
Chegou às mãos deste Velho Conselheiro esta publicação que aconselho aos visitantes e Conselheiros a sua leitura. Vale a pena perceber o fenómeno da blogosfera nesta visão de Catarina Rodrigues.
Também antes dos Prémios Zé de Mello'06 vale a pena a iniciativa que premeia a qualidade da blogsfera nacional. Este Velho Conselheiro já votou! participe também! Veja aqui - Melhor Blog Individual Feminino - http://www.rititi.com/
- Melhor Blog Individual Masculino - http://portugaldospequeninos.blogspot.com/
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A sua fachada de traço simples, sem frontão, composta por 3 portas de verga lisa encimadas por três janelões de igual tipologia. Sobre a cimalha tem um nicho com uma imagem de N. Sra. Da Piedade datável do sec. XV. Ainda no exterior destaque para a fachada direita, onde se podem observar quatro ameias chanfradas do sec. XVI.
O interior de três naves com abobada de canhão com 4 tramos suportada por colunas octogonais de cantaria aparelhada. A Capela Mor, hoje escondida por uma construção do sec. XX, e, observável nas traseiras de tal muro, é bastante simples com retábulo por dourar do sec. XVIII. Completam o templo 4 altares, dos quais destaca o do lado do Evangelho com retábulo oitocentista.
Destaque também para a pintura da Adoração dos Pastores na Capela Baptismal onde se pode observar uma das mais antigas representações da antecessora da Guitarra Portuguesa, um cistro, instrumento que figura nas mãos de um dos anjos na tela seis ou setecentista.
Fotografia cedida pelo Portal Tudoben
En las eurociudades europeas no sólo hay gobiernos de DOS alcaldes de "izquierdas"; sino, a veces, de "derechas"; y, otras veces, terminan coincidiendo un alcalde de "derechas" y otro de "izquierdas"; y colaboran y cooperan en beneficio de la eurociudad y sus ciudadanos.
Por eso, es conveniente recordar que, detrás de un proyecto de "Eurociudad", además de un posicionamiento político hay una apuesta técnica y ciudadana. Por eso, es conveniente conocer las razones técnicas de la "Eurociudad Elvas_Badajoz":
Razones técnicas para una eurociudad Elvas-Badajoz
Las eurociudades son conurbaciones o ciudades grandes europeas que se afirman y desarrollan en nuestra red continental de ciudades. Si queremos enunciar un conjunto sintético, completo y claro de razones para la constitución de una eurociudad Elvas-Badajoz, deberemos atender a las siguientes:
- España y Portugal son dos países hermanos y vecinos en la UE, que muestran una voluntad creciente de interrelación y cooperación.
- Elvas y Badajoz están en la frontera a menos de 10 kilómetros una de la otra.
- Ambas están en el centro del eje de desarrollo ibérico Madrid-Lisboa.
- Compartirán una parada común de AVE y comunicaciones terrestres, ferroviarias y aéreas comunes y próximas.
- Su proximidad favorece la proyección comercial conjunta de ambas, mediante una plataforma logística común, cuya fórmula de Agrupación Europea de Cooperación Territorial será con casi toda seguridad trabajada en la próxima cumbre ibérica.
- Los atractivos patrimoniales y turísticos de Elvas complementan la capacidad de atracción y generación de actividad socieconómica de Badajoz.
- Comienzan a compartirse y a copagarse ya algunos servicios sanitarios comunes, como la maternidad de Badajoz y podrían llegar a ser más.
- Muchos elvenses se benefician de la existencia y proximidad de la Universidad de Extremadura y muchos pacenses se podrían beneficiar de la educación superior en Elvas o de fórmulas mixtas hispanolusas, bajo el Espacio Educativo Europeo.
- Hay cada vez un mayor interés cultural y lingüístico recíproco, que se demuestra en una enormidad de alumnos de portugues, en el dominio del español por los elvenses y por los frecuentes certámenes y visitas culturales y de ocio.
- Se hace cada vez más necesario organizar iniciativas y servicios en común y se necesita un marco jurídico novedoso y europeo, y un plan estratégico para ello.
- La mayor y mejor captación y organización de fondos financieros externos y propios, la armonización interior y la proyección exterior será superior en conjunto que por separado.
Esperamos que estas razones técnicas sean comprendidas, compartidas y abanderadas en común y en conjunto por la ciudadanía y por las fuerzas sociales, económicas y políticas de nuestros estados, regiones y ciudades. El progreso y el desarrollo no sólo se anticipa y planifica, sino que se construye, día a día, entre todos.»
LUIS FERNANDO DE LA MACORRA Y CANO/profesor de la UEx
Para quem duvide que a Eurocidade já existe veja-se também: http://www.hoy.es/prensa/20061116/badajoz/aumenta-numero-negocios-regentados_20061116.html .Várias actividades têm tomado forma e atingem os mais diversos públicos, das quais me permito destacar:
O Museu vai à Escola – Um projecto educativo que deve servir de ensaio para a futura dinamização dos museus elvenses.
São iniciativas destas, de carácter popular, que educam a população e que nas auroras da abertura do MACE preparam os Elvenses para assumir a sua Cidade como uma terra de cultura.
Como é habito este Velho Conselheiro deixa uma sugestão, porque não a realização na Primavera de um fim-de-semana em que as várias artes (eruditas e populares), o património e espólio dos museus e a população se encontrem no entorno das muralhas (por exemplo o baluarte do Príncipe) festejando que Elvas é assumidamente uma Cidade de Cultura. Fica a ideia aberta à discussão e ao enriquecimento da mesma.
Foi enviado cópia deste édito à Vereadora da Cultura.
Será no próximo dia 25 que começa a vida do novo Coliseu elvense, com um espectáculo que o Palácio do Regedor quis que coincidisse com a Cimeira Ibérica de Badajoz e desta forma aliar-se da forma mais digna e elevada a este acontecimento. Será com certeza um êxito de Elvas no Alentejo, em Portugal e na Extremadura Espanhola. Este concerto será a apresentação do mais novo trabalho discográfico de Dulce Pontes, depois do êxito alcançado com o anterior CD sob a direcção de Ennio Morriconne, que nos é descrito desta forma por José Silva: «O primeiro album inteiramente produzido por Dulce Pontes. As três portas de um coração português: Fado, Folclore/Música popular Portuguesa e Música de inspiração medieval/ Fado de Coimbra. Uma paleta sonora de música de raíz portuguesa, onde é proposta uma viagem que atravessa vários estados de espírito no sentido de cumprir o propósito de nos fazer atravessar essas "portas abertas á emoção".O primeiro CD é testemunho do encontro sempre desejado com o público que Dulce tanto ama. Só poderia ter sido gravado ao vivo. O fado vive mais nesse encontro directo, quando se desnuda, partilha feridas e exalta a esperança cantando a tristeza ou sorri de cumplicidade face a uma "A velha tendinha" relembrando Herminia Silva. De forma gradual e subtil o primeiro CD vai-se aproximando do folclore e da música popular portuguesa. Dulce segue as pegadas do grande mestre José Afonso criando uma atmosfera ora tradicional , ora vanguardista. Termina ao piano no seu mais íntimo fôlego, onde instrumento e voz são um só. O segundo CD foi gravado na Igreja de Santa Maria em Óbidos e nesse "castelo mágico" que é o Convento de Cristo em Tomar. Procurou as acústicas arquitectónicas de cada sala, elegendo cada uma delas em função da característica musical de cada tema, com o objectivo final de os servir e valorizar. Totalmente gravado ao vivo e a nú, revelando a sua formação clássica, consegue transmitir uma espiritualidade sem nome ou rito. Apenas o coração.»
Como estou um bocado constipado, resolvi sentar-me frente a esta máquina chamado computador e dar umas voltas pela Internet, e como estava um bocado aborrecido decidi ir consultar o Boletim da CME on-line para me pôr bem disposto. Realmente fico extasiado com o meu Concelho, não há uma pessoa que diga mal da obra realizada, tudo é um mar de rosas. De repente começo a ler uma notícia em que a CME vai investir 215 000.00 € para acabar com as antenas nos telhados no Centro Histórico. Cada um tem as suas prioridades, a do lixo com a criação de " contentores " subterrâneos creio que era mais importante, e também mais benéfica para a saúde publica , mas explicar isso a alguém que tem á sua porta um contentor dedicado e sempre limpo é bastante difícil , mas voltemos ás " antenas ". Até ao 25 de Abril de 1974 quem queria beber Coca-cola tinha que ir a Espanha, porque em Portugal não havia e era proibida. No entanto nunca jamais em tempo algum houve alguém que nos impediu de ver as imagens emitidas pela TVE do lado de lá da fronteira. Os anos foram passando, e em vez de "termos" somente a TVE e a TVE2, começamos também ver a Antena 3, a Tele 5, o Canal +, a Localia, etc., e para os apreciadores do zaping não houve melhor coisa que o aparecimento da TDT (Televisão Digital Terrestre), algo que em Portugal vai a acontecer durante o Século XXI. Realmente a quantidade, e a qualidade das emissões televisivas dos nossos vizinhos nada tem a ver com a oferta deste jardim á beira-mar plantado. Eis então que, quem no Rege teve a brilhante ideia de acabar com as antenas no Centro Histórico de Elvas, e em substituição colocar a TV Cabo de borla em casa de cada morador. Até aqui tudo bem, mas eis que não há bela sem senão. Os ÚNICOS canais que as mentes pensadoras querem que as pessoas vejam no Centro Histórico de Elvas são RTP1, RTP2, SIC e TVI, que é o que vem descrito no " Boletim do Regedor " pese embora o mesmo já tenha dito algo de diferente , mas em política o que é verdade hoje é mentira amanhã , então quem quiser ver a Localia, a Tele 5 , a Antena 3, a TVE2 etc., não vê nem a pagar. Realmente dou os meus parabéns a estas mentes pensadoras, porque só de uma mente brilhante poderia vir uma ideia destas. Expliquem a um velhote com setenta e tal anos morador dentro do centro histórico que a partir do dia XPTO de 2007 quando quiser ver um jogo na "espanhola" tem que ir para " fora de portas " . É uma loucura que em pleno Século XXI existam Elvenses de 1ª e 2ª.
Os de 1ª vivem em quintas nos arredores de Elvas, podem ter quantas antenas de televisão quiserem, além de mais regalias que ficam para mais tarde, os de 2ª além de não poderem ter antenas sejam elas para o Satélite ou para a TDT, só têm direito a ver o que quem nos Rege quer, chama-se a isso educar os hábitos televisivos.
No entanto também há algo que me intriga, talvez por falta de conhecimento. Que se saiba não me lembro de ter sido lançado qualquer concurso público para a adjudicação da rede de cabo no Centro Histórico de Elvas. Se tal não aconteceu porque é que foi adjudicado á TV Cabo este serviço, para que servem então os concursos, ou será que a Cabo Visão e todas as outras TV por Cabo nem sequer foram convidadas para tal. Talvez tenha chegado a hora da Revolução Cultural, como aconteceu há muitos anos numa ditadura popular, ou será que esta atitude irresponsável não irá provocar outro tipo de Revolução. Voltámos ao tempo da censura, ou os iluminados dos nossos Regedores julgam que podem mandar em nossa CASA assim sem mais nem menos, essa é que tinha graça.
Nem mandam nas minhas ideias, nem não minha pessoa, nem naquilo que é meu , pois pago uma enormidade de impostos por tudo e por nada . Como o grito revolucionário diz " Não passarão " eu digo " NÃO TIRO ".
Édito enviado por Endovelico Bronconcios










