edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 31.1.07
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Estando prestes a serem concluídas as obras de restauro da Igreja de N. Senhora da Assunção em Elvas, é tempo de questionar os dirigentes políticos e os responsáveis por aquele templo do porque de deixarem a obra a meio e com uma nódoa negra no seu interior.

Para quando o regresso do orgão de tubos à nossa Matriz?
Será que o património Elvense vai perder esta jóia?
Há intenções ou procedimentos em curso sobre o resgate do mesmo?
Foram estas as questões que o Zé de Mello colocou à Ministra da Cultura, à Direcção Regional de Évora do IPPAR; ao Arcebispo de Évora e claro ao Regedor.
Cabe ao Elvenses defenderem o que é o legado dos seus pais o testemunho que deixarão aos seus netos.
Quer juntar-se a esta onda!? Envie estas questões para o correio electrónico destes responsáveis (?) pela não existência do orgão na Extinta Sé de Elvas!

IPPAR - Direcção Regional de Évora - dre.ippar@ippar.pt

Gabinete da Ministra da Cultura -
gmc@mc.gov.pt

Arcebispo de Évora -
arcebispo.evora@mail.telepac.pt

Regedor -
presidencia@cm-elvas.pt

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 31.1.07
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Junto à Capela do Santíssimo, por um pequeno corredor azulejado, entra-se na sacristia, que é uma sala ampla e alta, com a abóboda de berço e alto silhar de azulejos polícromos de dois padrões do sec. XVII, com quatro painéis, aos cantos, com o brasão do Bispo de Elvas, D. Sebastião de Matos de Noronha, em policromia exacta e tendo em redor a legenda: “D. Sebastião de Mattos de Noronha Quinto Bispo d’Elvas – Expensis Ecclesiae”.

É notável este conjunto azulejar, ali colocado pelo mestre ladrilhador Miguel Martins em 1627.

Uma mísula de mármore ocupa sobre o silhar toda a parede do fundo e sustenta um corpo saliente. Debaixo desta mísula, está um pequeno arcaz, sobre o qual se vê um crucifixo em madeira e um retábulo pintado em tela, dos fins do sec. XVIII, representando o Calvário, na parede central, e, em redor, em seis pequenos painéis, anjos sustentando os emblemas da paixão; no alto dois anjos seguram a Verónica.

Três janelas iluminam a sacristia sendo originalmente em vidraças historiadas.

O arcaz principal é de pau santo, com seis corpos de gavetões e cinco armários, tudo guarnecido com ferragens douradas da época, e tendo no corpo central o escudo de armas do Bispo D. Manuel da Cunha, em tempo do qual se efectuou a obra, (cª 1650). Remata esse arcaz um espelho do sec. XVIII, com moldura dourada.

Aos lados da porta que comunica com a igreja, estão dois armários com cacifos, abas e gavetas. O lavabo é simples e de mármores diversos.

O órgão, situado no coro alto, foi mandado fazer pelo Bispo D. Lourenço de Lancastre, em 1762, ao organeiro italiano Pasquali Caetano Ordoni, e concluído em 1777, conforme está esculpido na tribuna. É uma peça de grande aparato, de talha dourada. Na baluastrada da tribuna ou bufete, tem em relevo, as armas de D. Lourenço de Lancastre, com o chapéu e cordões prelatícios, e, dos lados as iniciais – D. Lço de Lte. Em baixo, na extremidade da mísula, a data de 1777. Tem cinco grupos de canudos, simetricamente dispostos e tinha mecanismo de três foles.

Do conjunto da igreja há ainda que ter em conta a Casa do Cabido, em edifício anexo com acesso através do corredor da sacristia, onde está instalado o Museu de Arte Sacra, já antes referenciado aqui.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 30.1.07
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Começa hoje a campanha eleitoral para o referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez que levará os Elvenses em conjunto com o resto do país a responder à pergunta:

Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?

Seja qual for as suas convicções participe no debate sobre o assunto e participe na consulta popular de 11 de Fevereiro!

Este Velho Conselheiro deixa hoje um pouco de humor, ou talvez não só, sobre o assunto.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.1.07
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O Palácio do Regedor voltou a alertar para a necessidade urgente da existência de uma associação empresarial em Elvas face aos desafios futuros que se apresentam para o Concelho. Com o fim catastrófico da ACISE, o associativismo empresarial em Elvas ficou estagnado, existindo no horizonte um raiar de duas novas associações. A primeira que se apresentou há mais de uma ano é a NET - Núcleo Empresarial Tranfronteiriço, de João Rocha, está num lento processo de constituição que se depara com a desconfiança e apatia da maioria dos comerciantes e empresários locais. A segunda apresentada a poucos dias por Adão da Silva coincide com uma maior actividade do Partido da Nova Democracia do qual o mesmo é responsável.
Parece a este Velho Conselheiro que a partidarização duma fraqueza dos empresários locais não deve servir de arma no jogo político, nem deve ser uma associação que nasça do Palácio do Regedor. Cabe a este despertar os elvenses para o imperativo da sua existência, mas não se deve cair na tentação de manipular e exercer pressão sobre os mesmos. A nova associação comercial de Elvas deve ser uma estrutura independente e apartidária, que sirva realmente os interesses dos empreendedores locais, sem pretensões partidárias, megalómanas e centrada no que é essencial ao desenvolvimento económico do Concelho.
Ontem já é história. Elvas necessita hoje dessa associação para preparar o futuro.
O que falta a Elvas enquanto Cidade Comercial?


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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.1.07
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Museu de Arte Contemporânea de Elvas abre no antigo hospital da cidade
(Público - 26 Janeiro'07) - Noticia completa aqui

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O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), o quarto espaço museológico da cidade, vai abrir em Maio no edifício do antigo hospital, sob a direcção do crítico de arte João Pinharanda.
A vereadora do município Elsa Grilo explicou hoje, à agência Lusa, que o museu vai ficar instalado no edifício do antigo hospital de Elvas, que está a ser adaptado para o efeito, num investimento de 2,7 milhões de euros.A abertura do espaço museológico está prevista para o Dia Internacional dos Museus, que se comemora a 18 de Maio.De acordo com a autarca, o novo espaço museológico resulta da compartimentação do edifício, envolvendo galerias de exposições temporárias e permanentes e no qual vai ser exposta a colecção particular do elvense António Cachola.Além dos espaços expositivos, segundo Elsa Grilo, o MACE vai ter também uma loja, salas de trabalho sócio-educativo e para técnicos, áreas destinadas ao armazenamento e tratamento de peças, uma cafetaria, uma sala polivalente e um auditório.
Elsa Grilo adiantou que existem ainda projectos para a instalação em Elvas de mais dois espaços museológicos da responsabilidade do município — o Museu de Arqueologia e o Museu Rural e Etnográfico. De acordo com a vereadora, o município está a negociar com o Ministério da Defesa a possibilidade de os dois novos museus serem instalados em edifícios militares.Também em Elvas, o edifício do antigo Regimento de Infantaria 8 (RI 8) vai acolher um museu militar dedicado à guerra colonial, cujo primeiro pólo deverá abrir dentro de um ano. Única unidade militar que estava ainda instalada na cidade, o RI 8 fechou a 30 de Junho de 2006, na sequência do processo de reestruturação do Exército.
Também no diário Hoy de Badajoz duas páginas no dia 28 de Janeiro'07, com destaque sobre o MACE ( ver aqui) com o título "Elvas quiere ser vanguardia".

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 27.1.07
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A ferramenta informática que hoje vós queremos aconselhar é o Google Earth, pois com as várias actualizações feitas hoje já é possível ver com alguma nitidez Elvas e as várias aldeias e lugares do nosso Concelho. Vale a pena!

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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 26.1.07


Uma das áreas identificadas na primeira jornada do Forum de Participação da Agenda 21 local para constituir um dos vectores estratégicos da Cidade e do Concelho é o turismo. Para tal é necessário promover as caracteristicas onde o Concelho é diferente e rico: Culturais, Arqueológicas, Ruralidade, Residencial e de Natureza.
Pois bem, segundo o Boletim do Palácio do Regedor nº 85 a verba destinada à Promoção e Publicidade no Orçamento de 2007, destina-se à divulgação dos novos equipamentos! E são largas centenas de milhar de euros!!!
Muitos têm sido os comentários e éditos em que já falamos na inexistência duma politica para o sector turístico no concelho. Veja-se, por exemplo, que o sitio electrónico do Palácio do Regedor continua inoperante em informação turística!
Será que a verba que deveria ser canalizada para a Promoção e Divulgação do Turismo Elvense está alimentando a promoção duma imagem pessoal através do boletim (carissimo) ou ainda as emissões radiofónicas de anúncios tipo, "não ponha o lixo no chão"!
Coliseu e MACE poderão ser âncoras de um turismo cultural, mas visitantes que vêm à tarde e partem à noite não deixam rendimento económico na restauração e comércio elvense e muito menos na hotelaria. A cidade promove-se?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 25.1.07
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Afinal o que é uma eurocidade?

Uma eurocidade é uma cidade ou uma conurbação de duas ou mais cidades pré-existentes com actividade e população suficientes como para ser considerada elo europeu hegemónico em redes transeuropeias de transporte, comércio, investigação e desenvolvimento.

Hoje em dia existem na Europa uma Rede de 115 cidades que formam a Rede de Eurocities na qual se incluem Lisboa e Porto e as grandes cidades de Espanha. Esta associação está focada a reforçar os interesses locais dentro do contexto da União Europeia e é a única rede internacional que
representa as cidades europeias com unidade política face à União Europeia, recolhe ainda os interesses técnicos das cidades.
A configuração de políticas europeias, o intercâmbio de “boas práticas” entre os membros e o impulso de projectos comuns transfronteiriços fazem parte da importância inconfundível da rede.


Esta conurbação Elvas / Badajoz não pressupõe a unificação das duas cidades, mas sim a aliança em sectores determinantes como as infra-estruturas, transportes, cultura, educação, etc. de forma a poderem em conjunto desenvolver harmoniosamente os dois lados da raia, continuando a nível politico independentes. Para tal projecta-se a criação de um Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial, que é uma sociedade reconhecida pelo Parlamento Europeu na seu Regulamento (CE) 1082/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de Julho de 2006, e onde devem tomar assento:

  • Palácio do Regedor de Elvas
  • Alcaldia de Badajoz
  • Diputación de Badajoz
  • Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo
  • Junta de Extremadura
  • Instituto Politécnico de Portalegre
  • Universidade de Évora
  • Universidad de Extremadura
  • Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola
  • Fundação Luso-espanhola
  • Instituto Cervantes
  • Instituto Camões

Na prática Elvas e Badajoz já vivem esta realidade com o intercâmbio comercial e pessoal existente entre as duas urbes, faltando o acordo escrito que ajude as instituições a se proverem de mais verba comunitárias e assim aprofundar a interligação e desenvolvimento comum.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 24.1.07
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Várias foram as vezes em que este Velho Conselheiro propôs a atribuição de Diplomas de Honra ou Medalhas da Cidade ou outra distinção municipal para alguns cidadãos. Hoje, e depois de 13 anos de mandato a quem os irá o Regedor entregar? Amanhã saberemos.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 24.1.07
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A poucos meses de estar concluído o dossier de Candidatura das Fortificações de Elvas a apresentar à UNESCO, é agora tornado público a intenção do Ministério da Cultura espanhol de avançar com uma rede transnacional que aglutine as Fortificações Abaluartadas da Raia, constando já da Lista Indicativa de Espanha (ver aqui ).

Essa rede seria constituída por Badajoz, Ciudad Rodrigo, Tui, Olivença, Albuquerque e Valência de Alcântara do lado espanhol. De modo a que esta candidatura em rede tenha maior expressão existem contactos entre os representantes do ICOMOS espanhol e português, havendo desde já abertura para um trabalho a nível ibérico para levar a bom porto esta intenção.

Deste lado da raia as cidades a incluir neste projecto seriam Elvas, Almeida, Valença do Minho alargada ainda a Campo Maior, Estremoz, Évora, Vila Viçosa, Juromenha, Marvão e Castelo de Vide.

Elvas prepara-se assim para ser o motor desta rede transfronteiriça dado ser a única no lado luso a constar da Lista Indicativa havendo a possibilidade de numa próxima reunião da Comissão Nacional da Unesco ser reavaliada para integrar esta candidatura em rede.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.1.07
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Hoje é o dia em que o Palácio do Regedor promove mais uma iniciativa cultural com o lançamento da nova Revista de Cultura e Património "Elvas, História Viva" e na mesma semana em que é apresentado o nº 4 da Revista internacional de Ciência e Cultura “Elvas - Caia”, quer este Velho Conselheiro aproveitar a ocasião para chamar a vossa atenção para as figuras que aos poucos vão sendo adicionadas ao blogue "Os Grandes Elvenses", graças à ajuda que nos vai sendo enviada para o email.
As novas personalidades são:
Este último uma personalidade do imaginário de José Saramago mas que é hoje em dia o melhor embaixador do nome da Cidade de Elvas nos vários cantos do mundo e nos diversos idiomas em que o "Memorial do Convento" está traduzido.
Registar também que na iniciativa da RTP, "Os Grandes Portugueses", a Elvense Adelaide Cabete ficou entre os 90 mais e sendo uma das poucas mulheres que compõe esta lista.
A lista continua à espera de vossa participação activa, quer enviando as biografias ou agregando mais nomes à listagem d'Os Grandes Elvenses. Se tem informações sobre as seguintes personalidades envie para o nosso correio electrónico: António Abelha; António José Rondão Almeida; António José Torres de Carvalho; António Thomas Pires (já com alguma informação a introduzir em breve); Francisco d'Arruda; João de Cosmander; José da Silva Picão; Domingos "Patalino"; Rui Correia Lucas.
Todos Somos Elvas!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.1.07
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