até dão uma ajuda na limpeza dos mesmos .
Como algo que é alugado, com o passar do tempo vai-se degradando e deteriorando, e cabe sempre ao senhorio conservar o que é seu pois por isso recebe uma renda .
Sem querer fazer futurologia, lá vem mais um negócio que mais parece uma negociata, lá estamos a arranjar mais uma pesada herança para as gerações vindouras, porque o dono da "coisa " é o mesmo, e quando houver que fazer investimentos em infra-estruturas lá está o palácio do Regedor a pagar com o nosso dinheiro, e a Aqua Lia a executar, como vulgo se diz " como a dois carrinhos ".
Aqui estamos nós neste país em que nada acontece aos colarinhos brancos, e a ver a banda passar .

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.3.07
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JUNTA DE EXTREMADURA - Consejería de Cultura
JORNADAS TÉCNICAS TRANSFRONTERIZAS
Palacio de Congresos de Badajoz
23 y 24 de marzo de 2007

LA RAYA ABALUARTADA IBÉRICA: PAISAJE CULTURAL DE LA HUMANIDAD.

PROGRAMA
Viernes, 23 de marzo.

09:00-09:30. Recepción de participantes y entrega de documentación.

09:30-10:30. Acto inaugural.
Francisco Muñoz Ramírez. Consejero de Cultura. Junta de Extremadura.
Miguel Ángel Celdrán Matute. Alcalde del Ayuntamiento de Badajoz.
José António Rondão Almeida. Presidente da Câmara Municipal de Elvas.
Ramón Rocha Maqueda. Alcalde del Ayuntamiento de Olivenza.
José Ernesto d’Oliveira. Presidente da Cámara Municipal de Évora.
Montaña Hernández Ramírez. Directora del Gabinete de Iniciativas T.
Antonio-J. Campesino Fernández (Director de las Jornadas Técnicas).

10:30-12:00. Fundamentación histórica.

Miguel Ángel Melón Jiménez (Profesor Titular de Historia Moderna, UEX.). Formación y delimitación histórica de un espacio fronterizo.

António Ventura (Professor Catedrático de História Contemporânea da Universidade de Lisboa. Especialista en História Militar).
Uma fronteira que une.

12:00-12:30. Descanso- Café.

12:30-14:00. Investigación y gestión del patrimonio mundial: Évora.

Antonio Navareño Mateos (Profesor Titular de Historia del Arte, UEX).
Planos y proyectos de fortalezas abaluartadas en la frontera de Portugal.

María Manuela Oliveira (Directora do Departamento do Centro Histórico, Património e Cultura da Câmara Municipal de Évora).
Évora: 20 anos de gestão no Património Mundial.

16:30-18:00. Paisaje cultural, urbanismo y arquitecturas: Olivenza.

Antonio-J. Campesino Fernández (Catedrático de Análisis Urbano y Regional, UEX).
La Raya Ibérica: paisaje cultural.

José Manuel Pagés Madrigal (Arquitecto. Profesor da Faculdade de Arquitectura da Universidade Moderna de Lisboa).
Urbanismo y arquitecturas: Olivenza.

18:00-18:30. Descanso-Café.

18:30-20:00. Patrimonio abaluartado: Badajoz y Elvas.

María Cruz Villalón (Profesora Titular de Historia del Arte, UEX).
Badajoz: ciudad abaluartada.

Domingos Bucho (Historiador. Doutor en Conservação do Património Arquitectónico. Instituto Politécnico de Portalegre).
As fortificações de Elvas. Justificação para a sua candidatura a Património Mundial.


Sábado, 24 de marzo.

9:30:-11:00. Candidatura a Patrimonio Mundial.

José Carlos Salcedo Hernández. (Arquitecto. Profesor del Departamento de Construcción de la Escuela Politécnica de Obras Públicas, UEX).
Estado del planeamiento urbanístico en las ciudades abaluartadas extremeñas.

María Rosa Suárez-Inclán Ducassi (Presidenta de ICOMOS-España).
Directrices, criterios y procedimiento de inclusión de la Raya Abaluartada Ibérica en el Patrimonio Mundial.

11:00-11:30. Descanso-Café.

11:30-13:00. Relatoría de conclusiones y clausura.

Francisco Pérez-Urbán. (Dir. Gral. de Patrimonio. Junta de Extremadura)
Moisés Cayetano Rosado. (Director de la Revista de Estudios Extremeños)
Antonio-J. Campesino Fernández (Vicepresidente de ICOMOS-España).

16:00-19:00. Trabajo de campo. Visita al triángulo abaluartado del Guadiana: Badajoz-Olivenza-Elvas, dirigido por los profesores María Cruz Villalón, José Manuel Pagés Madrigal y Domingos Bucho.

Director.
Antonio-J. Campesino Fernández (Vicepresidente de ICOMOS-España).

Secretario.
Adolfo Chautón Pérez (Geógrafo. Master en Urbanismo por la ETSA de la Universidad de Valladolid).


OBJETIVOS.

La raya ibérica abaluartada contiene valores naturales y culturales de reconocida universalidad y excepcionalidad que la hacen acreedora a su ingreso en la Lista del Patrimonio Mundial. Un cuarto de siglo de investigación transfronteriza interdisciplinar (urbanistas, arquitectos, geógrafos, historiadores del arte, modernos y contemporáneos) en las Universidades rayanas y fecundas relaciones de cooperación transfronteriza avalan la consideración del paisaje rayano compartido como un crisol de recursos patrimoniales que alcanzan su mayor singularidad en los sistemas de fortificación abaluartada, indisolubles de sus territorios envolventes.
Con el patrocinio de la Consejería de Cultura de la Junta de Extremadura, la colaboración del Gabinete de Iniciativas Transfronterizas y los avales de los responsables municipales de Badajoz, Olivenza, Elvas y Évora, las presentes Jornadas Técnicas pretenden, desde la raya extremeña-alentejana, coordinar la conjunción de esfuerzos científicos y políticos, públicos y privados, conducentes a la presentación de una candidatura única de la Raya Abaluartada Ibérica a Patrimonio Mundial, por ambos países ibéricos, una decena de regiones fronterizas y multitud de municipios rayanos.
Inscripciones:
Inscripciones gratuitas en la recepción de participantes.
Anticipadamente, dirigiendo los datos personales a:
Secretaría de las Jornadas
Departamento de Geografía y Ordenación del Territorio
Facultad de Filosofía y Letras de la UEx
Avda. Universidad, s/n 10071 CÁCERES
Tel 927.257400 Ext. 7725
Fax 927.257401
E-mail: acampesi@unex.es
O Conselheiro Zé de Mello agradece ao adminstrador do blogue "El Avisador de Badajoz" pela informação.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.3.07
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"A MORTE À VENDA" - É com este título que o editorial de hoje do Diário de Notícias, assinado pelo Editor Executivo do periodico, Miguel Gaspar, faz uma disertação sobre o tema da privatização dos cemitérios, sendo que um dos títulos da 1ª página é " Elvas vai ter o primeiro cemitério privado" ( link).


«Um sidecar para transportar uma urna? Pagar 30 mil euros por um enterro? São dois exemplos da revolução anunciada no "negócio da morte" de que damos conta nesta edição do DN. O cemitério da cidade alentejana de Elvas será o primeiro a contar com a gestão privada da multinacional Servilusa - tirando aliás partido de uma bem portuguesa omissão na lei. O mais relevante nesta transformação da morte em mercadoria é a forma como transforma um dos rituais mais profundos das sociedades humanas.A antropologia ensina-nos a importância da morte na cultura desde o homem primitivo. Aprendemos a encontrar nos monumentos funerários testemunhos duradouros de hábitos e de visões do mundo do passado. Imagina-se portanto o problema que espera os arqueólogos do século XXXIII. Hoje podemos compreender hierarquias sociais ou mitologias estudando uma pirâmide do antigo Egipto. Será que o legado do século XXI à memória das épocas futuras consistirá na redução do momento da passagem a uma frivolidade social, em que nos preocupamos com o catering e a reportagem em vídeo do acontecimento, em vez de prestar homenagem à memória de quem nos deixa? Em sociedades materialistas e consumistas como a nossa, a morte é praticamente o único momento em que retomamos contacto, provisoriamente, com a dimensão vital da experiência humana. A morte não é hoje o mistério que intrigava os primitivos ou que alimentou durante milénios o poder das religiões. A comercialização da morte, em si mesma, não é uma novidade: afinal de contas, sempre existiram agências funerárias. Só que estas nunca deixaram de respeitar o modo tradicional de encarar a morte. Pelo contrário, o novo negócio introduz princípios novos: se o culto do consumo consegue transformar a vida numa experiência banal, em que apenas conta aquilo que se pode comprar, então faz sentido que a morte seja, também ela, banalizada. Tal como os regimes comunistas procuraram eliminar a religião do quotidiano das pessoas, em nome de uma ideologia, as sociedades liberais estão a transformar toda a cultura, não necessariamente em nome de uma ideologia, mas da materialização desta em custos e proveitos. Uma sociedade na qual é possível usar um sidecar para enterrar entes queridos não terá uma relação omissa com o simples acto de estar vivo? »

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.3.07
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Depois das notícias sobre o encerramento da secção de Elvas da P.S.P. e do alerta aqui lançado por este Velho Conselheiro, é hoje anunciado pelo Regedor, após reunião com o ministro da pasta, que a esquadra elvense não irá encerrar.


Nesta decisão tiveram peso, certamente, as características transfronteiriças de Elvas e a implantação no Concelho de uma Plataforma Logistica.
Os "arautos da desgraça", epítuto que o Regedor outorgou a quem se preocupa pela sua Cidade, estarão nesta data tão ou mais felizes por esta decisão governamental que o próprio Regedor.

E estão, obviamente, todos os Elvenses de parabéns por esta nova que o Regedor lhes trouxe hoje de Lisboa!


Todos Somos Elvas!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.3.07
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Damos hoje por terminada a sondagem popular sobre a Rua da Cadeia, onde perguntamos: "Concorda com o fecho à circulação automóvel da Rua da Cadeia, entre a Torre Fernandina e a Rua da Carreira?". Foram estes os resultados.







Também o sitio electrónico da Renascença Elvas tem online uma sondagem sobre o tema que apresenta no momento os seguintes resultados:


Ficou a ideia e a opinião dos visitantes e Conselheiros!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 1.3.07
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"Foram concedidos 71 mil euros de subsibios que não são para pontapés na bola"
José Rondão Almeida - Regedor
Declarações à Rádio Elvas sobre os subsidios concedidos no Conclave de 28 de Fevereiro' 07

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 1.3.07
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Com a reformulação do Serviço Nacional de Saúde efectuada pelo Governo da Nação, a Cidade de Elvas vai perder valências e serviços médicos, apesar de o Regedor se esforçar em dizer o contrario.
Com a criação da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, englobando o hospital local, o Hospital José Maria Grande de Portalegre e todos os Centros de Saúde do distrito, o Hospital de Sta. Luzia irá ficar reduzido de pessoal médico, que entretanto já começou a procurar novos locais de trabalho, bem como está em estudo a concentração do Serviço de Cirurgia e Cardiologia em Portalegre ficando em Elvas apenas a Ortopedia. Isto é, se alguém no distrito cair e partir o fémur será encaminhado para Elvas, enquanto que se tiver um AVC ou tiver que ser submetido a qualquer outro tipo de cirurgia será transferido para a capital de distrito.
Quanto às urgências estas passarão a ser classificadas como básicas e contarão apenas com 2 médicos “de banco” para acudir a gripes, alergias, etc. sendo que se um utente recorrer a este serviço com qualquer outra patologia mais complicada, por exemplo, um AVC será transferido para Portalegre. Se for um acidente de trabalho em que alguém seja amputado então a “via sacra” será Hospital Sta. Luzia, Hospital de Portalegre e daí para o Hospital de S. José em Lisboa.
Para “remediar” esta situação o Governo da Nação prometeu agora colocar em Elvas uma unidade rápida de suporte intermédio de vida, que na prática será uma VMER (Viatura Médica de Emergência e Reanimação) que é um veículo de intervenção pré-hospitalar, concebido para o transporte rápido de uma equipa médica directamente ao local onde se encontra o doente, mas no caso de Elvas não será tripulado por um médico!
Afinal de contas são os Elvense cidadãos de segunda? Ou procura-se a emigração para o Litoral e a desertificação da “província”?
Que dizem as forças vivas de Elvas sobre o tema?
Ou será que todos os Elvenses já dispõem de Cartões de Saúde Europeus ou Seguros de Saúde para recorrer ao Serviço Extremenho de Saúde?

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