
Após o dia da Revolução de Abril, um grupo de cidadãos pegou em martelos e foi até à ponte sobre o Tejo e retirou a placa na imagem e decidiu dar o nome da liberdade aquela estrutura que estava ligada ao antigo regime. Segundo nos foi informado o nome do Regedor foi dado ao Coliseu porque houve um movimento de cidadãos que assim requereu. A esperança deste Velho Conselheiro é que num futuro os novos Elvenses, se os houver, tenham o bom senso de emendar este erros dos homens de hoje que se calam e consente tal desproposito.
As Jornadas Europeias do Património são uma iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia, que envolve mais de 50 países, no âmbito da sensibilização dos povos europeus para a importância da salvaguarda do Património.
O Ippar, enquanto coordenador nacional das Jornadas Europeias do Património, propõe para 2006 o tema "Património [...] somos nós", procurando oferecer uma nova forma de olhar o património cultural - uma realidade viva que só adquire verdadeiro significado na sua relação com as pessoas e com as comunidades, pelo qual o Palácio do Regedor se juntou a esta iniciativa que decorre entre 22 e 24 de Setembro.
Fica o programa:
Quem não conheça a cidade de Elvas pensará que hoje este Velho conselheiro edita uma foto de outra localidade modernaça! Mas não! Este é a saída superior do elevador de acesso ao Parque de Estacionamento da Praça da República.
Aquando da sua inauguração muita tinta e muita saliva correu sobre a inestetica solução encontrada para tal engenhoca. Passados seis meses, e após o próprio Regedor ter dito que tão pouco lhe agradava esta aberração, ainda nada foi feito para que o choque visual na Praça nobre da cidade seja minimizado!
Aqui o Zé de Mello não se esquece e continua à espera que seja reparada esta vergonha!
Mais um ano lá voltamos a rumar ao Santuário da Cova da Iria numa oferta que o Palácio do Regedor propõe aos seus municipes mais idosos. Que bom ser pequenino, e, não estando rodeado de glórias e poder, descer do pedestal e ir ao encontro das pessoas, sem vénias e devoções que apenas a Alguns pertencem. Ouvir da "vox populi" que o governo local está bem entregue (concordo), que se tem "alindado" a cidade e as aldeias, mas que a vaidade já é em demasia! Foi o início de uma interessante conversa à sombra do Santuário. Pus-me à escuta e "atirei lenha para a fogueira". - Vaidade?!?, questionei. -Sim! Vaidade! Ora atão agora tem tudo que ter o nome do homem!Proveniência: Herdade da Torre do Cabedal
Dimensões: 198cm x130cm
Datação: Romano
Descrição: Painel de mosaico policromo, tendo como tema figurativo a fauna marinha, através da representação de nove peixes e uma lula. A água é representada por meio de linhas descontínuas de tesselas acinzentadas.
Um mosaico é um revestimento de pavimento ou de parede, feito com pequenos cubos de pedra (tesselas), cujo tamanho varia entre os 2 milímetros e os 2 centímetros de lado.
As tesselas eram colocadas sobre uma superfície previamente preparada, de forma a obter desenhos geométricos ou figurativos. Recorria-se à utilização de calcário, xisto, mármore, terracota ou pasta de vidro colorida, criando uma gama variada de cores.
A composição decorativa do mosaico evoluiu desde os pavimentos geométricos a preto e branco do séc. I antes de Cristo, até ao mosaico dos sécs. III e IV depois de Cristo, com uma variedade de cores e de efeitos decorativos.
O mosaico romano é uma das expressões artísticas mais originais do mundo romano. Esta peça do espólio do futuro Museu de Arqueologia pode ser observado no átrio de entrada do edifício-sede do Palácio do Regedor, e integra-se num conjunto de iniciativas com o lema “Elvas, História Viva”.
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