edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 7.2.07
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Pelo Sim ou pelo Não, vá votar!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 6.2.07
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O Cartão da Idade de Ouro do Munícipio de Elvas é uma das grandes vantagens que os mais idosos residentes no Concelho têm ao seu dispor, tendo sido criado durante o anterior mandato de Rondão Almeida.

Para além de poderem assistir a grandes espectáculos, quando o Regedor o julgar pertinente, estes têm ainda direito a:

  • redução de 50% na prestação de serviços por parte do Palácio do Regedor;
  • isenção na entrada nos museus municipais;
  • redução de 50% em cinemas;
  • redução de 50% em espectáculos promovidos pelo Palácio do Regedor;
  • redução de 50% nas piscinas;
  • Isenção na sessões de ginástica e hidroginástica;
  • redução de 50% nas viagens do comboio turístico;
  • redução de 50% na ligação do contador de água;
  • redução de 50% na ligação à rede de esgotos;
  • comparticipação de 50% numa factura de farmácia por mês;
  • redução no passe social das carreiras urbanas.

Olhando para os últimos dois pontos dos benefícios parece-me que a comparticipação nas despesas framaceuticas é uma das grandes ajudas que o Palácio do Regedor presta aos "Jovens de Ouro", enquanto que o último ponto apenas vem despertar más recordações a quem se tem que dirigir a pé até ao Centro de Saúde, Hospital, etc.

Outras das promessas eleitorais, quer do PS quer da coligação PPD-PSD/CDS-PP na última corrida eleitoral em Elvas prendia-se com o criar dum serviço de pequenas reparações domésticas para os portadores deste Cartão. Passado mais de um ano depois da tomada de posse, este serviço continua sem existir, apesar de ser de fácil concretização e de uma mais valia importante para os idosos de rendimentos mais baixo.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.2.07
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É com este título que o comentador do Jornal Linhas de Elvas, João Paiva, inicia uma série de crónicas sobre o futuro do Concelho, nomeadamente:
  • Promoção da marca Elvas
  • Turismo: modelo e formas de promoção
  • Comércio tradicional e novas formas de comércio
  • Investimento tecnológico e industrial
  • Investimento privado/público no património degradado
  • Agricultura e turismo em espaço rural
  • Segurança privada: um grande centro nacional de formação
  • Ensino e Investigação
  • Actividade logística

Na edição da última 5ª feira foi abordado pelo colunista a "Marca Elvas", onde caracterizou os pontos fracos e fortes, do seu ponto de vista, sobre o concelho.

Pontos Fracos: Pouca dinamismo da economia local; pequena dimensão das empresas; falta de associativismo; Mão-de-obra precaria e pouco qualificada.

Pontos Fortes: Localização; Acessibilidades e Infraestruturas.

Passando posteriormente a elencar uma série de objectivos de forma a criar, promover e internacionalizar a "Marca Elvas".
    1. Realizar e liderar associações de modo a dar a Elvas a condição de metróple regional;
    2. Procurar notoriedade para as empresas locais;
    3. Criar um conceito ou slogan associado a Elvas;
    4. Definir um Plano de marketing e comunicação para a internacionalização;
    5. Realizar e promover um Guia de Empresas do Concelho;
    6. Incentivar os empresários à participação em certames;
    7. Obter recursos financeiros através de parcerias público/privados;
    8. Criar um modelo de internacionalização com base na "Marca Elvas";
    9. Cativar investimento para o Concelho;
    10. Importar mão-de-obra qualificada;
    11. Implementar estágios de trabalho e de aperfeiçoamento.
É um trabalho interessante que recomendo a leitura e o acompanhamento das seguintes crónicas, pois podem indicar alguns caminhos de futuro para Elvas e que deverão servir a governantes locais e empresários.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.2.07
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.2.07
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Aquilo que há muito se temia vem uma vez mais como tema num periodico nacional em grande destaque, desta vez o Público (ver aqui ) noticia que Elvas vai ver partir a Esquadra da PSP, sendo substituida pela GNR.
A localização da Cidade numa área de fronteira, os vários projectos de desenvolvimento (Plataforma Multimodal) parecem não terem o peso social e económico para fazer com que o Governo da Nação dê a atenção necessária a Elvas, caso se venha a confirmar a notícia!
Depois de 2006 ter sido o ano mais negro para Elvas em que viu o Colégio de Vila Fernado encerrado e a Maternidade de portas fechadas é agora a vez da PSP. Vão os Elvenses continuar sentados sem se mexerem e manifestarem contra o Governo da Nação e a assistirem impavidos ao mais um delapidar da Cidade cada vez mais votada ao abandono dos seus governates.
Cada dia que passa os Elvenses sentem que vão estando cada vez mais isolados é tempo do Regedor fazer algo mais que dar música ao povo!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.2.07
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 1.2.07
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Conforme se pode comprovar no Plano Ferroviário nacional apresentado pelo Governo da Nação este terá muito que ver também com o futuro de Elvas.
Segundo esse plano, este será o corredor onde se construirá a linha de Alta Velocidade, e, que se propõe ser também esta a ser financiada duplamente por se tratar da ligação transfronteiriça.
Como este Velho Conselheiro adiantou a 13 de Dezembro de 2005 a linha seguirá desde Évora em conjunto com a linha de mercadorias Sines / Caia, e entrará no Concelho acompanhando o trajecto do Rio Guadiana, fugindo assim à Serra de Ossa.
Quanto à localização da Estação Internacional,e , conforme o determinado na última Cimeira Ibérica foi constituído um grupo de trabalho com elementos do Ministerio de Fomento de Espanha e do Ministério das Obras Públicas nacional, que irá realizar estudos sobre a sua localização, sendo o mais previsivel que a mesma seja colocada em território espanhol junto ao Rio Caia, na confluência com Portugal, e a norte da A5-E90.
Em alguns sectores mais vanguardistas na Extremadura propõ-se igualmente uma ligação em Metro de Superficie desde Elvas, passando pelo Caia, Estação AV, Badajoz de modo a facilitar o aproximar das populações, as ligações à Plataforma Logística e o desenvolvimento duma política de transportes conjunta na zona raiana.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 31.1.07
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Estando prestes a serem concluídas as obras de restauro da Igreja de N. Senhora da Assunção em Elvas, é tempo de questionar os dirigentes políticos e os responsáveis por aquele templo do porque de deixarem a obra a meio e com uma nódoa negra no seu interior.

Para quando o regresso do orgão de tubos à nossa Matriz?
Será que o património Elvense vai perder esta jóia?
Há intenções ou procedimentos em curso sobre o resgate do mesmo?
Foram estas as questões que o Zé de Mello colocou à Ministra da Cultura, à Direcção Regional de Évora do IPPAR; ao Arcebispo de Évora e claro ao Regedor.
Cabe ao Elvenses defenderem o que é o legado dos seus pais o testemunho que deixarão aos seus netos.
Quer juntar-se a esta onda!? Envie estas questões para o correio electrónico destes responsáveis (?) pela não existência do orgão na Extinta Sé de Elvas!

IPPAR - Direcção Regional de Évora - dre.ippar@ippar.pt

Gabinete da Ministra da Cultura -
gmc@mc.gov.pt

Arcebispo de Évora -
arcebispo.evora@mail.telepac.pt

Regedor -
presidencia@cm-elvas.pt

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 31.1.07
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Junto à Capela do Santíssimo, por um pequeno corredor azulejado, entra-se na sacristia, que é uma sala ampla e alta, com a abóboda de berço e alto silhar de azulejos polícromos de dois padrões do sec. XVII, com quatro painéis, aos cantos, com o brasão do Bispo de Elvas, D. Sebastião de Matos de Noronha, em policromia exacta e tendo em redor a legenda: “D. Sebastião de Mattos de Noronha Quinto Bispo d’Elvas – Expensis Ecclesiae”.

É notável este conjunto azulejar, ali colocado pelo mestre ladrilhador Miguel Martins em 1627.

Uma mísula de mármore ocupa sobre o silhar toda a parede do fundo e sustenta um corpo saliente. Debaixo desta mísula, está um pequeno arcaz, sobre o qual se vê um crucifixo em madeira e um retábulo pintado em tela, dos fins do sec. XVIII, representando o Calvário, na parede central, e, em redor, em seis pequenos painéis, anjos sustentando os emblemas da paixão; no alto dois anjos seguram a Verónica.

Três janelas iluminam a sacristia sendo originalmente em vidraças historiadas.

O arcaz principal é de pau santo, com seis corpos de gavetões e cinco armários, tudo guarnecido com ferragens douradas da época, e tendo no corpo central o escudo de armas do Bispo D. Manuel da Cunha, em tempo do qual se efectuou a obra, (cª 1650). Remata esse arcaz um espelho do sec. XVIII, com moldura dourada.

Aos lados da porta que comunica com a igreja, estão dois armários com cacifos, abas e gavetas. O lavabo é simples e de mármores diversos.

O órgão, situado no coro alto, foi mandado fazer pelo Bispo D. Lourenço de Lancastre, em 1762, ao organeiro italiano Pasquali Caetano Ordoni, e concluído em 1777, conforme está esculpido na tribuna. É uma peça de grande aparato, de talha dourada. Na baluastrada da tribuna ou bufete, tem em relevo, as armas de D. Lourenço de Lancastre, com o chapéu e cordões prelatícios, e, dos lados as iniciais – D. Lço de Lte. Em baixo, na extremidade da mísula, a data de 1777. Tem cinco grupos de canudos, simetricamente dispostos e tinha mecanismo de três foles.

Do conjunto da igreja há ainda que ter em conta a Casa do Cabido, em edifício anexo com acesso através do corredor da sacristia, onde está instalado o Museu de Arte Sacra, já antes referenciado aqui.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 30.1.07
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Começa hoje a campanha eleitoral para o referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez que levará os Elvenses em conjunto com o resto do país a responder à pergunta:

Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?

Seja qual for as suas convicções participe no debate sobre o assunto e participe na consulta popular de 11 de Fevereiro!

Este Velho Conselheiro deixa hoje um pouco de humor, ou talvez não só, sobre o assunto.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.1.07
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O Palácio do Regedor voltou a alertar para a necessidade urgente da existência de uma associação empresarial em Elvas face aos desafios futuros que se apresentam para o Concelho. Com o fim catastrófico da ACISE, o associativismo empresarial em Elvas ficou estagnado, existindo no horizonte um raiar de duas novas associações. A primeira que se apresentou há mais de uma ano é a NET - Núcleo Empresarial Tranfronteiriço, de João Rocha, está num lento processo de constituição que se depara com a desconfiança e apatia da maioria dos comerciantes e empresários locais. A segunda apresentada a poucos dias por Adão da Silva coincide com uma maior actividade do Partido da Nova Democracia do qual o mesmo é responsável.
Parece a este Velho Conselheiro que a partidarização duma fraqueza dos empresários locais não deve servir de arma no jogo político, nem deve ser uma associação que nasça do Palácio do Regedor. Cabe a este despertar os elvenses para o imperativo da sua existência, mas não se deve cair na tentação de manipular e exercer pressão sobre os mesmos. A nova associação comercial de Elvas deve ser uma estrutura independente e apartidária, que sirva realmente os interesses dos empreendedores locais, sem pretensões partidárias, megalómanas e centrada no que é essencial ao desenvolvimento económico do Concelho.
Ontem já é história. Elvas necessita hoje dessa associação para preparar o futuro.
O que falta a Elvas enquanto Cidade Comercial?


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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.1.07
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Museu de Arte Contemporânea de Elvas abre no antigo hospital da cidade
(Público - 26 Janeiro'07) - Noticia completa aqui

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O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), o quarto espaço museológico da cidade, vai abrir em Maio no edifício do antigo hospital, sob a direcção do crítico de arte João Pinharanda.
A vereadora do município Elsa Grilo explicou hoje, à agência Lusa, que o museu vai ficar instalado no edifício do antigo hospital de Elvas, que está a ser adaptado para o efeito, num investimento de 2,7 milhões de euros.A abertura do espaço museológico está prevista para o Dia Internacional dos Museus, que se comemora a 18 de Maio.De acordo com a autarca, o novo espaço museológico resulta da compartimentação do edifício, envolvendo galerias de exposições temporárias e permanentes e no qual vai ser exposta a colecção particular do elvense António Cachola.Além dos espaços expositivos, segundo Elsa Grilo, o MACE vai ter também uma loja, salas de trabalho sócio-educativo e para técnicos, áreas destinadas ao armazenamento e tratamento de peças, uma cafetaria, uma sala polivalente e um auditório.
Elsa Grilo adiantou que existem ainda projectos para a instalação em Elvas de mais dois espaços museológicos da responsabilidade do município — o Museu de Arqueologia e o Museu Rural e Etnográfico. De acordo com a vereadora, o município está a negociar com o Ministério da Defesa a possibilidade de os dois novos museus serem instalados em edifícios militares.Também em Elvas, o edifício do antigo Regimento de Infantaria 8 (RI 8) vai acolher um museu militar dedicado à guerra colonial, cujo primeiro pólo deverá abrir dentro de um ano. Única unidade militar que estava ainda instalada na cidade, o RI 8 fechou a 30 de Junho de 2006, na sequência do processo de reestruturação do Exército.
Também no diário Hoy de Badajoz duas páginas no dia 28 de Janeiro'07, com destaque sobre o MACE ( ver aqui) com o título "Elvas quiere ser vanguardia".

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