edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 21.12.06
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Porque o Natal deve ser mais que embrulhos coloridos...

Reportagem SIC - Vida de Sobras

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 20.12.06
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Esta iniciativa pretende dar a conhecer algumas das figuras que mais marcaram a cidade de Elvas.
Os Grandes Elvenses são todos aqueles que de alguma forma estão ligados a esta cidade raiana. As figuras aqui nascidas ou que por aqui passaram marcando a cidade ou a história de Portugal.
Não sendo uma página académica pretende listar de forma simples as figuras elvenses que de algum modo deixaram uma marca.
Desde os primordios da história até aos dias de hoje muitos foram os (as) elvenses que merecem ser reconhecidos. É esse o objectivo deste sitio.

Alguns das figuras já disponiveis:

Conhece uma figura que marcou a história local ou do país com raizes elvenses? Então a sua ajuda é bem vinda!

Procura-se dados sobre:

  • João Crisostomo Antunes
  • Gil Fernandes
  • José Rondão Almeida
  • João Carpinteiro
  • Eurico Gama
  • ...

Sendo um sitio de construção permanente a ajuda de todos é essencial para que a história de Elvas passe também pelos que a fizeram prestando-lhes uma humilde homengem nesta galeria de notáveis.
Para tal basta enviar uma resenha bibliográfica dessa figura para o
mail e colocaremos online mais um Grande Elvense graças a si.


edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 19.12.06
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Será já no próximo sábado que André Sardet apresentará em Elvas o seu espectáculo acustico naquele que será mais um passo para alicersar o Coliseu de Elvas no panorama musical português e extremenho. Para tal realiza-se hoje em Badajoz num Grande Armazém uma conferência de imprensa para divulgar o evento em terras extremenhas, seguido por outra em Elvas com direito a sessão de autografos.

Apesar deste cantor estar ser neste momento um dos grandes êxitos em Portugal parece-me que a divulgação em Badajoz deste concerto no Pavilhão Multiusos Elvense é despropositado, a não ser que um dos objectivos do Coliseu de Elvas seja a internacionalização da música portuguesa, o que só dignificaria mais a estrutura.

Parece a este Velho Conselheiro que uma aposta em Portalegre ou Évora com este tipo de iniciativas para este concerto seria mais vantajosa.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 18.12.06
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Como todos os anos a Revista Time elege por esta época a Personalidade do Ano, e neste 2006, a publicação norte-americana decidiu atribuir a todos os cibernautas fazedores da nova internet, a Web 2, que são no fundo os utilizadores dos blogues, Youtube ou o MySpace. São estes espaços virtuais que hoje em dia são a voz dos cidadãos e que transformam pouco a pouco a forma como se lê a cidadania.
Como co-agraciado vai deste humilde espaço da blogosfera elvense o agradecimento à "Time".
Todos Somos Elvas!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 18.12.06
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Por primeira vez em 2005 entregaram-se os Prémios Zé de Mello, anunciando-se que o mesmo acontecerá no próximo Feriado Municipal, a 14 de Janeiro, aniversário da Batalha das Linhas de Elvas.

Os Prémios, que pretendem distinguir pessoas singulares ou colectivas que nas suas áreas tenham demonstrado, ao longo do ano excepcional valor, resultam da votação popular dos cibernautas, que partem duma selecção de 3 nomeados para cada uma das categorias: Sociedade, Deporto, Cultura, Economia e Internet, e este ano a nova categoria de Blogosfera.

Para votar é simples, basta ir à hiperligação na coluna direita,
entrar no site da votação e realizar aí a sua opção.

Seja um conselherio e faça a sua eleição!
Todos Somos Elvas!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 15.12.06
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Caros Conselheiros e visitantes do blogue "Zé de Mello", para iniciar o ano de 2007, quero colocar este meu espaço ao vosso dispor de uma forma mais directa, ao igual que aconteceu o ano em curso.
É claro que a participação no blogue de V. Exas. esteve sempre disponível através dos comentários aos vários éditos por mim publicados. Cabe agora a oportunidade de não estar limitado aos temas dos meus éditos diários e serem os Caros Conselheiros a preencherem o espaço do blogue na primeira semana do ano da graça de 2007, bastando para tal enviar o vosso texto para o correio electrónico: zedemelo@sapo.pt . Por questões óbvias, e como é do vosso conhecimento os assuntos abordados no blogue circunscrevem-se a "Elvas", daí o tema: ELVAS 2007.
Conto com a vossa participação!
Bem Hajam!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 15.12.06

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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.12.06
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edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.12.06
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O interior do templo de três naves, separadas por cinco tramos de arcos redondos assentes em pilares de quatro colunas enfeixadas, cujos cordões ou molduras se prolongam na decoração dos arcos; as bases são de mármore cinzento, de forma oitavada reentrante, com doze faces. Todas as colunas têm capitéis decorados, sendo os da direita com folhagens e os da esquerda com fitas e troncos; são dourados à semelhança de outros aspectos decorativos da extinta catedral.

A abóbada da nave central, toda de nervuras, assenta sobre mísulas colocadas entre os arcos das quais partem sete feixes de nervuras. Os bocetes e fechos das nervuras são esculpidos e neles se observam as armas reais portuguesas, a Cruz de Cristo, a esfera armilar, as armas de Elvas, as armas dos primeiros bispos e outros elementos heráldicos ou decorativos.

As abóbadas das naves laterais são também de nervuras, com cruzes de Cristo e motivos florais, assentando sobre mísulas; as do lado da nave central fazendo saliência nos capitéis das colunas, e as outras nas paredes laterais. Doze frestas semicirculares, sendo duas cegas, abrem-se na parte superior da nave central.

O Coro Alto tem uma abóbada de nervuras com Cruz de Cristo e dois medalhões nos bocetes. As nervuras assentam sobre mísulas, cuja decoração é de folhagens e de figuras. Um arco, semelhante ao da entrada principal delimita o seguimento da nave central. O Coro e dependências têm acesso por uma escada em espiral que se prolonga até à torre.

Numa das dependências junto ao Coro Alto, cujo tecto é de abóbada de berço, as paredes estavam decoradas com esgrafitos. No tecto florões e outros lavores ocupam o centro dos caixotões em que está dividido. Em volta das paredes vêm-se uma decoração em edículos concheados, com figuras estilizadas de influência renascentista.

Em redor de todo o corpo do templo corre um silhar de azulejos policromos, do tipo laçaria e rosas, dos inícios do sec. XVII, mandados colocar pelo Bispo D. António de Matos Noronha.

Existem na igreja doze capelas, que apresentamos agora:

Do lado da Epístola, no topo da parede da entrada, está a Capela de Santo Amaro, de que era padroeira a família Pessanha, e cujas armas, num escudo esculpido em granito azulado, estão no fecho do arco. O interior e o altar foram reconstruídos nos meados do sec. XX, subsistindo do primitivo o retábulo pintado em madeira, dos fins do sec. XVI, representando a Descida do Espírito Santo.

A segunda Capela, já no corpo da igreja, é dedicada à Sagrada Família, embora esta estatuária esteja agora no Museu de Arte Sacra anexo,; tem o arco o arco de mármore pintado, com decorações do sec. XVII de flores, frutos e festões. O retábulo é de talha dourada da mesma época, apresentando três nichos.

Segue-se a Capela das Almas, actualmente com o coração de Jesus, mandado restaurar pelo Bispo D. Lourenço de Lancastre. É de mármore de duas cores com aplicações de talha dourada barroca.

A quarta Capela é de invocação a N. Sra. Da Conceição; é do mesmo género da anterior, e, como ela foi mandada refazer pelo mesmo prelado. A tela é medíocre.

A quinta Capela é dedicada ao Senhor Jesus dos Passos. É em mármore de diversas cores tendo ao centro do um sacrário, também em mármore. A imagem sai em Semana Santa em procissão. Foi mandado construir pelo Bispo D. Baltazar de Villas-Boas em 1750.

A última capela deste lado é já no topo colateral, sendo de invocação a N. Sra. Da Soledade, cuja imagem é referida por Frei Agostinho de Santa Maria no seu Santuário Mariano de 1718. Conserva a abóbada de traça primitiva com as respectivas nervuras, tendo sido os fundos entre as nervuras cobertos por talha dourada oitocentista. Da mesma época e estilo é o retábulo, pintado e dourado, assim como os silhares. As paredes estão recobertas por tecidos. Tem uma teia de madeira entalhada. Toda a reforma desta capela se deve ao Bispo D. Lourenço de Lancastre.

Do lado do Evangelho, a partir da porta de entrada, está o Baptistério com silhar de azulejos de tipo padrão do sec. XVII, tendo ao centro a Pia de mármore, lisa. Está decorada com uma pintura em madeira representado o Baptismo de Cristo, obra regular do sec. XVII. A Capela é fechada por cancela de madeira.

A Capela seguinte foi mandada erigir em 1670, por um Elvense que do México enviou um apinel com a Virgem de Guadalupe, invocação da Capela. Tem arco de mármore pintado e retábulo de talha dourada da época.

Segue-se a Capela de Nossa Senhora, em tudo semelhante à sua fronteria. Depois a Capela de Sto. António, cuja decoração é semelhante aos seu parceiro da frente. Tem retábulo pintado em tela representando Sto. António e o Menino Jesus, atribuído a Bento Coelho.

A Capela do Santíssimo Sacramento, que se segue, tem mais fundo. Foi instituída em 1620 por D. Ana de Quental, mulher de Aires de Mendonça, que ali têm jazigo em mausoléu à direita, o qual é constituído por um edículo com arca tumular e o brasão de armas num frontão sobrepujado pela cruz. É todo em mármore e tem inscrição comemorativa. No sec. XVIII foi reformada por D. Lourenço de Lancastre. O retábulo, pintado em tela representa a Coroação da Virgem. A grade de ferro forjado dourado que fecha a Capela é do sec. XVIII, encimada pelas imagens de madeira dourada de S. Pedro, S. João Baptista, S. Lucas e S. Marcos.

A Capela seguinte, que já é colateral, conserva o nervurado primitivo, mas em parte coberto pela parede do fundo. È de invocação de N. Sra da vitória e o recheio é dos inícios do sec. XX.


A Capela Mor foi mandada construir em 1749 para substituir aquela que em 1599 os mestres Pêro Vaz e Manuel ribeiro, executaram por ordem de D. António de Matos de Noronha, que eu depois o cabido “sede-vacante” fizera demolir em 1734. é seu autor José Francisco de Abreu que trabalhara nas obras do Convento de Mafra. A Capela e o altar são de mármore de varias cores. O retábulo tem seis colunas com mísulas e capiteis muito ornamentados e frontão com a a cruz radiante. Nos lados estão dois brasões: o Pontifical e o da família dos Bispos D. Pedro e D. Baltazar de Villas-Boas. Ao centro a tela, do sec. XVIII, representando a Ascenção da Virgem é obra do pintor italiano Lorenzo Gramieri em 1749.

À direita do altar, na parede, existe um nicho com urna funerária dos bispos Villas-Boas, D. Pedro e D. Baltazar. Oranam as paredes duas tribunas com baluastradas de mármore.

Precedendo a teia de mármore que fecha a Capela Mor, ao nível das duas últimas colunas esta uma outra teia de ferro forjado do sec. XVII. Também deste material é o púlpito que se encontra do lado da Epistola.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 13.12.06
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Uma das ideias associadas à largos anos à Cidade de Elvas prende-se com a transformação das ameixas Rainha Claúdia Verde em produtos confitados conhecidos como "Ameixa de Elvas". Sob esta denominação o nome de Elvas correu o mundo associado a um produto de qualidade, deixando um doce sabor de boca a quem o prova e uma vontade de repetir.
Hoje em dia a Ameixa d’Elvas é um produto certificado com Denominação de Origem Protegida que obriga a que a ameixa seja produzida de acordo com as regras estipuladas no caderno de especificações da entidade certficadora, o qual inclui, designadamente, as condições de produção, de condução dos pomares, de colheita dos frutos e de secagem ou de transformação e de acondicionamento do produto.
Estas pode apresentar-se sob a forma de:
  • Ameixas frescas - frutos frescos da categoria Extra ou I devidamente embalados e rotulados;
  • Passas - ameixa seca ao sol ou em câmaras próprias, apresentada em embalagem de origem devidamente rotulada;
  • Confitadas (escorrida, em calda ou com cobertura) - ameixa transformada segundo métodos tradicionais, apresentada em embalagem de origem, devidamente rotulada. Tradicionalmente estas embalagens eram redondas ou quadradas, muito bem decoradas e forradas de papel recortado.
Existem neste momento, segundo me é dado saber, duas industrias de transformação em Elvas que continuam a manter a tradição deste ex-libris gastronómico elvense, apesar de não certificadas e que podem, e devem, ser incentivadas a continuar a sua produção mas também a servirem de embaixadores de Elvas por todo o mundo.
A proposta que este Velho Conselheiro aqui deixa hoje prende-se com a inevítavel ligação entre as Ameixas e o nome de Elvas. Não será esta "marca", já mundialmente conhecida, uma mais valia para a promoção comercial e turística do burgo?
Elvas terra de doce sabo(e)r!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 12.12.06
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Mais uma amostra da diversidade da sinalética que reina pelo Centro Histórico de Elvas.
Conhece outro modelo na sua zona! envie a sua fotografia para zedemelo@sapo.pt

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.12.06
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Afinal a blogosfera elvense está de parabéns a (d)obrar.
O Blogue de Cláudio Ramos (Eu Claúdio!), que teve a gentileza de ser o primeiro entrevistado nas conversas na primeira pessoa, foi (des)agraciado com o Prémio: O mais alienado!
Neste caso deixa este Velho Conselheiro os des-parabéns ao premiado.

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