edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 14.8.06
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Em 1943, o Sport Lisboa e Elvas, conseguiu provocar, no meio desportivo da cidade, a maior revolução futebolística de todos os tempos, inundando o País de curiosidade, entusiasmo e admiração. A filial do Benfica, dois anos depois, havia entrado na alta roda do futebol nacional. E, a nossa cidade, na época de 45/46, vestiu as suas melhores galas para receber as embaixadas futebolísticas, que, desde o norte ao sul do País se deslocavam para conhecer a fidalga senhora, que antes, guardada pelas suas seculares e sumptuosas muralhas, ocultava todo o seu riquíssimo tesouro, colocado, enfim, a descoberto graças à façanha gloriosa de uns quantos guerreiros sem nome. Em 46/47, a filial do Benfica disputava o campeonato nacional da 1º divisão, no segundo ano consecutivo. E, porque vivia um momento menos bom, no tocante a finanças, resolveu solicitar, ao clube sede, a necessária ajuda que, lhe foi negada com o pretexto, inexorável, de nunca terem subsidiado financeiramente qualquer filial, e não se encontrarem em condições de o poder fazer. Nada mais claro e absorvente. Mas, a renúncia do Benfica, em ajudar a sua filial nº 6, não caiu bem no meio desportivo da cidade, dando lugar a um oportuno e sentido desapontamento e, a confissões pouco lisonjeiras, quanto ao relacionamento das sedes com os clubes satélites.
Por ironia do destino, o Sporting Clube Elvense queixava-se do clube sede, com o qual também já havia tido um tratamento igual. E os sócios das duas filiais começaram por descaracterizar a crença filial, e a pensar na escolha de outros rumos, motivados pelas desilusões contraídas, que toldaram as suas paixões clubistas e os levou a concluir, que, transformando os dois clubes num só, a cidade ganhava um representante que não tinha, valorizado com o reforço dos jogadores e dos sócios dos dois clubes. Além disso, acabava-se, de vez, com a demolição do muro irreversível da rivalidade, que só prejudicava a legitimidade dos seus intentos. E a ideia frutificou e teve o seu epílogo, com o beneplácito dos desportistas mais sensatos, mais compreensíveis e menos fanáticos. E no dia 15 de Agosto de 1947, da fusão amiga, das duas filiais, nasceu "O Elvas" Clube Alentejano de Desportos, que foi ocupar o lugar do Sport Lisboa e Elvas, no campeonato nacional da 1ª divisão, e os desportistas elvenses, amantes do futebol e, agora, unidos no mesmo clube, continuavam vivendo a alegria que grassava na cidade, e a dedicar-lhe todo o apoio e o indelével entusiasmo, porque "O Elvas" passou a ser o lídimo representante da nossa cidade, ou seja o clube de todos nós.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.8.06
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O director do jornal Linhas de Elvas, em comunicado a que a agência Lusa teve acesso, João Alves e Almeida, demitiu-se do cargo, alegando "perseguição pessoal" por parte da Câmara Municipal de Elvas, mas continua à frente da empresa proprietária do semanário.Num documento em que anuncia a decisão, João Alves e Almeida argumenta que a "perseguição pessoal" tem-se traduzido em "comunicados emitidos pelo município local, onde é invocado o jornal, o último dos quais distribuído no dia 05 de Agosto"."Tenho sido perseguido publicamente através de uma série de comunicados, que são uma constante há uma década", alega o director demissionário.Para o director demissionário, o último comunicado da autarquia "ultrapassa as marcas", por misturar uma empresa, da qual é sócio, que tem 117 anos e que "não merece ser beliscada", a Linhas de Elvas-Empresa Gráfica.João Alves e Almeida manifesta ainda desagrado pelo facto do nome do seu pai, Ernesto Alves e Almeida, fundador do Linhas de Elvas, ter sido invocado, num dos comunicados do município local."Trata-se de uma pessoa que está morta, que não se pode defender e que nada tem a ver com a salutar troca de galhardetes entre instituições e pessoas", sustentou.Contactado pela agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida (PS), escusou-se a comentar o caso."Desconheço o que se passa, uma vez que me encontro em férias e, mais, tenho como conduta não me pronunciar sobre casos que se passam em outras instituições", disse.
in Rádio Portalegre

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 11.8.06
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Porque rir é o melhor remédio...

em parceria com Sergei Cartoons

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 10.8.06
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A localização da futura estação internacional de AV do Caya/Caia tem já localização prevista no Plano General de Ordenacion Urbana de Badajoz. Como se observa na figura acima esta ficará a norte da auto estrada Lisboa / Madrid, nas proximidades da linha de fronteira e na zona onde se localiza uma área de serviço. Esta mesma área será a continuação espanhola da Plataforma Logística do Caia, sendo que esta tem como ancôra também a AV.

O que importa na óptica deste Velho Conselheiro é que aquela estrutura internacional tenha realmente um carácter transfronteiriço e sirva de motor ao desenvolvimento da conurbação Elvas / Badajoz.

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 9.8.06


Boletim do Palácio do Regedor nº 80 serie IV pag. 28
Confira aqui

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 8.8.06

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 7.8.06

A 18 de Julho , com este mesmo título, escrevemos: "Também é urgente que o Regedor se aperceba que hoje em dia quando um turista se prepara para a sua viagem este fa-lo atravez da internet, e diga-se que o Sitio Electrónico do Palácio do Regedor nada, repito, nada ajuda a vender a imagem de Elvas como destino de viagem. Não há informação sobre hoteis e restaurantes! Não há informação sobre percursos, monumentos visitaveis e horários de visita! E claro o pouco que existe é em português quando o maior mercado de Elvas fala espanhol e depois a língua internacional - o inglês!"
Segundo se vê na foto acima, o Gabinete de Informação e Propaganda está a reformular o sitio oficial do Palácio do Regedor introduzindo mais informação sobre o turismo local. Parece a este Velho Conselheiro que não serão estas as suficientes, mas na falta de melhor... Vejamos alguns exemplos:

Enquanto não chega uma página digna, apelativa, informativa e bem cuidada sobre o Turismo de Elvas, espara-se que o que o sitio oficial vai introduzir sobre o turismo tenha frutos!


edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 5.8.06
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Talvez o Zé de Mello se tenha enganado!
Um dos meus receios sobre o Concelho de Elvas, prendia-se com a monopolização por parte do "Partido Rondão Almeida" das sociedades culturais, deportivas e recreativas do concelho, bem como das comissões de Festas. Estas estruturas de carácter popular foram ao longo dos tempos centros democráticos, até nos tempos da outra ditadura, locais de encontro e onde as vontades dos homens (mulher não entra!) faziam acontecer verbenas, torneios e Festas.
Ao ler o Linhas de Elvas apercebo-me de um punhado de jovens que contra vontades estabelecidas e politiquices lançam mãos à obra para que não se percam tradições. Assim se passou em Vila Boim e Terrugem. São estes elvenses de novas gerações que já apanharam o futuro nas suas mãos. Sejam quais sejam as suas intenções pessoais e profissionais quero acreditar que eles olham orgulhosos para as realizações que fizeram e que concerteza mais poderão fazer pelas suas aldeias e pelo concelho.
Obrigado!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 4.8.06
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Éditos antigos que continuam bem actuais:
Quarta-feira, 24 de Agosto de 2005

SONS DA IBÉRIA


Nos dias de hoje para nos afirmarmos na sociedade e tentar fugir ao anonimato temos que ser especiais, diferentes, ter uma estrelinha que nos faça brilhar entre a multidão.O mesmo podemos aplicar às nossas cidades. Se pensamos em Braga, lembramo-nos do canudo, dos Arcebispos; se for Coimbra, são os Doutores, o Fado e a Universidade; ou mais recentemente se for a Costa Alenteja é o Sudoeste e a Zambujeira ou Mérida com o Festival de Teatro em Espanha.E nós por cá?!.....Pelo que tenho visto e pelo que vou sabendo temos algumas actividades culturais e musicais, mas convenhamos estamos a trabalhar para dentro!Porque não se aposta na realização de um evento que mobilize e leve até aos 4 cantos do país o nosso nome: Elvas. Ou melhor porque não aproveitar a nossa posição geografica e fazer deste acontecimento algo transfronteiriço e assim projectar-nos também do lado de lá do Caia até ao Mediterraneo.
A hotelaria, a restauração, o comércio e toda a economia local só teria a ganhar com isso!Espaço para realizá-lo parece que vamos ter, o Pavilhão Multiusos do Morgadinho.Falta agora pensar num fio condutor para este evento.Eu deixo o meu grão de areia: Festival Sons da Iberia - Fado, Flamengo, Gaitas, Cante Alentejano, "la jota", o Vira e o Malhão. Grandes nomes de um lado e do outro da raia num encontro ibérico de sons e musicalidades.Talvez a nossa estrutura local, incluindo o municipio, não tenham envergadura para levar em frente esta ideia, mas para isso existem acordos comerciais e não faltam no panorama nacional empresas que já deram provas de conseguir mover montanhas e realizar utópias!

Fica a ideia.....

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 3.8.06
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Durante cerca de um mês tiveram a palavra os visitantes e co-Conselheiros do blogue na Sondagem Popular sobre o nome do Pavilhão Multiusos.

Ficam os resultados:

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 2.8.06
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Depois de em Janeiro deste ano ter sido galardoado com o Prémio Zé de Mello'05 para o melhor sitio electrónico, eis que a Rádio Elvas apresenta uma nova imagem no seu sitio.
A cor amarela, imagem de marca da rádio, dá agora lugar a um ambiente mais relaxado e moderno do "site", apresentando uma imagem de cabeceira bem conhecida dos elvenses. Lugar ainda para as crónicas de João Vinagre e Manuel Carvalho (para quando as dos demais cronistas?), para as fotoreportagens e claro a emissão online. Como nota negativa a informação metereologica sobre Beja! Aos elvenses residentes e além mares interessa, talvez, a temperatura em Elvas e não na capital do Baixo Alentejo!
Também nesta data nasce um novo blogue sobre os "media" elvenses, depois do A Rádio em Elvas nasce agora o Rádio e TV na Cidade de Elvas, esperemos te-lo por cá muito tempo!

edição:Velho Conselheiro Ze de Mello a 1.8.06
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Em 1518 dá-se a primeira fundação, com a construção do primeiro convento num vale, próximo das muralhas de Elvas, graças a uma doação de terrenos feita por Genebra da Rosa e por Manoel Paçanha, fidalgo de Elvas devido à insalubridade do local a congregação passa em 1591 para o cimo da colina, junto ao Aqueduto da Amoreira. D. Fernando da Silva e sua esposa D. Beatriz de Brito, doadores de maior parte dos terrenos da edificação, são os padroeiros deste segundo edifício.

Devido à sua posição no alto da colina este trensforma-se em fortim das tropas espanholas em 1658 / 1659 aquando do cerco que viria a terminar com a Batalha das Linhas de Elvas. Para em 1691 ser recuperado e de novo acolher os Franciscanos. Contudo com as invasões francesas, volta a ficar bastante danificado pela artilharia da praça. Finalmente a 9 de Junho de 1834 é desocupado pela expropriação dos bens das ordens religiosas, passando a 13 de Maio de 1842 a servir de campo santo, instalando-se aí o cemitério: "A 13 Maio 1842 veio à camara a adm. militar para que dissesse se recebia ou não a igreja, tapada e jardim do exº convento para a formação do cemitério, como lhe foi concedido. Resposta que sim".

Desde essa data até aos dias presentes continuo com essa ocupação e caindo em continuo abandono até que em 2005 sofre importante obras de beneficiação para aí se instalar o Arquivo Histórico Municipal.

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