edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 29.1.07
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Museu de Arte Contemporânea de Elvas abre no antigo hospital da cidade
(Público - 26 Janeiro'07) - Noticia completa aqui

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O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), o quarto espaço museológico da cidade, vai abrir em Maio no edifício do antigo hospital, sob a direcção do crítico de arte João Pinharanda.
A vereadora do município Elsa Grilo explicou hoje, à agência Lusa, que o museu vai ficar instalado no edifício do antigo hospital de Elvas, que está a ser adaptado para o efeito, num investimento de 2,7 milhões de euros.A abertura do espaço museológico está prevista para o Dia Internacional dos Museus, que se comemora a 18 de Maio.De acordo com a autarca, o novo espaço museológico resulta da compartimentação do edifício, envolvendo galerias de exposições temporárias e permanentes e no qual vai ser exposta a colecção particular do elvense António Cachola.Além dos espaços expositivos, segundo Elsa Grilo, o MACE vai ter também uma loja, salas de trabalho sócio-educativo e para técnicos, áreas destinadas ao armazenamento e tratamento de peças, uma cafetaria, uma sala polivalente e um auditório.
Elsa Grilo adiantou que existem ainda projectos para a instalação em Elvas de mais dois espaços museológicos da responsabilidade do município — o Museu de Arqueologia e o Museu Rural e Etnográfico. De acordo com a vereadora, o município está a negociar com o Ministério da Defesa a possibilidade de os dois novos museus serem instalados em edifícios militares.Também em Elvas, o edifício do antigo Regimento de Infantaria 8 (RI 8) vai acolher um museu militar dedicado à guerra colonial, cujo primeiro pólo deverá abrir dentro de um ano. Única unidade militar que estava ainda instalada na cidade, o RI 8 fechou a 30 de Junho de 2006, na sequência do processo de reestruturação do Exército.
Também no diário Hoy de Badajoz duas páginas no dia 28 de Janeiro'07, com destaque sobre o MACE ( ver aqui) com o título "Elvas quiere ser vanguardia".

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 27.1.07
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A ferramenta informática que hoje vós queremos aconselhar é o Google Earth, pois com as várias actualizações feitas hoje já é possível ver com alguma nitidez Elvas e as várias aldeias e lugares do nosso Concelho. Vale a pena!

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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 26.1.07


Uma das áreas identificadas na primeira jornada do Forum de Participação da Agenda 21 local para constituir um dos vectores estratégicos da Cidade e do Concelho é o turismo. Para tal é necessário promover as caracteristicas onde o Concelho é diferente e rico: Culturais, Arqueológicas, Ruralidade, Residencial e de Natureza.
Pois bem, segundo o Boletim do Palácio do Regedor nº 85 a verba destinada à Promoção e Publicidade no Orçamento de 2007, destina-se à divulgação dos novos equipamentos! E são largas centenas de milhar de euros!!!
Muitos têm sido os comentários e éditos em que já falamos na inexistência duma politica para o sector turístico no concelho. Veja-se, por exemplo, que o sitio electrónico do Palácio do Regedor continua inoperante em informação turística!
Será que a verba que deveria ser canalizada para a Promoção e Divulgação do Turismo Elvense está alimentando a promoção duma imagem pessoal através do boletim (carissimo) ou ainda as emissões radiofónicas de anúncios tipo, "não ponha o lixo no chão"!
Coliseu e MACE poderão ser âncoras de um turismo cultural, mas visitantes que vêm à tarde e partem à noite não deixam rendimento económico na restauração e comércio elvense e muito menos na hotelaria. A cidade promove-se?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 25.1.07
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Afinal o que é uma eurocidade?

Uma eurocidade é uma cidade ou uma conurbação de duas ou mais cidades pré-existentes com actividade e população suficientes como para ser considerada elo europeu hegemónico em redes transeuropeias de transporte, comércio, investigação e desenvolvimento.

Hoje em dia existem na Europa uma Rede de 115 cidades que formam a Rede de Eurocities na qual se incluem Lisboa e Porto e as grandes cidades de Espanha. Esta associação está focada a reforçar os interesses locais dentro do contexto da União Europeia e é a única rede internacional que
representa as cidades europeias com unidade política face à União Europeia, recolhe ainda os interesses técnicos das cidades.
A configuração de políticas europeias, o intercâmbio de “boas práticas” entre os membros e o impulso de projectos comuns transfronteiriços fazem parte da importância inconfundível da rede.


Esta conurbação Elvas / Badajoz não pressupõe a unificação das duas cidades, mas sim a aliança em sectores determinantes como as infra-estruturas, transportes, cultura, educação, etc. de forma a poderem em conjunto desenvolver harmoniosamente os dois lados da raia, continuando a nível politico independentes. Para tal projecta-se a criação de um Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial, que é uma sociedade reconhecida pelo Parlamento Europeu na seu Regulamento (CE) 1082/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de Julho de 2006, e onde devem tomar assento:

  • Palácio do Regedor de Elvas
  • Alcaldia de Badajoz
  • Diputación de Badajoz
  • Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo
  • Junta de Extremadura
  • Instituto Politécnico de Portalegre
  • Universidade de Évora
  • Universidad de Extremadura
  • Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola
  • Fundação Luso-espanhola
  • Instituto Cervantes
  • Instituto Camões

Na prática Elvas e Badajoz já vivem esta realidade com o intercâmbio comercial e pessoal existente entre as duas urbes, faltando o acordo escrito que ajude as instituições a se proverem de mais verba comunitárias e assim aprofundar a interligação e desenvolvimento comum.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 24.1.07
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Várias foram as vezes em que este Velho Conselheiro propôs a atribuição de Diplomas de Honra ou Medalhas da Cidade ou outra distinção municipal para alguns cidadãos. Hoje, e depois de 13 anos de mandato a quem os irá o Regedor entregar? Amanhã saberemos.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 24.1.07
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A poucos meses de estar concluído o dossier de Candidatura das Fortificações de Elvas a apresentar à UNESCO, é agora tornado público a intenção do Ministério da Cultura espanhol de avançar com uma rede transnacional que aglutine as Fortificações Abaluartadas da Raia, constando já da Lista Indicativa de Espanha (ver aqui ).

Essa rede seria constituída por Badajoz, Ciudad Rodrigo, Tui, Olivença, Albuquerque e Valência de Alcântara do lado espanhol. De modo a que esta candidatura em rede tenha maior expressão existem contactos entre os representantes do ICOMOS espanhol e português, havendo desde já abertura para um trabalho a nível ibérico para levar a bom porto esta intenção.

Deste lado da raia as cidades a incluir neste projecto seriam Elvas, Almeida, Valença do Minho alargada ainda a Campo Maior, Estremoz, Évora, Vila Viçosa, Juromenha, Marvão e Castelo de Vide.

Elvas prepara-se assim para ser o motor desta rede transfronteiriça dado ser a única no lado luso a constar da Lista Indicativa havendo a possibilidade de numa próxima reunião da Comissão Nacional da Unesco ser reavaliada para integrar esta candidatura em rede.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 23.1.07
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Hoje é o dia em que o Palácio do Regedor promove mais uma iniciativa cultural com o lançamento da nova Revista de Cultura e Património "Elvas, História Viva" e na mesma semana em que é apresentado o nº 4 da Revista internacional de Ciência e Cultura “Elvas - Caia”, quer este Velho Conselheiro aproveitar a ocasião para chamar a vossa atenção para as figuras que aos poucos vão sendo adicionadas ao blogue "Os Grandes Elvenses", graças à ajuda que nos vai sendo enviada para o email.
As novas personalidades são:
Este último uma personalidade do imaginário de José Saramago mas que é hoje em dia o melhor embaixador do nome da Cidade de Elvas nos vários cantos do mundo e nos diversos idiomas em que o "Memorial do Convento" está traduzido.
Registar também que na iniciativa da RTP, "Os Grandes Portugueses", a Elvense Adelaide Cabete ficou entre os 90 mais e sendo uma das poucas mulheres que compõe esta lista.
A lista continua à espera de vossa participação activa, quer enviando as biografias ou agregando mais nomes à listagem d'Os Grandes Elvenses. Se tem informações sobre as seguintes personalidades envie para o nosso correio electrónico: António Abelha; António José Rondão Almeida; António José Torres de Carvalho; António Thomas Pires (já com alguma informação a introduzir em breve); Francisco d'Arruda; João de Cosmander; José da Silva Picão; Domingos "Patalino"; Rui Correia Lucas.
Todos Somos Elvas!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 22.1.07
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.1.07
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A utilização dos caminhos de ferro em Portugal e no nosso Concelho tem sido sempre algo periférico enos últimos tempos o transporte de passageiros na Linha do Leste está quase ao abandono. O facto de Elvas ainda continuar a ter hoje em dia transporte ferroviário prende-se, tal qual em outros assuntos, com a nossa posição estratégica e com o facto da ligação internacional a Badajoz e Cáceres.
Para o futuro vislumbra-se a construção de duas novas linhas: Sines/Caia destinada a mercadorias e a linha de Alta Velocidade Lisboa / Caia mista para passageiros e mercadorias.
Também recentemente a REFER anunciou a reabilitação da Linha do Leste, entre Elvas e a Torre de Vargens num grande investimento, que apesar de tardio, vai melhorar a ligação em comboio entre Elvas e Portalegre e daí ao Entrocamento e Lisboa. O que vai continuar será o maior problema de mobilidade existente no Concelho e que se refere à passagem de nível disnevelada à entrada de Sta. Eulália, que constituí um ponto negro na circulação automóvel entre Elvas e esta aldeia e daí à Capital de Distrito. Não seria esta uma oportunidade soluccionar aquele ponto de perigosidade?

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 17.1.07
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Éditos antigos que continuam bem actuais:
05 de Dezembro de 2005

ZONA SUL


O tempo não me ajuda a sair fora de portas, mas depois de uma semana fechado dentro de museus, resolvi aproveitar o fim de semana e descer até aos novos bairros perifericos na zona sul.
Para um velho conselheiro e ex-ministro do reino que, segundo alguns, foi o pioneiro do planeamento urbano em Portugal, com obra que ainda hoje é exaltada, fiquei deveras surpreendido com a explosão de novas urbanizações que crescem nesta latitude da cidade: Urbanização da Quinta do Bispo, Urbanização do Parque da Piedade, Urbanização do Morgadinho, Urbanização da Carvalha.
Uma palavra especial para a Quinta do Bispo, lar de António Sardinha, que após estudos do IPPAR, obrigou à preservação da Casa Principal e de parte dos Jardins da Quinta, que segundo penso serão de dominio público (?). Se assim for parece-me o local ideal para aí localizar um equipamento cultural para esta zona sul, que se encontra em expansão, e assim dotar a maior freguesia urbana de um equipamento cultural fora de portas!
Também a nova urbanização a sul do Santuário da Piedade me pareceu limitar o espaço de expansão do Parque da Confraria, impossiblitando assim num futuro o aumento do terreno para a Romaria de S. Mateus, mas obviamente percebo as questões monetárias que levaram a mesma a vender aqueles olivais.
Mas o que mais me preocupa nesta nova centralidade é a falta ou fraca preocupação pelas vias de circulação e acessiblidades, veja-se o caos que se torna a Avenida Sanches Manuel, Rotunda do Bombeiro ou Avenida António Sardinha por volta das 9 horas!
Que solução? Estará pensado no plano de expansão uma circular sul a estas urbanizações? A construção é necessária mas as acessibilidades são essenciais! Não quero ser um velho do Restelo, mas preocupa-me e assusta-me o futuro congestionamento de vias já hoje saturadas.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 16.1.07
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Como todas as cidades com um centro histórico, também Elvas se debate com o problema do aumento da circulação automóvel e estacionamento dentro do burgo antigo.
Nos últimos anos definiram-se as zonas de estacionamento criando parques gratuítos nas zonas periféricas, por exemplo no fosso do baluarte do Principe, e colocaram-se parquimetros nas arterias mais centrais, de forma a provocar a rotação, disponibilizando esses lugares para aqueles que rumam ao Centro da Cidade procurando o comércio ou serviços aqui localizados.
O principal arruamento comercial, Rua de Alcamim, foi completamente restringido ao trânsito automovel, passando assim a ser o único corredor pedonal na Zona Comercial do Centro. A criação recente do Parque de Estacionamento Subterrâneo, foi outra das medidas tomadas para possibilitar a visitantes e turístas um local central para estacionarem as suas viaturas.
A delimitação das zonas pagas, que por agora se resumem ao Centro Histórico, provocou novas atitudes nos Elvenses residentes nas arterias principais, ao impossibilita-los de colocarem as suas viaturas próximas dos seus domicilios, ou a apenas o fazerem fora dos horários pagos provocando transtornos diários aos mesmos, sem que lhes tenham sido dada um lugar de residente, agravando deste modo a desertificação do burgo histórico, dado que hoje em dia os casais novos, que por vezes detêm duas viaturas, têm esse factor em conta aquando da procura de nova residência.
Seria interessante para a Cidade de Elvas, que ao igual que acontece noutras paragens, houvesse uma política concertada entre o estacionamento e a rede de transportes colectivos, promovendo o seu uso e oferecendo aos Elvenses linhas e horários compatíveis com as suas necessidades. Uma articulação valída e real do problema da mobilidade em Elvas terá que passar pela oferta de serviços integrados e de gestão conjunta, subsidiando a receita do parqueamento os transportes colectivos.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 15.1.07
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Quando despertei do meu sonho uma das coisas que mais admiração me causou foi a grande expansão que existia fora das muralhas, com centos de casas por todos os lados.

Com a abertura do Viaduto das Portas de Évora nos anos 50, começaram a crescer bairros rodeando o burgo e com eles aumentaram as pessoas que deixaram de estar em permanência dentro das muralhas para, ao seu interior, voltarem apenas para trabalhar ou ir "à cidade" resolver burocracias e ao comércio.

Hoje em dia, por inúmeras razões os centros históricos estão povoados de idosos, e, são cada vez mais as habitações encerradas, sendo que algumas em perigo de derrocada por falta de quem lhes faça a manutenção. Recordemos que o Regedor prometeu uma Sociedade de Reabilitação Urbana para Elvas, de forma a culmatar alguns dos problemas que vão atingindo o Centro Histórico.

O PDM de Elvas está ultrapassadíssimo e as novas urbanizações estão a levar algumas arterias de ligação Periferia / Centro Histórico ao colapso em horas de maior afluência. A Circular à Cidade facilita a circulação, mas com o tempo e os Planos de Urbanização futuros o problemas vai ser chegar a ela.

A utilização massíva de viaturas particulares e a inexistente rede de carreiras urbanas fazem com que o Centro Histórico lata hoje em dia ao ritmo dos motores. Para os mais idosos retiraram-se-lhes do burgo os centros hospitalares fazendo-os deslocarem-se a pé ou em taxi até à Fonte Nova ou ao Bairro de São Pedro. Aos jovens obrigar-se-lhes-á a conduzir após a deslocação da zona de bares para o Morgadinho, enquanto a Cidade-Jardim se vai afirmando como novo centro cívico e comercial da Cidade.

Que politica de mobilidade para Elvas? Que visão estratégica para o futuro do burgo? São necessárias medidas para que no futuro o Centro Histórico e a Cidade não necessitem de vibrilação?

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