Encontra-se já a circular via internet a promoção ao Freedom Festival, que se irá realizar na Barragem do Caia, em território do Concelho de Elvas nos dias 16 a 20 de Agosto próximo. O encontro que pretende ser um ponto de encontro para os amantes da música "trance" promete, ao igual que na sua anterior edição de 2005, trazer até às margens da Albufeira do Caia milhares de jovens que durante 5 dias se "libertarão" ao som da música electrónica e algum alcool como se tem verificado em eventos similares. Entretanto as associações CEAI, FAPAS, GEDA, LPN, Quercus e SPEA contestam a realização do festival de música alternativa na Albufeira do Caia face aos impactos sobre o ambiente, nomeadamente face à poluição que possa causar à reserva de água que abastece Elvas, Campo Maior e Arronches, a perturbação do sistema ecológico com a destruição do ambiente natural. Para a juventude de Elvas este evento proporciona-lhes a oportunidade de estarem em contacto artistas e dj´s internacionais, bem como o convívio com outras realidades diferentes das locais, estabelecendo conhecimento com jovens de várias latitudes. O impacto económica, segundo a nota à imprensa das associações ecológistas, é nulo. Pergunta este Velho Conselheiro: Porque licencia o Palácio do Regedor uma nova edição deste festival quando os danos causados pelo anterior foram notórios? Estão garantidas medidas que controlem o impacto de milhares de pessoas sobre a Albufeira?
Encontra-se já a circular via internet a promoção ao Freedom Festival, que se irá realizar na Barragem do Caia, em território do Concelho de Elvas nos dias 16 a 20 de Agosto próximo. O encontro que pretende ser um ponto de encontro para os amantes da música "trance" promete, ao igual que na sua anterior edição de 2005, trazer até às margens da Albufeira do Caia milhares de jovens que durante 5 dias se "libertarão" ao som da música electrónica e algum alcool como se tem verificado em eventos similares. Entretanto as associações CEAI, FAPAS, GEDA, LPN, Quercus e SPEA contestam a realização do festival de música alternativa na Albufeira do Caia face aos impactos sobre o ambiente, nomeadamente face à poluição que possa causar à reserva de água que abastece Elvas, Campo Maior e Arronches, a perturbação do sistema ecológico com a destruição do ambiente natural. Para a juventude de Elvas este evento proporciona-lhes a oportunidade de estarem em contacto artistas e dj´s internacionais, bem como o convívio com outras realidades diferentes das locais, estabelecendo conhecimento com jovens de várias latitudes. O impacto económica, segundo a nota à imprensa das associações ecológistas, é nulo. Pergunta este Velho Conselheiro: Porque licencia o Palácio do Regedor uma nova edição deste festival quando os danos causados pelo anterior foram notórios? Estão garantidas medidas que controlem o impacto de milhares de pessoas sobre a Albufeira? Pela Mariana... eu voto SIM!!
Texto de Aldina Leitão
Mas não é sobre isso que quero escrever e tentarei sintetizar a minha opinião o mais possível. Começarei por analisar a pergunta que como todos devem saber nos fala em “despenalização”, é portanto uma pergunta falaciosa que não pretende apenas despenalizar mas sobretudo LEGALIZAR. A mulher ao ganhar o “sim” poderá abortar por isso mesmo, porque “sim”, seja porque motivo for desde que a seu pedido e por sua vontade. O aborto corre assim o risco de se transformar em mais um método contraceptivo a juntar ao preservativo e por exemplo à pílula. Há um “azar”, vai a um hospital com carácter de URGÊNCIA (passando à frente de pessoas que estão há 7,8 ou mais meses à espera de uma intervenção cirúrgica) e basta dizer ao médico – “Eu quero abortar….porque sim, apetece-me”.
Outra falácia da campanha do “sim” é a de que não é justo as mulheres irem presas por terem cometido aborto. Pois não, de facto não é justo e é precisamente isso que pensam todos os juízes que julgaram essas mulheres. Conclusão – Não existe hoje, nem existiu nos últimos 10 anos uma única mulher presa pelo crime de aborto, sendo que as únicas que apanharam pena suspensa foram as “parteiras” que se dedicavam a ganhar dinheiro com a prática do aborto.
É triste ver o exemplo de Elvas onde se acabou de fechar uma maternidade por suposta falta de meios e onde se pondera agora realizar abortos ao abrigo do sistema nacional de saúde. Não tenho dúvidas e suporto a minha opinião em estimativas de custos do Ministério da Saúde que sairá bastante mais cara a prática de abortos legais que a manutenção da maternidade. Dizia e bem Bagão Feliz referindo-se ao caso de Elvas que no nosso caso se exportou a vida (as nossas crianças nascem em Badajoz) e se importou a morte (as clínicas Espanholas já ponderam abrir em Elvas unidades de saúde dedicadas ao aborto).
Outra mentira que se tenta passar é que o aborto é ilegal em Portugal. Não é assim – Na verdade os verdadeiros casos dramáticos já estão previstos na nossa lei, como sejam o perigo de vida para a mãe, a má formação do feto e a violação, nestes casos sempre se pôde abortar em Portugal num qualquer serviço de saúde legalmente autorizado.
Por último basta dizer que se trata de facto de uma questão de vida ou de morte e muito se tem falado nos direitos das mães em serem donas do seu corpo. E o pai? E a criança? Que direitos têm esses dois indivíduos? Todos sabemos que um feto, seja em que altura for (1,2,3,4,5 semanas) já tem personalidade jurídica, bem como o pai. Desde que mãe lhe apeteça abortar nada nem ninguém pode defender os interesses da criança, nem muito menos os do pai biológico e que se saiba para haver um feto é necessário que conjuguem duas pessoas, pai e mãe.
É por tudo isto e por muito mais que digo que no domingo a lei deve permanecer tal e qual como está. A lei existente é justa e conforme já disse abrange todos os casos verdadeiramente dramáticos.
Vote “Não” à liberalização.
Texto de Tiago Abreu
Para mais informações consulte:
A Eurocidade Ibérica Elvas/Badajoz já existe! Faltam os acordos para aproveitar os fundos e as energias para desenvolver esta zona raiana!
O Cartão da Idade de Ouro do Munícipio de Elvas é uma das grandes vantagens que os mais idosos residentes no Concelho têm ao seu dispor, tendo sido criado durante o anterior mandato de Rondão Almeida.
Para além de poderem assistir a grandes espectáculos, quando o Regedor o julgar pertinente, estes têm ainda direito a:
- redução de 50% na prestação de serviços por parte do Palácio do Regedor;
- isenção na entrada nos museus municipais;
- redução de 50% em cinemas;
- redução de 50% em espectáculos promovidos pelo Palácio do Regedor;
- redução de 50% nas piscinas;
- Isenção na sessões de ginástica e hidroginástica;
- redução de 50% nas viagens do comboio turístico;
- redução de 50% na ligação do contador de água;
- redução de 50% na ligação à rede de esgotos;
- comparticipação de 50% numa factura de farmácia por mês;
- redução no passe social das carreiras urbanas.
Olhando para os últimos dois pontos dos benefícios parece-me que a comparticipação nas despesas framaceuticas é uma das grandes ajudas que o Palácio do Regedor presta aos "Jovens de Ouro", enquanto que o último ponto apenas vem despertar más recordações a quem se tem que dirigir a pé até ao Centro de Saúde, Hospital, etc.
Outras das promessas eleitorais, quer do PS quer da coligação PPD-PSD/CDS-PP na última corrida eleitoral em Elvas prendia-se com o criar dum serviço de pequenas reparações domésticas para os portadores deste Cartão. Passado mais de um ano depois da tomada de posse, este serviço continua sem existir, apesar de ser de fácil concretização e de uma mais valia importante para os idosos de rendimentos mais baixo.
- Promoção da marca Elvas
- Turismo: modelo e formas de promoção
- Comércio tradicional e novas formas de comércio
- Investimento tecnológico e industrial
- Investimento privado/público no património degradado
- Agricultura e turismo em espaço rural
- Segurança privada: um grande centro nacional de formação
- Ensino e Investigação
- Actividade logística
Na edição da última 5ª feira foi abordado pelo colunista a "Marca Elvas", onde caracterizou os pontos fracos e fortes, do seu ponto de vista, sobre o concelho.
Pontos Fracos: Pouca dinamismo da economia local; pequena dimensão das empresas; falta de associativismo; Mão-de-obra precaria e pouco qualificada.
Pontos Fortes: Localização; Acessibilidades e Infraestruturas.
- Realizar e liderar associações de modo a dar a Elvas a condição de metróple regional;
- Procurar notoriedade para as empresas locais;
- Criar um conceito ou slogan associado a Elvas;
- Definir um Plano de marketing e comunicação para a internacionalização;
- Realizar e promover um Guia de Empresas do Concelho;
- Incentivar os empresários à participação em certames;
- Obter recursos financeiros através de parcerias público/privados;
- Criar um modelo de internacionalização com base na "Marca Elvas";
- Cativar investimento para o Concelho;
- Importar mão-de-obra qualificada;
- Implementar estágios de trabalho e de aperfeiçoamento.





