Por ironia do destino, o Sporting Clube Elvense queixava-se do clube sede, com o qual também já havia tido um tratamento igual. E os sócios das duas filiais começaram por descaracterizar a crença filial, e a pensar na escolha de outros rumos, motivados pelas desilusões contraídas, que toldaram as suas paixões clubistas e os levou a concluir, que, transformando os dois clubes num só, a cidade ganhava um representante que não tinha, valorizado com o reforço dos jogadores e dos sócios dos dois clubes. Além disso, acabava-se, de vez, com a demolição do muro irreversível da rivalidade, que só prejudicava a legitimidade dos seus intentos. E a ideia frutificou e teve o seu epílogo, com o beneplácito dos desportistas mais sensatos, mais compreensíveis e menos fanáticos. E no dia 15 de Agosto de 1947, da fusão amiga, das duas filiais, nasceu "O Elvas" Clube Alentejano de Desportos, que foi ocupar o lugar do Sport Lisboa e Elvas, no campeonato nacional da 1ª divisão, e os desportistas elvenses, amantes do futebol e, agora, unidos no mesmo clube, continuavam vivendo a alegria que grassava na cidade, e a dedicar-lhe todo o apoio e o indelével entusiasmo, porque "O Elvas" passou a ser o lídimo representante da nossa cidade, ou seja o clube de todos nós.
Por ironia do destino, o Sporting Clube Elvense queixava-se do clube sede, com o qual também já havia tido um tratamento igual. E os sócios das duas filiais começaram por descaracterizar a crença filial, e a pensar na escolha de outros rumos, motivados pelas desilusões contraídas, que toldaram as suas paixões clubistas e os levou a concluir, que, transformando os dois clubes num só, a cidade ganhava um representante que não tinha, valorizado com o reforço dos jogadores e dos sócios dos dois clubes. Além disso, acabava-se, de vez, com a demolição do muro irreversível da rivalidade, que só prejudicava a legitimidade dos seus intentos. E a ideia frutificou e teve o seu epílogo, com o beneplácito dos desportistas mais sensatos, mais compreensíveis e menos fanáticos. E no dia 15 de Agosto de 1947, da fusão amiga, das duas filiais, nasceu "O Elvas" Clube Alentejano de Desportos, que foi ocupar o lugar do Sport Lisboa e Elvas, no campeonato nacional da 1ª divisão, e os desportistas elvenses, amantes do futebol e, agora, unidos no mesmo clube, continuavam vivendo a alegria que grassava na cidade, e a dedicar-lhe todo o apoio e o indelével entusiasmo, porque "O Elvas" passou a ser o lídimo representante da nossa cidade, ou seja o clube de todos nós.
Porque rir é o melhor remédio... 
A localização da futura estação internacional de AV do Caya/Caia tem já localização prevista no Plano General de Ordenacion Urbana de Badajoz. Como se observa na figura acima esta ficará a norte da auto estrada Lisboa / Madrid, nas proximidades da linha de fronteira e na zona onde se localiza uma área de serviço. Esta mesma área será a continuação espanhola da Plataforma Logística do Caia, sendo que esta tem como ancôra também a AV.
O que importa na óptica deste Velho Conselheiro é que aquela estrutura internacional tenha realmente um carácter transfronteiriço e sirva de motor ao desenvolvimento da conurbação Elvas / Badajoz.
Enquanto não chega uma página digna, apelativa, informativa e bem cuidada sobre o Turismo de Elvas, espara-se que o que o sitio oficial vai introduzir sobre o turismo tenha frutos!
Éditos antigos que continuam bem actuais:
Quarta-feira, 24 de Agosto de 2005
SONS DA IBÉRIA
Nos dias de hoje para nos afirmarmos na sociedade e tentar fugir ao anonimato temos que ser especiais, diferentes, ter uma estrelinha que nos faça brilhar entre a multidão.O mesmo podemos aplicar às nossas cidades. Se pensamos em Braga, lembramo-nos do canudo, dos Arcebispos; se for Coimbra, são os Doutores, o Fado e a Universidade; ou mais recentemente se for a Costa Alenteja é o Sudoeste e a Zambujeira ou Mérida com o Festival de Teatro em Espanha.E nós por cá?!.....Pelo que tenho visto e pelo que vou sabendo temos algumas actividades culturais e musicais, mas convenhamos estamos a trabalhar para dentro!Porque não se aposta na realização de um evento que mobilize e leve até aos 4 cantos do país o nosso nome: Elvas. Ou melhor porque não aproveitar a nossa posição geografica e fazer deste acontecimento algo transfronteiriço e assim projectar-nos também do lado de lá do Caia até ao Mediterraneo.
A hotelaria, a restauração, o comércio e toda a economia local só teria a ganhar com isso!Espaço para realizá-lo parece que vamos ter, o Pavilhão Multiusos do Morgadinho.Falta agora pensar num fio condutor para este evento.Eu deixo o meu grão de areia: Festival Sons da Iberia - Fado, Flamengo, Gaitas, Cante Alentejano, "la jota", o Vira e o Malhão. Grandes nomes de um lado e do outro da raia num encontro ibérico de sons e musicalidades.Talvez a nossa estrutura local, incluindo o municipio, não tenham envergadura para levar em frente esta ideia, mas para isso existem acordos comerciais e não faltam no panorama nacional empresas que já deram provas de conseguir mover montanhas e realizar utópias!
Fica a ideia.....
Durante cerca de um mês tiveram a palavra os visitantes e co-Conselheiros do blogue na Sondagem Popular sobre o nome do Pavilhão Multiusos.
Ficam os resultados:
A cor amarela, imagem de marca da rádio, dá agora lugar a um ambiente mais relaxado e moderno do "site", apresentando uma imagem de cabeceira bem conhecida dos elvenses. Lugar ainda para as crónicas de João Vinagre e Manuel Carvalho (para quando as dos demais cronistas?), para as fotoreportagens e claro a emissão online. Como nota negativa a informação metereologica sobre Beja! Aos elvenses residentes e além mares interessa, talvez, a temperatura em Elvas e não na capital do Baixo Alentejo! Também nesta data nasce um novo blogue sobre os "media" elvenses, depois do A Rádio em Elvas nasce agora o Rádio e TV na Cidade de Elvas, esperemos te-lo por cá muito tempo!
Em 1518 dá-se a primeira fundação, com a construção do primeiro convento num vale, próximo das muralhas de Elvas, graças a uma doação de terrenos feita por Genebra da Rosa e por Manoel Paçanha, fidalgo de Elvas devido à insalubridade do local a congregação passa em 1591 para o cimo da colina, junto ao Aqueduto da Amoreira. D. Fernando da Silva e sua esposa D. Beatriz de Brito, doadores de maior parte dos terrenos da edificação, são os padroeiros deste segundo edifício.
Devido à sua posição no alto da colina este trensforma-se em fortim das tropas espanholas em 1658 / 1659 aquando do cerco que viria a terminar com a Batalha das Linhas de Elvas. Para em 1691 ser recuperado e de novo acolher os Franciscanos. Contudo com as invasões francesas, volta a ficar bastante danificado pela artilharia da praça. Finalmente a 9 de Junho de 1834 é desocupado pela expropriação dos bens das ordens religiosas, passando a 13 de Maio de 1842 a servir de campo santo, instalando-se aí o cemitério: "A 13 Maio 1842 veio à camara a adm. militar para que dissesse se recebia ou não a igreja, tapada e jardim do exº convento para a formação do cemitério, como lhe foi concedido. Resposta que sim".
Desde essa data até aos dias presentes continuo com essa ocupação e caindo em continuo abandono até que em 2005 sofre importante obras de beneficiação para aí se instalar o Arquivo Histórico Municipal.






