
Com o aproximar da data de inauguração do Coliseu Cidade de Elvas, avolumam-se as opiniões abalizadas sobre esta estrutura elvense. Em 29/05, Filipe La Féria veio a esta Cidade, para visitar o equipamento quase pronto e reunir com o Regedor. A inauguração deste espaço deverá acontecer em Setembro, alguns dias antes das Festas da Cidade e com a forte possibilidade de Filipe la Féria produzir a gala de abertura, à semelhança do que aconteceu recentemente com o Campo Pequeno, em Lisboa.
Após o período estival, está de regresso este Velho Conselheiro, e, como podem comprovar com nova cara, mais fresca e jovial, esperando também que o novo layout permita uma mais fácil consulta aos vários temas, rúbricas e acessórios do blogue. Esperemos que agrade!
Para celebrar um ano do blogue, no próximo dia 29 de Julho, e, acedendo a um convite antigo para uma entrevista por parte de um meio de comunicação local, decidimos aceder mas publicando-o aqui no blogue. Contudo não queremos deixar os nossos visitantes e co-Conselheiros de fora de tal iniciativa, pelo que todos poderão endereçar as suas perguntas, dúvidas e curiosidades para o nosso correio electrónico ou utilizar o Bloco de Notas. A coluna vertebral estará então a cargo do percursor da ideia complementada pelas questões por vós colocadas. Contamos com todos.
OBJECTIVO: NOVA ELVAS
Durante a ida do Zé de Mello "a banhos" ficou aberta a discussão para este édito, que mereceu também edição online pelo Linhas de Elvas, mas para tristeza e perplexidade deste Velho Conselheiro poucos foram os comentários ali colocados e a discussão de uma ideia e objectivo colectivo para a Cidade de Elvas ficou assim por fazer. Esperemos que por parte do Palácio do Regedor também o tenha lido e caso o entendam o tomem em consideração e assim se possa atingir este objectivo de tornar Elvas a segunda cidade do Alentejo.
O Elvas CAD
Depois de mais um periodo complicado para o futebol profissional da cidade temos de novo direcção à frente d'O Elvas, encabeçada pelo Vereador PSD/CDS-PP Eurico Candeias. Foi a única solução encontrada e apenas após a benção do sócio, ou do Regedor (?), Rondão Almeida quanto à continuação da subsidiodependência do clube. Uma forma de queimar o vereador da oposição no Palácio do Regedor ou "dar-lhe uma bola para brincar"?
Mundial da bola
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Pelo que sei no nosso burgo o Palácio do Regedor não entrou na onda dos ecrãs gigantes de forma a permitir a comunhão de emoções por parte dos Elvenses pela sua Selecção de Futebol, pelo que após o visionamento dos jogos em casas particulares ou cafés e associações dirigem-se para a rotunda do tribunal para celebrar as vitórias em grupo.
Segundo o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território, que terá discussão pública no próximo 10 de Julho na CCDR Alentejo em Évora, e que pode conhecer aqui, vem clarificar o antes dito:
- O Alentejo não possui cidades de dimensão relevante e tem na debilidade do seu sistema urbano um dos grandes entraves ao desenvolvimento. O sistema urbano é estruturado, a nível superior, por Évora, Beja, Portalegre, Elvas/Campo Maior, Sines/Santo André/ Santiago do Cacém - dos quais apenas Évora se aproxima dos 50 mil habitantes e é a única com dinâmica claramente positiva - e complementado por outras centros de pequena dimensão, como Estremoz, Vendas Novas, Ponte de Sor e Moura.
- A futura organização do território do Alentejo irá depender da forma como se conseguir articular a situação de partida com os seguintes elementos estratégicos fundamentais: Lisboa e a capacidade de os territórios alentejanos mais próximos explorarem as relações funcionais com a região capital; Évora e o seu potencial para estruturar um sistema urbano regional policêntrico; Alqueva e o seu potencial para estimular um novo modelo de crescimento económico; Sines e o seu papel de plataforma de conectividade internacional; e, por último, a fronteira e as oportunidades de cooperação para o desenvolvimento numa óptica transfronteiriça. A outro nível, a possibilidade de Beja construir uma nova relação com o Algarve e com o Alentejo Litoral, apoiando-se na capacidade do futuro aeroporto civil, será estratégica para o policentrismo do sistema urbano regional e para a organização do território do Baixo Alentejo.
- O Alentejo Central está cada vez mais inserido na área de influência directa da região metropolitana de Lisboa, embora com alguma margem de autonomia dependente da capacidade de consolidar o eixo Vendas Novas-Évora-Estremoz-Elvas tirando partido da sua acessibilidade internacional.
- O Alto Alentejo encontra-se cada vez mais dependente de investimentos exógenos de carácter industrial ou turístico e, pelo menos na parte norte, poderá ter vantagem na articulação com o Médio Tejo.
- Integrar num modelo territorial coerente os cinco elementos estratégicos de organização do território: relação com Lisboa, centralidade de Évora, Sines, potencial de Alqueva e relações transfronteiriças;
Afirmar Sines como grande porto atlântico da Europa e como grande plataforma de serviços de logística internacional, de indústria pesada e de energia; - Consolidar o corredor Lisboa - Évora - Badajoz e infra-estruturar os corredores Algarve - Beja - Évora - Portalegre - Castelo Branco e Sines-Évora-Elvas/Badajoz, como elementos estruturantes de um sistema urbano regional policêntrico;
- Robustecer a dimensão funcional e a centralidade de Évora como pólo base dos três eixos que estruturam a região;
- Assumir o papel estratégico dos centros urbanos de nível sub-regional (Portalegre, Beja, Sines / Santo André / Santiago do Cacém) reforçando a respectiva dimensão e especialização funcional e as complementaridades existentes;
- Promover o eixo Vendas Novas - Montemor - Évora como um espaço dinâmico de desconcentração industrial e logística da AML;
- Reforçar o papel de Beja nas relações com o Algarve e o litoral alentejano, nomeadamente com base no futuro aeroporto civil e no desenvolvimento de nichos complementares da oferta turística, em articulação com os projectos previstos para a área do Alqueva;
- Organizar o sistema urbano de fronteira, assumindo em particular o interesse estratégico de um pólo transfronteiriço Elvas/ Badajoz que possa explorar as novas acessibilidades em CAV às duas capitais ibéricas, e reforçar a cooperação urbana transfronteiriça;
- Promover a cooperação entre as instituições de ensino superior no sentido de aumentar os recursos regionais de investigação e desenvolvimento tecnológico, tendo em vista a resposta eficiente às necessidades tecnológicas e o aproveitamento das oportunidades de inovação;
- Potenciar o desenvolvimento dos núcleos urbanos com alguma relevância industrial, tendo por base indústrias pouco intensivas em trabalho e intensivas em tecnologia, e suportar a aposta no surgimento de um sector aeronáutico, articulando as iniciativas emergentes e, em particular, apostando nas possibilidades do aeroporto de Beja para a instalação de actividades deste sector;
- Assumir o papel estratégico da agricultura e apoiar os processos da sua transformação, designadamente os impulsionados pelo Empreendimento de Alqueva e pelos restantes perímetros de regadio;
- Concretizar eficazmente o Empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva, de forma a valorizar todos os potenciais da agricultura de regadio, da agro-indústria, do turismo e das energias renováveis;
- Gerir as pressões turísticas, designadamente no espaço do Alentejo Litoral e do Alqueva, de modo a compatibilizar a protecção dos valores ambientais com o desenvolvimento de uma fileira de produtos turísticos de elevada qualidade;
- Valorizar o montado, bem como as grandes manchas de pinhal, quer na perspectiva ambiental quer do ponto de vista de fileira económica;
- Desenvolver uma estratégia de resposta integrada a situações de seca que tenha em conta as diversas capacidades de armazenamento estratégico de água na região;
- Proteger e valorizar os recursos do território (ambientais, paisagísticos e culturais), nomeadamente valorizando a orla costeira, concretizando as potencialidades no domínio das energias alternativas e promovendo o ajustamento dos usos do solo e o aproveitamento silvo-pastoril ou florestal das áreas sem vocação agrícola.
- Recuperar as áreas mineiras abandonadas e valorizá-las do ponto de vista ambiental, lúdico e cultural/educativo;
- Desenvolver uma rede de pólos de excelência (em termos residenciais, ambientais, de serviços e de produções) estruturantes do povoamento rural.
Tendo então por base este estudo pensa este Velho Conselheiro que seria oportuno para o futuro da cidade traçar uma linha directiva que tenha como objectivo posicionar Elvas como a segunda Cidade do Alentejo. Definir estratégias que lancem luzes quando ao caminho a percorrer para alcançar dito objectivo. O Executivo actual do Palácio do Regedor terá que durante os próximos tempos que redesenhar o Plano Director Municipal, estruturando-o em conformidade com o novo Plano de Ordenamento do Território do Alentejo, desenhando não só o espaço fisico da Cidade e do Concelho mas em definitiva definir o futuro da Cidade de Elvas neste novo tempo. Aguarda-se então a conclusão do estudo para a zona do Caia, da responsabilidade do IST, para que esta área seja a futura zona previligiada de expansão concelhia, destacando do espaço agricola e redifinindo a área abrangido pela Rede Natura 2000. Utópico! Não! É uma visão que o Palácio do Regedor já anteveu e que neste momento passa a fazer parte da ideia do Portugal de futuro segundo o Governo da Nação. Basta dinamizar as intenções e sinergias para o conseguir. É uma das vozes mais populares da rádio em Elvas, que se deixou de ouvir com a sua recente saída de Elvas. Sente saudades do convívio com os seus ouvintes? Claro que sinto saudades, muitas mesmo, é impossível não recordar o carinho de tantos e tanto ouvintes, alguns dos quais nunca conheci pessoalmente.
Trabalhar em rádio em Elvas é diferente de trabalhar em qualquer outro sítio. Aí faço uma rádio de proximidade com as pessoas o que não acontece noutras rádios por onde tenho passado, o que aumenta as saudades.
Para mim uma rádio local tem que ser feita assim, com as pessoas e para as pessoas que vivem nesse sítio. Para rádios "longínquas"...já temos as nacionais. Como se iniciou a sua aventura radiofónica? Já lá vão mais de 30 anos...e parece que foi ontem. Comecei no Emissor Regional de Elvas. Lembro-me que quando fui pela primeira vez fazer provas para "locutora" o estúdio ainda era feito com mantas da tropa e que me deram um disco francês e outro inglês para apresentar e que o texto que li era relacionado com o Movimento das Forças Armadas. (Mas com um Major (Amândio) na equipa era normal que assim fosse.)
Desde que entrei até que me deixaram estar sózinha à frente dum microfone, passaram alguns meses. Fiz tantas gravações, corrigi tantas vezes os erros que me apontavam que se não fosse ter sido mordida pelo "bichinho" da rádio tinha desistido. Ao longo da sua vida profissional na rádio que momento recorda com mais carinho? Há tantos que é quase impossível destacar um. Recordo momentos passados com o José Abelha, com o Catela Nunes, o David Godinho ( já desaparecidos) e todos os que passaram por aquela casa. Vivemos ali momentos únicos, numa época única. Recordemos que o Emissor Regional de Elvas começou a emitir a 10 de Fevereiro de 1975 e que os tempos que se seguiram foram irrepetíveis.
Mas se tenho que escolher um momento foi sem dúvida a primeira emissão que fiz sózinha, numa quarta-feira entre as 19h e as 20h, porque naquele dia a pessoa que estava de serviço não apareceu e na rádio só estávamos eu e o José Abelha. E ainda me lembro das suas palavras..."Não há mais ninguém, fazes tu!"
Penso que não correu assim tão mal porque no fim o Amâdio que entretanto tinha chegado (fazia na altura serviço se não me engano no Forte da Graça) me disse "Parabéns menina, esteve muito bem!"
Ainda hoje o Amândio me chama menina... E o que lhe falta fazer na rádio? Relatos de futebol!!
Mas fiquem descansados que tal não vai acontecer. Fazer um bom relato de futebol é extremamente difícil.
Em Elvas o melhor a fazer isso é, quanto a mim, o Manuel Carvalho. O caminho que se esta traçando para o concelho de Elvas deixam-na confiante quanto ao futuro? Sinceramente...não! Um dos temas na ordem do dia é o encerramento da Maternidade Mariana Martins. Como vê uma "avó babada" o fim dos nascimentos em Elvas? Como avó de um dos últimos elvenses nascidos na Maternidade Mariana Martins, sinto-me triste por apartir de agora as grávidas elvenses terem que dar á luz os seus filhos longe de casa.
O ministro não pensou naquelas pessoas que não têm possibilidades de se deslocar, e agora estou a pensar na família dessas parturientes.
Muitas, sobretudo as de menos recursos, vão passar o tempo todo num sítio estranho e sem a visita dos familiares porque muitos para fazerem uma visita de uma ou duas horas, vão perder um dia inteiro de trabalho, ou não o farão por falta de meios económicos. Quanto custa ir a Portalegre ou Évora de camioneta? Há transportes frequentes? Não, saem de manhã cedo e chegam ao fim do dia. Um dia inteiro fora da sua terra implica gastos em comida...se já tiverem dificuldades económicas a coisa complica-se ainda mais. Penso que não tiveram em conta estes "pequenos" pormenores. E quando têm alta? Como é que fazem para regressar a casa? Badajoz será mais fácil mas mesmo assim há concerteza pessoas que terão dificuldades com a língua ( não me digam que todos falam bem espanhol que não é verdade), com a localização da Materno-Infantil e mais uma série de coisas.
Mas o que mais me “escandaliza” é a facilidade com que algumas pessoas viraram a “casaca”. ..o que me leva a pensar que talvez haja pormenores que muitos desconhecem ou então houve afirmações produzidas numa determinada altura apenas no intuito de alcançar determinado objectivo...
Infelizmente cada vez mais o que hoje é...amanhã já não é bem assim! Olhando para os "media" locais, com duas rádios, um semanário e um quinzenário, ao qual podemos juntar o Boletim Municipal, pode-se dizer que os Elvenses são cidadãos informados? Se não são é porque muitos não o querem ser.
Muitas vezes é preferível ignorar para não terem que enfrentar uma realidade que não é tão cor de rosa como alguns a pintam. São realmente os meios de comunicação social o 4º poder? Em Portugal não...e em Elvas muito menos. Há uma grande falta de respeito pelo trabalho dos jornalistas.
Basta ler os comentários feitos neste blogue para percebermos que ainda há um longo caminho a percorrer até que as pessoas aprendam a respeitar as opiniões umas das outras, para já não falar das pressões mais ou menos "encapotadas" que são feitas à comunicação social. Tendo por base as novas tecnologias aliadas à distribuição via cabo de televisãoo no Centro Histórico, haverá espaço para um "Canal Elvas.TV"?
Iria transmitir o quê? Para quem? Sendo uma das mais antigas "bloggers" de Elvas (http://lugar-encantado.blogspot.com/ e http://www.coisasimplesepequenas.blogspot.com/), que avaliação faz da evolução do fenómeno genericamente e mais concretamente em Elvas? Anterior a esses é o Meu Alentejo que fechei por ter perdido a motivação que me levou a criá-lo.
Os blogues são uma moda como qualquer outra...e a verdade é que de Elvas além do Zé de Mello, não conheço outro que seja constante. Como têm surgido, têm desaparecido.
As pessoas ainda não se habituaram a expressar a sua opinião sem receio. Ao fechar os olhos em tempos de saudade, que imagem lhe surge de Elvas? O Santuário do Senhor Jesus da Piedade e a zona envolvente.
Se continuar com eles fechados consigo ouvir o Hino do Senhor Jesus da Piedade tocado pela Banda 14 de Janeiro durante a Procissão dos Pendões. Um regresso a Elvas faz parte do seu projecto de vida? Neste momento não, mas a vida ensinou-me que o melhor é não fazer planos a longo prazo, por isso deixo sempre uma porta entreaberta. Talvez um dia volte...só Deus sabe!
- Os tempos em que não existia a aberração do edificio BES
- Não se tinha construído uma saída de elevador pouco adequado à fisionomia da praça
- Os edificios tinham as suas cores pastel
- Ainda existia uma grande guarnição militar, aproveitando os praças para ver as moças passar na praça
Tempos passados, hoje a realidade é outra mas a Praça Nova continua a ser o ponto de encontro dos Elvenses.
Junte-se a nós e assine a petição para que seja atribuido o nome do Regedor à Praça Nova: aqui
- 1 de Julho - Eduardo Ramos Emsemble, Quarteto Moçarabe e Olinda Moriano
- 15 de Julho - Noite de Comédia com Aldo Lima e Carlos Mendes
- 3 de Agosto - Abertura Oficial do Festival Povos do Mundo
- 18 de Agosto - Pedro Miguéns
- 19 de Agosto - Adelaide Ferreira
- 26 de Agosto - Jorge Palma
- 31 de Agosto - Filarmónica Gil
Junte-se a nós e assine a petição para que seja atribuido o nome do Regedor à Praça Nova: aqui

Olhemos hoje para o Palácio do Regedor.
Este edificio originário do sec. XVI, reformulado no XVIII, acolhe por doação de Isabel Maria Picão, os serviços centrais do Palácio do Regedor, tendo sofrido em 2004/5 substânciais obras de modernização. O edificio foi remodelado, permitindo assim instalar mais eficaz e comodamente os diversos serviços administrativos da autárquia, num investimento totalmente suportado por dinheiros do cofre do Palácio do Regedor, sem qualquer apoio do Governo da Nação.
A população ficou a ganhar, mas foi também um merecido prémio para os trabalhadores da autárquia que ali servem os Elvenses.
Junte-se a nós e assine a petição para que seja atribuido o nome do Regedor à Praça Nova: aqui
OCRE?
Através de mão amiga chegou-me um interessante trabalho duma historiadora da região que se tem debruçado sobre a Arqueologia da Cor.
Este trabalho apresenta um estudo sobre a problemática da conservação e apresentação dos revestimentos exteriores e interiores em edifícios e conjuntos urbanos históricos, com especial destaque para casos como os de Évora ou Monsaraz.
Depois de injustificadamente ter dito que copiamos a cidade de Évora neste erro, apresento as minhas desculpas ao saber hoje que também em Évora esta introdução não corresponde à tradição local, tendo sido introduzida na cidade durante o Estado Novo. Em Évora para além da alteração da cromática do revestimento exterior dos edificios, levou inclusivé à ocultação de esgráfitos e imitações de azulejaria que cobriam algumas das fachadas da cidade.
Em relação ao caso de Monsaraz, em data já mais recente, a aduletração da fisionomia da vila, quer nas cores utilizadas quer no revestimento das artérias. "A minha casa era das que tinha o rodapé vermelho", assim se justifica uma das entrevistadas relatando a tradição de utilizar o vermelho nas fachadas monsaratenses agora em desuso.
Quanto à nossa urbe não existem trabalhos efectuados sobre a arqueologia da cor, pelo que pergunta este vosso Conselheiros, foi tomada a decisão de implantação do Programa Elvas Cidade Branca de ânimo leve? Ou será que apenas no caso do parque subterraneo da Praça Nova houve estudos arquelógicos preliminares. E então na restruturação das redes básicas sanitárias, que agora terminam no centro histórico, também não houve acompanhamento arqueológico?
Évora e Elvas nunca foram Cidades Brancas, estas são-o pela ignorância e pelo desrespeito pelas tradições.
Évora no tempo da ditadura salazarista.
Elvas na regência de Rondão Almeida.


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