O Cartão da Idade de Ouro do Munícipio de Elvas é uma das grandes vantagens que os mais idosos residentes no Concelho têm ao seu dispor, tendo sido criado durante o anterior mandato de Rondão Almeida.
Para além de poderem assistir a grandes espectáculos, quando o Regedor o julgar pertinente, estes têm ainda direito a:
- redução de 50% na prestação de serviços por parte do Palácio do Regedor;
- isenção na entrada nos museus municipais;
- redução de 50% em cinemas;
- redução de 50% em espectáculos promovidos pelo Palácio do Regedor;
- redução de 50% nas piscinas;
- Isenção na sessões de ginástica e hidroginástica;
- redução de 50% nas viagens do comboio turístico;
- redução de 50% na ligação do contador de água;
- redução de 50% na ligação à rede de esgotos;
- comparticipação de 50% numa factura de farmácia por mês;
- redução no passe social das carreiras urbanas.
Olhando para os últimos dois pontos dos benefícios parece-me que a comparticipação nas despesas framaceuticas é uma das grandes ajudas que o Palácio do Regedor presta aos "Jovens de Ouro", enquanto que o último ponto apenas vem despertar más recordações a quem se tem que dirigir a pé até ao Centro de Saúde, Hospital, etc.
Outras das promessas eleitorais, quer do PS quer da coligação PPD-PSD/CDS-PP na última corrida eleitoral em Elvas prendia-se com o criar dum serviço de pequenas reparações domésticas para os portadores deste Cartão. Passado mais de um ano depois da tomada de posse, este serviço continua sem existir, apesar de ser de fácil concretização e de uma mais valia importante para os idosos de rendimentos mais baixo.
- Promoção da marca Elvas
- Turismo: modelo e formas de promoção
- Comércio tradicional e novas formas de comércio
- Investimento tecnológico e industrial
- Investimento privado/público no património degradado
- Agricultura e turismo em espaço rural
- Segurança privada: um grande centro nacional de formação
- Ensino e Investigação
- Actividade logística
Na edição da última 5ª feira foi abordado pelo colunista a "Marca Elvas", onde caracterizou os pontos fracos e fortes, do seu ponto de vista, sobre o concelho.
Pontos Fracos: Pouca dinamismo da economia local; pequena dimensão das empresas; falta de associativismo; Mão-de-obra precaria e pouco qualificada.
Pontos Fortes: Localização; Acessibilidades e Infraestruturas.
- Realizar e liderar associações de modo a dar a Elvas a condição de metróple regional;
- Procurar notoriedade para as empresas locais;
- Criar um conceito ou slogan associado a Elvas;
- Definir um Plano de marketing e comunicação para a internacionalização;
- Realizar e promover um Guia de Empresas do Concelho;
- Incentivar os empresários à participação em certames;
- Obter recursos financeiros através de parcerias público/privados;
- Criar um modelo de internacionalização com base na "Marca Elvas";
- Cativar investimento para o Concelho;
- Importar mão-de-obra qualificada;
- Implementar estágios de trabalho e de aperfeiçoamento.
IPPAR - Direcção Regional de Évora - dre.ippar@ippar.pt
Gabinete da Ministra da Cultura - gmc@mc.gov.pt
Arcebispo de Évora - arcebispo.evora@mail.telepac.pt
Regedor - presidencia@cm-elvas.pt
É notável este conjunto azulejar, ali colocado pelo mestre ladrilhador Miguel Martins em 1627.
Uma mísula de mármore ocupa sobre o silhar toda a parede do fundo e sustenta um corpo saliente. Debaixo desta mísula, está um pequeno arcaz, sobre o qual se vê um crucifixo em madeira e um retábulo pintado em tela, dos fins do sec. XVIII, representando o Calvário, na parede central, e, em redor, em seis pequenos painéis, anjos sustentando os emblemas da paixão; no alto dois anjos seguram a Verónica.
Três janelas iluminam a sacristia sendo originalmente em vidraças historiadas.
O arcaz principal é de pau santo, com seis corpos de gavetões e cinco armários, tudo guarnecido com ferragens douradas da época, e tendo no corpo central o escudo de armas do Bispo D. Manuel da Cunha, em tempo do qual se efectuou a obra, (cª 1650). Remata esse arcaz um espelho do sec. XVIII, com moldura dourada.
Aos lados da porta que comunica com a igreja, estão dois armários com cacifos, abas e gavetas. O lavabo é simples e de mármores diversos.
O órgão, situado no coro alto, foi mandado fazer pelo Bispo D. Lourenço de Lancastre, em 1762, ao organeiro italiano Pasquali Caetano Ordoni, e concluído em 1777, conforme está esculpido na tribuna. É uma peça de grande aparato, de talha dourada. Na baluastrada da tribuna ou bufete, tem em relevo, as armas de D. Lourenço de Lancastre, com o chapéu e cordões prelatícios, e, dos lados as iniciais – D. Lço de Lte. Em baixo, na extremidade da mísula, a data de 1777. Tem cinco grupos de canudos, simetricamente dispostos e tinha mecanismo de três foles.
Do conjunto da igreja há ainda que ter em conta a Casa do Cabido, em edifício anexo com acesso através do corredor da sacristia, onde está instalado o Museu de Arte Sacra, já antes referenciado aqui.
Começa hoje a campanha eleitoral para o referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez que levará os Elvenses em conjunto com o resto do país a responder à pergunta:
Seja qual for as suas convicções participe no debate sobre o assunto e participe na consulta popular de 11 de Fevereiro!
Este Velho Conselheiro deixa hoje um pouco de humor, ou talvez não só, sobre o assunto.
O Palácio do Regedor voltou a alertar para a necessidade urgente da existência de uma associação empresarial em Elvas face aos desafios futuros que se apresentam para o Concelho. Com o fim catastrófico da ACISE, o associativismo empresarial em Elvas ficou estagnado, existindo no horizonte um raiar de duas novas associações. A primeira que se apresentou há mais de uma ano é a NET - Núcleo Empresarial Tranfronteiriço, de João Rocha, está num lento processo de constituição que se depara com a desconfiança e apatia da maioria dos comerciantes e empresários locais. A segunda apresentada a poucos dias por Adão da Silva coincide com uma maior actividade do Partido da Nova Democracia do qual o mesmo é responsável. 






